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Ministério da Ciência e Tecnologia

07.10.21

O marketplace da Ciência e Tecnologia

O Ministério da Ciência e Tecnologia vai lançar o programa “Investe MCTI”. Todos os institutos e autarquias vinculadas à Pasta vão expor no site do próprio Ministério seus projetos, com especificações técnicas, custo e modelos para possíveis parcerias. Em outras palavras, será uma vitrine onde o Ministério vai expor seus “produtos” em busca de investidores.

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01.10.21

Os enigmas da Ciência e Tecnologia

O Ministério da Ciência e Tecnologia, ao que parece, decidiu fazer mistério com os nomes de postulantes a cargos na Pasta. Em seu site, publicou apenas as iniciais dos três candidatos ao posto de diretor do Observatório Nacional. O mesmo procedimento foi adotado em relação ao processo sucessório no Museu de Astronomia e Ciências Afins: divulgou apenas o monograma dos três postulantes ao cargo. Não era a praxe no Ministério. Consultada, a Pasta não se manifestou.

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18.08.21

Cadeira elétrica

Troca-troca no Ministério da Ciência e Tecnologia: Paulo Dourado está deixando a subsecretaria de Unidades Vinculadas. Em seu lugar, assume Sergio Almeida. Será o terceiro titular do cargo em menos de três anos de governo. Não admira: a subsecretaria é responsável pela interlocução entre o ministro Marco Pontes e os institutos vinculados à Pasta, relação esta cada vez mais tensa devido à falta de verbas. Consultado, o Ministério não se pronunciou.

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Os ministros Marcos Pontes e Paulo Guedes foram autores de uma lambança com a testagem do Covid. A ideia compartilhada entre ambos era ampliar de forma expressiva o número de testes. Foi motivo de reunião, incluindo 14 cientistas, em meados do ano passado – evento similar foi realizado há dois meses, mais uma vez com efeito nulo. O assunto, depois de combinado, ficou na dependência dos recursos orçamentários. Merreca, coisa inferior a uma centena de milhões de reais. Como se sabe, o Ministério da Ciência e Tecnologia é o primo pobre entre as Pastas do governo. Sobrou, então, para o Ministério da Economia. Só que no meio de caminho, as verbas previstas foram parar em lugar algum ou nenhum. O dinheiro não saiu nem das despesas discricionárias do orçamento nem da brecha aberta pelo estado de calamidade. Com o avanço da variante delta no país, os testes ganharam ainda mais importância. Ainda assim, a testagem em massa, que chegou a ser anunciada pelo ministro Marcelo Queiroga, não saiu do papel. Moral da história: uns caraminguás a mais e astronautas de menos, e poderia ter morrido menos gente. Um ministro no mundo da lua

Por falar em Marcos Pontes: de acordo com uma fonte da própria Pasta da Ciência e Tecnologia, desde o início do ano o ministro vinha sendo alertado por sua equipe dos riscos de interrupção dos sistemas do CNPq. Segundo o RR apurou, a atualização tecnológica da plataforma deveria ter sido concluída no ano passado, mas atrasou por falta de verbas. Apesar dos avisos, o dinheiro não saiu. Não deu outra: o resultado foi o apagão digital do CNPq, que, entre outras consequências, deixou a comunidade científica sem acesso à base de dados do currículo Lattes por mais de uma semana. Marcos Pontes tem sido seguidamente cobrado por dirigentes dos institutos e unidades de pesquisa vinculados à Pasta por conta da escassez orçamentária que atinge todos esses órgãos. O astronauta costuma reagir às reivindicações com evasivas e soluções de “outro mundo”. Um exemplo: segundo a mesma fonte, em recente reunião, Pontes teria dedicado boa parte do tempo explicando como as diversas áreas do Ministério deveriam preencher propostas de parceria com investidores privados, “sem excessos ou termos científicos”. O caso virou motivo de chacota nos corredores do Ministério.

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12.07.21

A ideia é boa, mas onde está o dinheiro?

O Ministério da Ciência e Tecnologia tem feito estudos para a criação do Instituto Federal de Oceanografia. Segundo o RR apurou, o projeto será apresentado internamente ainda neste mês. Há muito que a comunidade científica clama por um órgão voltado à pesquisa sobre os recursos marinhos – algo natural tratando-se de um país com 7,4 mil km de litoral. O problema é o de sempre: a própria equipe do ministro Marcos Pontes se pergunta de onde ele vai tirar dinheiro para o novo instituto. Neste ano, o orçamento da Pasta foi ceifado em 34% na comparação com 2020.

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21.06.21

Em busca da melhor rajada

O Ministério da Ciência e Tecnologia entrou na tour de force contra o fantasma do racionamento de energia. A Pasta vai realizar um estudo técnico em parte da costa brasileira, mais precisamente do Amapá ao Rio Grande do Norte, para identificar áreas propícias à instalação de parques eólicos. Os dados serão compartilhados com investidores privados do setor.

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02.06.21

Vem aí a “PPP da Ciência e Tecnologia”

O governo pretende lançar uma espécie de “PPP da Ciência e Tecnologia”. Por PPP, entenda-se um plano de parcerias com investidores privados para financiar atividades de pesquisa e desenvolvimento no país, que estão à míngua com os seguidos cortes no orçamento do setor. Segundo o RR apurou, o assunto foi discutido no último dia 24 de maio, em uma teleconferência entre a cúpula do Ministério da Ciência e Tecnologia e representantes dos Institutos vinculados à Pasta – a exemplo da Agência Espacial Brasileira (AEB), Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), CNPq, entre outros. A ideia é buscar parceiros específicos para projetos desenvolvidos por cada um desses órgãos. Vale lembrar que o orçamento do Ministério para este ano teve um corte de 34% em relação ao de 2020, sendo que, do valor total de R$ 10,4 bilhões, somente R$ 2,8 bilhões estão disponíveis para investimentos em pesquisa.

O ministro Marcos Pontes deverá ter o suporte do BNDES no projeto. Aliás, é bom que tenha. A tecnoburocracia da Ciência e Tecnologia não é exatamente uma especialista em PPPs. A iniciativa, ressalte-se, não chega a ser uma jabuticaba. Países como Alemanha, Dinamarca, Holanda e Noruega têm tido a participação empresarial em fundos especiais para financiamento de pesquisas. No âmbito da OCDE, há parcerias com a iniciativa privada na área de inovação.

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No que depender do presidente da Câmara, Arthur Lira, a reforma ministerial ainda não acabou. Um dos próximos alvos do Centrão seria o Ministério da Ciência e Tecnologia, nas mãos do opaco Marcos Pontes.

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Uma agenda com o ministro Marcos Pontes está causando indignação dentro do Ministério da Ciência e Tecnologia. Pontes convocou dirigentes das unidades de pesquisa da Pasta para três dias de reuniões presenciais na primeira semana de fevereiro. A exemplo de seu chefe, o ministro deve achar que a Covid-19 é uma “gripezinha”. Dentro do Ministério, já há uma mobilização para que o encontro seja feito por videoconferência.

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Boa parte dos 18 institutos vinculados ao Ministério da Ciência e Tecnologia vive um fim de ano incomum. Que Paulo Guedes não escute, mas todos estão com sobras orçamentárias, que serão prioritariamente usadas para a compra de equipamentos. Efeitos da pandemia e do home office, que reduziram, por exemplo, os custos de manutenção de instalações e os gastos com viagens de servidores.

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