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19.02.19
ED. 6058

O novo “dono” do Meio Ambiente

O Ministério do Meio Ambiente vai perder um braço. O Palácio do Planalto pretende concentrar na Secretaria de Governo, comandada pelo general Carlos Alberto dos Santos Cruz, a gestão do impacto ambiental dos empreendimentos do PPI. Até mesmo as audiências públicas sobre o assunto passarão para sua alçada. É mais uma medida com o objetivo de acelerar a licitação de projetos da área de infraestrutura.

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 No xadrez político idealizado por Michel Temer para 2017, Rodrigo Maia seguirá para a Esplanada dos Ministérios ao fim do seu mandato na presidência da Câmara, em janeiro. Sem poder concorrer à reeleição, Maia assumiria a Pasta do Meio Ambiente. O atual ministro, Sarney Filho, está desgastado depois das seguidas campanhas contra a construção de hidrelétricas na Amazônia.

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 O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, já é visto dentro do governo federal como um obstáculo à construção de novas hidrelétricas na Amazônia. Embalado pela vitória sobre a usina de São Luiz do Tapajós, que teve a licença ambiental arquivada, o ministro já se prepara para o segundo round. Pretende inviabilizar a construção de Jatobá, também no rio Tapajós, com 2,3 mil megawatts. O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, com o apoio de Eliseu Padilha, da Casa Civil, tem feito uma campanha no Planalto para que Sarney seja enquadrado.

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