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Pasta da Agricultura

14.10.21

Bloqueio à carne brasileira deve levar Tereza Cristina à China

O RR apurou que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, cogita ir à China e negociar diretamente com as autoridades locais caso o país asiático não suspenda o bloqueio às importações de carne bovina brasileira até a próxima semana. A possível viagem da ministra a Pequim dá a medida do tamanho do problema sobre a mesa. Nos últimos dias, o governo brasileiro enviou às autoridades chinesas uma série de laudos técnicos comprovando que a identificação de dois casos da “vaca louca” em Minas Gerais foi um fato isolado, e o risco de contaminação de outros animais no país é próximo a zero.

A própria OIE (Organização Mundial da Saúde Animal) analisou as informações prestadas pelo Ministério da Agricultura e reafirmou o status brasileiro de “risco insignificante” para a enfermidade. Ainda assim, não há qualquer sinalização de Pequim sobre a reabertura do mercado. Entre os frigoríficos brasileiros, a postura do governo chinês é interpretada como uma manobra ardilosa, uma forma de explorar o episódio e forçar a redução dos preços da carne brasileira. Os embarques de carne bovina para a China foram interrompidos pelo próprio governo brasileiro em 4 de setembro, logo após a identificação dos casos de “vaca louca”.

No entanto, pelo protocolo firmado entre os dois países, cabe à China decidir pela retomada das importações. Consultada, a Pasta da Agricultura não se pronunciou especificamente sobre a possível viagem de Tereza Cristina a Pequim. No entanto, em conversa com o RR, o Ministério confirmou ter enviado uma solicitação de “reunião técnica, ainda não agendada pelas autoridades chinesas, que alegam estarem analisando as informações enviadas.”. A Pasta informou ainda que “não temos como estabelecer uma data para a retomada das exportações de carne bovina para a China, pois a decisão não cabe ao Governo brasileiro.”

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29.11.18

Pasta da Agricultura está “capturada”

O cargo de secretário executivo da Pasta da Agricultura já está “vago”. Esta é a percepção de quem trabalha no 9º andar da sede do Ministério, em Brasília, onde foi instalada a sala de transição do governo do Distrito Federal. Praticamente todos os despachos e reuniões do secretário Eumar Novacki, braço direito de Blairo Maggi, têm passado ao largo de questões agrícolas. Novacki já está em 2019 e só trata de assuntos relacionados ao seu futuro posto, chefe da Casa Civil do governador eleito Ibaneis Rocha. Consta que os funcionários de seu gabinete também entraram no ritmo de transição, dedicando-se mais a assuntos do Distrito Federal do que do Ministério da Agricultura. Coronel da MP do Mato Grosso, Novacki é conhecido entre seus subordinados como um homem, digamos assim, cerimonioso. Quando assume formalmente o Ministério durante as viagens de Maggi, faz questão de ser chamado de “Vossa Excelência”.

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