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04.01.22

Sinal de alerta na Paranapanema

A situação financeira da Paranapanema – prejuízo de R$ 419 milhões no terceiro trimestre de 2021, contra R$ 162 bilhões no mesmo período em 2020, e Ebitda negativo – está deixando seus credores de cabelo em pé. Neste ano, a companhia terá de desembolsar R$ 160 milhões para honrar o acordo com dez bancos referente à renegociação do passivo de curto prazo – R$ 2,5 bilhões.

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12.11.21

Último fio

O histórico cordão umbilical entre a Caixa e a Paranapanema está perto de se romper. Depois da Funcef, agora é o banco que estuda vender sua participação na empresa, possivelmente por meio de um leilão de bolsa.

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27.05.21

Adeus Paranapanema?

A Caixa Econômica teria oferecido sua participação de 16% na Paranapanema para outros acionistas da empresa, a exemplo do investidor Silvio Tini e da Glencore.

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05.02.21

Bye, bye, Paranapanema

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, quer vender a fatia de 16% do banco na Paranapanema. Para se livrar do problemático ativo, vale até “realizar” o prejuízo. Nos últimos seis meses, o valor da participação caiu de R$ 88 milhões para R$ 64 milhões.

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31.03.20

Os cascalhos da Paranapanema

A crise econômica pegou a Paranapanema no contrapé, em meio a uma intrincada renegociação com credores para o alongamento da dívida. O diretor financeiro, Igor Gravina, tem feito exaustivas calls com bancos para montar o difícil quebra-cabeças: uma emissão de papéis estava no radar da companhia, mas perdeu força diante das circunstâncias. Desde setembro do ano passado, a relação dívida líquida/ebitda saiu de 5,1 para 7,6 vezes.

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27.09.19

Private company

A Buritipar, de João José de Araújo, estuda fazer uma oferta pela participação da Caixa na Paranapanema. Caso o negócio se confirme, será um meia-volta, volver na pulverização acionária da companhia. A Buritipar, que já comprou a parte da Previ, pularia de 27% para 43%.

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17.06.19

Depois da pedra preciosa, os cascalhos

Após concluir a negociação de suas ações na Petrobras, a Caixa Econômica vai abrir o processo de venda da sua participação na Paranapanema. Nesse caso, vai sobrar um troquinho e olhe lá para ser repassado ao Tesouro: a valor de mercado, a fatia do banco gira em torno dos R$ 170 milhões.

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24.04.19

O novo dono da Paranapanema

Ao que tudo indica, a Paranapanema vive o fim de uma era. Após comprar os 20% da companhia em poder da Previ, a Buritipar, do empresário João José de Araújo, avança sobre a participação da Caixa Econômica. O banco detém 17% da empresa. Tomando-se como base apenas a cotação de mercado, sem qualquer prêmio de controle, a fatia da Caixa está avaliada em cerca de R$ 160 milhões. A se confirmar a saída da CEF, a Petros ficaria como a última remanescente da operação de socorro montada em 1995, no governo FHC, para o salvamento da Paranapanema. E lá se foram mais de duas décadas com os fundos de pensão e a Caixa torrando centenas de milhões no alto-forno da empresa. O presente não é muito diferente do passado: só em 2018, a empresa teve mais de R$ 320 milhões em prejuízo.

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27.09.18

Paranapanema faz sua caça às bruxas

Há cobre e propina no subsolo da Paranapanema. O RR apurou que investigações conduzidas pela própria companhia mínero metalúrgica indicam o envolvimento de ao menos três ex-dirigentes no esquema de pagamento de suborno a integrantes do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). A devassa, conduzida com o auxílio de consultores externos, deverá ser oficialmente concluída no mês que vem. No entanto, a empresa já teria encaminhado informações preliminares ao Ministério Público e à Polícia Federal no âmbito da Operação Zelotes, que investiga a venda de sentenças no Carf. Os nomes fisgados na auditoria interna são guardados a sete chaves pela alta direção da Paranapanema. Cabe lembrar que, no início de agosto, Luiz Antônio de Souza Queiroz Ferraz Junior, presidente da empresa entre maio de 2005 a dezembro de 2012, foi alvo da 10a fase da Operação Zelotes. De acordo com a fonte do RR, o passo seguinte da Paranapanema será acionar judicialmente os ex-executivos -medida que já teria o sinal verde de Petros e Previ, principais acionistas da companhia. Procurados pelo RR, a Paranapanema e os fundos de pensão não se pronunciaram.

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27.11.17

Petros já enxerga a Paranapanema pelo retrovisor

A monolítica posição dos fundos de pensão na Paranapanema está se quebrando. A Petros prepara sua saída da companhia, na mão contrária de Previ e Petros. A diretoria da fundação avalia duas possibilidades para atravessar a porta de saída: um leilão da sua participação em bolsa ou a venda direta para um investidor.

Neste caso, um candidato mais do que natural seria a própria Glencore, que recentemente comprou 5% da Paranapanema. A decisão da Petros de deixar a deficitária holding mínero-metalúrgica, que perdeu mais de R$ 330 milhões em 2016, se deve, em grande parte, à pressão dos próprios participantes. Os funcionários e aposentados da Petrobras cansaram de pagar a conta dos prejuízos alheios – isso quando não há outras variáveis, vide a Sete Brasil.

A Petros está no meio de um processo de equacionamento do rombo atuarial de R$ 22 bilhões, que exigirá o aumento das contribuições dos beneficiários. A Petros já fez um primeiro movimento do seu “Bye, Bye Paranapanema”. Não participou do recente aumento de capital da companhia, ao contrário do que fizeram Previ e Funcef – donas ainda de 40% das ordinárias. Sua fatia caiu de 12% para 5%.

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