fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
21.05.20

Rio 40 graus e com dores no corpo

No Complexo do Alemão, o Ministério da Saúde atende pelo nome de Comando Vermelho. Segundo informações obtidas pela Inteligência da segurança pública no Rio, a facção tem distribuído máscaras, álcool gel e até mesmo ajudado moradores doentes a se descolarem aos hospitais. O Complexo abriga mais de 80 mil cariocas, que conhecem o Estado apenas de raspão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.05.20

Mais lenha no caldeirão federativo

Prefeitos de capitais – notadamente Bruno Covas, de São Paulo, e Alexandre Kalil, de Belo Horizonte – têm subido o tom nas cobrança ao governo federal. A maioria dos grandes municípios do país alega que não está recebendo a ajuda de R$ 1,6 mil por leito de CTI prometida pelo Ministério da Saúde. As prefeituras vêm cobrindo os custos quase que integralmente com orçamento próprio e parcerias com grupos privados.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.05.20

Prazo sob risco

Dificuldades na importação de peças e equipamentos ameaçam a meta do Ministério da Saúde de contar com 14 mil respiradores fabricados no Brasil até o fim de julho.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Independentemente do nome do novo ministro, o general Oswaldo Ferreira deve ser o próximo militar a desembarcar na Pasta da Saúde. O general Ferreira carrega a experiência de comandar a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), estatal que administra 40 hospitais universitários federais em todo o país.

Uma pequena amostra do jeito Bolsonaro de encarar a pandemia: na última quinta-feira, o presidente convocou às pressas um grupos de ministros e políticos da base aliada para fazer um “bate e volta” ao município de Floriano (PI), que liberou o uso da cloroquina para o tratamento da Covid-19. No espaço de não mais do que duas horas, o Palácio do Planalto confirmou e cancelou a viagem duas vezes. Mas não em definitivo. Bolsonaro ainda pretende visitar a “cidade-padrão” da saúde brasileira nesta semana.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.05.20

Buzinaço

As grandes empresas de ônibus do país pressionam o governo pela liberação gradativa das viagens interestaduais. O setor encaminhou aos Ministérios da Saúde e da Infraestrutura um plano de saída da quarentena a ser implementado em todo o Brasil. A principal medida seria a venda de poltronas alternadas, para evitar que passageiros viajassem muito próximos uns aos outros.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.05.20

Saúde é a gota d ́água no copo cheio de Bolsonaro

A última sexta-feira foi o dia D da conspiração. Segundo o RR apurou em conversas reservadas, a demissão de Nelson Teich e todo o contexto que cercou sua saída do governo foram tratados pelos principais atores institucionais como o estouro da panela da pressão. Quando “todo o país” – palavras de um líder partidário – critica, indignado, o presidente, é um sinal de que algo está para acontecer.” Foi um dia de gritos e sussurros. A leitura é que o próprio Jair Bolsonaro está criando as condições para algum tipo de conflagração social e política – risco abordado pela newsletter na edição de 22 de abril (“Até quando a democracia resiste à estupidez?”).

Nas palavras de um senador, “alguma trava de contenção terá de ser acionada”. A saída de Teich foi um tiro no pé do governo Bolsonaro. Ela repercutiu muito mal junto ao próprio bloco de seguidores do presidente, sob certo aspecto gerando uma reação que nem mesmo as demissões de Luiz Henrique Mandetta e de Sergio Moro provocaram. Bolsonaristas de farda e civis discordaram da fritura de Teich, sobretudo pela alta dose de irresponsabilidade que envolve todo o processo. Se alguém ainda tinha alguma dúvida a respeito do comportamento de Bolsonaro, este episódio é um exemplo didático de que o presidente é incontrolável em seus desvarios. Trata-se do segundo ministro da Saúde que deixa o cargo em menos de um mês, em meio à pandemia, por conta das idiossincrasias de Bolsonaro.

De antemão, a segunda substituição já queimou a terceira: quem quer que entre no Ministério da Saúde já chegará desqualificado, previamente desmentido pelo presidente da República em assuntos científicos. Jair Bolsonaro terá de demonstrar um talento ainda maior para amainar o impacto da demissão de Teich e consequentemente conter o aumento da temperatura institucional. Até o momento, Bolsonaro tem sido razoavelmente bem sucedido na sua estratégia de atropelar, passar por cima, criar fatos e lançar mão de declarações que, por mais estapafúrdias que possam soar, são habitualmente reinterpretadas de forma positiva pelos seus.

Ocorre que, desta vez, até mesmos suas hostes sentiram o golpe, o que, inclusive, faz crescer a expectativa em torno da próxima pesquisa de popularidade. Há mais do que motivos para que as sondagens sejam antecipadas. Até porque, na atual circunstância, essa medição ganha ainda mais importância. O termômetro da aprovação ou – neste caso – da reprovação de Bolsonaro pode ser determinante para eventuais decisões e movimentos no tabuleiro da República.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Os desatinos de Jair Bolsonaro ameaçam provocar um desmonte no competente corpo técnico do Ministério da Saúde. Na última sexta-feira, em meio à demissão de Nelson Teich, o RH da Pasta registrou um movimento acima do usual. Segundo fonte da Pasta, mais de duas dezenas de servidores contataram o setor interessados em obter informações sobre licença-prêmio ou transferência para organismos internacionais da área de Saúde no exterior.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.05.20

Será o Remdesivir a “cloroquina” da vez no Ministério da Saúde?

O Ministério da Saúde está debruçado sobre medidas para iniciar a produção, no Brasil, do Remdesivir, medicamento que vem sendo usado nos Estados Unidos para o tratamento dos efeitos do coronavírus em pacientes mais graves. Como tudo referente à crise sanitária, depende do medicamento cair ou não nas graças do Dr. Jair Bolsonaro, a exemplo da cloroquina. De toda a forma, a área técnica do Ministério da Saúde defende que a Anvisa e o INPI aprovem as licenças necessárias com celeridade.

Segundo fonte da Pasta, a meta é iniciar a produção o mais rapidamente possível. Bom seria que fosse desde já. Procurado, o Ministério da Saúde confirmou que o “o antiviral Remdesivir está entre os medicamentos que têm sua eficácia estudada no combate ao coronavírus”. Consultado especificamente sobre as gestões envolvendo INPI e Anvisa, o Ministério não se pronunciou.

Desenvolvido originalmente para o tratamento da zika, da febre amarela e da parainfluenza tipo 3, o Remdesivir é um bom exemplo dos efeitos colaterais provocados pelo vírus da burocracia no Brasil. A norte-americana Gilead Sciences, fabricante do medicamento, já deu entrada em seis pedidos de patente no INPI, entre 2009 e 2016. Nenhum dos processos foi concluído até hoje. Dois estão em fase de exame clínico no Instituto. Três foram enviados à Anvisa para anuência prévia. O último pedido sequer teve sua admissibilidade aprovada pelo INPI. Quem sabe agora esse comprimido sai do frasco.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.05.20

Conflito com o STF e os governadores; Guedes ainda na corda bamba

Termômetro

INSTITUCIONAL

Conflito com o STF e os governadores; Guedes ainda na corda bamba

O Presidente Bolsonaro, ainda que busque aparências mais institucionais, aprofundará o conflito com o STF e os estados, nos próximos dias, ao mesmo tempo em que abrirá crescente espaço no governo para o Centrão e para os militares.

Será sua única alternativa diante do crescimento vertiginoso do impacto tanto econômico quanto de saúde pública do coronavírus, somado às investigações que o atingem. Nada aponta, no entanto, para a reabertura econômica “na marra”.

O presidente investirá na ampliação de serviços essenciais, mas não conseguirá reverter no Supremo a autonomia de estados – que já ensaiam lockdown, em alguns casos. E parece interessado em manter dubiedade no próprio governo federal, já que, apesar de suas movimentações, o ministério da saúde não caminha para nenhuma medida concreta de flexibilização no isolamento – pelo contrário, até o momento.

Em outro polo estratégico estará a posição do ministro Paulo Guedes. O presidente Bolsonaro, pelo alinhamento com o Centrão e a aproximação com ministro militares que defendem ampliação de investimentos públicos, terá dificuldade de manter apoio à linha do ministro da economia. A tendência é de que se ampliem, como tem ocorrido nas ultimas semanas, idas e vindas de Bolsonaro, ora enfraquecendo Guedes, ora o defendendo publicamente.

ECONOMIA

O desemprego nos EUA pode se aproximar da Grande Depressão

Serão divulgados amanhã os dados gerais para o emprego nos EUA em abril. Segundo previsões, os reflexos do coronavírus no mês serão devastadores, com a taxa de desemprego alcançando a faixa de 16%, próxima da Grande Depressão. Se confirmados, os números influenciarão o processo político eleitoral norte americano e tendem a alimentar as movimentações do presidente Trump visando acelerar a flexibilizarão do isolamento social.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.05.20

O silêncio de Teich

Governadores têm se queixado da dificuldade de manter contato com o ministro da Saúde, Nelson Teich. Alguns, segundo o RR apurou, chegam a esperar por até três dias pelo retorno de um mísero telefonema. A julgar pela superficialidade das informações
que Teich passou nos encontros virtuais com os governadores, talvez seja falta do que dizer.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.