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16.05.18
ED. 5868

Playground do Cunha

A Operação Greenfield está triscando em um fundo de pensão do setor elétrico que já foi o playground de Eduardo Cunha.

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16.04.18
ED. 5847

Serpros junta Lava Jato e Greenfield

A investida da Lava Jato sobre o Serpros promete reaquecer as investigações da Operação Greenfield, que apura desvios de recursos no fundo de pensão. As respectivas forças-tarefas do Ministério Público Federal já trabalham em conjunto, destrinchando investimentos suspeitos da entidade. Um dos casos mais rumorosos é o aporte de R$ 77 milhões para a construção de um hotel na Barra da Tijuca, que receberia a bandeira Trump. Consultada, o Serpros não se pronunciou especificamente sobre o hotel. Disse apenas que “o desdobramento da operação da Polícia Federal refere-se a apurações observadas nos investimentos realizados no período de 2011 a 2015”.

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16.02.18
ED. 5807

Greenfield II, a missão

O RR apurou que a Polícia Federal está prestes a deflagrar a segunda fase da Operação Greenfield. Desta vez, a bomba vai estourar em fundos de pensão de pequeno e médio portes. Um deles seria a Prece, da Cedae, onde Eduardo Cunha fez barba, cabelo e bigode. Procurada, a PF diz que “não divulga informações sobre supostas operações em andamento”.

Por falar em Greenfield, a Funcef está entrando na Justiça contra os dez ex-dirigentes do fundo que viraram réus na Operação, entre eles o ex-presidente Carlos Alberto Caser. A fundação vai pedir uma indenização da ordem de R$ 730 milhões – segundo as investigações do Ministério Público, o montante que teria sido desviado do caixa da entidade. Consultado, o fundo de pensão confirma que está atuando com o “MPF na qualidade de assistente de acusação” e “quem houver, comprovadamente, contribuído em operações irregulares será instado a ressarcir a Funcef”. A fundação disse ainda que não poderia “passar maiores detalhes para não comprometer as investigações.”

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Segundo informações filtradas do Ministério Público Federal, há pontas interligando as Operações Greenfield e Sépsis, que apuram, respectivamente, desvios de recursos nos fundos de pensão e no FI-FGTS. O liason entre as irregularidades tanto na Funcef quanto no fundo administrado pela Caixa Econômica seriam os prisioneiros Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima. Entre as empresas no radar das investigações estaria a OAS. Cabe lembrar que a subsidiária OAS Óleo e Gás recebeu recursos do FI-FGTS e a empreiteira se associou à Funcef na Invepar.

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19.01.18
ED. 5790

Grupo Ultra aumenta a octanagem da Ipiranga

Dono, historicamente, de um dos caixas mais abastecidos do Brasil, o Grupo Ultra prepara-se para deslanchar a maior expansão da Ipiranga desde que adquiriu a bandeira, há 11 anos. Segundo o RR apurou, o plano estratégico prevê a abertura de 400 postos ao longo de 2018, aproximadamente 50 a mais do que no ano passado. A se confirmar, serão 750 unidades no biênio. Para se ter uma ideia do que estes números significam, entre 2013 e 2016 a Ipiranga adicionou “apenas” 300 novos postos. A aposta no greenfield, é bem verdade, vem menos por opção e mais por imposição: o caminho seria outro se o Cade tivesse aprovado a compra da rede Ale. De toda a forma, trata-se de um vistoso cartão de visitas para Frederico Curado, que assumiu recentemente o comando do Ultra e terá a missão de administrar um plano de investimentos de R$ 2,7 bilhões.

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13.12.17
ED. 5765

Blindagem

Entre déficits atuariais e investidas da Operação Greenfield, a Previ exibe um número alentador: a taxa de vacância da sua carteira imobiliária está em torno de 14%, metade da média do mercado. Na área de empreendimentos logísticos, notadamente centros de distribuição, a crise passou longe: todos os imóveis com participação da Previ estão ocupados.

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08.12.17
ED. 5762

“Força-tarefa” da Funcef revira malfeitos do passado

A Funcef vai fazer a sua própria “Operação Greenfield”. As áreas jurídica e de auditoria da fundação estão debruçadas sobre farto material produzido pelas três comissões de apuração criadas pela entidade em abril deste ano com a missão de exumar esqueletos contábeis do passado. Segundo o RR apurou, os “legistas” da Funcef levantaram fortes evidências de irregularidades em investimentos realizados entre 2002 e 2010, notadamente por meio de fundos de participação.

As suspeições envolvem, inclusive, operações sobre as quais os procuradores da Greenfield ainda não teriam avançado – uma espécie de varejinho de malfeitos que, somados, podem ter custado caro ao fundo de pensão. Cálculos preliminares apontariam para perdas potenciais da ordem de R$ 300 milhões, dinheiro que evaporou do caixa do fundo de pensão e provavelmente não dará um tostão de retorno aos aposentados da Caixa Econômica. Procurada pelo RR, a Funcef não quis se pronunciar.

As informações garimpadas pelos órgãos internos de auditoria da Funcef já teriam sido encaminhadas ao Ministério Público. Elas comprometem ainda mais os oito ex-dirigentes da fundação que se tornaram réus no âmbito da Operação Greenfield, responsável por investigar desvios de recursos em entidades de previdência privada. O fundo de pensão da Caixa já dispõe de munição suficiente para acionar judicialmente os antigos executivos fisgados pela Greenfield – entre os quais figuram dois ex-presidentes da casa, Guilherme Lacerda e Carlos Alberto Caser.

Na Funcef, é grande a pressão de conselheiros e dos próprios beneficiários para que os antigos gestores sejam responsabilizados por eventuais irregularidades ou, na melhor das hipóteses, pela má gestão dos recursos do fundo. Até porque as contas do passado ainda farão parte do futuro dos empregados e aposentados da Caixa por longos e dolorosos 205 meses. Este é o período pelo qual os participantes da Funcef ainda terão de pagar uma contribuição extra para cobrir o déficit atuarial da fundação em 2015, no valor de R$ 9,6 bilhões.

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06.12.17
ED. 5760

Sobrou para os fundos de pensão

Se a Lava Jato parece ter entrado em slow motion, a Operação Greenfield vai ganhar um gás. Ainda neste mês, o novo diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia, deverá designar mais dois delegados para reforçar o grupo de trabalho que investiga desvios de recursos na Previ, Funcef, Petros etc. No momento, há apenas uma delegada destacada para o caso. A expectativa na própria PF é que o reforço permitirá à Greenfield avançar sobre fundos de pensão que ainda não foram devidamente revirados pela Operação.

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10.10.17
ED. 5722

Operação Greenfield 2

O RR teve a informação de que está em gestação no Ministério Público uma “Operação Greenfield 2″, tendo como alvo fundos de pensão do segundo grupo.

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05.07.17
ED. 5654

Operação Greenfield – fase 2

Ventos do Ministério Público sopram que a fase 2 da Operação Greenfield está a caminho. Na mira, investimentos dos fundos de pensão na área de infraestrutura.

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A decisão da Justiça de aceitar a denúncia contra o ex-presidente da Funcef, Carlos Alberto Caser, empurra a Operação Greenfield na direção do ex-ministro Ricardo Berzoini. José Dirceu leva a fama até hoje, mas foi Berzoini o responsável pela indicação de Caser para dirigir o fundo de pensão.

 

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05.04.17
ED. 5593

“Lava Jatinho”

Entre dirigentes e ex-dirigentes de fundos de pensão e empresários e executivos da iniciativa privada, já passa de 100 o número de citados e investigados na Operação Greenfield.

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21.03.17
ED. 5582

Postalis encontra mais uma carta-bomba na sua contabilidade

Qualquer dia, os mais de cem mil carteiros do Brasil ainda vão para as ruas protestar contra tantos maus- tratos… Em meio à maior razia da história dos Correios, os funcionários da estatal serão obrigados a engolir mais um prejuízo decorrente da desastrosa gestão do Postalis. Segundo informações filtradas junto à própria entidade, o fundo de pensão deverá fazer uma baixa contábil de R$ 65,6 milhões referente à compra de debêntures do Grupo Galileo, responsável pela quebra da Universidade Gama Filho, em 2013. O Conselho Fiscal do Postalis já teria recomendado o writeoff da cifra. Dos mais de R$ 100 milhões que teria de receber, contando os juros, o Postalis embolsou apenas R$ 44 milhões. Procurado pelo RR, o fundo de pensão não quis comentar o assunto.
Em 2011, quando a Gama Filho já patinava em dívidas, o fundo de pensão comprou os papéis pelo valor de face de R$ 81 milhões. O investimento é alvo de investigação na Operação Greenfield, que apura o desvio de recursos nos grandes fundos de pensão do país. Curiosamente, a “ótima” oportunidade de negócio foi conduzida pelo atual presidente do Postalis, André Motta, à época diretor de investimentos da entidade. Não custa lembrar que, em julho do ano passado, o próprio Conselho Fiscal tentou impedir a nomeação de Motta para a presidência da fundação.

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26.12.16
ED. 5524

Prudente distância

A PF e o MPF têm mantido a Previc praticamente à margem da Operação Greenfield, que apura desvios de R$ 8 bilhões nas fundações. É reduzido o compartilhamento de informações com o órgão fiscalizador, que, curiosamente, indicou dois auditores para a força tarefa – segundo informação da própria autarquia. Às vezes, parece até que a PF e o MP acham que a Previc faz parte do problema e não da solução.

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 Leo Pinheiro, da OAS , é nitroglicerina em dose dupla: além da Lava Jato, negocia um acordo de delação no âmbito da Operação Greenfield, que investiga desvios nos fundos de pensão.

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30.09.16
ED. 5466

Efeito Greenfield

 A nova diretoria da Funcef – à frente o presidente Carlos Antonio Vieira Fernandes – está contratando uma auditoria externa para mergulhar nos contratos e investimentos mais expressivos fechados na gestão anterior. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Funcef.

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27.09.16
ED. 5463

Funcef sai da Gafisa pela porta dos fundos

 A venda de ações da Gafisa realizada pela Funcef na semana passada é apenas o início do fim. Segundo informações filtradas junto à própria entidade, o fundo de pensão pretende se desfazer integralmente da sua participação na incorporadora imobiliária – já reduzida de 6,3% para 4,6%. O que chama a atenção neste caso é o timing do desinvestimento. Pode ser apenas uma coincidência, mas o fato é que a venda em bolsa de títulos da Gafisa ocorreu somente 15 dias após o advento da Operação Greenfield, que investiga irregularidades nos fundos de pensão.  Funcef e Gafisa – esta, ainda que de maneira indireta – foram duas das protagonistas da ação conduzida pela Polícia Federal no início deste mês. Na ocasião, a PF cumpriu o mandato de prisão temporária de Mauricio Marcellini Pereira, então diretor de investimentos da fundação e representante da entidade no Conselho da Gafisa. Marcellini chegou a ser afastado do board da incorporadora, mas ontem foi reintegrado ao cargo. No entanto, segue fora do comitê de auditoria da empresa. Procurada, a Funcef disse “não ter porta-voz disponível” para tratar do assunto.  O investimento da Funcef na Gafisa está diretamente associado à gestão de Mauricio Marcellini. O fundo de pensão teria atingido a posição superior a 6% do capital no fim de 2012, poucos meses depois de Marcellini assumir a diretoria de investimentos. Toda esta construção, que já durava quase quatro anos, começou a ser desmontada. Ao reduzir sua participação para um patamar inferior a 5% das ordinárias, a Funcef automaticamente se distancia da administração da Gafisa. O fundo de pensão deverá perder seu assento no conselho da incorporadora.

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21.09.16
ED. 5459

Pacote completo

 Torre quer vender um pedaço da recém-criada WTLog. Quem chegar vira sócio de uma carteira de R$ 600 milhões em galpões imobiliários e de um empresário investigado na Lava Jato e na Greenfield. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto:  WTLog.

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 Nos últimos dias, o nome mais repetido na Invepar é o de Gustavo Rocha, demitido da presidência da companhia há menos de um mês. Entre seus ex-colegas, a aposta é que o executivo, mesmo fora da empresa, não passará incólume à Operação Greenfield, que, entre outras operações, investiga os investimentos da Previ , Petros e Funcef na holding de infraestrutura.

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 A Operação Greenfield, deflagrada pela Polícia Federal na última segunda-feira, começa com o nome trocado. Deveria se chamar “Operação Investimentos Maduros”. A obsessão pelas estatais Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica e Correios, e seus respectivos fundos de pensão, assim como o desejo de achar algum petista envolvido em qualquer tramoia, acaba por dirigir a investigação para desequilíbrios atuariais ou irregularidades no trade. Melhor seria se a PF colocasse a lente na pilha de associações de rentabilidade inaceitável, revolvendo os investimentos de M&A, onde se encontram as piores e inexplicáveis participações das fundações. É lá que está o mapa das propinas. É pesquisa para mais de 30 anos.  No governo FHC despachar o mico para os fundos de pensão virou lugar comum. É bem verdade, nem tudo foram urtigas: houve aquisições positivas, como a Vale. Mas uma grande parcela das compras foi de companhias em situação lastimável, que vêm sugando as reservas dos fundos até hoje. Em algumas delas, as fundações, mais especificamente a Previ, não poderiam participar por determinação estatutária. E mesmo assim entravam ilegal e desarvoradamente no capital de empresas deficitárias. O RR não vai nominar nem uma das centenas de companhias passíveis de um “Lava Fundos”. Mas o mercado todo sabe. Tanto quanto sabia das propinas das empreiteiras em obras públicas.

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