fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
20.06.22

Caçada na Amazônia

O RR tem a informação de que a Polícia Federal estaria preparando uma grande operação nos portos do Pará para combater o contrabando de minério. Recentemente, em ação comandada pelo Exército, mais de 200 mil toneladas de cobre e manganês foram apreendidos apenas no terminal de Vila do Conde. Investigações da PF apontam que outros portos do Pará vêm sendo seguidamente utilizados para o escoamento de minério extraído de garimpos ilegais da Amazônia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.06.22

Será que agora vai?

A chinesa CCCC manifestou ao governo de Helder Barbalho interesse em participar da construção da Ferrovia do Pará, empreendimento orçado em R$ 14 bilhões. O projeto vai e volta, volta e vai há cinco anos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.03.22

Um atalho da Amazônia à Noruega

O RR apurou que os governadores da Região Norte, à frente Wilson Lima, do Amazonas, e Helder Barbalho, do Pará, vêm mantendo conversações diretas com a Noruega. O objetivo é obter recursos do Fundo Soberano do país europeu para projetos na Floresta Amazônica, “bypassando” o governo federal. Os estados se comprometem a cumprir uma série de metas no combate ao desmatamento ilegal. Ressalte-se que os noruegueses suspenderam, há dois anos, os repasses para o Fundo Amazônia, administrado pelo BNDES, em resposta à leniência da gestão Bolsonaro com as queimadas na região.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O agronegócio do Pará está indócil feito um búfalo com o governo Bolsonaro. Entidades do setor pretendem entrar na Justiça na tentativa de barrar a transferência de terras da União na Ilha de Marajó para moradores locais. Somente nas últimas semanas, o governo federal firmou aproximadamente 500 contratos de concessão de uso no âmbito do programa Abrace Marajó, do Ministério da Mulher e da Família. Os ruralistas alegam que a medida é inconstitucional, uma vez que a gestão do arquipélago é de responsabilidade das Prefeituras locais e do governo do Pará e não da União. No fundo, é uma disputa por terras, notadamente para a pecuária – Marajó é célebre pela criação de búfalos (são mais de 600 mil cabeças). Há cerca de duas semanas, a Federação de Agricultura e Pecuária do Pará e a Associação Rural da Pecuária do Pará enviaram uma carta à ministra Damares Alves solicitando a suspensão dos contratos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.01.22

Troca de guarda nos estados

Os governos do Rio Grande do Sul e do Pará têm feito estudos para a transformação de seus agentes penitenciários em policiais penais. A medida é obrigatória desde 2019, quando foi aprovada uma PEC equiparando as duas categorias. Até hoje, no entanto, apenas 13 unidades da federação aderiram à determinação. O restante ainda resiste à migração por razões de ordem orçamentária. A transformação dos carcereiros em policiais penais traz de arrasto uma série de gastos extras, com correção de salários e um novo plano de aposentadoria.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.10.21

Loteria fiscal

Depois do Mato Grosso, agora é o governo do Pará que estuda criar sua própria loteria estadual. Parte dos recursos seria carimbada para projetos na área social.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.04.19

Há método nos assassinatos no campo

A Comissão Pastoral da Terra divulgará amanhã as macabras estatísticas do campo no Brasil. O  estudo será remetido ao ministro Sérgio Moro. O levantamento mostrará que, ao longo de 2018, o país registrou 28 mortes por conflitos de terras. O Pará foi o líder desse triste ranking, com 16 assassinatos. Em termos quantitativos, os números poderão soar como um alento: em 2017, foram 71 mortes. No entanto, o estudo confirma uma tendência preocupante: há pelo menos dois anos, os assassinatos têm se concentrado em líderes agrários, ou mesmo indígenas e quilombolas. Em 2017 e 2018, quase 60% das vítimas comandavam movimentos sociais nas suas respectivas regiões. Um dos casos mais notórios foi o assassinato, em dezembro do ano passado, de José Bernardo da Silva, chamado de “Orlando”. Ele era líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Paraíba.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.