fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
18.09.20

Privatização à vista

O Ministério da Infraestrutura, segundo o RR apurou, vai apresentar na próxima segunda-feira o modelo de privatização da Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo), desenhado pelo BNDES. Espera-se que não se repitam os contratempos do último dia 10, quando a Pasta reuniu uma seleta plateia de autoridades para discutir a proposta de desestatização dos Portos de Santos e de São Sebastião. O encontro estava marcado para às 17 horas, mas os representantes do Ministério da Economia, BNDES, Tribunal de Contas da União, Controladoria Geral da União e Antaq tomaram um chá de cadeira de mais de duas horas até o início da apresentação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Desde março, o Ministério da Infraestrutura não tem publicado as atas das reuniões do Conselho do Fundo da Marinha Mercante (FMM). Os documentos costumam ser uma bússola para o setor de construção naval: contêm a relação dos projetos aprovados, assim  como dos pedidos de financiamento descartados e as causas da recusa. Procurado, o Ministério informa que Seu site “está passando por migração e alguns dados e informações ainda não foram baixados totalmente.” A Pasta diz que “está intensificando os esforços para que os serviços sejam retomados o quanto antes, inclusive a publicação dos documentos referentes ao Fundo.” Menos mal.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O Ministério da Infraestrutura deverá encaminhar o projeto de relicitação da Nova Dutra ao TCU até a próxima semana. Dada a complexidade do processo, é pouco provável que o Tribunal analise a operação até o fim do ano, como tanto quer o ministro Tarcísio Freitas.

Em tempo: a Arteris teria sinalizado ao governo o interesse de participar do novo leilão da Nova Dutra.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.08.20

Mil e uma noites

As primeiras conversas entre o Ministério da Infraestrutura e representantes do Fundo Soberano da Arábia Saudita em torno do projeto da Ferrogrão não foram das mais empolgantes. Os árabes querem garantias de contratação da ferrovia por grandes tradings agrícolas e produtores rurais por meio de acordos de longo prazo. Além disso, o fundo soberano árabe considera que o valor do empreendimento, cerca de US$ 1,5 bilhão para 933 quilômetros de trilhos, precisa ser ajustado para baixo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, parece ter encontrado uma solução para manter empresas sem função e, em alguns casos, sob risco de extinção. Freitas pretende transformar a Infraero em um lócus para a formatação de estudos e projetos para o setor
aeroportuário. Seria o mesmo modelo que está sendo aplicado na Valec e na Empresa de Planejamento Logístico (EPL).

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A China Communications Construction Company (CCCC) já apresentou ao Ministério da Infraestrutura garantias firmes de bancos chineses para a construção da Ferrogrão, orçada em R$ 8,5 bilhões. O ministro Tarcisio Freitas pretende licitar a ferrovia em 2021. Esse trem se arrasta desde o governo Dilma.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.07.20

“Hidrovia do Mercosul” começa a sair do papel

Em meio à guerra fria entre Jair Bolsonaro e o presidente argentino, Alberto Fernández, um projeto logístico de razoável envergadura começa a ganhar corpo no Mercosul. Trata-se da construção de uma hidrovia tripartite, interligando Brasil, Argentina e Uruguai, acusto de US$ 600 milhões. Segundo o RR apurou, as primeiras reuniões virtuais para tratar do projeto deverão ser realizadas ainda neste mês, por iniciativa do presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou. Do lado brasileiro, os estudos ficarão a cargo do Ministério da Infraestrutura. A Pasta vislumbra a hipótese de grupos do agronegócio participarem do projeto. O empreendimento, de 500 km, percorreria parte do Rio Uruguai, passando pelas cidades de Salto (Uruguai) e Concórdia (Argentina) até chegar ao Porto de Rio Grande, por meio de afluentes. A hidrovia ajudaria a desobstruir a saturada malha rodoviária na região, abrindo uma importante alternativa para o fluxo de exportações e importações entre os três países. Projeções preliminares indicam uma redução expressiva dos
custos logísticos especialmente para o transporte de soja, trigo, cevada, fertilizantes e tabaco.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.07.20

Venda casada

O Ministério da Infraestrutura estuda montar pacotes para relicitar as concessões rodoviárias que estão sendo devolvidas à União. Cada uma delas seria leiloada junto a um ativo de maior apelo, como, por exemplo, a Dutra ou as BR-364 e 365. Ou seja: para cada filé mignon, o comprador teria de levar uma carne de segunda. As contrapartidas para o vencedor do leilão seriam a permissão para a cobrança de um pedágio mais alto e a flexibilização dos investimentos a serem realizados. Nesse grupo de ativos prestes a serem devolvidos constam a BR-040, BR-163, BR-262 e a Autopista Fluminense Litoral Norte. Em tempo: tudo isso vale apenas para 2021. Neste ano, o Ministério da Infraestrutura não vai conseguir licitar nem um quilômetro de asfalto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.06.20

Rodovias sem saí

Estão avançadas as negociações entre a Triunfo e o Ministério da Infraestrutura para a devolução do lote de concessões que engloba
as rodovias BR-060/153/262. E Tarcisio Freitas que se vire para relicitar tudo novamente…

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.06.20

Mil e uma noites

Em meio à pandemia, um rara boa notícia que circula no Ministério da Infraestrutura: o Mubadala, fundo soberano de Abu Dhabi, estaria montando um novo fundo para a América Latina, com foco nas privatizações de aeroportos e rodovias no Brasil – empurradas pelo coronavírus para 2021. Na última captação para a região, os árabes amealharam US$ 1 bilhão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.