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03.05.21

Aviso aos navegantes

O Ministério do Meio Ambiente de Ricardo Salles, às vezes, tem utilidade. A Pasta deverá emitir, em breve, alerta às empresas que utilizam hidrovias para que antecipem embarques, notadamente de grãos. Há previsão de uma estiagem rigorosa nas regiões Centro-Oeste e Norte, de maio a dezembro, o que pode gerar problemas de navegabilidade em diversos rios.

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24.02.21

Os pais adotivos da Amazônia

O nome da Natura circula no Ministério do Meio Ambiente como uma das próximas empresas a aderir ao “Adote um Parque”. Trata-se do programa criado pelo governo para o patrocínio privado a áreas de preservação ambiental da Amazônia. O Carrefour foi a primeira companhia a se engajar na iniciativa. Os franceses vão investir cerca de R$ 4 milhões ao ano.

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13.01.21

A floresta é um detalhe

O Ministério do Meio Ambiente requisitou ao Serviço Florestal Brasileiro, órgão vinculado à Pasta da Agricultura, um estudo técnico para balizar a implantação de projetos de geração, notadamente termelétricas, na Floresta Nacional de Altamira (PA). O trabalho será feito em parceria com a consultoria Iindra. Por ora, segundo o RR apurou, ainda não há qualquer investimento firmado para a região. A ópera do potencial desmatamento está sendo regida por Ricardo Salles. Trata-se de mais uma iniciativa com a assinatura do governo Bolsonaro que tem tudo para provocar a ira de ambientalistas e piorar a imagem do Brasil junto ao mundo. No edital de concessão da área de 350 mil hectares para o setor privado, em 2014, não constava tal possibilidade. E daí?

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30.10.20

O burlesco tiroteio entre o general Ramos e Salles

O conflito entre os ministros da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e o do Meio Ambiente, Ricardo Salles, constituiu uma verdadeira ópera bufa no andar de cima do governo. De um lado, a ala militar; do outro, o segmento ideológico. O enredo burlesco envolveria uma orientação de Jair Bolsonaro para que seu secretário iniciasse o processo de fritura do titular do Meio Ambiente. Dependendo do andar da carruagem, o próprio Ramos assumiria o Ministério do Meio Ambiente, que ganhou um status institucional bem superior ao dos primeiros meses de Ricardo Salles à frente da Pasta.

Não seria por outro motivo que os prestigiosos nomes do vice-presidente, general Hamilton Mourão, e da ministra da Agricultura, Teresa Cristina, vêm sendo cogitados para o cargo, ambos com acúmulo de funções. Salles reagiu com a fúria de quem não teme o Exército e tem o apoio do Centrão e de Eduardo Bolsonaro – arquiduque da família imperial de Olavo de Carvalho. Chamou o general de “banana de pijama” e “Maria Fofoca”. Pois bem, foi o mesmo Jair Bolsonaro, “autor” da ordem a Ramos para que flambasse Salles, que atuou como mediador entre o general e o ministro do Meio Ambiente.

Levou-os para um almoço conjunto na base da Força Aérea Brasileira (FAB), onde trocaram salamaleques. Salles saiu da base aérea prometendo que ele e o secretário de Governo conversariam depois, mas teria dito aos seus colaboradores que se “Ramos quisesse terçar armas, veria quem tinha pólvora para vender”. A alusão foi feita em relação às citações de que Ramos é grande amigo de Bolsonaro há quase um quinquênio. Amigo, coisa nenhuma. Mas vento que venta lá, venta cá.

No Palácio do Planalto, Salles é chamado pelo grupo dos generais Braga Neto e Augusto Heleno, além, é claro, de Ramos, de “espiga de milho” ou “cara de pamonha”. A comédia chegou a uma temperatura mais alta, envolvendo o comandante do Exército, general Edson Pujol. Denúncias cruzadas, segundo fontes ligadas aos dois ministros, responsabilizaram Salles e Ramos pelo vazamento da notícia de que o secretário de Governo substituiria Pujol. De todo esse dramma bernesco, parece ter um único fundo de verdade: a compreensão, na alta esfera de governo, de que a pasta do Meio Ambiente ficou maior do que o chapéu de Ricardo Salles. O resto é fofoca, baixaria e desrespeito.

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21.07.20

Troca de guarda

O nome do presidente do ICMBio, Homero de Giorge Cerqueira, ex-comandante da Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo,
circula no Palácio do Planalto como candidato ao lugar de Ricardo Salles no Ministério do Meio Ambiente.

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Sem alarde, o Palácio do Planalto já começa a buscar nomes para o Ministério do Meio Ambiente. O pedido de afastamento de Ricardo Salles do cargo por improbidade administrativa, feito pelo Ministério Público Federal, era a peça que faltava para selar o destino do ministro.

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07.07.20

Sem crédito na praça

No Ministério do Meio Ambiente, o documento assinado pelo chanceler Ernesto Araújo que será enviado a 29 fundos internacionais, com o compromisso do governo de reduzir o desmatamento na Amazônia, já ganhou um apelido: “cheque sem fundo”. Desce o pano.

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23.06.20

Há um “laranjal” na Reserva Chico Mendes

O Ministério do Meio Ambiente tem recebido denúncias de que pecuaristas vêm bancando a permanência de aproximadamente 800 famílias instaladas irregularmente na Reserva Chico Mendes, no Acre. Algumas delas teriam conseguido, inclusive, “comprar” lotes na região, o que é proibido. Essas famílias, que vivem do extrativismo vegetal, estariam sendo usadas pelos pecuaristas como biombo, para esconder o desmatamento de áreas de proteção ambiental, ilegalmente transformadas em pasto. ONGs da área ambiental cobram do ministro Ricardo Salles – aquele que deixa passar a “boiada” – uma solução para o problema.

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28.02.20

O novo patamar do coronavírus

Termômetro

O tema central dos próximos dias será, inevitavelmente, o coronavírus. O Ministério da Saúde, que vem ganhando pontos por comunicação transparente e antecipação de medidas, terá que sustentar resposta em novo patamar, com a multiplicação de casos sob análise, o avanço do temor de contágio no Brasil e as especulações crescentes – incluindo aí a disseminação de fake News – sobre o tema.

Estará em jogo a capacidade de diagnóstico, o apoio aos estados, o fornecimento de material e a comunicação junto à população, de forma a evitar clima de pânico.

Igualmente forte será o impacto sobre o noticiário – e as autoridades – da área econômica. Vão se ampliar os questionamentos e estimativas sobre o efeito da disseminação global do vírus e de sua chegada ao Brasil no crescimento do PIB. Haverá novas medidas de estímulo à economia? O Banco Central vai alterar a política para lidar com a alta do dólar? Mudará o timing das reformas, como espécie de “antídoto” para preocupações do mercado e maneira de estimular investimentos?

Por fim, crescerão análises sobre possibilidade real de retração econômica nos EUA e na Europa, e seus efeitos para o Brasil.

Manifestação e crise com o Congresso

Vão ganhar corpo amanhã negociações de bastidores, envolvendo o presidente e lideranças do Congresso, para tentar pacificar o ambiente de forte conflito institucional.

Há expectativa de alguma sinalização do presidente Bolsonaro em direção a Alcolumbre, Maia e ao STF, que teria como contrapartida negociações sobre o Orçamento, ampliando margem de manobra do governo federal.

Essa linha pode incluir ação do núcleo presidencial para diminuir a temperatura de manifestações previstas para o dia 15 de março. Mas está longe de ser uma certeza.

Ao mesmo tempo, a leitura de qualquer acordo tende a ser muito delicada. Imagem de que o Congresso foi “emparedado” pelo presidente teria repercussão muito negativa na mídia, alimentando percepção de autoritarismo e riscos aos pesos e contrapesos democráticos.

O Ceará e o embate com governadores

Ainda em relação a embates institucionais, aumentará amanhã a tensão entre Bolsonaro e governadores, capitaneados pelo Ceará. Renovação de decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no estado por 10 dias foi definida hoje, mas com reticências do presidente, o que alimentará imagem de que apoia – ou ao menos tende a tolerar, por razões políticas – ações de policiais em greve.

As pautas negativas na área ambiental

Demissão de autoridades do Ministério do Meio Ambiente, ligadas ao combate às mudanças climáticas, relançará críticas ao ministro Salles. Estará em pauta a possibilidade de perda de investimentos e consequências para o comércio exterior – em momento no qual o coronavírus já afeta o setor – e o desmonte de estrutura técnica da Pasta.

Paralelamente, a área ambiental sofrerá questionamentos em função de vazamento em navio carregado de minério, na costa do Maranhão.

As primárias nos EUA

Primárias do Partido Democrata, na Carolina do Sul, anteciparão tendências da Superterça. A grande questão será quem ganhará cacife para se tornar opção de centro ao hoje favorito Bernie Sanders.

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27.01.20

A vez do Cerrado

O Ministério do Meio Ambiente tem a informação de que ONGs internacionais, com o apoio de governos centrais, preparam uma campanha para alardear os números do desmatamento do Cerrado brasileiro. Ainda que a área devastada tenha caído um tiquinho em 2019 – recuo de 2% em relação ao ano anterior –, um número deverá ser bastante explorado: mais de 80% da região são propriedades privadas, a maioria de produtores de soja. É um dos principais argumentos de ONGs e redes varejistas para pressionar grandes tradings internacionais a assinar a moratória do Cerrado, comprometendo-se a não comprar grãos de áreas desmatadas.

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