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23.12.21

Governo da Bahia e VLI estão a um passo dos tribunais

O governo da Bahia e a VLI – leia-se Vale, Mitsui, Brookfield e BNDES – estão à beira de um contencioso. Segundo o RR apurou, a estatal Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) pretende entrar na Justiça contra a empresa de logística, controladora da Ferrovia Centro -Atlântica (FCA). Um dos objetivos é brecar a renovação antecipada da concessão da FCA, neste momento tema de tratativas entre a VLI e a ANTT.

O governo baiano alega que o mau estado de conservação da ferrovia tem inviabilizado novos investimentos em mineração no estado. De acordo com a fonte do RR, ao menos dois grandes projetos, da ordem de R$ 5 bilhões, estariam parados por conta de gargalos logísticos relacionados à FCA. Coincidência ou não, os investimentos em conservação da ferrovia em território baiano começaram a escassear depois que a Vale, uma das maiores acionistas da VLI, encerrou sua operação de ferroligas de manganês no estado.

Em conversa com o RR, a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral informou que, “no momento” não há qualquer ação judicial contra a VLI. Talvez seja só uma questão de tempo. A empresa confirmou à newsletter que “tem consultado órgãos do Governo da Bahia, como a Procuradoria Geral do Estado e a Secretaria de Infraestrutura, para que se trace uma estratégia conjunta de defesa da logística ferroviária utilizando todos os meios possíveis”. A CBPM também relatou ao RR que tem questionado a VLI através de ofícios enviados à ANTT, o mais recente na segunda semana de novembro. Também procurada, a VLI não quis se pronunciar.

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09.06.21

Governo do Rio obriga Mitsui a saltar com o trem andando

A recuperação judicial pedida pela Supervia é uma demonstração cabal de que a Mitsui, principal acionista da empresa, está decretando a falência do transporte urbano no Rio de Janeiro. Para um grupo que lucra bilhões e bilhões de dólares em todo o mundo, a dívida da concessionária de trens (R$ 1,2 bilhão) é um trocado. Ocorre que os japoneses preferiram largar o negócio a sua própria sorte dado o desapreço do governo do estado pelo transporte público. Não foi por falta de tentativa de negociação. Em conversas com fontes ligadas à Mitsui, o RR apurou que a Agetransp, órgão regulador do setor, reconheceu que a Supervia tinha direito a um ressarcimento de R$ 260 milhões por conta dos prejuízos sofridos em 2020. Além disso, o próprio estado deveria aportar R$ 136 milhões na concessionária para garantir o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato. Pior: com base no acordo de concessão, a tarifa da dos trens no Rio deveria ser reajustada para R$ 5,90, mas o Poder Público fixou o valor em R$ 5. A julgar pelo porte da Mitsui, a recuperação judicial poderia ser evitada com uma injeção de capital. Mas o caminho escolhido revela que o Brasil não está nos planos da companhia. Segundo informações filtradas da Mitsui, a percepção entre os japoneses é de que o governo do estado não respeita contratos e não tem palavra. Não admira que o grupo não queira mais saber de transporte público no país e muito menos no Rio de Janeiro.

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27.08.20

O mistério do MV Wakashio

Uma aura de mistério envolve a rota do navio MV Wakashio, que se partiu ao meio nas Ilhas Maurício e derramou 3,8 mil toneladas de óleo no mar – uma das maiores tragédias ambientais no Oceano Índico. Segundo o RR apurou, a embarcação, pertencente à Mitsui OSK Line, estava a caminho do Porto de Tubarão (ES), onde embarcaria cerca de 200 mil toneladas de minério de ferro. A newsletter consultou a Mitsui & Co. Brasil sobre a rota do navio e o nome da mineradora contratante. A empresa informou que “não estamos em posição para fazer comentário” e recomendou que o RR entrasse em contato com a subsidiária Mitsui OSK Line. Esta última não se pronunciou. Também procurada, a Vale, operadora do Porto de Tubarão e que tem a Mitsui como acionista, negou a contratação do
MV Wakashio. Menos mal. Desde 2017, quatro embarcações a serviço da mineradora, todas pertencentes à sul-coreana Polaris Shipping, se envolveram em acidentes ambientais.

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08.07.20

Coreografia

No mesmo dia em que a Supervia, leia-se, Mitsui, alertou estar às portas de um colapso financeiro, o Metrô do Rio anunciou que só tem caixa para mais dois meses. Ao que tudo indica, a narrativa para uma fusão entre as duas empresas já está nos trilhos.

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08.06.20

M&A sobre trilhos

No que depender dos fundos abutres acionistas da Invepar, só há um caminho para contornar a crise financeira do Metrô-Rio com a pandemia: juntar seus trilhos aos da Supervia, a empresa de trens urbanos controlada pela Mitsui.

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20.04.20

Antes que o trem descarrile de vez

A Supervia – leia-se Mitsui – estaria prestes a selar um acordo com o BNDES para suspender o pagamento de empréstimos junto ao banco ao menos até outubro. Mas não basta. A operadora de trens urbanos negocia com o governo do Rio a interrupção do pagamento de antigos passivos junto ao Estado – parte expressiva deles da época em que a empresa ainda era estatal. A Mitsui tenta empurrar para a última estação a medida que lhe doeria diretamente no bolso: uma injeção de capital na Supervia. A situação é delicadíssima: com a quarentena, a receita da concessionária despencou em 80%.

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01.12.17

De olho na Copergás

A Mitsui já disparou um torpedo para o BNDES tratando do seu interesse na Copergás, distribuidora de gás natural de Pernambuco. O modelo de privatização da empresa está sendo alinhavado pelo banco.

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09.05.17

Grupos chineses avançam sobre distribuidoras de gás

O novo alvo dos chineses no mercado brasileiro de energia é a distribuição de gás natural. Executivos da China Gas e da Beijing Gas têm mantido uma rotina de apresentações e contatos com governos estaduais que deverão privatizar suas respectivas concessionárias, como contrapartida ao pacote de ajuda da União. No caso específico da Beijing, há um interesse maior pela gaúcha Sulgás e pela Bahiagás. Não custa lembrar que, no ano passado, o grupo disputou a compra da Gaspetro, mas perdeu o duelo para Mitsui.

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28.03.17

Sulgás na mira chinesa

Os chineses da Beijing Gás estão vasculhando com palitinhos os números da estatal gaúcha Sulgás, que deverá ser privatizada até 2018 como contrapartida à ajuda do governo federal ao Rio Grande do Sul. A Beijing, não custa lembrar, tentou fisgar a Gaspetro, mas perdeu o duelo para a Mitsui.

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06.03.17

Onipresente

A Mitsui já destacou uma equipe para mergulhar nos números da Sulgás, a distribuidora gaúcha que será privatizada como contrapartida à ajuda do governo federal ao Rio Grande do Sul.

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