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11.04.19
ED. 6092

Há método nos assassinatos no campo

A Comissão Pastoral da Terra divulgará amanhã as macabras estatísticas do campo no Brasil. O  estudo será remetido ao ministro Sérgio Moro. O levantamento mostrará que, ao longo de 2018, o país registrou 28 mortes por conflitos de terras. O Pará foi o líder desse triste ranking, com 16 assassinatos. Em termos quantitativos, os números poderão soar como um alento: em 2017, foram 71 mortes. No entanto, o estudo confirma uma tendência preocupante: há pelo menos dois anos, os assassinatos têm se concentrado em líderes agrários, ou mesmo indígenas e quilombolas. Em 2017 e 2018, quase 60% das vítimas comandavam movimentos sociais nas suas respectivas regiões. Um dos casos mais notórios foi o assassinato, em dezembro do ano passado, de José Bernardo da Silva, chamado de “Orlando”. Ele era líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Paraíba.

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