fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos

No que depender do presidente da Câmara, Arthur Lira, a reforma ministerial ainda não acabou. Um dos próximos alvos do Centrão seria o Ministério da Ciência e Tecnologia, nas mãos do opaco Marcos Pontes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Uma agenda com o ministro Marcos Pontes está causando indignação dentro do Ministério da Ciência e Tecnologia. Pontes convocou dirigentes das unidades de pesquisa da Pasta para três dias de reuniões presenciais na primeira semana de fevereiro. A exemplo de seu chefe, o ministro deve achar que a Covid-19 é uma “gripezinha”. Dentro do Ministério, já há uma mobilização para que o encontro seja feito por videoconferência.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Boa parte dos 18 institutos vinculados ao Ministério da Ciência e Tecnologia vive um fim de ano incomum. Que Paulo Guedes não escute, mas todos estão com sobras orçamentárias, que serão prioritariamente usadas para a compra de equipamentos. Efeitos da pandemia e do home office, que reduziram, por exemplo, os custos de manutenção de instalações e os gastos com viagens de servidores.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O governo Bolsonaro retomou os estudos para a fusão do CNPq e da Capes em uma só fundação, projeto que chegou a ser cogitado na campanha eleitoral e depois foi para o fundo da gaveta. O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, é contra a proposta. E daí?

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Jair Bolsonaro tem dois nomes para o Ministério da Ciência e Tecnologia, ambos apresentados por Gilberto Kassab. Quando um presidente começa a colher essas indicações é porque o titular do cargo, no caso o astronauta Marcos Pontes, já foi para o espaço.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.10.20

Ciência e Tecnologia no osso

A equipe econômica deverá podar um pouquinho mais do orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia para 2021 – até o momento, a redução em relação a este ano já está em 30%. Nesse caso, o novo corte segue o critério “ministro que chia menos perde mais”. Paulo Guedes tem Marcos Pontes, o titular da Ciência e Tecnologia, na conta dos que apanham calados.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.09.20

República dos manifestos

A Semana de Ciência e Tecnologia, entre 17 e 23 de outubro, promete ser quente. Entidades do setor vão aproveitar a efeméride, promovida pelo próprio Ministério, para protestar contra o governo Bolsonaro e o apagão orçamentário para pesquisas e desenvolvimento no Brasil. Um dos pontos cardeais da manifestação serão os seguidos atrasos no pagamento de bolsas por parte do CNPq. O que já está ruim tem tudo para ficar pior: o orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia em 2021 (R$ 8 bilhões) será 31% inferior ao deste ano.

Em tempo: dentro do próprio Ministério, há um constrangimento com o script que está sendo montado para outubro. Além do ministro-astronauta Marcos Pontes, os diretores das 18 unidades de pesquisa da Pasta serão convocados a gravar depoimentos sobre  as “realizações” de suas respectivas áreas. Entre elas, figura o INPE, atacado e escorraçado pelos bolsonaristas devido aos dados sobre as queimadas na Amazônia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.07.20

Novo ministro pode comandar uma Educação dividida ao meio

O vácuo de comando no Ministério da Educação, associado aos péssimos resultados da gestão de Abraham Weintraub, tem suscitado discussões no governo sobre a cisão da Pasta. O epicentro da mudança seria a transferência da área de ensino superior para o Ministério da Ciência e Tecnologia. A ideia seria vista com bons olhos pelos quatro estrelas do Palácio do Planalto, que, desde o início do governo Bolsonaro, travam uma disputa tácita com os “olavistas” por espaço na Pasta da Educação.

Ressalte-se que o Ministério da Ciência e Tecnologia, comandado pelo tenente-coronel da Força Aérea Marcos Pontes, é um território de influência dos generais palacianos. O principal argumento técnico para a medida seria a implantação de uma política de ensino superior com maior ênfase na inovação, a partir do aproveitamento das sinergias com as 30 unidades de pesquisa e entidades vinculadas à Ciência e Tecnologia – entre as quais o CNPq e Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O fatiamento do Ministério da Educação, ressalte-se, chegou a ser cogitado pela equipe de transição do governo Bolsonaro logo após a eleição, em 2018.

Mas, a ideia acabou descartada, já à época muito por influência de Olavo de Carvalho e de seus pupilos no grupo de trabalho, a começar pelo próprio Abraham Weintraub. Entre educadores, o modelo tem defensores importantes, como o ex-ministro Cristovam Buarque. Essa estrutura permitiria ao Ministério da Educação se concentrar no ensino de base, inclusive com uma separação orçamentária que possibilitaria uma distinção dos recursos destinados à educação fundamental e ao ensino superior – hoje, por mais que existam rubricas próprias, há um crônico vai e vem de verbas entre as duas áreas para cobrir buracos. Os respectivos gastos são bem diferentes: em média, cada aluno nas universidades federais custa à União algo em torno de R$ 23 mil por ano; na educação básica, esse valor é de aproximadamente R$ 6 mil/ano.

O próximo titular do Ministério da Educação vai ter trabalho logo na partida. Além de todos os problemas, a gestão Weintraub deixou como herança cerca de três mil processos para serem despachados, a maioria questões essencialmente burocráticas, como o reconhecimento de cursos superiores e a validação de diplomas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.06.20

“Reforma ministerial”

O Ministério da Ciência e Tecnologia vai passar por uma dança das cadeiras em áreas importantes. O mandato de Fernando Rizzo à frente do Instituto Nacional de Tecnologia não será renovado – segundo fonte da Pasta, ele próprio pediu para deixar o cargo. O ministro Marcos Pontes procura também um novo nome para comandar o Centro de Tecnologia Mineral, hoje dirigido por Fernando Lins. Seu mandato não pode ser renovado. No Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, Ronaldo Shellard deseja continuar, mas há outros três candidatos ao posto dentro do próprio Ministério. Em tese, são todas funções técnicas, historicamente preenchidas por funcionários de carreira da Pasta. Mas, com o Centrão ávido por cargos, nunca se sabe…

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O ano de 2020 nem chegou à metade e o 2021 da Ciência e Tecnologia já corre risco. O secretário-executivo do Ministério, Júlio Semeghini Neto, teria sinalizado a dirigentes de órgãos vinculados à Pasta a previsão de uma redução no Orçamento para o próximo ano da ordem de 20%. Procurada, a Pasta informou que “tem atuado junto ao Ministério da Economia e ao Congresso para maior disponibilização de recursos em seu orçamento.”

 

 

 

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.