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04.07.19
ED. 6149

A ética pode esperar

Há uma “operação abafa” dentro do governo para que a Comissão de Ética Pública da Presidência da República passe ao largo do caso do ministro do Turismo, Marcelo Antonio, na reunião marcada para o próximo dia 30 de julho.

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03.07.19
ED. 6148

Uma atração turística de Bolsonaro

O nome de Vinicius Lummertz foi soprado no ouvido de Jair Bolsonaro para substituir o ministro do Turismo, Marcelo Antonio, que balança feito laranja podre na árvore. Lummertz comandou a Pasta no governo Temer, além de ter dirigido a Embratur. Diante das circunstâncias recentes, o convite soaria como uma provocação a João Doria. Hoje, Lummertz comanda a Secretaria do Turismo em São Paulo. Mas tudo leva a crer que sua indicação é uma cortina de fumaça. Bolsonaro quer mesmo é manter Marcelo Antonio, que nutre da confiança do presidente e de seus filhos.

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20.11.18
ED. 5997

Visto de permanência

O ministro do Turismo, Vinícius Lummertz, viaja no sonho de garantir um assento no próximo governo. Tem feito intensa peregrinação junto à equipe de transição de Bolsonaro na tentativa de assumir a futura Secretaria de Turismo ou mesmo a presidência da Embratur.

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17.07.18
ED. 5911

“Ministro dos cassinos”

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, terá praticamente uma única missão nos cinco meses e meio que faltam para o fim de sua gestão. Trabalhar no Congresso pela aprovação do projeto de lei que permite a abertura de cassinos associados a investimentos hoteleiros

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25.04.18
ED. 5854

Novo aliado

O lobby dos cassinos ganhou um importante aliado. O novo ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, tem se empenhado junto à base aliada pela aprovação do projeto de lei que libera o jogo no Brasil.

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 Renan Calheiros e o ex-deputado Henrique Alves disputam um cabo de guerra para indicar o novo ministro do Turismo. O primeiro trabalha junto a Michel Temer pela nomeação do deputado Marx Beltrão; o segundo, pelo ex-presidente da Embratur, Vinicius Lummertz.

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14.09.16
ED. 5454

Ministério do Turismo desperdiça o legado olímpico

 Justo no momento em que o Brasil deveria surfar na onda olímpica para impulsionar o fluxo de visitantes estrangeiros, a Pasta do Turismo é um ponto cego na Esplanada dos Ministérios. Desde que Michel Temer assumiu interinamente a presidência, em maio, a área está acéfala: Alberto Alves ocupa o cargo de ministro interinamente. A indefinição política combinada aos graves problemas de orçamento têm afetado os principais projetos do Ministério. Os Jogos Olímpicos passaram e a Embratur não sabe se terá verba para viabilizar uma campanha de marketing no exterior com o objetivo de capitalizar o sucesso do evento. Até o momento, segundo o RR apurou, não há qualquer movimentação para o lançamento da concorrência e consequente contratação da agência responsável pela ação publicitária. A esquerda tem sido mais bem sucedida em vender o discurso do golpe no exterior do que o governo em propagandear as atrações turísticas do Brasil.  A participação em feiras e congressos internacionais, fundamental para o setor hoteleiro, também está sob risco. No ano passado, a estatal marcou presença em 15 eventos. Neste ano, o número não chegará a dez. Além disso, para alguns deles, a Embratur tem enviado apenas um funcionário, contra uma média de cinco no ano passado. Consultada pelo RR, a empresa confirmou “que as restrições orçamentárias impedem a execução de projetos de promoção turística no exterior”. A empresa informou ainda que está em tratativas com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) em busca de apoio para realizar uma “campanha consistente nos principais centros emissores de turistas”.  Em 2015, o orçamento da estatal para o Programa de Promoção Internacional ficou em US$ 17 milhões. Não deu nem para a saída. A comparação com outros países da América Latina, competidores diretos do Brasil na busca por turistas, chega a ser uma covardia. No ano passado, o México gastou mais de US$ 470 milhões para propagandear suas atrações no exterior. Colômbia e Equador, por sua vez, desembolsaram algo em torno de US$ 100 milhões cada um. Já a Argentina investiu US$ 57 milhões. Vá lá que o governo Michel Temer tenha outras prioridades, mas cada ponto percentual de queda na indústria do turismo significa uma perda de aproximadamente R$ 2 bilhões.

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