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Segundo informações filtradas do Ministério da Infraestrutura, a Zurich Airport pretende disputar a concessão do Aeroporto de Natal. O grupo suíço já administra os terminais de Vitória e Florianópolis.

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Nos corredores do Ministério da Infraestrutura circula a informação de que Diogo Piloni, que deixou recentemente a Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, está com um pé no setor privado. Seu destino seria a Rumo Logística, onde, por sinal, já está Guilherme Penin, ex-ministro da Secretaria Especial de Portos no governo Dilma.

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De primeira: a Tocumen S.A, dona do aeroporto da Cidade do Panamá, sinalizou ao Ministério da Infraestrutura o interesse em entrar no Brasil, disputando os próximos leilões do setor.

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A FTC, operadora da Ferrovia Tereza Cristina, em Santa Catarina, já estaria negociando com o Ministério da Infraestrutura a renovação antecipada da concessão. Quer pegar carona na brecha aberta pelo TCU, que autorizou a
prorrogação do contrato da MRS Logística, quatro anos antes do prazo previsto.

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O Ministério da Infraestrutura prepara o envio de uma comitiva à China com o objetivo de “vender” o programa de concessões ferroviárias do governo. Na agenda, conversas com representantes de grupos como China Railway e China Communications Construction Company (CCCC).

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A Abu Dhabi Airports Company, grande operadora dos Emirados Árabes, sinalizou ao Ministério da Infraestrutura interesse em participar da próxima rodada de concessões do setor.

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19.05.22

Ferroeste desponta como o hub ferroviário do Mercosul

O que pode vir a ser um dos grandes projetos logísticos do Mercosul começa a ganhar corpo a partir do Paraná. O governo do estado planeja transformar a Nova Ferroeste em um importante corredor para o agronegócio com ramificações em todos os estados da Região Sul e em países vizinhos. Autoridades locais vêm mantendo conversações com entidades agrícolas gaúchas para estender o traçado da ferrovia a regiões produtoras de grãos do Rio Grande do Sul.

Há estudos também para a construção de ramais até Santa Catarina, Argentina e Paraguai. Com a ampliação, a malha de trilhos da Nova Ferroeste poderá chegar a até dois mil quilômetros, contra os 1,3 mil estimados originalmente. O upgrade também significaria um salto expressivo no valor total do projeto, inicialmente orçado em R$ 30 bilhões. A teia ferroviária daria uma nova saída logística não apenas para todo o sul do país, mas para o agronegócio argentino e paraguaio, permitindo o escoamento de grãos de todas essas regiões pelo Porto de Paranaguá.

Com isso, a expectativa no governo do Paraná é que o empreendimento atraia não somente importantes operadores ferroviários, mas grandes grupos do agronegócio. Nesse caso, a Nova Ferroeste trafegaria na contramão das ferrovias que o Ministério da Infraestrutura tenta colocar em pé sob o regime de autorização. A maior parte dos projetos corre o risco de ficar no papel dada a fragilidade financeira dos investidores habilitados – ver RR edição de 22 de abril.

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17.05.22

Retorno à vista?

Emissários da espanhola OHLA têm mantido tratativas com autoridades do Ministério da Infraestrutura. O grupo já sinalizou interesse em participar das próximas rodadas de concessões rodoviárias. Seria um retorno ao Brasil: ainda com o nome de OHL, a companhia chegou a ter uma carteira com mais de três mil quilômetros de estradas no país. Vendeu tudo em 2013.

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11.05.22

Mapa da mina

O Ministério da Infraestrutura e a Antaq estudam autorizar a instalação de um terminal privado de minério de ferro no Porto de Suape (PE). Há duas mineradoras da região interessadas no projeto.

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11.05.22

Um dormente a menos na Ferrogrão

O acordo entre a Rumo Logística, de Rubens Ometto, e o governo do Mato Grosso para a construção da ferrovia Olacyr de Moraes calou fundo no Ministério da Infraestrutura. O projeto cria um concorrente para a Ferrogrão e, consequentemente,  reduz a atratividade pelo empreendimento. No Ministério, já se fala em ajustes no traçado da linha férrea para reduzir os custos, estimados em mais de R$ 20 bilhões. Ou seja: vai ser difícil, muito difícil, o leilão da Ferrogrão sair do papel.

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