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Quando diz que vai romper com o governo se Abraham Weintraub for demitido do Ministério da Educação, o empresário Otavio Fakhoury está dublando Olavo de Carvalho. Fakhoury é um dos acusados pelo STF de financiar a rede de fake news comandada pelo “gabinete do ódio”.

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17.06.20

Sem ressentimentos

Abraham Weintraub “mandetizou”. A exemplo do ex-ministro da Saúde, não vai pedir demissão. Está fazendo de tudo para deixar claro que sua iminente saída do Ministério da Educação se dará por decisão de Jair Bolsonaro. Mas, Weintraub continua sendo um
membro das hostes bolsonaristas: o presidente procura um cargo para ele que não passe pelo Congresso, sobretudo pelo Senado.

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10.06.20

Weintraub reserva um mimo para o mestre Olavo

O filósofo Olavo de Carvalho, que vem choramingando nas redes sociais a falta de dinheiro para viver, ganhou um presentão do seu discípulo e ministro da Educação, Abraham Weintraub. Recebeu informalmente a “encomenda” de escrever um “livro didático” para os alunos do ensino médio da rede de escolas públicas. A fonte do RR é um “olavete”. Vindo de Olavo, a brochura tem tudo para ser uma cartilha de catequese, um opúsculo de formação política voltado a fazer a cabeça de jovens futuros extremo-direitistas.

O presente de Weintraub deverá render ao filósofo, por baixo, dezenas de milhares de reais. A unidade das publicações compradas pelo Ministério da Educação gira em torno de R$ 7,00, na média. Como a ordem de grandeza das aquisições chega à centena de milhares de unidades, Olavo vai fazer uma bolada. Os livros didáticos são de responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), mas quem os seleciona é o Ministério da Educação, o que já é meio caminho andado para a aprovação antecipada da obra do guru da Virgínia.

Olavo tem até outubro para escrever seu pequeno tratado doutrinário. Isso porque os livros chegam às escolas entre outubro do ano anterior ao atendimento e o início do ano letivo. O que chama a atenção nessa história é o esculacho que Olavo deu em Jair Bolsonaro nas redes sociais no último fim de semana, com direito a termos chulos a torto e a direito. Estranha-se o ataque do filósofo a Bolsonaro. Não combina com a prebenda que está por receber. Há versões para o episódio. Uma delas é que Weintraub tocou a “operação livro escolar” por contra própria. Outra é que as barbaridades ditas pelo filósofo foram combinadas com o clã Bolsonaro, através de Eduardo, com o objetivo de afastar a associação extrema de Olavo com a família.

Finalmente, é que palavrões e grosserias são parte do “novo normal”, do qual são adeptos incondicionais os Bolsonaro e seus asseclas. Quem assistiu à reunião ministerial do dia 22 de abril sabe bem o que significa isso. O RR fez seguidas tentativas de contato por e-mail com Olavo de Carvalho – a última delas, às 20h29 de ontem -, mas não obte- ve retorno até o fechamento desta edição. Consultado pela newsletter, o Ministério da Educação assegurou que a avaliação de livros didáticos não leva em consideração aspectos doutrinários.

A Pasta informou que esse processo observa “pluralismo de ideias e concepções pedagógicas”. Segundo o Ministério, a escolha “é realizada por meio de comissão técnica especializada nomeada pelo ministro da Educação”. Perguntado especificamente se o próprio ministro Abraham Weintraub tem participação direta nessa seleção, a Pasta não se pronunciou. O RR perguntou também se o Ministério veria algum problema em adotar como material didático um livro de autoria de Olavo de Carvalho. Sem mencionar o nome do autor, o MEC afirmou que “a avaliação realizada pelas equipes é feita de forma descaracterizada, sem identificação de aspectos como autoria ou a editora.”

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26.05.20

Padrão Weintraub

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, costuma ser uma das “estrelas” das reuniões ministeriais. Em um encontro anterior, no mês de março, fez um longo discurso enaltecendo a si mesmo e dizendo que é o único ministro que compra briga com a imprensa.

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15.05.20

Segunda chamada

O RR apurou que o Ministério da Educação já tem as novas datas para o caso de adiamento do Enem, sinalizado pelo próprio presidente Bolsonaro: os dois primeiros domingos de dezembro.

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20.02.20

Escolas cívico-militares em marcha lenta

A ode feita por Abraham Weintraub às escolas cívico-militares, na última segunda-feira, pode até ter cumprido seu objetivo primordial de sedução ao presidente Jair Bolsonaro. No entanto, o discurso de Weintraub não encontra eco em seu próprio trabalho. Até o momento, o Ministério da Educação ainda não escolheu as cidades que receberão os 54 colégios previstos na primeira fase do projeto. Por ora, estão definidos apenas os quinze estados, além do Distrito Federal, que já aderiram ao programa. Avanço mesmo só na parte que cabe ao Ministério da Defesa: a Pasta já recebeu as inscrições dos militares inativos que se cadastraram para trabalhar nas escolas. A contratação, no entanto, é de responsabilidade do Ministério de Weintraub.

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04.02.20

República dos factoides

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, quer contratar uma auditoria para investigar a “sabotagem” no Enem. Sempre tem quem caia nesses contos…

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07.01.20

Seis por meia dúzia

Sai Olavo de Carvalho e entra… Olavo de Carvalho. Eduardo Melo é um dos nomes mais cotados para o Ministério da Educação caso se confirme a demissão de Abraham Weintraub. Olavista de carteirinha, Melo serpenteia pela Pasta desde o início do governo Bolsonaro. Ocupou o cargo de secretário executivo adjunto, foi defenestrado na breve gestão de Ricardo Vélez e voltou pelas mãos do próprio Weintraub para comandar a TV Escola.

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Está prevista para amanhã o pagamento da quarta parcela do 13º do Bolsa Família, que será pago junto com o benefício de dezembro, conforme Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo calendário anunciado pelo governo no final do ano passado. Os pagamentos encerram no dia 23.

O Planalto está cauteloso em anunciar para os próximos dias a reformulação do Bolsa Família, o que deve acontecer nos próximos dias, já que o programa social tem alto potencial político e eleitoral.

 

Superfaturamento de obras públicas com multa e reclusão de 4 a 12 anos

É esperado para amanhã manifestações sobre o PL 10.657/2018, que será analisada pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, para combater fraudes em obras públicas. O PL prevê reclusão de 4 a 12 anos para funcionário público ou empresa que obtiver vantagem ilícita em prejuízo da administração pública por sobrepreço ou superfaturamento.

É mais uma das muitas iniciativas restritivas que se soma à reforma administrativa. O funcionalismo público promete protestar na Câmara e em outros pontos do país.

Blindagem política

Amanhã será mais um dia de movimentação intensa no Congresso. Líderes dos partidos de centro vão continuar as negociações com os demais partidos para votar um pacote de projetos que blindam a classe política. Em discussão, a quarentena para que procuradores, juízes, procuradores e policiais possam se candidatar e o fim do foro privilegiado. Diversos integrantes das forças de segurança estarão passeando pelos corredores da Casa.

 

Reforma tributária em recesso

Vai ficar para fevereiro de 2020 a discussão sobre a reforma tributária no Senado. O presidente da casa, David Alcolumbre (DEM-AP), afirmou que a comissão mista que analisará a proposta só vai ser instalada após o recesso parlamentar. Agora a dúvida é o tempo de duração da comissão – 90 ou 120 dias –, o que pode atrapalhar os planos do governo para a retomada da economia.

Duas propostas de reforma tributária que tramitam de forma paralela no Congresso trabalham com a simplificação e unificação de tributos, e o governo espera os resultados das discussões para apresentar sua própria proposta.

Lula, Moro e a segunda instância

Pode ficar para o ano que vem os debates sobre a prisão após julgamento em segunda instância, o que dará um fôlego para a defesa do ex-presidente Lula. A primeira reunião da comissão do Senado que vai discutir a emenda constitucional 199/2019 não aconteceu por falta de quórum e foi reagendada para 16/12. Alguns senadores, no entanto, estão apostando que vai dar W.O. novamente, e o assunto só voltará à pauta após o recesso parlamentar. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o ministro da Justiça Sergio Moro diz que a decisão do STF que levou à liberação do ex-presidente piorou a percepção da corrupção no país.

Educação esvaziada

A saída dada como certa de Abraham Weintraub do Ministério da Educação em 2020 continuará alimentando o noticiário nos próximos dias. A pasta vem sofrendo um esvaziamento de nomes importantes e Eduardo Bolsonaro anda sondando nomes para substituir o atual titular do MEC.

A equipe econômica do governo avalia que Weintraub não funciona, pois pensa em projetos que preveem a criação de fundos sem comunicar a área econômica. Além disso, o ministro continua dando declarações polêmicas que prejudicam o governo.

Weintraub sai de férias a partir de amanhã e emenda com o recesso de final de ano. Há quem aposte que ele não volta ao posto no próximo ano.

PIB dos municípios

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga amanhã o PIB dos Municípios de 2017. É esperada uma maior concentração da participação em pouco menos de 1,5% das 5.570 cidades brasileiras.

Também amanhã será divulgado o PIB dos Transportes. A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) prevê queda de 0,1% de janeiro a setembro de 2019 – resultado que ainda é reflexo da fraca demanda por bens e serviços que perdura no Brasil há quase três anos.

O Parlamento britânico e o Brexit

O resultado das eleições que definirá o Parlamento britânico vai dominar o noticiário internacional nesta sexta-feira. Caberá ao novo Parlamento apresentar uma resposta à questão mais complexa na história recente do país – o Brexit. Há três cenários possíveis para essas eleições:

  • Conservadores conquistam a maioria. O conservador primeiro-ministro Boris Johnson pode conquistar a maioria no Parlamento e governar sozinho, ratificando o acordo de saída do Reino Unido da União Europeia para 31 de janeiro.
  • Trabalhistas vencem as eleições, mas sem a maioria. Boris Johnson permanece no comando de um governo minoritário e terá de encontrar aliados, o que reduz as chances de adoção do Brexit.
  • Trabalhistas conquistam a maioria no Parlamento. Nesse cenário, o atual líder da oposição, Jeremy Corbyn, conseguiria o cargo de primeiro-ministro caso forme uma coalisão com o Partido Nacional Escocês, que é contrário ao Brexit. O Partido trabalhista prometeu renegociar o acordo de Boris Johnson e submetê-lo a um novo referendo, com opção de permanecer na UE.

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O ministro Abraham Weintraub teria pedido ao filósofo Olavo de Carvalho dicas e sugestões para sua política educacional. O RR checou no próprio Ministério da Educação. Ninguém sabe, ninguém ouviu! Graças a Deus!

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