fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
18.02.21

Reprovado

Vem mais chumbo grosso na direção do Ministério da Educação por conta das falhas no Enem. O RR tem a informação de que a Defensoria Pública da União deverá entrar na Justiça contra o Inep, responsável pela organização – ou seria desorganização? – do concurso.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O Ministério da Educação parece ter travado com a pandemia. Há cerca de dois mil processos administrativos parados aguardando aprovação do ministro Milton Ribeiro. A maior parte envolve a abertura de cursos e pedidos de fechamento de instituições de ensino, que dispararam na crise.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A recomendação do Conselho Nacional de Educação para que os alunos sejam automaticamente aprovados por conta da pandemia encontra resistência no Ministério da Educação. Segundo fonte da própria Pasta, o ministro Milton Ribeiro deve anunciar uma decisão em relação às escolas federais até o início de dezembro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.10.20

Sala vazia

No Ministério da Educação já se cogita um novo adiamento do Enem, postergado de novembro para janeiro de 2021. Muitos dos colégios ainda não voltaram às aulas presenciais, dificultando a preparação para o Exame.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Há um processo de “desolavização” do Ministério da Educação. Segundo informações filtradas da Pasta, o ministro Milton Ribeiro busca um nome para substituir o Secretário de Alfabetização da Pasta, Carlos Nadalim, ex-aluno de Olavo de Carvalho. A mudança já teria o aval do Palácio do Planalto. Uma vez confirmada, a substituição será um duro golpe na influência do “Guru da Virgínia” sobre a área de Educação. Nadalim é ex-aluno de Olavo e esteve cotado para assumir o próprio Ministério após a saída de Abraham Weintraub. Tudo leva a crer que a “descontaminação” da Pasta tem sido feita calculadamente de forma gradativa, no que parece ser um cuidado especial do governo de não atiçar em demasia o incontrolável Olavo. Em agosto, Milton Ribeiro afastou Ilo- na Becskeházy, também ligada ao filósofo, da Secretaria de Educação Básica. Ainda que não estejam necessariamente participando das novas indicações, as mudanças indicam que os generais palacianos têm ganhado a queda de braço com Olavo de Carvalho, reduzindo o raio de influência do “Guru” sobre a área de educação. Mesmo com o troca-troca na Pasta, o “olavismo” ainda é uma força considerável no setor: além de indicados no segundo escalão do Ministério, há dois seguidores de Olavo no Conselho Nacional de Educação – Tiago Tondinelli e Gabriel Giannattasio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.08.20

Educação ficou no século XX

Reitores de universidades públicas têm relatado ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, dificuldades em implantar o ensino a distância. Restrições de orçamento e limitações tecnológicas vêm forçando as instituições a improvisar. Uma das saídas adotadas pela maior parte das universidades tem sido concentrar alunos de disciplinas análogas em uma mesma sala virtual.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.07.20

Ameaça de “epidemia” paira sobre universidades

O Ministério da Educação, mais precisamente o Conselho Nacional de Educação (CNE), estuda a hipótese de flexibilizar, emergencialmente, a legislação imposta ao segmento de ensino superior. Seria um waiver provisório com o objetivo de evitar a desativação em série de universidades no país. Segundo fonte do próprio CNE, 40 instituições de ensino superior correm o risco de fechar as portas até o fim do ano por descumprimento da legislação.

A maior parte dos “pacientes de risco” se concentra em São Paulo, Minas Gerais e Rio. Estas universidades não oferecem um mínimo de quatro cursos de mestrado e dois de doutorado, conforme exigido em lei. Muitas delas também não atendem à exigência mínima para o total de aulas de graduação. Trata-se de uma sequela da perversa combinação entre a pandemia e o esvaziamento do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

Em crise, a maioria dessas universidades teve de cortar professores e reduzir o número de cursos. Nesta semana, o CNE fez a primeira reunião para discutir o assunto. A rigor, a decisão pelo eventual fechamento das universidades caberia ao próprio Conselho. No entanto, diante da gravidade do assunto e do número de universidades envolvidas, há uma pré-disposição do CNE pela revisão provisória das regras.

Universidades tradicionais do Rio, entre as quais Souza Marques e Unigranrio, vão recorrer em bloco de liminar obtida pela Defensoria Pública do Estado, obrigando as instituições de ensino a reduzirem suas mensalidades em 15% durante a pandemia. A alegação é que a decisão vai desencadear uma onda de demissões no setor.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.07.20

Novo ministro pode comandar uma Educação dividida ao meio

O vácuo de comando no Ministério da Educação, associado aos péssimos resultados da gestão de Abraham Weintraub, tem suscitado discussões no governo sobre a cisão da Pasta. O epicentro da mudança seria a transferência da área de ensino superior para o Ministério da Ciência e Tecnologia. A ideia seria vista com bons olhos pelos quatro estrelas do Palácio do Planalto, que, desde o início do governo Bolsonaro, travam uma disputa tácita com os “olavistas” por espaço na Pasta da Educação.

Ressalte-se que o Ministério da Ciência e Tecnologia, comandado pelo tenente-coronel da Força Aérea Marcos Pontes, é um território de influência dos generais palacianos. O principal argumento técnico para a medida seria a implantação de uma política de ensino superior com maior ênfase na inovação, a partir do aproveitamento das sinergias com as 30 unidades de pesquisa e entidades vinculadas à Ciência e Tecnologia – entre as quais o CNPq e Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O fatiamento do Ministério da Educação, ressalte-se, chegou a ser cogitado pela equipe de transição do governo Bolsonaro logo após a eleição, em 2018.

Mas, a ideia acabou descartada, já à época muito por influência de Olavo de Carvalho e de seus pupilos no grupo de trabalho, a começar pelo próprio Abraham Weintraub. Entre educadores, o modelo tem defensores importantes, como o ex-ministro Cristovam Buarque. Essa estrutura permitiria ao Ministério da Educação se concentrar no ensino de base, inclusive com uma separação orçamentária que possibilitaria uma distinção dos recursos destinados à educação fundamental e ao ensino superior – hoje, por mais que existam rubricas próprias, há um crônico vai e vem de verbas entre as duas áreas para cobrir buracos. Os respectivos gastos são bem diferentes: em média, cada aluno nas universidades federais custa à União algo em torno de R$ 23 mil por ano; na educação básica, esse valor é de aproximadamente R$ 6 mil/ano.

O próximo titular do Ministério da Educação vai ter trabalho logo na partida. Além de todos os problemas, a gestão Weintraub deixou como herança cerca de três mil processos para serem despachados, a maioria questões essencialmente burocráticas, como o reconhecimento de cursos superiores e a validação de diplomas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Quando diz que vai romper com o governo se Abraham Weintraub for demitido do Ministério da Educação, o empresário Otavio Fakhoury está dublando Olavo de Carvalho. Fakhoury é um dos acusados pelo STF de financiar a rede de fake news comandada pelo “gabinete do ódio”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.06.20

Sem ressentimentos

Abraham Weintraub “mandetizou”. A exemplo do ex-ministro da Saúde, não vai pedir demissão. Está fazendo de tudo para deixar claro que sua iminente saída do Ministério da Educação se dará por decisão de Jair Bolsonaro. Mas, Weintraub continua sendo um
membro das hostes bolsonaristas: o presidente procura um cargo para ele que não passe pelo Congresso, sobretudo pelo Senado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.