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MP das Rodovias

18.01.18
ED. 5789

Falta de combustível

A “MP das Rodovias“, uma’ das cambalhotas legiferantes do governo Temer, está demorando a emplacar. Quatro meses após ser editada, apenas duas das seis concessões leiloadas em 2013 e 2104 aderiram à proposta, que estende o prazo da licença mediante a duplicação das respectivas estradas.

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21.08.17
ED. 5687

Os caminhos de Brasília se fecham para a Triunfo

Para a Triunfo, tão ruim ou o pior do que a dívida de R$ 2,5 bilhões é o desmoronamento das pinguelas que a ligavam ao Poder. De um lado, o BNDES executa fianças bancárias por dívidas em atraso e vende ações do grupo; do outro, quem aperta o cerco é a Casa Civil e o Ministério dos Transportes. Segundo o RR apurou, a Triunfo tenta negociar a concessão da BR-060-153-262, que corta o Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo.

O ativo, arrematado em 2014, já teria sido, inclusive, ofertado a empresas do setor, como EcoRodovias e Arteris. Ocorre que o governo já fez chegar à Triunfo a informação de que não autorizará a transferência da concessão. A Triunfo tem dois caminhos: ou pega carona na “MP das Rodovias” que está prestes a ser editada, estende por mais 14 anos o prazo para a duplicação da estrada e finalmente faz os investimentos de R$ 3,5 bilhões previstos e que nunca saíram do papel ou, então, o Ministério dos Transportes vai decretar a caducidade da licença e relicitá-la.

O argumento do governo é que o espírito da nova Medida Provisória não é criar um balcão de negócios de concessões, mas permitir que grupos com investimentos em atraso ganhem fôlego para deslanchar as obras. Quem não quiser que devolva a concessão, como acaba de fazer a Galvão Engenharia com outro trecho da BR-153. Procurada pelo RR, a Triunfo não quis comentar o assunto. Um a um, os caminhos traçados pela Triunfo com o objetivo de fazer caixa e sair da recuperação extrajudicial parecem se desmanchar.

O caso mais agudo foi Viracopos. O grupo tentou passar a concessão adiante, mas esbarrou na recusa do governo em renegociar os prazos de pagamento da outorga, o que forçou a devolução da licença. Tudo muito diferente dos tempos em que os sócios da Triunfo andavam sobre tapetes vermelhos em Brasília e tinham um excelente trânsito junto a autoridades, como, por exemplo, Eliseu Padilha. Uma relação, inclusive, que nunca foi muito bem compreendida pelo fato de um dos filhos do atual ministro da Casa Civil, Robinson Padilha, advogar para a companhia.

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