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Mais mudanças à vista no capital da Norte Energia: além da Cemig, a Petros também planeja vender sua participação no consórcio, dono da Usina de Belo Monte. O fundo de pensão tem 10% do capital.

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De primeira: a chinesa Three Gorges já sinalizou seu interesse em comprar a participação de 10% da Neoenergia na Norte Energia, leia-se a Usina de Belo Monte.

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24.02.22

Cemig embala Belo Monte e Santo Antônio em um só pacote

O RR apurou que a Cemig estuda vender de forma casada suas participações nas usinas de Belo Monte e Santo Antônio, duas das maiores hidrelétricas brasileiras. Para não variar, do outro lado da mesa só dá chinês. De acordo com a mesma fonte, a estatal mineira vem mantendo conversações com a State Power Investment Corporation (SPIC) e a Three Gorges.

Trata-se de uma reviravolta no plano de desmobilização de ativos da Cemig, que pode ter um razoável impacto sobre o tabuleiro do setor elétrico no país. A dupla aquisição dará ao comprador uma posição privilegiada no segmento de geração: juntas, Belo Monte e Santo Antônio respondem por aproximadamente 10% de toda a matriz hidrelétrica brasileira. A negociação tem tudo para ampliar também o peso chinês no setor: SPIC e Three Gorges já controlam cerca de 12% da capacidade de geração do sistema elétrico brasileiro.

Com Belo Monte e Santo Antônio nas mãos de uma das duas, essa participação se aproximaria dos 15%. A Cemig detém, respectivamente, 9,7% da Norte Energia, dona de Belo Monte, e 8,5% da Santo Antônio Energia. Estima-se que a venda conjunta possa atingir algo em torno de R$ 4 bilhões. Procurada pelo RR, a estatal mineira não quis se pronunciar.

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A Amazônia ferve: a Norte Energia reforçou o esquema de segurança privada nas proximidades da Usina de Belo Monte devido à crescente atuação de facções criminosas e garimpeiros ilegais. A presença da Força Nacional de Segurança e da PF na região não está dando conta do tamanho do problema.

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15.09.21

Sem constrangimentos

A reunião entre Hamilton Mourão, presidente do Conselho da Amazônia, e dirigentes da Usina de Belo Monte, na última quinta-feira, passou ao largo da recente denúncia ambiental contra a geradora. O Consórcio Norte Energia, dono da hidrelétrica, foi acusado pelo Ministério Público de ter causado a morte de mais de 30 toneladas de peixes entre 2015 e 2019.

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26.08.21

Apagando a luz

A Petros estuda a venda da sua participação no Consórcio Norte Energia, dono da usina de Belo Monte. O fundo de pensão detém 10% do negócio.

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19.12.17

Desmobilização

É tempo de “liquidação” na Petros. Após vender sua participação na Itaúsa – informação antecipada pelo RR em 8 de maio -, a fundação estaria preparando seu desembarque da Norte Energia, responsável pela Usina de Belo Monte.

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23.08.17

Plano B da Funcef

Diante da demora do consórcio Norte Energia em decidir se sai ou se fica em Belo Monte, a Funcef já se movimenta para vender em separado a sua participação no bolo.

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15.12.16

Funcef faz a sua própria “reforma da previdência”

Depois da porta arrombada por um déficit atuarial de R$ 7,7 bilhões, a Funcef corre para instalar as trancas, entre elas uma mudança de rota em sua estratégia de investimentos. A missão está nas mãos do ex-secretário de Fazenda do Rio e de São Paulo e novo diretor de Participações da fundação, Renato Villela. O ajuste passa pela redução das carteiras de renda variável e imobiliária. Na fundação, já se dá como certa, por exemplo, a venda da participação de 10% no consórcio Norte Energia, responsável pela usina de Belo Monte.

A carteira de ações da Funcef registrou um desempenho negativo de 15% no primeiro semestre. As aplicações em imóveis ainda renderam 9,2% no período, nada, no entanto, que se compare à renda fixa, notadamente títulos públicos – alta de 17%. Vale ressaltar que o fundo de pensão já vem diminuindo gradativamente sua exposição em renda variável: há três anos, a carteira de ações chegou a responder por quase 40% do total de ativos.

Esse índice deve fechar o ano em torno dos 25%. A guinada na política de investimentos pode ser considerada a parte mais indolor do equacionamento dos graves prejuízos da Funcef. Guardadas as devidas proporções, a “reforma da previdência” da entidade segue o espírito da original: sangue, suor e lágrimas para o andar de baixo e um cascudo de leve nas castas mais altas, leia-se, neste caso, a própria fundação. Conforme o RR antecipou na edição de 24 de novembro, os funcionários e aposentados da Caixa Econômica terão de aumentar suas contribuições para cobrir metade do déficit atuarial de R$ 7,7 bilhões – o restante ficará a cargo do próprio banco.

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22.08.16

Dois em um

Cemig e Light – ou seja, Cemig e Cemig – negociam a venda conjunta de suas participações na Norte Energia, consórcio responsável pela usina de Belo Monte. Donas de 10% do negócio, ambas não suportam mais os seguidos aportes de capital que o projeto tem exigido. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cemig e Light.

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