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Em meio aos caos, os ministros da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, batem cabeça na distribuição de cestas alimentares para os estratos mais baixos do Cadastro Único – uma espécie de hub para todos os programas sociais do governo federal. Os problemas vão desde gargalos logísticos para o transporte do farnel até questões prosaicas. Exemplos que beiram o surreal: segundo informações filtradas do Ministério da Cidadania, Onyx quer incluir no kit uma lata de sardinha ou de salsicha. No entanto, Mandetta e sua equipe são contra a distribuição de alimentos em conserva. A Pasta da Cidadania sugeriu também a distribuição de leite em pó, proposta igualmente rechaçada pela Saúde, sob a alegação de que a população-alvo, em sua maioria, não tem acesso a água potável de qualidade.

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23.03.20

O homem da bola

A CBF perdeu espaço no governo. O ministro Onyx Lorenzoni jogou para escanteio Ronaldo dos Santos, que ocupava a Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor por indicação da entidade. Em seu lugar entra o advogado Cristiano Puppi, ex-assessor de Lorenzoni na Casa Civil.

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10.03.20

Tríplice aliança ministerial

Os ministros da Agricultura, Tereza Cristina, do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e da Cidadania, Onyx Lorenzoni, planejam criar uma espécie de gabinete interministerial para concentrar assuntos transversais às três Pastas. O assunto foi discutido durante um café da manhã na semana passada, em Brasília. Lorenzoni tem sob sua alçada o Fome Zero e o Compras da Agricultura Familiar; Marinho, Codevasf e Sudam, fontes de financiamento para a atividade rural no Nordeste, além de projetos de irrigação.

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02.03.20

Quanto vale o passe de Lupion?

O secretário especial da Casa Civil, Abelardo Lupion, está em alta. Onyx Lorenzoni quer levá-lo para o Ministério da Cidadania. Ao mesmo tempo, o ministro Luiz Henrique Mandetta convidou o ex-deputado federal para assumir a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos da Pasta da Saúde. No que depender de Jair Bolsonaro, Lupion permanecerá no Palácio do Planalto, ao lado do general Braga Netto na Casa Civil.

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Com a troca de Onyx Lorenzoni pelo general Braga Netto, Jair Bolsonaro cogitou devolver a gestão do PPI à Casa Civil. No entanto, sequer chegou a soltar o balão de ensaio, como é do seu feitio. Seria choque demais com Paulo Guedes para uma semana só.

Por falar em PPI, sobe no governo a estrela da secretária especial do programa, Martha Seillier. Ligada a Tarcisio Freitas, seu nome está cotado para a secretaria executiva da Pasta da Infraestrutura, onde teria poder transversal sobre o plano de concessões do governo.

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21.02.20

O Queiroz do Bolsa Família

Onyx Lorenzoni convidou o secretário nacional de Proteção Global do Ministério da Mulher, Sergio Queiroz, para assumir a Secretaria de Desenvolvimento Social, vinculada à Pasta da Cidadania. Queiroz será uma espécie de “gerentão” do Bolsa Família, com a missão de reduzir a enorme fila de pedidos represados. Mais de 3,5 milhões de pessoas aguardam sua inclusão no programa. A relação entre Lorenzoni e Queiroz vai além do binômio chefe/subordinado. Amigos de longa data, ambos costumam frequentar cultos evangélicos juntos, ainda que vistam camisas diferentes. Lorenzoni pertence à Igreja Sara Nossa Terra; já Queiroz é pastor da Cidade Viva.

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20.02.20

Articulador quatro estrelas

O “destino” trabalhou para acentuar ainda mais o protagonismo do general Luiz Eduardo Ramos na articulação política. Se antes, teria a companhia do então ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, agora Ramos será o representante único do Palácio do Planalto em Washington, a partir do próximo dia primeiro. O general participará de uma série de encontros denominados “Estudos Institucionais em Articulação de Governo”.

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19.02.20

Cadeia de comando

O general Walter Braga Neto está inclinado a manter Alberto Lupion na assessoria especial da Casa Civil. Apesar de seus notórios vínculos com Onyx Lorenzoni, o ex-deputado federal reúne alguns predicados que agradam ao novo ministro: é discreto, não dá entrevistas e tem bom trânsito entre seus antigos colegas de Parlamento. O último atributo não chega a ser um artigo raro no governo: os dois primeiros, sim.

Por falar em Lorenzoni: ele deseja levar o atual secretário executivo da Casa Civil, Antônio José Barreto, para ocupar o mesmo cargo no Ministério da Cidadania, seu novo abrigo no governo. Vai ter de combinar com o general Braga Neto e com o próprio presidente Jair Bolsonaro, responsável direto pela nomeação de Barreto quando Lorenzoni estava de férias na Casa Civil.

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18.02.20

O ocaso de Lorenzoni e Terra

Onyx Lorenzoni chegou a sugerir a Jair Bolsonaro que o ex-ministro Osmar Terra assumisse a liderança do governo na Câmara como uma espécie de prêmio de consolação. Entrou por um ouvido de Bolsonaro e saiu pelo outro. Nem Terra está com essa bola toda para ocupar o posto no Congresso nem Lorenzoni para ser cabo eleitoral de ex-ministro.

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O Coronavírus “infectou” as relações institucionais entre os ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. O sintoma principal da doença é a insatisfação de Mandetta com a insistência de Lorenzoni em protagonizar a gestão do gabinete de crise montado pelo governo para tratar do assunto. Um exemplo foi o anúncio de que as cidades  de que os pacientes suspeitos de contaminação seriam encaminhados para Anápolis ou Florianópolis quando o Ministério da Saúde ainda decidia sobre a estrutura de atendimento de cada cidade. Nada que não tenha remédio.

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