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28.04.22

Canos fumegantes

Informação que circula nos gabinetes do Ministério da Educação: o ex-ministro Milton Ribeiro estaria recebendo ameaças desde que deixou a Pasta, após o escândalo da liberação de verbas a pedido de líderes evangélicos. Por esta razão, teria adquirido o hábito de andar armado. Na última segunda-feira, Ribeiro envolveu em um incidente, quando a arma que carregava disparou acidentalmente no aeroporto de Brasília.

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12.04.22

MPF revira a caixa preta do orçamento da Educação

Se, de um lado, o governo age para enterrar a “CPI do MEC”, do outro o Ministério Público Federal avança sobre a Pasta da Educação. Segundo o RR apurou, o MPF deverá abrir investigações para apurar, especificamente, supostos desvios no repasse de recursos federais para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate). De acordo com a mesma fonte, o órgão teria recebido denúncias, notadamente em estados do Nordeste, de que alunos da rede pública matriculados em tempo integral não estariam recebendo as três refeições obrigatórias.

Isso mesmo após as respectivas verbas terem sido liberadas pela Pasta da Educação. Há ainda suspeitas de que ônibus comprados com recursos do Pnate estariam sendo usados por prefeitos para outra finalidade que não o transporte escolar. Procurado pelo RR, o Ministério da Educação não se pronunciou. Os dois programas recebem recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que está no epicentro do escândalo que derrubou o ex-ministro Milton Ribeiro.

O orçamento do PNAE para 2022 é da ordem de R$ 3,9 bilhões; já o Pnate receberá ao longo do ano cerca de R$ 775 milhões. São dois pratos cheios para manobras políticas de toda a ordem. Ressalte-se que o TCU suspendeu recentemente uma licitação para a compra de ônibus com recursos do FNDE por suspeitas de sobrepreço de até R$ 732 milhões.

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04.04.22

General na Educação

O nome do general de Exército André Luis Miranda circula no Palácio do Planalto como candidato ao Ministério da Educação. O oficial é chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército. Antes comandou a Academia Militar das Agulhas Negras e foi diretor de Educação Superior Militar.

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O nome do procurador regional da República Guilherme Schelb circula no Palácio do Planalto como um candidato
da Ministério da Educação. Em 2018, após a eleição de Jair Bolsonaro, Schelb figurou na lista cotados para o cargo. De perfil mais conservador, é conhecido por defender o projeto “Escola sem Partido”.

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23.03.22

Evangélicos também perseguem captura ideológica da Educação

O take over do Ministério da Educação pelo “Gabinete da Fé” não se limita à possível obtenção de verbas – negada ontem em nota pelo ministro Milton Ribeiro. Segundo o RR apurou, o grupo de líderes evangélicos que assessora informalmente Ribeiro está empenhado em uma nova missão: influenciar na escolha dos futuros 12 integrantes do Conselho Nacional de Educação. As tratativas sobre o assunto estariam sendo conduzidas, sobretudo, pelo pastor Gilmar Silva dos Santos, presidente da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil.

Nomes de candidatos vinculados a congregações neopentecostais já circulam nos gabinetes da Pasta. Um dos cotados é Benedito Guimarães, ligado à Universidade Presbiteriana Mackenzie, assim como o próprio Ribeiro. Na gestão do atual ministro, Guimarães já ocupou a presidência do Capes. Procurado, o Ministério da Educação não se pronunciou.

A sucessão no Conselho Nacional de Educação se dará apenas em outubro, mas os líderes evangélicos trabalham, desde já, para emplacar o maior número de indicações no colegiado. Tentam ocupar um espaço na Educação que já pertenceu a seguidores de Olavo de Carvalho. Entre outros interesses, caberá à Câmara de Educação Básica, um dos dois órgãos que formam o Conselho Nacional, a revisão da Base Nacional Comum Curricular. Em linhas gerais, o documento indica o conteúdo escolar que será levado aos estudantes, notadamente da rede pública. O objetivo dos líderes evangélicos é garantir que a Base Curricular tenha um viés conversador.

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18.03.22

Prova final

A Anhanguera vai encaminhar ao Ministério da Educação um novo pedido para a abertura do seu curso de graduação em odontologia. O grupo já fez a mesma solicitação duas vezes; levou bomba em ambas. Aliás, o nome da Anhanguera parece estar anotado em vermelho na caderneta do Ministério. A empresa é alvo de processo administrativo por suspeita de descumprimento das regras do Fies.

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31.01.22

Operação guilhotina

Entre o corpo técnico do Ministério da Educação, há uma crescente insatisfação com Danilo Dupas, presidente do Inep. O que se diz nos corredores da Pasta é que Dupas está fazendo o “serviço sujo” para agradar ao ministro Milton Ribeiro, minando os quadros do Instituto. A mais recente saída foi a de Anderson Furtado Oliveira, que ocupava a diretoria de Avaliação da Educação Básica.

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Uma gestora de recursos do Rio de Janeiro, muito badalada por sinal, está em busca de uma editora de livros para criar uma espécie de startup da leitura. O propósito é lançar em grande escala romances e biografas de autores não conhecidos. Um dos propósitos é conseguir o apoio do Ministério da Educação para entrar nas escolas, estimulando, inclusive, os alunos a escreverem para a startup. O principal alvo dos investidores é Companhia das Letras. A ver.

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14.01.22

Quem corre por fora corre melhor?

Já está sobre a mesa do ministro Ciro Nogueira a lista tríplice de candidatos à diretoria da Antaq em substituição a Alberto Torkaski, que deixará o cargo no dia 17 de fevereiro. Disputam a vaga três nomes da Casa: Alexandre Lopes, superintendente de Administração e Finanças da Agência; José Renato Ribas Filho, superintendente de Desempenho, Desenvolvimento e Sustentabilidade, e Alber Vasconcelos, superintendente de outorgas. Nos bastidores da Antaq, a inclusão de Lopes na lista foi tida como surpreendente. Ele está na agência há menos de um ano após ter deixado a presidência do Inep, vinculado ao Ministério da Educação. Pelo jeito, alguém “lá em cima” olha por ele.

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29.12.21

Nota baixa

O presidente do Inep, Danilo Dupas Ribeiro, deve ser a nova vítima da máquina de moer servidores do Ministério da Educação. O ministro da Educação, Milton Ribeiro, considera que Dupas teria sido leniente ao permitir uma “intentona” dentro do instituto. Por “intentona” leia-se o pedido de demissão de 37 servidores do Inep em novembro, às vésperas da realização do Enem.

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