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26.03.21

Vacina da Moderna pode ter reforço

O Ministério da Saúde teria aberto conversações com a Moderna para a aquisição de uma segunda remessa de vacinas, que seria entregue ainda neste ano. O Brasil já comprou um primeiro lote de 13 milhões de doses do imunizante do laboratório norte americano, com previsão de chegada a partir de julho.

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26.03.21

O vírus agradece

Mais uma conta de Eduardo Pazuello: o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, sofreu com a omissão do Ministério da Saúde. Nos últimos dias, fez reiterados pedidos à Pasta para a instalação de barreiras sanitárias na Ponte da Amizade, na fronteira do Paraguai. Sem conseguir resposta, a própria Prefeitura implantou bloqueios na divisa.

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25.03.21

Pagando o pato pelo coronavírus

Dentro do Palácio do Planalto, em determinado momento antes da nomeação de Marcelo Queiroga para o Ministério da Saúde, chegou-se a sugerir o nome do presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, para assumir a Pasta. A indicação teria forte efeito simbólico. Buscaria desanuviar o clima de tensão que Jair Bolsonaro criou com os institutos científicos, a vacina, a mídia etc. Mas, Bolsonaro reagiu energicamente contra.

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O senador Ciro Nogueira (PP-PI) liderou a artilharia contra a indicação de Ludhmila Hajjar para o Ministério da Saúde. De acordo com a fonte do RR, na última segunda-feira Nogueira disparou para Jair Bolsonaro vídeos em que a médica condenava a cloroquina e defendia o isolamento. Deu certo. No fim do dia, o senador ajudou a emplacar o médico Marcelo Queiroga no cargo.

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10.03.21

Vacina da discórdia

Segundo fonte do Ministério da Saúde, o anúncio da compra de vacinas da Pfizer foi motivo de desentendimento entre Jair Bolsonaro e o ministro Eduardo Pazuello. O vazamento da decisão da Pasta de adquirir o imunizante se deu antes que a medida fosse comunicada ao presidente.

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05.03.21

Cada um com suas prioridades

Segundo informações auscultadas pelo RR no Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro celebrou o “fracasso” da visita de oito governadores à fábrica da União Química na última terça-feira. Na sua tortuosa lógica, foi uma derrota política de seus adversários. Isso porque toda a primeira leva de 10 milhões de doses da Sputnik irá para o Ministério da Saúde. Por ora, nada para os estados.

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24.02.21

Privatização pode trazer sangue novo para a Hemobrás

O governo está decidido a privatizar a Hemobrás. Segundo o RR apurou, a fabricante de hemoderivados para o tratamento da hemofilia será incluída no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). O assunto, de acordo com a mesma fonte, já está na mesa da secretaria do PPI, Martha Seillier.

Teria sido, inclusive, um dos temas abordados na reunião especial que Martha teve ontem, às 15h, com representantes de diversas áreas do governo. A privatização é vista como a única solução viável para a Hemobrás, dada a incapacidade do governo de seguir fazendo transfusões financeiras na empresa. Criada em 2004, a estatal já consumiu cerca de R$ 1,5 bilhão em recursos públicos.

Mesmo assim, ainda não conseguiu concluir a construção do seu parque fabril de hemoderivados em Goiana (PE), um conjunto formado por 17 prédios. A privatização encontra resistências na área técnica do Ministério da Saúde. A Hemobrás é tida como estratégica para a distribuição de hemoderivados ao SUS. Nada que não possa ser resolvido com uma cláusula atrelando a compra da empresa a um contrato de fornecimento à rede pública. No limite, o governo pode até instituir uma golden share. Duro mesmo vai ser privatizar a Hemobrás nas atuais circunstâncias. Não bastasse a pandemia, as diatribes intervencionistas de Jair Bolsonaro alimentam a insegurança jurídica e esfriam o sangue de qualquer investidor.

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19.02.21

Enfim, mais médicos

O Ministério da Saúde vai retomar as contratações por meio do Programa Mais Médicos, paradas há quase um ano. Segundo o RR apurou, o edital deverá ser publicado na primeira quinzena de março. A prioridade será o deslocamento de médicos para a Região Norte, que enfrenta uma grave crise sanitária.

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Assessores de Eduardo Pazuello trabalharam dia e noite no fim de semana para levantar documentos, números e qualquer outra informação capaz de provar que o Ministério da Saúde agiu no tempo certo em Manaus. Pazuello sabe que toda a munição será pouca para enfrentar a oposição no Senado, amanhã.

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25.01.21

Governo reluta em dividir vacinação com empresas

Um grupo de grandes empresários que representa parcela relevante do PIB e se reuniu recentemente com Jair Bolsonaro propôs a criação de uma frente ampla de vacinação contra a Covid-19. Eles se ofereceram para importar e aplicar o imunizante em seus funcionários. Para além da saúde pública, trata-se de uma ideia que tangencia a questão fiscal. A redução dos custos com a vacinação permitiria ao governo mitigar os gastos públicos, liberando recursos, por exemplo, para uma nova rodada de auxílio emergencial ou para o Programa de Manutenção do Emprego e da Renda.

O governo, no entanto, resiste à proposta. Entre e uma e outra de suas baboseiras, Jair Bolsonaro já afirmou que a vacinação é de controle absoluto da União. No último dia 14, após reunião com cerca de 50 dirigentes empresariais e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, o ministro da Casa Civil, general Braga Netto, corroborou a posição de Bolsonaro. Ocorre que, de lá para cá, o cenário mudou. E para muito pior. O governo tem sido massacrado pela dificuldade de importar matéria-prima da China e da Índia. Até agora, mesmo com a animação das primeiras aplicações, a única expectativa em relação à logística de vacinação é que ela atrase ou sofra transtornos no seu processo.

A proposta de compartilhar a responsabilidade com o empresariado, segundo o RR apurou, divide o corpo técnico do Ministério da Saúde. Na Pasta, há quem tema que o governo perca o controle sobre a circulação dos imunizantes no país e que a “privatização” das vacinas possa criar privilégios: quem tem mais dinheiro vacinaria mais e com maior velocidade seus funcionários. No entanto, outra corrente da Pasta defende que a entrada em cena das empresas seria uma maneira de cobrir os gaps do próprio governo e acelerar a imunização. Procurado, o Ministério da Saúde não se pronunciou. A proposta, ressalte-se, está longe de ser uma jabuticaba. O México, por exemplo, já autorizou a iniciativa privada a importar vacinas para uso próprio. Além disso, esta já é uma prática adotada no Brasil para outras enfermidades. Há recorrentes campanhas de vacinação contra gripe comum em empresas.

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