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19.02.20

Carinho ou um novo cascudo?

Jair Bolsonaro busca um cargo de consolação para abrigar o ex-ministro da Cidadania, Osmar Terra. Uma das hipóteses ventiladas no Palácio do Planalto é a Secretaria de Acesso a Direitos e Equidade na OEA. O mandato do advogado brasileiro Gastão Alves de Toledo está chegando ao fim e o governo brasileiro deverá ter prioridade na indicação, até pelo apoio à reeleição do uruguaio Luis Almagro na presidência da entidade. Se bem que, a essa altura, tirar Osmar Terra da Câmara dos Deputados para escondê-lo na OEA, tem mais pinta de duplo castigo do que de afago…

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18.02.20

O ocaso de Lorenzoni e Terra

Onyx Lorenzoni chegou a sugerir a Jair Bolsonaro que o ex-ministro Osmar Terra assumisse a liderança do governo na Câmara como uma espécie de prêmio de consolação. Entrou por um ouvido de Bolsonaro e saiu pelo outro. Nem Terra está com essa bola toda para ocupar o posto no Congresso nem Lorenzoni para ser cabo eleitoral de ex-ministro.

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12.02.20

O início da reforma tributária

Termômetro

Espera-se, entre hoje e amanhã, a instalação da Comissão Mista da Câmara e do Senado para iniciar a tramitação da reforma tributária. Seria avanço importante no tema, sacramentando o acordo entre as duas Casas, fator essencial para a aprovação do projeto no primeiro semestre.

Ao mesmo tempo, aumentará a pressão por uma definição e por algum tipo de protagonismo do governo federal. Hoje o ministro Guedes voltou a pôr na mesa uma agenda de trabalhos, sinalizando três etapas: 1) Unificação de PIS e Cofins; 2) IPI; 3) Imposto de renda (de pessoas física e jurídica).

Entretanto, serão cobrados amanhã:

1) Maior clareza de propostas. Guedes já indicou reiteradamente a intenção de diminuir o imposto de renda, mas sempre tendo como contrapartida o aumento ou criação de outros tributos;

2) Articulação com governadores, etapa que já parece ter sido iniciada pelo ministro, mas cujo andamento é incerto, até pela série de conflitos com o presidente. O último deles foi a exclusão de governadores do Conselho da Amazônia, em decreto assinado ontem e publicado hoje, que ainda terá importante repercussão.

3) O grau de apoio e sustentação que será dado pelo presidente a propostas do Ministério da Economia.

Novo chefe da Casa Civil e retomada militar

Se for confirmada, a nomeação para a Casa Civil do general Braga Netto (atual chefe do Estado-Maior do Exército e ex-interventor militar na área de segurança pública do Rio de Janeiro) tende a deflagrar, amanhã:

1) Desgaste de Onyx Lorenzoni, mesmo que seja transferido para o Ministério da Cidadania, substituindo Osmar Terra, e enfraquecimento da ala “olavista” do governo – mais ideológica –, que perderia espaço para militares;

2) Pautas sobre problemas e planejamento para o Bolsa Família, que, a cargo do Ministério da Cidadania, ficaria sob a asa de Onyx, cuja gestão na Casa Civil tem sido criticada dentro do próprio governo;

3) Onda de ilações sobre outras substituições na mesma linha – nomes militares, percebidos como técnicos, no lugar de ministros ideológicos.  Alvo número um seria o ministro Weintraub, que ainda mantém prestígio junto ao presidente.

Reforma administrativa: propor ou não propor?

Após reação de Rodrigo Maia hoje, negando possibilidade de que reforma administrativa tramite a partir de propostas do Legislativo, a bola, amanhã, estará com o governo, que dá sinais de embate interno sobre o tema.

Questão nesta quinta será: o presidente Bolsonaro indicará apoio a Paulo Guedes, que tem pronto um projeto de reforma, ou cederá a preocupações de parte da ala política, que teme desgaste em ano eleitoral?

O acordo para o orçamento impositivo

A conferir, amanhã, o resultado de votação para derrubada de veto do presidente Bolsonaro sobre o orçamento impositivo. Deve prevalecer acordo entre parlamentares e governo federal, mas surpresas não estão totalmente descartadas.

Os serviços, o comércio e o PIB

Divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços de dezembro (IBGE), amanhã, terá papel importante para calibrar expectativas para a economia – e o crescimento – em 2020.

Dados do comércio para dezembro, divulgados hoje (com queda de 0,1%), vieram abaixo do esperado, o que já influencia previsões para o PIB deste ano, alimentando, amanhã, especulações – e possivelmente balões de ensaio do próprio governo:

1) Sobre novas medidas para estimular a economia, particularmente no crédito;

2) Indicando que, caso não sejam aprovadas reformas, o crescimento em 2020 virá abaixo do previsto (na faixa de 2% ou menos).

A inflação nos EUA e na Alemanha

Internacionalmente, saem amanhã o Núcleo do Índice de Preço ao Consumidor (IPC) dos EUA e o Índice de Preços ao Consumidor da Alemanha, ambos para janeiro. Nos EUA, espera-se aceleração (de 0,1% para 0,2%), mas em faixa de equilíbrio. Expectativa inversa à da Alemanha, para a qual se projeta deflação (–0,6%), após aumento de 0,5% em dezembro.

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O ministro Osmar Terra tem sido um dos integrantes do primeiro escalão mais próximos de Regina Duarte em seus primeiros dias de governo. Ambos já discutem ações conjuntas entre o Ministério da Cidadania e a Secretaria de Cultura, notadamente em cidades do interior. Algo bem diferente do que se viu na efêmera gestão de Roberto Alvim. Terra tentou barrar a nomeação de Alvim para a Secretaria de Cultura e depois fez de tudo para derrubá-lo do cargo, o que precipitou a decisão de Jair Bolsonaro de transferir a sub Pasta para o Ministério do Turismo.

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22.04.19

Esporte nacional

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, indicou o nome de João Manoel Santos Souza para o cargo de secretário especial do Esporte, no lugar do general Marco Aurélio Vieira, exonerado na semana passada. Souza tem DNA: é filho do ex-senador João Alberto, presidente do MDB do Maranhão, e, sobretudo, afilhado político de José Sarney. Nestes tempos em que o governo precisa rapidamente ampliar sua base de apoio no Congresso, parece uma nomeação feita sob medida.

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14.02.17

Beauty and the beast

Curiosamente, um dos mais sanguinolentos ministros da República é quem está fazendo um pas des deux com a suave Marcela Temer. A delicadeza da primeira-dama contrasta com a agressividade do Ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, que, entre outras propostas polêmicas, defende a amputação das pernas de todos os traficantes.

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