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A rádio-corredor da Polícia Federal informa: uma nova fase da Operação Greenfield estaria prestes a sair do forno. Ela seria resultado de centenas de documentos e informações passadas à PF pela Funcef sobre investimentos em dois fundos: o FIP Global Equity e o FIP Sondas, leia-se a famigerada Sete Brasil. Procurada, a PF diz que não comenta “eventuais investigações em andamento”.

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23.07.19

Arqueologia de malfeitos

A Previ também procura ossadas da era PT. Abriu investigações internas para apurar as condições dos aportes no FIP GEP entre 2009 e 2014. O objetivo é reunir munição para responsabilizar criminalmente ex-executivos por eventuais malfeitos. Segundo a Operação Greenfield, o investimento no FIP GEP gerou perdas de R$ 1,3 bilhão para o trio Previ/Funcef/Petros.

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13.06.19

Novamente Palocci

A rádio-corredor do Ministério Público informa: o MPF estaria preparando uma nova fase da Operação Greenfield, a partir da delação de Antonio Palocci homologada na semana passada. O alvo seriam aportes da trinca Petros, Previ e Funcef em fundos de investimento da área de infraestrutura. Procurado, o MPF diz que “não antecipa diligências ou investigações em curso”.

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16.05.18

Playground do Cunha

A Operação Greenfield está triscando em um fundo de pensão do setor elétrico que já foi o playground de Eduardo Cunha.

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16.04.18

Serpros junta Lava Jato e Greenfield

A investida da Lava Jato sobre o Serpros promete reaquecer as investigações da Operação Greenfield, que apura desvios de recursos no fundo de pensão. As respectivas forças-tarefas do Ministério Público Federal já trabalham em conjunto, destrinchando investimentos suspeitos da entidade. Um dos casos mais rumorosos é o aporte de R$ 77 milhões para a construção de um hotel na Barra da Tijuca, que receberia a bandeira Trump. Consultada, o Serpros não se pronunciou especificamente sobre o hotel. Disse apenas que “o desdobramento da operação da Polícia Federal refere-se a apurações observadas nos investimentos realizados no período de 2011 a 2015”.

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16.02.18

Greenfield II, a missão

O RR apurou que a Polícia Federal está prestes a deflagrar a segunda fase da Operação Greenfield. Desta vez, a bomba vai estourar em fundos de pensão de pequeno e médio portes. Um deles seria a Prece, da Cedae, onde Eduardo Cunha fez barba, cabelo e bigode. Procurada, a PF diz que “não divulga informações sobre supostas operações em andamento”.

Por falar em Greenfield, a Funcef está entrando na Justiça contra os dez ex-dirigentes do fundo que viraram réus na Operação, entre eles o ex-presidente Carlos Alberto Caser. A fundação vai pedir uma indenização da ordem de R$ 730 milhões – segundo as investigações do Ministério Público, o montante que teria sido desviado do caixa da entidade. Consultado, o fundo de pensão confirma que está atuando com o “MPF na qualidade de assistente de acusação” e “quem houver, comprovadamente, contribuído em operações irregulares será instado a ressarcir a Funcef”. A fundação disse ainda que não poderia “passar maiores detalhes para não comprometer as investigações.”

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Segundo informações filtradas do Ministério Público Federal, há pontas interligando as Operações Greenfield e Sépsis, que apuram, respectivamente, desvios de recursos nos fundos de pensão e no FI-FGTS. O liason entre as irregularidades tanto na Funcef quanto no fundo administrado pela Caixa Econômica seriam os prisioneiros Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima. Entre as empresas no radar das investigações estaria a OAS. Cabe lembrar que a subsidiária OAS Óleo e Gás recebeu recursos do FI-FGTS e a empreiteira se associou à Funcef na Invepar.

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19.01.18

Grupo Ultra aumenta a octanagem da Ipiranga

Dono, historicamente, de um dos caixas mais abastecidos do Brasil, o Grupo Ultra prepara-se para deslanchar a maior expansão da Ipiranga desde que adquiriu a bandeira, há 11 anos. Segundo o RR apurou, o plano estratégico prevê a abertura de 400 postos ao longo de 2018, aproximadamente 50 a mais do que no ano passado. A se confirmar, serão 750 unidades no biênio. Para se ter uma ideia do que estes números significam, entre 2013 e 2016 a Ipiranga adicionou “apenas” 300 novos postos. A aposta no greenfield, é bem verdade, vem menos por opção e mais por imposição: o caminho seria outro se o Cade tivesse aprovado a compra da rede Ale. De toda a forma, trata-se de um vistoso cartão de visitas para Frederico Curado, que assumiu recentemente o comando do Ultra e terá a missão de administrar um plano de investimentos de R$ 2,7 bilhões.

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13.12.17

Blindagem

Entre déficits atuariais e investidas da Operação Greenfield, a Previ exibe um número alentador: a taxa de vacância da sua carteira imobiliária está em torno de 14%, metade da média do mercado. Na área de empreendimentos logísticos, notadamente centros de distribuição, a crise passou longe: todos os imóveis com participação da Previ estão ocupados.

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08.12.17

“Força-tarefa” da Funcef revira malfeitos do passado

A Funcef vai fazer a sua própria “Operação Greenfield”. As áreas jurídica e de auditoria da fundação estão debruçadas sobre farto material produzido pelas três comissões de apuração criadas pela entidade em abril deste ano com a missão de exumar esqueletos contábeis do passado. Segundo o RR apurou, os “legistas” da Funcef levantaram fortes evidências de irregularidades em investimentos realizados entre 2002 e 2010, notadamente por meio de fundos de participação.

As suspeições envolvem, inclusive, operações sobre as quais os procuradores da Greenfield ainda não teriam avançado – uma espécie de varejinho de malfeitos que, somados, podem ter custado caro ao fundo de pensão. Cálculos preliminares apontariam para perdas potenciais da ordem de R$ 300 milhões, dinheiro que evaporou do caixa do fundo de pensão e provavelmente não dará um tostão de retorno aos aposentados da Caixa Econômica. Procurada pelo RR, a Funcef não quis se pronunciar.

As informações garimpadas pelos órgãos internos de auditoria da Funcef já teriam sido encaminhadas ao Ministério Público. Elas comprometem ainda mais os oito ex-dirigentes da fundação que se tornaram réus no âmbito da Operação Greenfield, responsável por investigar desvios de recursos em entidades de previdência privada. O fundo de pensão da Caixa já dispõe de munição suficiente para acionar judicialmente os antigos executivos fisgados pela Greenfield – entre os quais figuram dois ex-presidentes da casa, Guilherme Lacerda e Carlos Alberto Caser.

Na Funcef, é grande a pressão de conselheiros e dos próprios beneficiários para que os antigos gestores sejam responsabilizados por eventuais irregularidades ou, na melhor das hipóteses, pela má gestão dos recursos do fundo. Até porque as contas do passado ainda farão parte do futuro dos empregados e aposentados da Caixa por longos e dolorosos 205 meses. Este é o período pelo qual os participantes da Funcef ainda terão de pagar uma contribuição extra para cobrir o déficit atuarial da fundação em 2015, no valor de R$ 9,6 bilhões.

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