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08.10.21

A Novonor sai, pero no mucho

A Novonor (a antiga Odebrecht), que negocia a venda da concessão da BR-163 entre as cidades de Rondonópolis e Sinop para a MTSul, vai manter um pé nessa estrada. Um pé muito bem remunerado, diga-se de passagem. O acordo sobre a mesa prevê a contratação da empreiteira para obras na rodovia, no valor de aproximadamente R$ 500 milhões. Dos 453 quilômetros da via, mais de 320 km ainda esperam pela sua duplicação, uma obra que deveria estar pronta desde 2019.

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20.08.21

Segundo tempo

O fundo Lone Star está garimpando novos ativos no setor sucroalcooleiro, notadamente no interior de São Paulo. Os norte-americanos, ressalte-se, assumiram o controle da Atvos, antigo braço de açúcar e etanol da Odebrecht.

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21.07.21

Braskem na mira

A chinesa Sinopec entrou na disputa para comprar a participação da Odebrecht na Braskem, avaliada em cerca de R$ 14 bilhões. Seria a primeira investida dos chineses na indústria petroquímica brasileira. Também estão no páreo nomes como Advent e Lyondellbasell.

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20.01.21

Estação STF

Queiroz Galvão, OAS e Odebrecht estão dispostas a ir ao STF na tentativa de anular decisão da Justiça que as obriga a devolver cerca de R$ 1,5 bilhão ao metrô de São Paulo. O STJ já negou pedido similar do trio, condenado por conluio na licitação para a expansão da linha 5 do metrô paulista.

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25.11.20

Vade retro

Voltou à baila a história da venda da sede do Jockey Club do Rio. É um papo velho. Há centilhões de interesses envolvidos no negócio que não deixam ele andar. Se Sérgio Cabral e a Odebrecht ainda estivessem dando cartas, talvez…

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18.07.19

BNDESPar pula do trem

No que deve ser uma das primeiras operações da gestão Montezano, a BNDESPar vai vender sua participação na Odebrecht TransPort (OTP), por sua vez sócia minoritária da Supervia. Deverá ter a companhia do FI-FGTS, gerido pela Caixa.

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19.06.19

Luz no fim do túnel para a Odebrecht

A recuperação judicial da Odebrecht vem sendo tratada como o último ato da companhia. Mas também pode ser um bálsamo para a enfermidade do grupo. Existem ativos valiosos que não foram contaminados. São eles a Braskem, a Odebrecht Engenharia & Construção (OEC) e a Odebrecht Latinvest (OLI), braço da companhia no Peru, Colômbia e México. A Braskem é senhora do seu destino. A OEC avança na reestruturação de seus bonds, sem risco de contágio pela holding. E o Prosub – Programa de Desenvolvimento de Submarinos – permanece como estuário de um contrato de R$ 30 bilhões. Além do Riachuelo,lançado ao mar em dezembro do ano passado, o contrato prevê a entrega de mais três submarinos convencionais e de um nuclear até 2029. A OLI, por sua vez, tem concessões importantes no Peru – IIRSA Norte, IIRSA Sur e o Projeto de Irrigação Olmos. São quase 2.000 km de rodovias pedagiadas e 48 mil hectares de terras com alta produtividade agrícola. A Odebrecht ainda tem muito jogo pela frente.

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09.05.19

Nos trilhos

Dois grandes grupos asiáticos, um chinês e outro japonês, vêm mantendo conversações com os governos de São Paulo e do Distrito Federal. Em jogo, a licitação da linha 6 do metrô paulistano e a privatização do Metrô de Brasília. No caso de São Paulo, são necessários R$ 8 bilhões para a conclusão das obras. A linha 6 vinha sendo construída por um consórcio entre Odebrecht, Queiroz Galvão e UTC, que deixaram o projeto.

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31.01.19

Bons ares

Em menos de uma semana, a Odebrecht vendeu todos os apartamentos das duas torres residenciais que lançou no Horto, em Salvador. São duas unidades por andar, de 230 m2 ou 285 m2, ao preço médio de R$ 2,5 milhões. Era o último espaço para edificação no nobre bairro da capital baiana.

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30.11.18

Redenção das empreiteiras nacionais ganha espaço na agenda do governo Bolsonaro

O resgate das quatro grandes empreiteiras do país – Camargo Corrêa, Odebrecht, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão – está entre as premissas da equipe de Jair Bolsonaro para a reconstrução do setor de infraestrutura. Os principais defensores desta agenda seriam os auxiliares militares do presidente eleito. A descontaminação das grandes empresas de construção pesada é considerada essencial para a conclusão das mais de 2,7 mil obras paradas e o início de outras tantas. Esta retomada é necessária para que o país possa crescer acima dos 3,5% a 4%. Sem o avanço da infraestrutura, o teto do PIB é baixo.

O ajuste das contas públicas e mesmo o equilíbrio geral dos fatores poderão atrair recursos externos para os investimentos. Mas a equação da empreitada das obras permanece um dilema. Os assessores de Bolsonaro duvidam que mesmo a vinda em profusão de construtoras chinesas, por exemplo, não daria conta do conhecimento necessário para levantar os projetos de infraestrutura. Que empreiteira do país asiático conseguiria mobilizar a Amazônia em torno de grandes obras de energia e logística essenciais? As quatro grandes empreiteiras, que representavam mais de 50% do faturamento total do setor, foram praticamente interditadas com a operação Lava Jato. Agora, pagas as multas, punidos os gestores e controladores e fechados os respectivos acordos de leniência, estariam dadas as condições para a descriminalização ampla, geral e irrestrita das companhias.

Aliás, uma das autocríticas compartilhadas pelas equipes de Michel Temer e do futuro presidente é que as operações das empreiteiras deveriam ter sido preservadas. Uma coisa é a culpa dos homens; outra é o capital humano e a capacidade de contribuição das construtoras. Outro dado é que a Lava Jato mudou a intensidade do compliance das contratantes e das contratadas. As condições do passado para práticas de corrupção hoje são exíguas. Durante o processo de expurgo das big four, a construção pesada perdeu cerca de 400 mil postos de trabalho.

Uma parcela desse contingente era altamente especializada. Existe sempre a possibilidade de grupos estrangeiros sublocarem parte das empreiteiras nacionais, assumindo em bloco contratos, mão de obra etc. A receita parece trivial, mas, na prática, nunca deu certo, pelo menos na escala necessária. As diferenças de culturas e de conhecimento das peculiaridades locais não podem ser ignoradas. No Equador, por exemplo, onde houve um aumento expressivo do número de obras tocadas por companhias chinesas, operários dormiam amontoadosdentro de contêineres. O Brasil detém uma das melhores expertises internacionais no setor de construção pesada. O que mudou foi a higienização de expedientes inaceitáveis. A qualidade dos serviços permanece a mesma.

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