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Ao longo de 2021, o RR foi a dose de reforço contra a desinformação. Ao todo foram 273 edições, com 3.986 notas e matérias. A newsletter levou seus assinantes para os bastidores do Poder, antecipando as notícias mais relevantes dos meios político e empresarial. A seguir, elencamos alguns dos principais acertos em 2021 – não caberiam todos aqui. No que talvez seja o grande fato macroeconômico do ano, o RR antecipou o desmoronamento do teto fiscal.

A publicação tratou do tema de forma mais aguda nas edições de 2 de setembro e de 20 de outubro. Nesta última, na matéria “Auxílio Brasil abre caminho para nova régua fiscal”, antecipamos uma guinada na política econômica, com a relativização do teto. Em 16 de novembro, o RR revelou também os estudos da equipe econômica para liberar um espaço de até R$ 150 bilhões nos gastos orçamentários – R$ 90 bilhões exatamente com a mudança na regra do teto, com a PEC dos Precatórios e a acomodação do Auxílio Brasil. Apenas três dias depois, o relatório final do Orçamento de 2022 era apresentado, com uma folga fiscal da ordem de R$ 113 bilhões.

O Auxílio Brasil, por sinal, é peça fundamental de toda essa reengenharia fiscal. Em 3 de março, o RR divulgou, com exclusividade, as discussões no Palácio do Planalto e no Ministério da Economia para que o benefício fosse estendido até o fim de 2021 ou transformado em benefício permanente, com valor entre R$ 250 e R$ 300. Dito e feito! O programa de transferência de renda perdurou até o final do ano e serviu de proxy para o Auxílio Brasil, com o pagamento fixo de R$ 400.

O assinante do RR soube também com exclusividade dos estudos de Paulo Guedes e cia. para a criação de uma espécie de fundo patrimonial, composto por imóveis da União, ações e dividendos de estatais, entre outros ativos. O RR tratou do assunto nas edições de 19 de agosto e 25 de outubro. No início de dezembro, Guedes falaria publicamente da medida, anunciando, inclusive, a intenção do governo de criar um Ministério do Patrimônio. Em 27 de julho, mais uma informação de primeira: a newsletter divulgou que o Ministério da Economia havia retomado os estudos para a fusão do IBGE e do IPEA. O “IBGEPea” tardou, mas não falhou: em dezembro, Paulo Guedes anunciava os planos de criação de uma Supersecretaria, juntando os dois institutos.

O fim do “golpe”

O RR acompanhou de perto – para não dizer de dentro – as tensões e distensões no relacionamento entre o presidente Jair Bolsonaro e as Forças Armadas. Em 6 de abril, poucos dias após a inédita saída conjunta dos três Comandantes das Forças Armadas, maquiada sob a forma de demissão, a newsletter já relatava articulações nos bastidores para o desmantelamento do “blefe do golpe” – leia-se a fantasia de uma ruptura institucional, com o apoio do Exército, alimentada por Bolsonaro. Ao longo do tempo, o esfriamento das relações entre os militares e o presidente se confirmaria.

À mercê dos hackers

O RR foi pioneiro em descortinar a fragilidade da defesa cibernética do Estado brasileiro, agravada pela concentração de dados pessoais nas mãos do governo. Em 12 de fevereiro, a publicação revelou a preocupação do GSI e da Secretária de Assuntos Estratégicos com possíveis ataques a sistemas de órgãos públicos. Em 8 de outubro, o RR divulgou, com exclusividade, que o TCU faria uma auditoria na estrutura de TI do Ministério da Saúde após detectar 24 “riscos significativos” de invasão da plataforma da Pasta. Estava escrito: no dia 10 de dezembro, cibercriminosos invadiram os sistemas da Saúde, tirando o Conect SUS do ar.

Pária nos direitos humanos

Além da catástrofe da Covid-19, com seus mais de 600 mil mortos, o presidente Bolsonaro também colocou o país na contramão das grandes nações e entidades multilaterais na agenda dos direitos humanos. Em 21 de setembro, a newsletter revelou que o Conselho de Direitos Humanos da ONU estava preparando um relatório com duras críticas às políticas do governo brasileiro para as populações indígenas. Assim foi: o documento viria à tona uma semana depois. Outras flechadas se seguiram. Em 27 de outubro, a publicação informou que a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira estava preparando um manifesto contra o presidente Bolsonaro a ser apresentado na COP 26. Somente dois dias depois, a notícia seria divulgada por outros veículos.

Roleta de cargos

A capacidade do RR de antever os movimentos do Poder permitiu também aos assinantes saber, com exclusividade, de mudanças em cargos importantes do governo. Em 27 de janeiro, a newsletter já tratava das articulações feitas pelo presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, para defenestrar o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim. Custou até que Costa Neto conseguisse seu intento, mas Rolim acabaria afastado do cargo em setembro. Em 5 de fevereiro, o RR noticiou que Jair Bolsonaro estava prestes a dar um “cartão vermelho” ao presidente do Banco Brasil, André Brandão. O executivo deixaria o posto em meados de março. Na edição de 15 de setembro, o assinante da newsletter soube, em primeira mão, que o destino de Leonardo Rolim, então presidente do INSS, estava selado: ele seria demitido pelo ministro Onyx Lorenzoni. Bingo! A exoneração foi oficializada em 5 de novembro. Em 19 de outubro, o RR informou que mais dois auxiliares de Paulo Guedes estavam prestes a deixar seus cargos, apesar do apelo do ministro para que permanecessem. O fato se consumaria de forma ainda pior: dois dias depois, não apenas dois, mas quatro assessores diretos de Guedes deixaram o governo.

Por dentro das empresas

Como de hábito, o RR destacou-se também por antecipar algumas das principais informações do universo corporativo de 2021. Em 19 de janeiro, a newsletter cravou que o IPO da Caixa Seguridade seria realizado em abril, o que se confirmou três meses depois. Em 10 de fevereiro, a newsletter revelou o interesse da cearense Pague Menos em comprar a rede de drogarias Extrafarma, até então pertencente ao Grupo Ultra.

O negócio se consumaria em 18 de maio. Em 25 de março, o assinante do RR soube que a Equatorial Energia entraria na disputa pela Companhia Energética do Amapá. Não só entrou como arrematou a empresa. Em 14 de maio, a publicação revelou não apenas o interesse da CSN em comprar as operações da LafargeHolcim no Brasil, mas também as tratativas entre Votorantim e InterCement, leia-se o Grupo Mover (antiga Camargo Corrêa) para adquirir os ativos de forma fatiada. Em 30 de junho, outros veículos confirmariam as gestões entre Votorantim e Mover.

No fim das contas, a CSN sairia vencedora na disputa pelos negócios da LafargeHolcim. Em 13 de agosto, o RR publicou, de forma exclusiva, as negociações para a venda da fabricante de fertilizantes Heringer à russa Eurochem. Não deu outra: a operação seria fechada pouco antes do Natal. Em 8 de setembro, a newsletter antecipou que dificilmente o IPO da Unigel seria realizado em razão das condições financeiras da empresa.

Dois meses depois, a abertura de capital foi suspensa. Ao apagar das luzes de 2021, mais um furo. Em 22 de dezembro, o RR informou que a Petrobras estava prestes a fechar a venda de mais um ativo ainda neste ano. No dia seguinte, a estatal anunciou a alienação de um pacote de participações no Polo Carmópolis, em Sergipe, por US$ 1,1 bilhão. Por razões óbvias, 2022 promete ser um ano de fortes emoções. Mas, com o RR, não há polarizações. O único lado da newsletter é o compromisso de levar a seus assinantes informações e análises exclusivas. A todos, um Feliz Ano Novo!

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27.12.21

O futuro de Lorenzoni

Onyx Lorenzoni encomendou três pesquisas eleitorais até o início de fevereiro. Os resultados dirão se Lorenzoni tem bala na agulha para disputar o governo do Rio Grande do Sul ou é melhor concorrer a uma vaga no Senado.

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01.12.21

É tenso o ambiente de trabalho no Ministério de Onyx Lorenzoni

A saída de Leonardo Rolim da presidência do INSS – informação antecipada pelo RR em 15 de setembro – é apenas a ponta do iceberg. Onyx Lorenzoni prepara outras mudanças em postos-chave na estrutura do Ministério do Trabalho. O que se diz nos gabinetes da Pasta é que o próximo alvo de Lorenzoni é o secretário executivo, Bruno Dalcomo.

O turnover reflete a falta de sintonia, para se dizer o mínimo, entre Lorenzoni e sua equipe. A um interlocutor, fonte do RR, o ministro fez duras críticas à parte do time que herdou da Pasta da Economia. Lorenzoni ressente-se também da ausência de pessoas de confiança nos cargos mais relevantes. O clima dentro da Pasta não é dos melhores.

Tampouco a rotina de trabalho. Divergências entre Lorenzoni e a tecnocracia do Ministério têm sido rotineiras. Um dos casos mais recentes envolveu a Portaria que proibiu a demissão por justa causa de trabalhadores que se recusem a tomar a vacina contra a Covid-19. A medida enfrentou fortes resistências dentro do Ministério, tanto no mérito quanto na forma como o tema foi conduzido. Técnicos da Pasta recomendaram que Lorenzoni consultasse outros órgãos do governo e o Tribunal Superior do Trabalho para se certificar da legalidade do ato. O ministro, no entanto, bateu o martelo por conta própria. Procurado pelo RR, o Ministério do Trabalho não quis se manifestar.

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11.11.21

O “desemparo” do trabalhador no governo Bolsonaro

Até o momento, o ministro Onyx Lorenzoni não confirmou presença na reunião do Conselho Deliberativo do FAT (Codefat) marcada para o próximo dia 18 – a primeira desde a recriação da Pasta do Trabalho. A julgar pelo track records do atual governo, o mais provável é que faça forfait. A gestão Bolsonaro parece não dar a mínima para o conselho, que administra os mais de R$ 80 bilhões do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Durante o tempo em que a área do Trabalho esteve sob sua jurisdição, Paulo Guedes não compareceu a nenhuma reunião. Nos governos do PT e mesmo na Era Temer, a presença do ministro do Trabalho era quase obrigatória.

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05.11.21

Poço sem fundo

O ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni, está cobrando do Conselho de Recursos da Previdência Social um plano para acelerar o julgamento de processos represados no órgão. Em média, os contribuintes do INSS que tiveram seu pedido de aposentadoria negado têm que aguardar mais de dois anos pela análise do seu recurso.

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01.11.21

Pacto dos Pampas 2

Os gaúchos Onyx Lorenzoni e Luiz Carlos Heinze firmaram um pacto informal. Heinze deve apoiar a candidatura de Lorenzoni ao governo do Rio Grande do Sul. Em troca, este último se compromete a trabalhar no governo para que Heinze ganhe um Ministério.

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18.10.21

Desunião Brasil

Onyx Lorenzoni vem disparando sua metralhadora contra ACM Neto nos bastidores do União Brasil. Em petit comité, tem dito, sarcasticamente, que o novo partido já nasce menor do que o ex-prefeito de Salvador, fazendo troça com sua baixa estatura. Poderia, por exemplo, pegar emprestada a frase de Rodrigo Maia, desafeto de ACM Neto: “Seu caráter é menor do que sua altura”.

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14.10.21

O leilão de Lorenzoni

Onyx Lorenzoni tem conversado dia sim e o outro também com o deputado Giovani Gherini, presidente do PL no Rio Grande do Sul. Gherini recebeu carta branca de Valdemar da Costa Neto para negociar a entrada de Lorenzoni no partido. A moeda de troca é a garantia da sua candidatura ao governo gaúcho em 2022, algo que o União Brasil ainda não lhe deu.

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11.10.21

Um pé aqui e outro lá

A relação entre os ministros Onyx Lorenzoni e João Roma anda turbulenta. Lorenzoni insiste em “acumular” o Ministério do Trabalho com o seu cargo anterior, interferindo em assuntos da Pasta da Cidadania.

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23.09.21

Dueto de ministros

Os ministros Ciro Nogueira e Onyx Lorenzoni estão fazendo coro dentro do governo pela recriação do Ministério do Planejamento, um pleito do Centrão não é de hoje. Se cuida, Paulo Guedes.

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