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Além da possibilidade de liberar a importação de milho transgênico, notadamente dos Estados Unidos, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, defende a concessão de uma linha de crédito especial para a compra da commodity. Seria uma medida mais aguda para aumentar a oferta do produto e conter a disparada dos preços no mercado interno. Na quarta-feira passada, Tereza participou de uma reunião remota com técnicos da Conab e do Instituto Nacional de Meteorologia. O quadro para a próxima safra de milho é preocupante.

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Um caso raro em que o mundo abre as portas para o Brasil: o RR tem informações de que a Organização Mundial da Saúde Animal deverá declarar o sul do Amazonas como área livre de febre aftosa sem vacinação. Segundo fonte ligada ao Ministério da Agricultura, o anúncio será formalizado na assembleia geral da entidade, no fim de maio. Significa sinal verde para que outros países passem a comprar carne de gado da região.

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18.03.21

Tem boi na linha

Os estudos do Ministério da Agricultura para permitir a importação de boi vivo do Paraguai estão enroscados. O governo bate cabeça para definir o período de liberação das compras e se haverá ou não um sistema de cotas por frigorífico. Enquanto isso, as unidades de abate sofrem com a escassez de animais para dar vazão à demanda do mercado externo.

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15.03.21

Paes pede, mas Agricultura não cede

O prefeito Eduardo Paes quer assumir os terrenos onde estão instaladas a Cobal de Botafogo e do Leblon, esta última praticamente desativada. Dono das duas áreas, que abrigam um complexo de mercados e restaurantes, o Ministério da Agricultura não diz nem que sim, nem que não.

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15.03.21

Marcha a ré

A exemplo da indústria automobilística, os fabricantes de máquinas agrícolas sofrem com a falta de peças. Segundo o executivo de uma big five do setor, alguns modelos de tratores não voltam a ser produzidos em menos de seis meses.

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12.03.21

O milho de cada dia

O RR tem informações de que o governo deverá anunciar nos próximos dias a liberação das importações de milho transgênico. A principal voz favorável à proposta é a da própria ministra da Agricultura, Tereza Cristina. A medida ampliaria as possibilidades de importação da commodity para suprir a escassez interna e a disparada dos preços o valor da saca duplicou nos últimos 12 meses. A princípio, a autorização seria em caráter temporário, por até três meses.

Avicultores reivindicam à Tereza Cristina que o governo zere as alíquotas de PIS e Cofins sobre a importação de milho. A isenção tributária valeria para o cereal destinado à produção de frangos. A pressão por conta dos preços da commodity chegou a tal ponto que alguns avicultores já relataram que terão de matar aves antes do tempo de abate por falta de ração

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02.03.21

Quem segura a inflação?

A alta dos preços dos alimentos tem sido crescente fator de apreensão para a equipe econômica. Segundo o RR apurou, o Ministério da Agricultura já compartilhou com a Pasta da Economia projeções de uma nova elevação de até 20% nos preços do arroz a partir deste mês – o valor da saca teve uma pequena queda em janeiro, depois de subir mais de 80% em 2020. O repique se deve não apenas à quebra da safra doméstica, em decorrência das secas, mas também às dificuldades de importação da commodity, por conta da alta demanda internacional. O Uruguai, por exemplo, um dos maiores fornecedores de arroz para o Brasil, fechou recentemente uma venda de 60 mil toneladas para o Iraque. O volume representa cerca de 10% da safra do país vizinho.

Outra má notícia para o bolso do brasileiro: o preço do milho deve disparar nos próximos meses. Hoje, a saca de 60kg está cotada em torno de R$ 60,00. Há estimativas de que o preço possa bater nos R$ 100,00. As projeções refletem a iminente redução na oferta do produto a partir do segundo semestre. Levantamentos preliminares mostram que a colheita de maio e de junho não será suficiente para atender ao mercado interno e às exportações. Em relatório enviado recentemente a seus clientes, diga-se de passagem, a XP Investimentos recomendou operações de spread em contratos futuros de milho.

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19.02.21

Porteiras abertas

Segundo informações filtradas do Ministério da Agricultura, a ministra Tereza Cristina está inclinada a autorizar a importação de gado vivo do Paraguai. A medida atenderia a um pleito dos próprios pecuaristas brasileiros, com o objetivo de compensar a escassez de animais prontos para abate no país. O problema se arrasta desde o fim do ano passado devido à alta demanda dos frigoríficos.

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Segundo informação filtrada junto ao Ministério da Agricultura, Rio Grande do Sul e Paraná receberão, até maio, o certificado de “Zona Livre de Febre Aftosa sem Vacinação” da Organização Mundial de Saúde Animal. O selo deverá abrir novos mercados para frigoríficos dos dois estados. Entre ameaças de embargos a produtos agropecuários e bloqueios aéreos, trata-se de um raro sinal verde do mundo ao Brasil de Bolsonaro.

Sabia dessa, Ernesto Araújo? Com a crescente demanda da China, os frigoríficos brasileiros têm reduzido as vendas para outros mercados para privilegiar o país asiático. Nos 20 primeiros dias de janeiro, por exemplo, as exportações de carne bovina para a América do Sul caíram 10% na comparação com igual período em 2020.

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22.01.21

Seca sobre seca

R$ 1 bilhão. É quanto o Ministério da Agricultura calcula que a agricultura familiar gaúcha precisa para cobrir as perdas com a seca. Se vai ter, são outros quinhentos.

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