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De primeira: a chinesa Three Gorges já sinalizou seu interesse em comprar a participação de 10% da Neoenergia na Norte Energia, leia-se a Usina de Belo Monte.

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18.01.22

Previ quer barrar os “dividendos disfarçados” da Neoenergia

Segundo o RR apurou, a Previ pretende entrar na Justiça para barrar o controverso contrato firmado entre a Neoenergia e sua controladora, a espanhola Iberdrola, no apagar das luzes de 2021. O fundo de pensão estuda acionar também a CVM. Pelo referido acordo, a Neoenergia pagará o equivalente a 0,9% da sua receita líquida anual ajustada a título de royalties pelo uso da marca do grupo ibérico.

A valores de 2021, o pedágio soma cerca de R$ 160 milhões. No que depender da Previ, “no pasarán”. Segunda maior sócia da Neoenergia, com 30% do capital ordinário, a fundação enxerga o pagamento como uma espécie de distribuição de dividendos “disfarçada”, uma engenhosa artimanha com o objetivo de privilegiar a Iberdrola e lesar os demais acionistas. De acordo com a mesma fonte, o fundo de pensão está se articulando com outros minoritários para que eles também assinem a ação. Procuradas pelo RR, Neoenergia e Previ não quiseram se pronunciar.

O contencioso, ressalte-se, se dá em um momento importante da longa relação entre a Previ e a Neoenergia. No ano passado, a empresa de energia comprou participações do fundo de pensão em três de suas controladas – Coelba, Cosern e Afluente Transmissão de Energia Elétrica. No mercado, há quem aposte que este descruzamento societário seria apenas antessala para uma operação maior: a venda de parte ou mesmo da totalidade das ações da Neoenergia em poder da Previ. A título de registro: pela cotação em bolsa, as ações pertencentes ao fundo de pensão valem cerca de R$ 6 bilhões.

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24.11.21

Previ vai apagando a luz em etapas

A Previ estuda a venda de uma parcela da sua participação acionária na Neoenergia (30,2% do capital total). Recentemente, não custa lembrar, o fundo de pensão já reduziu sua exposure em empresas controladas pelo grupo. Em um só pacote, a Previ vendeu para a própria Neoenergia ações das distribuidoras Coelba e Cosern e da transmissora Afluente, embolsando aproximadamente R$ 220 milhões. Procurada, a fundação não se pronunciou.

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01.03.21

Dinheiro na conta

Na última sexta-feira, a Neoenergia concluiu o pagamento de R$ 1,1 bilhão pela compra da CEB Distribuição. O negócio estava pendente por um litígio com os trabalhadores da empresa.

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15.06.18

Oferta de ações

A Previ está empenhada em acelerar a oferta de ações com a Neoenergia. O fundo trata a operação como porta de saída da empresa. Sua fatia societária é um bom bocado, avaliado hoje em quase R$ 9 bilhões.

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22.05.18

Neoenergia esbarra em um fio desencapado

O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, considerou uma questão de ordem pessoal a entrevista concedida pelo presidente da Neoenergia, Mario Ruiz-Tagle, ao jornal Valor Econômico. Segundo o RR apurou, no gabinete de Moreira o executivo foi tachado de arrogante para baixo. No Ministério, houve também quem classificasse suas declarações de “choro de perdedor”, diante da iminente derrota para a Enel na disputa pelo controle da Eletropaulo. Na entrevista, o executivo criticou explicitamente o avanço de estatais estrangeiras no setor elétrico brasileiro e insinuou, nas entrelinhas, um possível favorecimento a estas empresas, ao dizer que o governo nada tem feito para limitar esse cenário, como “exigir contrapartidas de investimentos”. Quem conhece Moreira sabe que o episódio não vai ficar barato.

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30.04.18

State Grid põe mais voltagem na disputa pela Eletropaulo

O duelo pelo controle da Eletropaulo está prestes a sofrer uma reviravolta. O RR apurou que a State Grid entrou no páreo e prepara uma proposta de alta voltagem pela participação da AES na distribuidora paulista. Segundo uma fonte que participa das negociações, dirigentes dos dois grupos se reuniram na semana passada, em São Paulo.

Os chineses estão dispostos a oferecer, como ponto de partida, o equivalente a R$ 40 por ação. A se confirmar, a State Grid empurrará o duelo para um novo patamar. A cifra representa um considerável salto em relação ao lance mais alto colocado sobre a mesa até o momento: os R$ 32,20 por ação ofertados pela italiana Enel. A Neoenergia, outra candidata ao negócio, chegou a R$ 32,10. Significa dizer que, para efeito de tag along e posterior oferta pelo restante das ações da Eletropaulo em bolsa, os chineses estariam partindo de um valuation da ordem de R$ 6,8 bilhões.

A cifra é 23% superior ao valor de mercado da Eletropaulo no fechamento da última sexta-feira. Procuradas pelo RR, State Grid e AES Eletropaulo não quiseram se pronunciar. A iminente entrada em cena da State Grid esquenta o duelo pela Eletropaulo a pouco mais de duas semanas do leilão da participação da AES – previsto para 18 de maio, na B3. Ressalte-se que novas ofertas poderão ser apresentadas ao longo desse período. Até lá a CVM promete anunciar as regras para a competição. Há diversos questionamentos e interpretações cruzadas sobre as normas para uma competição desta natureza.

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18.04.18

O cabo de guerra da Eletropaulo

O leilão da Eletropaulo está frenético. Segunda maior acionista, atrás da BNDESPar, a AES passou o dia de ontem tentando elevar a oferta para a casa dos R$ 32 por ação, o que jogaria o valuation da empresa para próximo dos R$ 7 bilhões – até o fim da tarde, a proposta mais alta era da italiana Enel (R$ 28). Como forma de aditivar os lances, os norte-americanos garantem que a Eletropaulo tem um crédito de R$ 1,5 bilhão a receber da CTEEP, controlada pela colombiana Isa. No entanto, a Enel, assim como NeoEnergia e Energisa, também na disputa pela distribuidora, consideram o montante de difícil recebimento. A cobrança é um desdobramento do acordo firmado entre a Eletropaulo e a Eletrobras para o pagamento de uma dívida de R$ 1,5 bilhão – antecipado pelo RR na edição de 8 de fevereiro.

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04.01.18

Baixa voltagem

Após deixar a Celesc, a Previ planeja se desfazer das suas participações nas distribuidoras Coelba e Cosern. Permaneceria apenas no capital da controladora das duas empresas, a NeoEnergia. Por enquanto…

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11.08.17

Leilão de usinas da Cemig sofre um blecaute de candidatos

No que depender de alguns dos maiores grupos do setor elétrico, a equipe econômica já pode lançar R$ 11 bilhões a mais na coluna das receitas frustradas. Segundo alta fonte da Pasta de Minas e Energia, China Three Gorges (CTG), Neoenergia, Enel e Energisa já comunicaram ao ministro Fernando Coelho Filho que não participarão do leilão das hidrelétricas de Jaguará, São Simão, Volta Grande e Miranda caso o governo e a Cemig não cheguem a um acordo definitivo sobre a transferência das usinas. Outras empresas do setor deverão seguir o mesmo caminho.

De acordo com a mesma fonte, os chineses da CTG e os italianos da Enel foram mais além e já teriam solicitado o adiamento do leilão, marcado para 27 de setembro. Ninguém quer correr o risco de ganhar e não levar. Por ora, tudo é breu ao redor das quatro hidrelétricas, retomadas pelo governo federal. No dia 22 de agosto, o STF julgará ação cautelar impetrada pela Cemig requerendo a posse das usinas e a renovação dos contratos por mais 20 anos.

Mesmo que o pedido seja indeferido, a estatal mineira já anunciou sua disposição de entrar com novo recurso. Ou seja: o imbróglio tende a avançar setembro adentro. O leilão das quatro usinas é um curto-circuito jurisdicional sob os mais diversos aspectos. Além da bola dividida quanto ao controle das geradoras, há ainda o risco de o Tribunal de Contas da União brecar a licitação.

O órgão exigiu o recálculo da taxa interna de retorno do investimento (WACC, na sigla em inglês), sob a alegação de que as geradoras são operacionais e, portanto, os custos maiores já estão amortizados. Por esta razão, os vencedores do leilão não devem receber uma remuneração tão alta como se fossem erguer as geradoras do zero. A Aneel informou ter atendido as exigências técnicas, mas não explicou que contorcionismo permitiu incorporar as recomendações do TCU sem alterar o WACC de 8,08%.

Entre os candidatos à compra das usinas, a convicção é que o Tribunal não vai deixar barato e exigirá a redução da taxa. Faz sentido. Nem o governo Temer, que faz o que quer com o Congresso e já pegou o jeitinho de tocar o país com MPs, PECs e outras pinguelas legiferantes, tem conseguido conter o TCU. O órgão vem brecando concessões de infraestrutura e interrompendo obras (a Transnordestina é o caso mais notório). É bem verdade que, na última quarta-feira, rejeitou pedido de cautelar da Cemig para suspender o leilão. Na estatal mineira, no entanto, o entendimento é que a decisão se deveu muito mais a uma questão processual do que técnica – o plenário determinou que o pedido fosse juntado a outra ação que trata do tema.

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