fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
14.03.22

Os olhos de Eike Batista ainda brilham feito ouro

Ao contrário do seu estilo feérico, discretamente Eike Batista tem feito lobby junto a parlamentares em favor do projeto de lei que libera a mineração em áreas indígenas. Suas pretensões passam por um velho e reluzente conhecido: ouro. O PL 191 abre uma possibilidade de retorno do empresário ao setor onde praticamente tudo começou. Eike pode ser descrito com uma paráfrase do aforismo bíblico: “Do ouro viemos e ao ouro retornaremos”.

As operações em garimpos do metal na Amazônia estão na origem do que um dia chegou a ser a oitava maior fortuna do mundo. Entre tantos outros episódios, as peripécias amazônicas de Eike lhe custaram um tiro nas costas após discutir com um garimpeiro em Alta Floresta (MT). Em Brasília, tornou-se célebre a sua história de litígio com os indígenas na região de Pitinga, no Amazonas.

Nessa área havia uma das maiores jazidas de cassiterita do mundo, pertencente a Otavio Lacombe, então dono da Paranapanema e sócio de Eike em empreitadas auríferas. Nos idos dos governos do PT, Eike Batista tentou desmontar a legislação que protege as áreas indígenas, muito provavelmente com o seu então fiel escudeiro Rodolfo Landim a tiracolo. Agora, as circunstâncias são ainda mais favoráveis. A celeridade da votação do PL 191, que tramitará na Câmara em regime de urgência, e a corrida por jazidas em reservas indígenas estão ligadas à guerra entre Rússia e Ucrânia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.01.22

Sinal de alerta na Paranapanema

A situação financeira da Paranapanema – prejuízo de R$ 419 milhões no terceiro trimestre de 2021, contra R$ 162 bilhões no mesmo período em 2020, e Ebitda negativo – está deixando seus credores de cabelo em pé. Neste ano, a companhia terá de desembolsar R$ 160 milhões para honrar o acordo com dez bancos referente à renegociação do passivo de curto prazo – R$ 2,5 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.11.21

Último fio

O histórico cordão umbilical entre a Caixa e a Paranapanema está perto de se romper. Depois da Funcef, agora é o banco que estuda vender sua participação na empresa, possivelmente por meio de um leilão de bolsa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.05.21

Adeus Paranapanema?

A Caixa Econômica teria oferecido sua participação de 16% na Paranapanema para outros acionistas da empresa, a exemplo do investidor Silvio Tini e da Glencore.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.02.21

Bye, bye, Paranapanema

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, quer vender a fatia de 16% do banco na Paranapanema. Para se livrar do problemático ativo, vale até “realizar” o prejuízo. Nos últimos seis meses, o valor da participação caiu de R$ 88 milhões para R$ 64 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

31.03.20

Os cascalhos da Paranapanema

A crise econômica pegou a Paranapanema no contrapé, em meio a uma intrincada renegociação com credores para o alongamento da dívida. O diretor financeiro, Igor Gravina, tem feito exaustivas calls com bancos para montar o difícil quebra-cabeças: uma emissão de papéis estava no radar da companhia, mas perdeu força diante das circunstâncias. Desde setembro do ano passado, a relação dívida líquida/ebitda saiu de 5,1 para 7,6 vezes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.09.19

Private company

A Buritipar, de João José de Araújo, estuda fazer uma oferta pela participação da Caixa na Paranapanema. Caso o negócio se confirme, será um meia-volta, volver na pulverização acionária da companhia. A Buritipar, que já comprou a parte da Previ, pularia de 27% para 43%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.06.19

Depois da pedra preciosa, os cascalhos

Após concluir a negociação de suas ações na Petrobras, a Caixa Econômica vai abrir o processo de venda da sua participação na Paranapanema. Nesse caso, vai sobrar um troquinho e olhe lá para ser repassado ao Tesouro: a valor de mercado, a fatia do banco gira em torno dos R$ 170 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.04.19

O novo dono da Paranapanema

Ao que tudo indica, a Paranapanema vive o fim de uma era. Após comprar os 20% da companhia em poder da Previ, a Buritipar, do empresário João José de Araújo, avança sobre a participação da Caixa Econômica. O banco detém 17% da empresa. Tomando-se como base apenas a cotação de mercado, sem qualquer prêmio de controle, a fatia da Caixa está avaliada em cerca de R$ 160 milhões. A se confirmar a saída da CEF, a Petros ficaria como a última remanescente da operação de socorro montada em 1995, no governo FHC, para o salvamento da Paranapanema. E lá se foram mais de duas décadas com os fundos de pensão e a Caixa torrando centenas de milhões no alto-forno da empresa. O presente não é muito diferente do passado: só em 2018, a empresa teve mais de R$ 320 milhões em prejuízo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.09.18

Paranapanema faz sua caça às bruxas

Há cobre e propina no subsolo da Paranapanema. O RR apurou que investigações conduzidas pela própria companhia mínero metalúrgica indicam o envolvimento de ao menos três ex-dirigentes no esquema de pagamento de suborno a integrantes do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). A devassa, conduzida com o auxílio de consultores externos, deverá ser oficialmente concluída no mês que vem. No entanto, a empresa já teria encaminhado informações preliminares ao Ministério Público e à Polícia Federal no âmbito da Operação Zelotes, que investiga a venda de sentenças no Carf. Os nomes fisgados na auditoria interna são guardados a sete chaves pela alta direção da Paranapanema. Cabe lembrar que, no início de agosto, Luiz Antônio de Souza Queiroz Ferraz Junior, presidente da empresa entre maio de 2005 a dezembro de 2012, foi alvo da 10a fase da Operação Zelotes. De acordo com a fonte do RR, o passo seguinte da Paranapanema será acionar judicialmente os ex-executivos -medida que já teria o sinal verde de Petros e Previ, principais acionistas da companhia. Procurados pelo RR, a Paranapanema e os fundos de pensão não se pronunciaram.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.