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12.02.20

Fintechs na mira

Gigante chinesa das finanças digitais, a Tencent tem cerca de US$ 200 milhões na agulha para novas aquisições no Brasil. O grupo já é sócio do Nubank.

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27.01.20

O novo tiro da Tencent

A chinesa Tencent, gigante da área de tecnologia, está com o dedo no gatilho para mais um aporte no Nubank. O calibre da munição é da ordem de US$ 200 milhões por mais 5% do banco digital.

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Estará em pauta amanhã a posição do governo, do presidente Bolsonaro e dos presidentes da Câmara e do Senado acerca da taxação da energia solar, em estudo pela Aneel.

Tema trará dubiedades já que, por um lado, a oposição do presidente à cobrança de impostos sobre o setor, em si, é bem vista pela mídia e pela opinião pública; por outro, imagem de intervenção em agência reguladora causa desconforto e incertezas no mercado e entre analistas econômicos.

Nesse âmbito, a grande questão, amanhã, será o grau da intervenção. Se passar a ideia de solução negociada, no âmbito do Congresso Nacional e sem desautorizar a Aneel, tema pode caminhar para pacificação.

Ao mesmo tempo, haverá espaço para a Agência:

1) Por viés mais positivo, no que se refere à bases para a consulta pública em questão, lembrando-se que a decisão ainda não foi tomada;

2) Pelo aspecto negativo, com discussão sobre composição e histórico de decisões. Hoje, por exemplo, alguns analistas indicaram parcialidade pró-empresas em resoluções de agências regulatórias, ainda que exemplos utilizados se refiram menos à Aneel do que a outras instituições, como a Agência Nacional de Saúde (ANS).

O preço do petróleo

Também na área de energia, terá destaque amanhã o resultado de reunião, hoje à tarde, entre o Ministério de Minas e Energia e entidades do setor de petróleo e gás para discutir impactos da crise entre EUA e Irã sobre o preço dos combustíveis.

Tema tem impactos muito superiores aos da energia solar, mas, no momento, parece mais pacificado. Preços não dispararam e indicação do presidente, de não intervenção, conta com forte apoio da mídia. Cenário internacional, no entanto, permanece instável.

Jornalistas em extinção

Já no que se refere a relações com os grandes veículos da Imprensa, mesmo com atritos constantes já parcialmente precificados, nova declaração do presidente afirmando que jornalistas são “espécie em extinção” transbordará do noticiário de hoje para o de amanhã. Entrará no rol de ameaças à liberdade de expressão na avaliação de articulistas.

Nubank vai às compras. E grupo chinês chega ao Brasil

Setorialmente, Nubank estará em foco – positivo – amanhã, após aquisição, hoje, da consultoria Plataformatec. Haverá espaço para bons resultados e forte crescimento da empresa, bem como para a transformação que está levando ao setor bancário – e possíveis adaptações e/ou interesse que imporá aos grandes players. Outro aspecto que tende a ganhar corpo é o crescimento de fintechs no país.

Ainda na área, alimentará o noticiário, amanhã, a abertura de banco, no Brasil, do grupo XCMG, um dos maiores fabricantes de maquinário pesado da China, para financiar o setor de máquinas para infraestrutura.

Do Iraque às crises na América Latina

Na política internacional, haverá desdobramentos, amanhã, sobre crises institucionais – em diferentes graus – na Venezuela e no Chile, mas os próximos passos no enfrentamento entre EUA e Irã continuarão a galvanizar os interesses. Cenário tem forte carga de imprevisibilidade, mas as atenções, amanhã, tendem a se voltar para possível retirada de tropas americanas do Iraque – e as consequências geopolíticas que a medida teria.

As projeções para o mercado de trabalho e setor automotivo

Saem amanhã o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) e o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), ambos da FGV, e a Produção e Venda de Veículos, da Anfavea, todos referentes ao mês de dezembro de 2019.

Acerca do IAEmp e do ICD, interessa observar se há continuidade ou reversão do cenário de lentidão na gradual recuperação do mercado de trabalho. Até novembro, o Indicador Antecedente de Emprego apresentava virtual estabilidade em médias móveis trimestrais pelo segundo mês consecutivo, enquanto o Indicador de Desemprego mostrava salto de 3,1 apenas no mês, voltando a ficar acima dos 95 pontos.

Já os dados sobre produção e venda veículos darão a medida final do setor para 2019. Apesar de queda acentuada em novembro sobre outubro (respectivamente de 21,2% e de 4,4%), números para o ano apresentavam crescimento (2,7% na produção e 8,3% nas vendas). Há expectativa de que o balanço de dezembro seja positivo, com avanço em ambos os índices, na casa de 2% e 7%. Já exportações devem fechar o ano com panorama de queda acentuada, em boa parte devido à crise na Argentina. Recuo acumulado até novembro foi de 33,2%.

Os EUA e a União Europeia: Balança Comercial, Indústria e Varejo

Internacionalmente, serão divulgados amanhã:

1) Nos EUA, a Balança Comercial e as Encomendas à Indústria de novembro e o PMI de Não Manufaturados para dezembro. Espera-se recuo de US$ 47,2 para US$ 43,8 a US$ 43 bilhões no déficit, com aumento de US$ 207 para 208 bilhões nas exportações e diminuição de US$ 254 para US$ 251 bilhões nas importações. Apesar de variações, não haveria alteração de tendência.

Já nas Encomendas da Indústria, projeção de queda significativa, da ordem de 0,8%, após crescimento de 0,3% em outubro; enquanto a PMI de Não Manufaturados deve trazer avanço, de 53,9 para 54,2 a 54,5.

2) Na União Europeia, Inflação de dezembro, para a qual se espera de estabilidade em 1% a crescimento até 1,3%, e Vendas no Varejo de novembro, com projeções de crescimento entre 0,6% e 0,7%, revertendo queda de 0,6% em outubro.

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27.12.19

Hackers avançam sobre clientes do Nubank

Nem os bilhões gastos pelas fintechs em blockchain e afins são capazes de blindá-las completamente de fraudes virtuais. O Nubank comunicou à Polícia Federal e ao Banco Central que seus clientes têm sido vítimas de um golpe. Eles vêm recebendo e-mails falsos, atribuídos ao banco digital, por meio do qual os criminosos tentam roubar dados pessoais, como CPF e até mesmo login e senha no sistema. Procurado, o Nubank diz que “esse tipo de atividade é crime, e sempre iremos colaborar com as autoridades competentes para investigar e coibir golpes como esse.” O banco ressalta ainda que “nunca pedimos para que os clientes nos mandem seus documentos ou outras informações sensíveis por e-mail”. A questão é: como os hackers tiveram acesso à base de clientes do Nubank e Hackers avançam sobre clientes do Nubanka seus respectivos e-mails? O RR perguntou, mas o banco não respondeu.

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11.11.19

As peças da Tencent

Após comprar um pedaço do banco digital Nubank, o gigante chinês Tencent busca ativos de e-commerce no Brasil. Depois é juntar seis com meia dúzia e oferecer uma miríade de soluções de pagamento digital.

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21.10.19

Unicórnio

Extra! Extra! O Nubank estaria preparando uma oferta de ações de fechar o comércio para o primeiro trimestre de 2020. A fintech trabalha com um valuation de US$ 12 bilhões.

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03.07.19

Gigante chinês avança sobre o Nubank

A chinesa Tencent, uma das maiores plataformas financeiras eletrônicas do mundo, negocia um novo aporte no Nubank. De acordo com a fonte do RR, o valor será superior aos US$ 200 milhões injetados em outubro de 2018, permitindo ao grupo asiático pular de
5% para mais de 10% de participação no banco digital. A Tencent deverá ampliar sua influência não apenas na gestão, mas na própria operação do Nubank. A fintech passaria a ser uma espécie de tubo de ensaio de luxo para os chineses testarem produtos e serviços no mercado brasileiro. A Tencent desenvolveu uma das maiores plataformas de pagamento digital do mundo. O sistema funciona no WeChat, o “WhatsApp chinês”. O WeChatPay reúne 700 milhões de clientes. Procurados, Nubank e Tencent não se pronunciaram.

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19.06.18

Investidor russo caça fintechs no Brasil

Sócio do Nubank, um dos primeiros bancos digitais brasileiros, o magnata russo Yuri Milner tem se movimentado para comprar novas participações em fintechs no país. Mira, notadamente, em plataformas digitais de pagamento. Milner já teria sinalizado também o interesse em aumentar sua participação no próprio Nubank, do qual é acionista por meio do fundo DST Global. Procurado, o banco brasileiro disse “não confirmar a informação”. Dono de uma fortuna estimada em US$ 4 bilhões, o investidor carrega uma biografia pautada por controvérsias em torno da origem do seu patrimônio. Entre 2009 e 2011, o DST comprou participações no Facebook e no Twitter. Na ocasião, circularam informações na mídia internacional de que Milner era uma espécie de “front” do banco estatal russo VTB e do fundo Gazprom Investholding, ligado à estatal Gazprom, que teriam entrado no negócio camuflados sob uma rede de empresas offshore penduradas na DST.

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18.01.18

Na direção do Nubank

O Santander partiu na direção do banco digital Nubank.

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04.04.17

Capitalização em série

Os acionistas do Nubank – à frente os fundos DST Global, da Rússia, e os norte-americanos Redpoint e Ribbit Capital – estariam articulando um novo aporte de capital na fintech.

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