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04.10.18
ED. 5967

GP Investimentos costura fusão entre Netshoes e Centauro

A GP Investimentos está em negociações para a compra da Netshoes. Segundo o RR apurou, as gestões são conduzidas em Nova York, diretamente com os fundos controladores da empresa de comércio online, o norte-americano Tiger Global, GIC e Temasek – os dois últimos, ligados ao governo de Cingapura. A GP mexe as peças no tabuleiro, preparando o que seria o seu xeque-mate: a fusão da Netshoes com a Centauro, da qual a gestora de recursos é acionista, com 36,5%. Em jogo, a criação de uma plataforma integrada de varejo esportivo, juntando e-commerce e mais de 180 lojas físicas, com faturamento somado da ordem de R$ 4 bilhões por ano. Procuradas pelo RR, GP, Netshoes e Centauro não quiseram se pronunciar. A Netshoes é hoje uma presa frágil para predadores como a GP. Em delicada situação financeira, a empresa perdeu mais de 80% do seu valor de mercado nos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, tornou-se um octagon societário. Tiger, GIC e Temasek aceitam permanecer no negócio como minoritários, mas querem afastar do capital e da gestão o acionista fundador, Marcio Kunruian – ver RR edição de 14 de agosto.

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20.09.18
ED. 5957

Cartão vermelho

O fundador do Netshoes, Marcio Kumruian, tornou-se persona nom grata tanto para os atuais sócios como para os potenciais compradores da empresa. As negociações para a venda da companhia de e-commerce – informação antecipada pelo RR na edição de 14 de agosto – passam pela saída de Kumruian do capital e da gestão.

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14.08.18
ED. 5931

Fundos de investimento decretam “estado de sítio” na Netshoes

O empresário Marcio Kumruian, fundador e CEO da Netshoes, tornou-se refém dentro de sua própria companhia. Os fundos de investimento internacionais que dividem o controle da empresa de e-commerce tomaram as rédeas do negócio, transformando Kumruian em figura decorativa. À frente do “motim”, o norte-americano Tiger Global Investors, GIC e Temasek – os dois últimos, fundos soberanos de Cingapura – buscam uma solução para a delicada situação da Netshoes, um dos maiores sites de artigos esportivos do país.

O mais provável é que o take over de fato se torne também de direito, com a recompra das ações em mercado. Desde já, segundo fonte ligada à própria Netshoes, os fundos estariam preparando um tratamento de choque na empresa, com a revisão do modelo estratégico, encerramento de operações deficitárias e redução do quadro de funcionários, hoje da ordem de 1,9 mil pessoas. O objetivo seria arrumar a casa para a fusão da Netshoes com outra plataforma de varejo online. A Netshoes é um case às avessas no badalado universo digital.

Um ano e quatro meses após o IPO, a empresa derrete na bolsa de Nova York, tragada pelos sucessivos prejuízos – aproximadamente R$ 320 milhões desde o início de 2017. Nesse período, perdeu 90% do seu valor de mercado, o que a torna uma presa ainda mais fácil para os fundos de investimento. A preços de hoje, raspar o tacho das ações em mercado custa cerca de US$ 60 milhões, praticamente um décimo do que seria há pouco mais de um ano.

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21.05.18
ED. 5871

Por um fio

Fundador da Netshoes, Marcio Kumruian está por um fio no cargo de CEO. É grande a pressão dos fundos norte-americanos devido ao esfarelamento da ação nas bolsas.

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25.04.18
ED. 5854

Netshoes sob o fogo amigo

É grande a pressão dos acionistas, notadamente o Temasek, fundo soberano de Cingapura, sobre o CEO da Netshoes, Marcio Kumruian. Além da recente troca na diretoria financeira, os investidores fazem carga por novas mudanças na gestão. Exigem também um agudo corte de custos – no primeiro trimestre do ano, as despesas operacionais dispararam em relação a igual período no ano passado (24%). Os fundos sabem onde o calo lhes aperta: desde o IPO da Netshoes, em abril do ano passado, a ação já caiu mais de 60%.

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29.11.17
ED. 5755

Inadimplência mina resultados da Netshoes

A Netshoes caminha para fechar o último trimestre mais uma vez no vermelho – a empresa de e-commerce já acumula perda de R$ 120 milhões no ano. O maior fator de pressão sobre o resultado vem da inadimplência no segmento de B2B. A companhia deverá a aumentar as provisões para recebíveis duvidosos por conta dos atrasos de pagamentos dos clientes corporativos. Segundo o RR apurou, o ajuste contábil no último trimestre do ano poderá superar os R$ 14 milhões do balancete entre junho e setembro. Procurada, a Netshoes disse que “como uma companhia listada na Bolsa de Nova York, não comenta provisões futuras.”

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27.11.17
ED. 5753

Bônus, que bônus?

Desde o dia 9 de outubro, quando terminou o embargo para os executivos do Netshoes venderem as ações que receberam no IPO, despencou e caiu quase 50%.

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20.07.17
ED. 5665

Netshoes aperta o passo rumo à Dafiti

Três meses após o IPO na Bolsa de Nova York, os acionistas da Netshoes já articulam uma nova injeção de recursos na empresa de varejo online. Segundo uma fonte que acompanha as discussões, o aporte seria liderado pelo Temasek, fundo soberano de Cingapura. A capitalização é peça-chave para a Netshoes fechar uma grande aquisição ainda neste ano. O alvo principal é a Dafiti, controlada pelo fundo alemão Rocket. Trata-se de um projeto antigo de Marcio Kumruian, fundador e CEO da empresa. Com a aquisição, a Netshoes saltaria para um faturamento anual de R$ 4 bilhões e reforçaria sua operação não apenas no mercado brasileiro, mas em outros países da América do Sul, como Argentina, Chile e Colômbia.

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22.02.17
ED. 5566

Amazon clica na Netshoes

Realizar o tão prometido IPO ou ceder ao assédio de um gigante mundial do e-commerce? Este é o doce dilema dos sócios da Netshoes. A Amazon está cercando a empresa por todos os lados. Não é mera força de expressão. Os norte americanos estariam mantendo conversas paralelas com os principais acionistas do site de vestuário e artigos esportivos: aqui, Marcio Kumruian, fundador e CEO da empresa; lá fora, o Temasek, fundo soberano de Cingapura, e as gestoras Tiger Global e Iconiq Capital. A aquisição da Netshoes daria à Amazon uma fatia significativa das vendas online de vestuário esportivo no Brasil – seu faturamento gira em torno de R$ 2,5 bilhões por ano. Os norte americanos herdariam também operações na Argentina e no México. Consultada, a Netshoes nega a venda.

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24.01.17
ED. 5545

IPO da Netshoes: será que agora vai?

Os principais acionistas da Netshoes – leia-se o Temasek, fundo soberano de Cingapura, e as gestoras norte americanas Tiger Global e Iconiq Capital – pretendem decidir até março se levam ou não adiante o IPO da companhia prometido para este ano. O mercado está cético. A empresa de e-commerce costuma anunciar sua abertura de capital nos anos pares para suspendê-la nos anos ímpares. Ou vice-versa.

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28.09.16
ED. 5464

IPO à vista

 A Netshoes, uma das maiores empresas de comércio eletrônico do país, vai abrir o capital. O IPO está programado para o primeiro trimestre de 2017. Controlada pelo empresário Marcio Kumruian, a Netshoes deverá faturar cerca de R$ 2,4 bilhões neste ano. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Netshoes.

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03.06.16
ED. 5382

Aporte soberano

O GIC, fundo soberano de Cingapura, estaria liderando um novo aporte de capital na Netshoes, um dos maiores sites de comércio eletrônico do Brasil. A injeção seria da ordem de US$ 100 milhões. Procurada pelo o RR, a Netshoes não comentou o assunto.

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