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09.09.19

Em construção

Prestes a vender o restante da sua participação na Viver, o fundo norte-americano Paladin está com o pé na soleira de uma grande incorporadora do eixo Rio-São Paulo.

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14.08.19

Porta dos fundos

O fundo norte-americano de real estate Paladin vai vender em Bolsa a participação que ainda lhe resta na incorporadora paulista Viver, da ordem de 5%. Deixa para trás uma história marcada por prejuízos, baixas contábeis e uma recuperação judicial.

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30.06.17

Recuperação da Viver tem revés jurídico

A Viver Incorporadora, controlada pelo fundo norte-americano Paladin Realty Partners, vai recorrer ao STJ contra a recente decisão da 2a Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo. Os desembargadores do TJ determinaram que 16 SPEs criadas pela companhia não podem ser mantidas em recuperação judicial. Se não conseguir reverter a sentença, a Viver terá de reiniciar do zero as negociações com os credores de cada uma destas Sociedades sem qualquer benefício ou proteção jurídica. Ressalte-se que a empresa já havia apresentado 16 planos de recuperação em separado, um para cada SPE. Todo este calhamaço pode acabar numa máquina de picotar papel.

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11.04.17

A casa é dos credores

O fundo norte-americano Paladin, controlador da Viver, estaria disposto a entregar aos credores mais de 50% da incorporadora. Com pouco mais de R$ 1 bilhão em dívidas, a companhia está em recuperação judicial.

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17.02.17

Feirão de imóveis

A incorporadora paulista Viver, controlada pelo fundo norte-americano Paladin, é uma grande prateleira. Em recuperação judicial, com uma dívida de R$ 1,2 bilhão, a empresa pretende fazer caixa com a venda de suas participações em 16 Sociedades de Propósito Específico (SPEs). Em cada um desses escaninhos há um empreendimento imobiliário precisando de dinheiro.

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13.01.17

Viver ou morrer

A incorporadora paulista Viver, controlada pelo fundo norte-americano Paladin, vai apresentar seu plano de recuperação judicial até o próximo dia 20. A companhia não vai reinventar a roda: a ideia é queimar boa parte do banco de terrenos para amortizar o passivo superior a R$ 1 bilhão.

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25.10.16

De fininho

 No que depender da Paladin, dona da Viver, os credores converterão as dívidas de R$ 1 bilhão em equity, assumindo o controle da incorporadora paulista. E os norte-americanos apagarão da memória o dia em que entraram no negócio. O problema é convencer os bancos, especialmente o Santander, que entrou com uma ação pedindo a anulação da recuperação judicial da Viver • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Viver.

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22.09.16

Paladin já olha o Brasil pelo retrovisor

 O Paladin Realty, que administra mais de US$ 4 bilhões em ativos imobiliários na América Latina, prepara-se para bater em retirada do Brasil. A gota d´água foi o pedido de recuperação judicial da incorporadora paulista Viver, sua controlada, que carrega uma dívida líquida de R$ 250 milhões para um patrimônio negativo de quase R$ 350 milhões. Os norte-americanos estariam decididos não apenas a vender o controle da empresa – tão logo o pedido de RJ seja apreciado pela Justiça – como se desfazer de sua participação de 20% na também paulista You Inc . A companhia está longe de ser uma Viver, mas, guardadas as devidas proporções, tornou-se outra máquina de moer dinheiro.  Segundo informações filtradas junto ao Paladin, o private equity vêm sofrendo pressão dos próprios investidores internacionais para encerrar as operações no Brasil. Os norte-americanos não têm mais como justificar as seguidas perdas no país. Recentemente, o fundo se viu forçado a injetar cerca de US$ 75 milhões na You. De acordo com a fonte do RR, já se discute a necessidade de um novo aporte para viabilizar os empreendimentos em curso. Sem os recursos emergenciais, a conta não fecha. A You tinha como meta lançar o equivalente a R$ 700 milhões em imóveis ao longo deste ano. Em junho, reduziu seu guidance para aproximadamente R$ 600 milhões. No entanto, segundo a fonte do RR, dificilmente atingirá os R$ 500 milhões.

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22.06.16

Classificados

 A incorporadora Viver , do fundo norte-americano Paladin, entregou à Alvarez & Marsal a missão de buscar um novo investidor. Procurada, a Viver confirma a contratação da consultoria para revisar o plano estratégico, reestruturar dívidas e “outros serviços”.

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16.02.16

Red Sea vasculha os canteiros do Brasil

 Dono de uma participação na construtora mineira Direcional, o fundo árabe Red Sea Housing teria reservado cerca de US$ 200 milhões para a compra de novos ativos no mercado imobiliário brasileiro – preferencialmente companhias com ações negociadas em bolsa. Segundo o RR apurou, entre as empresas na mira do private equity estariam a paulista Viver, controlada pelo fundo norte-americano Paladin, e a PDG. Se o Brasil está barato, o mercado imobiliário está de graça. A intenção do Red Sea é se aproveitar do raquitismo do setor neste momento.  A PDG é um bom exemplo. No início do ano, vendeu R$ 1,5 bilhão em ativos, em mais um esforço para reduzir sua dívida – só o passivo de curto prazo soma cerca de R$ 6 bilhões, para um patrimônio líquido da ordem de R$ 4,5 bilhões.

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