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13.03.20

Soja é o novo cigarro

O Ministério da Agricultura teme um surto de contrabando de soja argentina para o Brasil. A venda ilegal seria uma forma, nada ortodoxa, de os agricultores portenhos darem uma saída para o grão após a decisão do governo de Alberto Fernández de aumentar taxação sobre o produto de 30% para 33%.

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11.03.20

Café brasileiro deve desperdiçar o “melhor” do coronavírus

Ainda que por um motivo nada desejável, a indústria brasileira do café tinha tudo para ser um raro setor da economia beneficiado pelo coronavírus. No entanto, os produtores nacionais correm o risco de perder milhões de dólares devido à bactéria do Custo Brasil e das limitações logísticas do país. Os agricultores já projetam para os próximos meses um repique na demanda pelo produto, notadamente da Europa.

O impulso virá das mudanças de hábito dos consumidores impostas pela disseminação da doença. A tendência é que as pessoas passem a evitar cada vez mais locais públicos e permaneçam um tempo maior em casa – na Itália, por exemplo, 16 milhões de pessoas estão proibidas de saírem de suas cidades. Há uma curiosa racionalidade técnica: estatísticas mostram que, no preparo doméstico de um cafezinho, o consumidor esbanja, em média, 20% a mais do que a quantidade necessária de pó. Algo que não ocorre em estabelecimentos comerciais, que, em sua maioria, utilizam cápsulas com a dosagem certa.

Ocorre que os próprios cafeicultores nacionais temem não ter como atender a esse aumento da demanda fora da curva por conta do custo do frete e da falta de contêineres. O Brasil utiliza por ano cerca de 110 mil dessas unidades de armazenamento, mas os transportadores não estão conseguindo contratá-las tanto interna quanto externamente. O país depende excessivamente da chegada de contêineres do exterior. Milhares deles estão parados em terminais chineses e norte-americanos, impedidos de sair de lá por conta da interrupção das atividades operacionais em diversos portos.

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11/03/20 22:36h

martadorman8911

disse:

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27.02.20

Arábia Saudita deixa avicultura brasileira em estado de alerta

A decisão da Arábia Saudita de suspender as compras de frango de dois frigoríficos da BRF pode ser apenas a ponta do iceberg de um problema comercial de maior proporção. O Ministério da Agricultura tem razões para acreditar que os árabes estão criando uma narrativa para subir o tom e impor restrições mais amplas e rigorosas ao produto brasileiro. Na Pasta, já se discute, inclusive, a possibilidade de envio de uma missão ao país.

A preocupação é proporcional ao peso da Arábia Saudita para a indústria avícola nacional: trata-se do maior importador de carne de frango do Brasil, com embarques anuais superiores a US$ 1 bilhão. Até o momento, o caso é uma caixa preta: os árabes não informaram os motivos do “mini-embargo” às fábricas da BRF. Sabe-se apenas que a decisão partiu da Saudi Food and Drug Authority (SFDA), a autoridade sanitária do país.

O receio do Ministério da Agricultura é que a Arábia Saudita coloque sob suspeição outros frigoríficos brasileiros. Ressalte-se que o histórico recente de relações comerciais entre os dois países, notadamente no setor econômico em questão, é conturbado. Em outubro de 2018, uma missão saudita esteve no Brasil e visitou três dezenas de granjas, frigoríficos e fábricas de ração, atestando a excelência das condições fitossanitárias de todas elas. Três meses depois, sem mais nem porquê, a Arábia Saudita suspendeu as importações de frango de cinco dos 30 produtores.

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20.02.20

Brasil, Argentina e o fruto do pecado

Ao menos por ora, um solavanco a menos nas relações diplomáticas entre Brasil e Argentina. O governo brasileiro não suspenderá de imediato a importação de frutas do país vizinho, como chegou a ser especulado. Na semana passada, fiscais do Ministério da Agricultura identificaram a presença da Carpocapsa, a chamada mariposa da maçã, em amostras do produto importadas da Argentina. O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Alimentar argentino comprometeu-se a apresentar em até duas semanas um laudo atestando que a praga estava restrita a um único carregamento enviado ao Brasil.

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Nos gabinetes do próprio Ministério da Agricultura há dúvidas se o número anunciado pela ministra Tereza Cristina para o seguro rural em 2020 – R$ 1 bilhão – será de fato consumado. A equipe econômica quer passar um ancinho e reduzir essa cifra.

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14.02.20

Ruralistas passam o trator na Conab

Ao regressar da Holanda, onde se encontra para “visitas a organizações representativas do setor agrícola”, o presidente da Conab, Newton Araújo Junior, deverá receber outra passagem, só que agora apenas de ida. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, sofre pressão de seus pares da bancada ruralista para demitir Araújo – indicado por ela própria para o cargo. Há severas críticas do agronegócio à sua gestão. Uma das razões da intentona ruralista é a letargia no plano de privatizações de armazéns da estatal. Há 27 centros de distribuição nas cinco regiões do país fechados desde maio do ano passado, sem que nada aconteça: nem vão a leilão nem atendem aos agricultores. Os líderes da Frente Parlamentar da Agricultura se queixam de que ruralistas dessas áreas têm sido obrigados a recorrer a empresas privadas para vender e armazenar sua produção, a custos mais altos – em alguns casos de 10% a 15%. Procurado, o Ministério da Agricultura não se pronunciou. Há também críticas duras do setor ao trabalho técnico da Conab, notadamente em relação à descalibragem das suas projeções sobre a safra agrícola do país, sobretudo no segmento de café. Equívocos recorrentes nas estimativas têm induzido o produtor rural a erro em suas projeções de custos e receitas.

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A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, invadiu terras alheias. Sem cerimônia, trabalha para emplacar Bruno Rios, funcionário de carreira da Anvisa, na diretoria da agência. Pautas de interesse da Agricultura passam pelo órgão regulador, como a liberação de agrotóxicos. Rios não é o candidato de Luis Mandetta, ministro da Saúde, em tese a quem cabe nomear os diretores da Anvisa. Mas Tereza está convicta de que leva essa.

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A ministra Tereza Cristina deverá voltar à Alemanha em fevereiro. Terá a missão de costurar novos acordos na área do agronegócio. Sua mais recente viagem ao país quase descamba para um incidente diplomático. Em outubro, Tereza teve uma tensa reunião com a ministra da Agricultura local, por conta das queimadas na Amazônia.

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ONGs da área ambiental têm pressionado o Ministério da Agricultura e a Pasta do Meio Ambiente a aumentar a fiscalização sobre pecuaristas. Há um temor de que a crescente demanda pela carne brasileira, especialmente da China, estimule produtores a aumentar a área de pasto valendo-se de queimadas ilegais. A julgar pelo histórico, o mais provável é que os ministros Teresa Cristina e, sobretudo, Ricardo Salles façam ouvidos de mercador aos ambientalistas.

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12.11.19

Farelo orçamentário

Enquanto a privatização dos armazéns da Conab não sai, o Ministério da Agricultura cata moeda. A Pasta conta com aproximadamente R$ 7 milhões para bancar as 92 de unidades de armazenamento até o fim do ano. Dá, em média, R$ 76 mil por armazém. Não paga sequer a segurança dessas instalações – boa parte delas, uma manada de elefantes brancos.

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