fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
31.07.20

A desidratação da Operação Greenfield

Há um novo foco de embate dentro do Ministério Público. Simultaneamente ao desmonte da Lava Jato, procuradores do MPF apontam que Augusto Aras estaria agindo para desarticular também a Operação Greenfield, que investiga irregularidades nos fundos de pensão. A PGR tem ignorado os seguidos pedidos de locação de novos procuradores para o caso. A rigor, a força-tarefa da Greenfield hoje é o exército de um homem só, o procurador da República Anselmo Lopes, chefe de si próprio na equipe. O desmanche se dá justo no momento em que o MPF denunciou à Justiça 13 ex-dirigentes de Previ, Petros e Funcef, o que, na visão dos procuradores, poderá ensejar acordos de delação, denúncias e novas linhas de investigação. A PGR chegou a lançar um edital interno para selecionar colaboradores para a Greenfield, no entanto os desafetos de Aras no MPF dizem que a medida é apenas para inglês ver. Os procuradores sequer seriam cedidos de forma exclusiva para a Operação. Ou seja: formalmente ficariam alocados na força-tarefa, em Brasília, mas, na prática, seriam usados em outros casos.

A Lava Jato que interessa

Está por detalhes para a PGR fechar o acordo de delação de Rodrigo Tacla Duran. Trata-se de uma rara ponta da Lava Jato que Augusto Aras parece empenhado em levar adiante. Apontado como operador de empreiteiras, Tacla Duran se notabilizou por jogar foco sobre Sergio Moro. Ele acusou o advogado Carlos Zucolotto, amigo pessoal do ex-juiz, de ter cobrado US$ 5 milhões em troca de vantagens em um acordo de delação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A demissão do secretário especial de cultura, Roberto Alvim, após discurso parafraseando o ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels, que dominou completamente o noticiário de hoje, se desdobrará amanhã em pautas sobre:

1) O histórico do secretário interino, José Paulo Martins, e nomes cotados para assumir o cargo permanentemente. Já ganha força a informação de que Bolsonaro convidou a atriz Regina Duarte, que daria resposta até amanhã.

A despeito de posições políticas da atriz e críticas da parte da oposição, a intenção será vista como espécie de recuo de Bolsonaro em linha ideológica na pasta.

Se ela aceitar, haverá impacto positivo para comunicação do governo, dentro do possível, após o enorme desgaste de hoje.

2) A política do governo no setor. É provável que seja traçado quadro muito negativo, de paralisia em áreas da Secretaria – ou correlatas, como a Ancine – e discriminação ideológica em outras;

3) Associação do presidente Bolsonaro e da chamada ala ideológica do governo e de Olavo de Carvalho com a política defendida por Roberto Alvim. Mesmo com a demissão, não será possível isolar o desgaste, nem em relação ao presidente nem em relação a outros ministérios. Na mira, sobretudo, o MEC e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos;

4) A repercussão internacional e o efeito sobre a imagem do Brasil. Serão relembradas crises anteriores, especialmente a referente à queimadas na Amazônia. E, embora não haja risco de recuo no apoio americano à entrada do Brasil na OCDE, deve haver ilações sobre a posição de outros países membros, diante de polêmicas;

5) Percepção de liderança do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, um dos primeiros a se manifestar enfaticamente pedindo a demissão de Alvim.

Os serviços do governo na berlinda

A eficiência de serviços prestados pelo governo continuará em “inferno astral” amanhã.

Por um lado, o pedido do MP para que seja suspensa a contratação de militares visando suprir funções no INSS alimentará a visão já crítica da mídia sobre a medida. E deve ensejar novas explicações da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.

Por outro, ganharão espaço novos problemas, dessa vez no site da Receita Federal. Falhas dificultam, entre outros pontos, a emissão de certidão negativa de empresas com o Fisco.

A ANP e a política de energia

Após a saída do presidente da ANP, Décio Odone, está aberta e terá novos capítulos amanhã a fase de especulações, tanto sobre seu substituto quanto em relação a eventuais mudanças na política da Agência.

O primeiro nome a ser “testado” será o do o contra-almirante José Roberto Bueno Junior, chefe de gabinete do Ministério de Minas e Energia. Pode, no entanto, enfrentar resistências, sobretudo por não ter histórico técnico no setor, fora da esfera militar, e favorecer preocupações quanto a intervencionismo do governo na instituição.

A Secretaria de Comunicação voltará à tona

Apesar de perda de tração do tema devido ao destaque para crise na Cultura, hoje, permanecerá delicada a posição do chefe da Secretaria de Comunicação Social, Fabio Wajngarten, diante de revelações de que sua empresa tem contratos com emissoras e agências de publicidade que recebem verbas do governo.

Assessor de Paulo Guedes na mira da Justiça

Decisão da Justiça, aceitando denúncia da Operação Greenfield que atinge o assessor especial do ministro Paulo Guedes, Esteves Colnago, também vai gerar noticiário negativo, amanhã.

Os ventos da China

Após as primeiras avaliações sobre os efeitos do acordo comercial entre China e EUA para a economia brasileira, terão mais espaço amanhã panoramas sobre impactos, em 2020, quanto ao que parece ser o novo ritmo, menos intenso, da economia chinesa, atestado pelo PIB de 2019, que fechou com crescimento de 6,1%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A rádio-corredor da Polícia Federal informa: uma nova fase da Operação Greenfield estaria prestes a sair do forno. Ela seria resultado de centenas de documentos e informações passadas à PF pela Funcef sobre investimentos em dois fundos: o FIP Global Equity e o FIP Sondas, leia-se a famigerada Sete Brasil. Procurada, a PF diz que não comenta “eventuais investigações em andamento”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.07.19

Arqueologia de malfeitos

A Previ também procura ossadas da era PT. Abriu investigações internas para apurar as condições dos aportes no FIP GEP entre 2009 e 2014. O objetivo é reunir munição para responsabilizar criminalmente ex-executivos por eventuais malfeitos. Segundo a Operação Greenfield, o investimento no FIP GEP gerou perdas de R$ 1,3 bilhão para o trio Previ/Funcef/Petros.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.06.19

Novamente Palocci

A rádio-corredor do Ministério Público informa: o MPF estaria preparando uma nova fase da Operação Greenfield, a partir da delação de Antonio Palocci homologada na semana passada. O alvo seriam aportes da trinca Petros, Previ e Funcef em fundos de investimento da área de infraestrutura. Procurado, o MPF diz que “não antecipa diligências ou investigações em curso”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.05.18

Playground do Cunha

A Operação Greenfield está triscando em um fundo de pensão do setor elétrico que já foi o playground de Eduardo Cunha.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.04.18

Serpros junta Lava Jato e Greenfield

A investida da Lava Jato sobre o Serpros promete reaquecer as investigações da Operação Greenfield, que apura desvios de recursos no fundo de pensão. As respectivas forças-tarefas do Ministério Público Federal já trabalham em conjunto, destrinchando investimentos suspeitos da entidade. Um dos casos mais rumorosos é o aporte de R$ 77 milhões para a construção de um hotel na Barra da Tijuca, que receberia a bandeira Trump. Consultada, o Serpros não se pronunciou especificamente sobre o hotel. Disse apenas que “o desdobramento da operação da Polícia Federal refere-se a apurações observadas nos investimentos realizados no período de 2011 a 2015”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.02.18

Greenfield II, a missão

O RR apurou que a Polícia Federal está prestes a deflagrar a segunda fase da Operação Greenfield. Desta vez, a bomba vai estourar em fundos de pensão de pequeno e médio portes. Um deles seria a Prece, da Cedae, onde Eduardo Cunha fez barba, cabelo e bigode. Procurada, a PF diz que “não divulga informações sobre supostas operações em andamento”.

Por falar em Greenfield, a Funcef está entrando na Justiça contra os dez ex-dirigentes do fundo que viraram réus na Operação, entre eles o ex-presidente Carlos Alberto Caser. A fundação vai pedir uma indenização da ordem de R$ 730 milhões – segundo as investigações do Ministério Público, o montante que teria sido desviado do caixa da entidade. Consultado, o fundo de pensão confirma que está atuando com o “MPF na qualidade de assistente de acusação” e “quem houver, comprovadamente, contribuído em operações irregulares será instado a ressarcir a Funcef”. A fundação disse ainda que não poderia “passar maiores detalhes para não comprometer as investigações.”

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Segundo informações filtradas do Ministério Público Federal, há pontas interligando as Operações Greenfield e Sépsis, que apuram, respectivamente, desvios de recursos nos fundos de pensão e no FI-FGTS. O liason entre as irregularidades tanto na Funcef quanto no fundo administrado pela Caixa Econômica seriam os prisioneiros Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima. Entre as empresas no radar das investigações estaria a OAS. Cabe lembrar que a subsidiária OAS Óleo e Gás recebeu recursos do FI-FGTS e a empreiteira se associou à Funcef na Invepar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.01.18

Grupo Ultra aumenta a octanagem da Ipiranga

Dono, historicamente, de um dos caixas mais abastecidos do Brasil, o Grupo Ultra prepara-se para deslanchar a maior expansão da Ipiranga desde que adquiriu a bandeira, há 11 anos. Segundo o RR apurou, o plano estratégico prevê a abertura de 400 postos ao longo de 2018, aproximadamente 50 a mais do que no ano passado. A se confirmar, serão 750 unidades no biênio. Para se ter uma ideia do que estes números significam, entre 2013 e 2016 a Ipiranga adicionou “apenas” 300 novos postos. A aposta no greenfield, é bem verdade, vem menos por opção e mais por imposição: o caminho seria outro se o Cade tivesse aprovado a compra da rede Ale. De toda a forma, trata-se de um vistoso cartão de visitas para Frederico Curado, que assumiu recentemente o comando do Ultra e terá a missão de administrar um plano de investimentos de R$ 2,7 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.