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O Coronavírus “infectou” as relações institucionais entre os ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. O sintoma principal da doença é a insatisfação de Mandetta com a insistência de Lorenzoni em protagonizar a gestão do gabinete de crise montado pelo governo para tratar do assunto. Um exemplo foi o anúncio de que as cidades  de que os pacientes suspeitos de contaminação seriam encaminhados para Anápolis ou Florianópolis quando o Ministério da Saúde ainda decidia sobre a estrutura de atendimento de cada cidade. Nada que não tenha remédio.

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07.02.20

Xerife da Casa Civil

O delegado da PF Marcos Paulo Coelho da Silva deverá ser nomeado como secretário executivo da Casa Civil, no lugar de Vicente Santini. Ele já estava na Pasta, cuidando da área de inteligência. Sua relação com Onyx Lorenzoni vem de longe: Coelho foi assessor da PF no Congresso.

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06.02.20

Onyx Lorenzoni está de volta ao ringue

Mais recente vítima do método “frita e depois esfria” de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni se reergueu. Depois de levar a mensagem do presidente da República ao Congresso, a nova demonstração da recuperação do poderio de Lorenzoni é a sua disposição para enfrentar Paulo Guedes. Ligado à Frente Parlamentar da Agricultura, o ministro da Casa Civil trabalha no Senado para a aprovação do parcelamento das dívidas do Funrural. O carregamento de passivos dos produtores rurais já beira os R$ 12 bilhões. O ministro também articula junto ao Congresso o abatimento da cobrança do fundo sobre cooperativas agrícolas. A rigor, seria uma compensação pelos custos com a compra de insumos fornecidos aos cooperativados. Nos dois casos, caminha na mão oposta de Guedes, contrário ao  parcelamento do Funrural e à renúncia de parte da receita que vem de cooperativas.

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04.02.20

A dupla face do DEM

Onyx Lorenzoni confidenciou a um interlocutor, fonte do RR, que a crise na Casa Civil serviu ao menos para “descobrir” quem é quem no seu partido. O “DEM” de David Alcolumbre empenhou-se pela sua permanência no cargo; já o “DEM” de Rodrigo Maia lavou as mãos.

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03.02.20

Os conselheiros de Onyx

Bombardeado pelo fogo amigo do Palácio do Planalto, o ministro Onyx Lorenzoni passou a desconfiar de tudo e de todos. Nos últimos dias, reduziu seu círculo de interlocução a apenas duas pessoas: o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e seu braço direito na Casa Civil, o assessor Abelardo Lupion.

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31.01.20

Rodízio ministerial

O que se diz no Palácio do Planalto é que a reforma ministerial ou algo que o valha começou: depois de tirar o PPI de Onyx Lorenzoni e empurrá-lo para Paulo Guedes, o próximo passo de Jair Bolsonaro seriam a degola do ministro Gustavo Canuto e a transferência do Desenvolvimento Regional para a Pasta da Infraestrutura, aos cuidados de Tarcisio Freitas.

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27.01.20

Meritocracia

O ex-deputado federal Abelardo Lupion – braço direito e esquerdo de Onyx Lorenzoni – ganhou uma “promoção”. Responsável pela interlocução entre a Casa Civil e a Câmara, passou a fazer também o meio de campo com o Senado. Já circula, inclusive, pelos corredores do Palácio do Planalto com uma lista de indicações de senadores para agências reguladoras. Lupion, não custa lembrar, foi um dos parlamentares citados na Lava Jato. Mas, também, quem não foi?

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Onyx Lorenzoni trabalha pela indicação do senador Rodrigo Pacheco para Minas e Energia. No Planalto, já não se discute “se”, mas “quando” o Almirante Bento Albuquerque irá para a “reserva”.

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10.01.20

Os buracos de Goiás

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, conversou longamente com o ministro Onyx Lorenzoni na última segunda-feira. Sem caixa, Caiado tenta arrancar do governo federal o repasse de aproximadamente R$ 50 milhões para recuperar rodovias duramente atingidas pelas fortes chuvas no estado desde o início do verão. A corda só não está mais apertada por conta da liminar concedida pelo STF, desobrigando Goiás a pagar dívidas com a União. Mas se a AGU conseguir cassar a decisão, os buracos nas estradas goianas serão o menor dos problemas para Caiado.

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27.12.19

Terrivelmente evangélico

O ministro Onyx Lorenzoni “virou casaca” de vez. Deixou a Igreja Presbiteriana e se converteu à Igreja Sara Nossa Terra. Lorenzoni já vinha frequentando cultos do bispo Robson Rodovalho desde o ano passado. A fé do ministro, ressalte-se, pode ser recíproca. Rodovalho articula sua volta ao DEM. Em 2008, ele trocou o partido pelo PP.

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