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07.04.21

“Vem para o Brasil”

Se tudo sair conforme o esperado, o Palácio do Planalto planeja lançar uma campanha no exterior para alardear os resultados dos leilões de infraestrutura programados para esta semana.

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24.03.21

Na mira de Bolsonaro

Informação entreouvida pelo RR no Palácio do Planalto: o superintendente da PF no Distrito Federal, Marcio Nunes de Oliveira, entrou no índex de Jair Bolsonaro. Motivo: a abertura de inquérito para investigar denúncias de tráfico de influência e lavagem de dinheiro contra Jair Renan Bolsonaro, o “04”.

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24.03.21

Escolhido a dedo 1

O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, já demonstrou como será tocada a música junto ao Palácio do Planalto. Queiroga submeteu a Jair Bolsonaro dois nomes para assumir a secretária executiva da Pasta. Ou seja: vem mais subserviência por aí.

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Uma fonte do RR que conversou com o novo presidente do BB, Fausto de Andrade Ribeiro, garante que dessa vez Jair Bolsonaro não terá problemas. No que depender do executivo, todas as decisões fulcrais passarão pelo Palácio do Planalto.

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19.02.21

Conta Arthur Lira

As faturas do Centrão não param de chegar no Palácio do Planalto. A bancada ruralista cobra o aumento da linha de crédito disponibilizada para agricultores do Pantanal por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). O valor inicialmente reservado gira em torno dos R$ 180 milhões, mas os parlamentares da Frente Agropecuária pedem R$ 250 milhões. O assunto foi parar na mesa do ministro Rogério Marinho. O FCO é administrado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional.

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12.02.21

Monopólio de dados e corte de investimentos minam defesa cibernética no Brasil

O governo está muito mais preocupado do que diz com o vazamento sistemático de dados públicos e pessoais. O Brasil é hoje uma República hackeada, uma presa fácil para cibercriminosos. Dentro do próprio Palácio do Planalto, a percepção é que as condições de defesa cibernética do Estado brasileiro e de seus cidadãos têm se deteriorado de forma acelerada. O RR apurou que a questão está sendo motivo de intensas discussões dentro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), sob comando do almirante Flavio Rocha.

Uma questão que divide os diversos participantes desse debate é a crescente centralização dos dados dos cidadãos brasileiros nas mãos do governo. O monopólio acaba sendo um estímulo a hackers – ver RR de 23 de outubro de 2020. Qualquer invasão de uma base tão concentrada dá acesso a uma imensidão de dados dos brasileiros. Os cibercriminosos agradecem. Em um dos vazamentos recentes, cuja procedência ainda é investigada pela Polícia Federal, mais de 220 milhões  de CPF ficaram expostos.

Outro facilitador dos seguidos ataques cibernéticos no Brasil é a falta de investimentos maciços do governo no setor. A gestão Bolsonaro tem capado projetos na área de Defesa. Especificamente no segmento de segurança cibernética os gastos públicos são ínfimos. No ano passado, o governo Bolsonaro destinou algo em torno de R$ 20 milhões para as ações previstas na Política Nacional de Defesa Cibernética, apenas um terço do valor recomendado pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Congresso – R$ 60 milhões, por si só um número já raquítico. Para efeito de comparação – se é que dá para comparar -, o governo norte-americano destinou mais de US$ 17 bilhões para segurança cibernética em 2020.

O almirante Flavio Rocha é um nome talhado para a dura missão de combater os seguidos ataques cibernéticos no Brasil. Um dos assessores mais próximos de Jair Bolsonaro, Rocha tem se tornado uma figura cada vez mais importante dentro do Palácio do Planalto. Discreto e extremamente bem preparado, o almirante vem concentrando um crescente espectro de atribuições no governo. Rocha tem acesso irrestrito ao gabinete de Bolsonaro e costuma participar de quase todas as reuniões estratégicas no Palácio. Trata-se do homem certo no lugar certo e disposto a enfrentar o maior criminoso que ameaça todos os brasileiros. Mas, por favor, deem dinheiro a ele. Não deixem que uma ação de tamanha importância caia na vala dos cortes de gastos comuns.

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20.01.21

Vem mais por aí?

Parlamentares da Amazônia – à frente o senador Eduardo Braga – preparam uma “carreata” até o Palácio do Planalto para pedir incentivos à Zona Franca. Temem a saída de mais empresas da região, a exemplo da Sony.

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18.12.20

Olavo perde mais um round

A ala militar do governo, ao que tudo indica, ganhou mais uma. Segundo uma fonte do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro vai remanejar o “olavista” Felipe Martins para um cargo no exterior. Trata-se de uma medida carregada de simbolismo. Assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Martins é o último dos moicanos, o único discípulo de Olavo de Carvalho que ainda resta dentro do Palácio. Até o mês passado, havia pelo menos mais um: Henri Carrières, braço direito de Martins e genro do próprio Olavo. Carrières foi transferido ou talvez seja melhor dizer “escondido” em um cargo em Washington. De acordo com a fonte do RR, a principal voz contrária a Felipe Martins dentro do Palácio do Planalto é a de Hamilton Mourão. Martins tem uma relação difícil não apenas com Mourão, mas também com o diplomata de carreira Juliano Nascimento Féres, chefe da assessoria diplomática do vice-presidente da República.

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02.12.20

O silêncio coreografado em torno do Comandante Pujol

A declaração do general Edson Pujol de que “o Exército não é instituição de governo” calou fundo entre os companheiros de farda e dentro do Palácio do Planalto. Desde então, é perceptível o cuidado dos generais palacianos em não fazer pronunciamentos sobre as Forças Armadas. Segundo um general fonte do RR, a opção pelo silêncio foi acordada entre os oficiais de quatro estrelas do Palácio do Planalto.

Da mesma forma, as manifestações em sequência do presidente Jair Bolsonaro e do vice-presidente Hamilton Mourão dando apoio à fala do Comandante do Exército também foram previamente alinhadas. O fato é que o general Pujol ganhou uma “quinta estrela”. Levando-se em consideração o número de vezes que seu nome foi citado entre os tomadores de decisão dos três Poderes nos últimos dias, conforme o RR apurou, é indiscutível que a fala do Comandante do Exército o colocou em outro patamar de importância republicana.

Ainda que não fosse essa a sua intenção. Seu comunicado buscava exatamente o contrário: separar ao máximo as Forças Armadas das instituições do governo. De acordo com a mesma fonte, a fala de Pujol exprimiu uma opinião consensual no Alto Comando das Três Forças. Era o que precisava ser dito e todos esperavam que fosse.

O descolamento do governo é uma preocupação comum aos comandantes do Exército, da Aeronáutica e da Marinha. Entre os militares, há um desconforto latente, por exemplo, com a presença de oficiais da ativa em cargos. A declaração de Pujol foi também uma resposta às cassandras que há cerca de um mês aproveitaram-se de uma rusga entre os ministros Luiz Eduardo Ramos e Ricardo Salles para inocular o veneno de que Ramos o substituiria no Comando do Exército.

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02.12.20

Implosão

O Palácio do Planalto, mais precisamente o ministro Luiz Eduardo Ramos, trabalha nos bastidores para desarticular a candidatura do pastor Marcos Pereira à presidência da Câmara. O governo quer ver a bancada evangélica em peso apoiando o deputado Arthur Lira.

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