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01.06.22

Estado de alerta 1

O Ministério da Saúde vai emitir um alerta para as secretarias estaduais do Amazonas e Roraima. A área técnica da Pasta teme uma escalada de casos da ômicron 2 nesses estados por conta de refugiados venezuelanos. Boa parte da população do país vizinho não completou as três doses contra a Covid.

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O Ministério da Saúde discute a instalação de barreiras sanitárias no Acre, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados limítrofes à Bolívia. Há registros de casos suspeitos de varíola de macacos no país vizinho.

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Ex-diretor da Codevasf, Davidson Tolentino está cotado para um cargo no Ministério do Desenvolvimento Regional. Línguas ferinas em Brasília dizem que é a recompensa de Ciro Nogueira pelo silêncio de Tolentino, citado em investigações da PF por supostas irregularidades no Ministério da Saúde.

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17.05.22

Homem de confiança

O ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, já teria sido convocado por Tarcisio Freitas para integrar seu staff de campanha. Bastante ligado a Freitas, Cruz deixou a Pasta da Saúde após desentendimentos com o ministro Marcelo Queiroga -atritos esses antecipados pelos RR na edição de 27 de abril.

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04.05.22

Transferência hospitalar

O governo do Rio abriu tratativas com o Ministério da Saúde para assumir a gestão do Hospital Federal da Lagoa. Recente auditoria na unidade, conduzida pelo TCU, apontou uma série de enfermidades administrativas, como a falta de servidores, mau aproveitamento das salas de cirurgias e taxa elevada de cancelamento de operações (cerca de 20% contra a média nacional de 8%).

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02.05.22

Uma dor de cabeça a mais para o Ministério da Saúde

Vacina contra a Covid não falta mais. Agora, o problema na saúde pública é outro: a escassez de dipirona monoidratada injetável, um dos medicamentos mais utilizados em internações hospitalares. O Ministério da Saúde e o Ministério da Justiça, mais precisamente a Secretaria Nacional do Consumidor, estão atuando conjuntamente na tentativa de solucionar o desabastecimento do analgésico e antitérmico nos hospitais da rede pública. As duas Pastas têm feito gestões junto ao laboratório goiano Teuto, considerado a “cepa” causadora dessa enfermidade. Responsável por quase 50% da produção brasileira de dipirona monoidratada, a empresa interrompeu a fabricação do medicamento.

Em contato com a newsletter, o laboratório confirmou que “já foi iniciado o processo de suspensão da fabricação da dipirona por tempo indeterminado”. O Teuto joga o problema para cima da conjuntura e do próprio governo, mais precisamente a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão inter-ministerial. A empresa afirma que “a decisão foi tomada infelizmente, devido aos custos dos insumos produtivos terem aumentado de sobremaneira, que inviabilizou a manutenção de sua fabricação e comercialização pelo preço homologado pela CMED”. No Ministério da Saúde, o receio é que, ao contrário do que diz o Teuto, o tempo de interrupção esteja, sim, determinado e seja definitivo.

Segundo o RR apurou, a Secretaria Nacional do Consumidor já cogita, inclusive, a hipótese de sanções ao laboratório caso as tratativas para a retomada da produção sejam infrutíferas. Também consultados, os Ministérios da Saúde e da Justiça não se pronunciaram. O episódio é um exemplo da fragilidade do Brasil na produção de insumos na área médica. O país fabrica apenas 5% da matéria-primária necessária para atender a toda a indústria farmacêutica nacional. Ou seja: o setor é quase que inteiramente dependente de importações. No caso específico da dipirona monoidratada injetável, existe apenas mais um único fabricante, a Santisa, sem condição de atender o mercado e tapar de uma hora para a outra o buraco deixado pelo Teuto.

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O PP, mais especificamente o deputado Aguinaldo Ribeiro, está trabalhando para recolocar o apadrinhado Tiago Queiroz no governo. O novo alvo seria uma secretaria no Ministério da Infraestrutura. Queiroz deixou a Secretaria Nacional de Mobilidade do Desenvolvimento Regional em outubro do ano passado. Ele é investigado na Operação Pés de Barro, da PF, que apura supostas irregularidades no Ministério da Saúde ainda no governo Temer.

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27.04.22

Uma relação pouco saudável

O que se diz nos corredores do Ministério da Saúde é que a decretação do fim do estado de emergência da pandemia teria acicatado ainda mais as relações entre o ministro Marcelo Queiroga e o secretário executivo da Pasta, Rodrigo Cruz. Não é a  primeira divergência entre ambos. A diferença é que nas vezes anteriores, Cruz estava razoavelmente blindado pela presença no governo de Tarcisio Freitas, a quem é ligado.

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O general Eduardo Pazuello e o coronel Elcio Franco são mesmo inseparáveis. Ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, Franco tem acompanhado Pazuello em reuniões políticas para a elaboração do plano de governo de Jair Bolsonaro.

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31.03.22

Queda de braço na saúde

As despesas do SUS com o atendimento de refugiados venezuelanos seguem causando atrito entre o Ministério da Saúde e o governo de Roraima. O STF determinou que a União deve ressarcir a Secretaria Estadual de Saúde, cobrindo metade dos gastos. No entanto, o Ministério ainda não repassou os valores – em torno de R$ 70 milhões referentes a 2021. Nos bastidores, o governo federal questiona o volume de despesas apresentadas pelo estado.

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