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19.07.21

Suspeita de manipulação de ações da MMX entra no radar da CVM

Eike Batista está no meio de mais um rolo. A CVM deverá abrir processo administrativo para investigar operações suspeitas com ações da MMX, que configurariam manipulação do mercado. Em março, quando as cotações registraram uma alta de mais de 100% em apenas cinco dias, a Associação Brasileira de Investidores (Abradin) chegou a protocolar no órgão regulador uma denúncia contra a empresa. De lá para cá, novas acusações foram encaminhadas à CVM por minoritários da própria MMX – segundo o RR apurou junto a um importante fundo de investimento acionista da empresa.

Consultada sobre a abertura do processo, a Comissão de Valores Mobiliários informou que “acompanha e analisa informações e movimentações envolvendo companhias abertas e o mercado de valores mobiliários, tomando as medidas cabíveis sempre que necessário. A autarquia não comenta casos específicos.”. O RR fez várias tentativas de contato com a MMX, mas não obteve retorno. Segundo a fonte do RR, os minoritários querem cruzar as investigações sobre possível manipulação do mercado com uma história muito mal contada: as supostas negociações com o fundo China Development Integration Limited (CDIL) para uma injeção de capital na MMX.

Em 25 de março, pouco antes da disparada das ações, a MMX comunicou ter assinado um acordo com a CDIL para um aporte de US$ 50 milhões por meio de uma emissão de debêntures. Na ocasião, em sua denúncia a CVM, a Abradin classificou o Fato Relevante (FR) divulgado pela companhia de “mentiroso e fantasioso” e com o “condão de manipular o mercado de capitais, lesando investidores”. Em 18 de maio, a mineradora soltou novo FR, dizendo ter firmado um aditivo ao contrato, por meio do qual os chineses mantinham sua oferta vinculante.

O que chama mais a atenção é a data deste segundo comunicado: na véspera do julgamento sobre o pedido de falência da MMX Mineração e Metálicos e da MMX Corumbá Mineração, que acabaria sendo confirmada pela 6a Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro no dia 19 de maio – a empresa promete recorrer da decisão. Entre os minoritários, diz a mesma fonte, a percepção é que o acordo com a CDIL não teria passado de um balão de ensaio com dupla intenção: inflar as ações da MMX e, ao mesmo tempo, sensibilizar o Judiciário a reverter o pedido de falência.

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22.05.18

MMX vende suas terras

Em meio a um turbulento processo de recuperação judicial contestado pelos credores – ver RR edição de 14 de maio –, a MMX tenta arrecadar uns cascalhos com a negociação de ativos não operacionais. A mineradora de Eike Batista colocou à venda um total de 2,5 mil hectares em fazendas em Minas Gerais. Espera arrecadar algo em torno de R$ 40 milhões.

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14.05.18

Os pedregulhos da MMX

A recuperação judicial da MMX Mineração caminha a passos largos. Só que para trás. Em março, os credores de Eike Batista suspenderam o processo na Justiça. Agora, exigem mudanças fulcrais no plano apresentado pela empresa. Entre outros pontos, contestam o deságio de 95% sobre o passivo de cerca de R$ 500 milhões.

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22.12.16

Le petit Eike

Pelo acordo prestes a ser fechado com o fundo Mubadala, as participações de Eike Batista na MMX, na OSX e na CCX Colômbia poderão sofrer novas reduções em função de dívidas remanescentes e eventuais perdas decorrentes de ações movidas por minoritários. Por ora, as fatias minoritárias de Eike nas três empresas serão de 35 a 37%. Para quem devia US$ 2 bilhões ao fundo de Abu Dhabi, está bom demais

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13.09.16

Cascalhos

 O Mubadala, de Abu Dhabi, e a holandesa Trafigura, que assumiram a MMX e já injetaram cerca de US$ 400 milhões na empresa, deverão fazer um novo aporte na mineradora. A capitalização pode chegar a US$ 300 milhões. O objetivo é abater parte da dívida da MMX, ainda acima de US$ 1 bilhão. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: MMX.

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07.07.16

Eike empurra mais uns cascalhos do “X”

 Eike Batista vai aproveitar o interesse do fundo Mubadala em assumir o controle das suas ex-empresas OSX e MMX para vender suas ações em um valor acima da linha d’água. Ele negocia a transferência de 20% do capital da OSX e de 28% da MMX. Os árabes já têm 29% da primeira e 21% da mineradora. As novas ações não darão o controle de ambas as empresas, o que dispensará a Mubadala de fazer uma Oferta Pública de Ações (OPA). Eike joga com o interesse do fundo de ter uma influência maior no rumo das duas empresas, que enfrentam problemas financeiros. O ex-megabiliardário pagou com ações de 12 companhias do grupo EBX uma dívida de US$ 2 bilhões com o grupo árabe. A título de saudade, Eike Batista continua mantendo algumas ações das duas empresas. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: EBX e Mubadala.

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05.11.14

Mubadala

O Mubadala – fundo soberano de Abu Dhabi, mais conhecido no Brasil pela compra do Porto do Sudeste junto a  MMX- tem reservada uma dinheirama para a aquisição de terras agrícolas no Brasil. É projeto para mais de US$ 1 bilhão.

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