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Minerva Foods

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21.10.20

Carne de pescoço

A Minerva Foods virou alvo dos grandes pecuaristas paraguaios. Os produtores têm pressionado o governo do presidente Mario Benitez a brecar a expansão do frigorífico brasileiro no país. Os fazendeiros locais, historicamente com notório poder político e econômico, enxergam um apetite monopolista no avanço do Minerva no Paraguai. A companhia já controla praticamente 40% da capacidade de abate no país. Seriam quase 50% se as autoridades antitruste do Paraguai não tivessem vetado recentemente uma parceria entre o Minerva e o Frigonorte.

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14.10.20

Segunda opção

A Minerva Foods estuda um plano B: buscar um sócio para a Athena Foods, subsidiária que reúne os negócios do grupo na América do Sul. O plano A, uma intrincada operação para a abertura de capital na Nasdaq, foi engavetado na semana passada.

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11.09.20

Ocupação geoconômica

Depois de anunciar seu desembarque no Paraguai, a próxima parada do Marfrig deverá ser a Colômbia. Seguirá os passos do Minerva Foods, que acaba de comprar um frigorífico colombiano.

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02.04.20

Crise = oportunidade

A Minerva Foods avalia a compra de um frigorífico no Chile e outro na Colômbia. A empresa já atua nos dois países, por meio da subsidiária Athena Foods. Aliás, o número de possíveis aquisições poderia ser até maior se o IPO da Athena não tivesse sido adiado.

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05.03.20

Operação de hedge

A família Vilela Queiroz, fundadora da Minerva Foods, poderia concorrer ao prêmio de “arbitragem do ano” no mercado acionário. O clã aproveitou a recente oferta de ações da companhia para vender papéis ao preço de R$ 14,45. Mas, já no próximo ano, poderá elevar novamente sua fatia no capital pagando só R$ 6,42 por ação. É o valor fixado para os bônus de subscrição emitidos em 2018 – a família detém 47 milhões de títulos. Com isso, os Vilela Queiroz conseguirão reduzir a distância no capital para o Saudi Agriculture and Livestock Investment Company (Salic), principal acionista do Minerva, embolsando ainda alguns milhões de reais na diferença entre as duas operações.

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09.12.19

Carne de segunda

A abertura de capital da Athena, a subsidiária da Minerva Foods na Argentina, foi para o freezer. Diante do reduzido interesse dos investidores e do temor com a mudança de governo no país vizinho, o grupo deve empurrar a operação, originalmente estimada em R$ 1,5 bilhão, para o fim do primeiro semestre de 2020.

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09.10.19

Minerva perde um aliado

A troca de comando no Salic, dono de 32% do Minerva Foods, é motivo de apreensão para a família Queiroz, fundadora da companhia. Sob a gestão do executivo Matt Jansen, o fundo ligado à família real da Arábia Saudita injetou mais de R$ 1 bilhão na empresa. A troca de Jansen por Sulaiman Al Rumaih se dá em um momento sensível, às vésperas do IPO da Athena, subsidiária da Minerva no Chile.

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30.08.19

Menu geoeconômico

O Salic, fundo ligado à família real da Arábia Saudita, está montando um cinturão da proteína no Mercosul. Acionista da Minerva Foods, vai entrar com uma forte participação no IPO da Athena Foods, subsidiária da empresa no Chile.

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11.06.18

Um tempero árabe para BRF e Minerva

O RR apurou que o Saudi Agricultural and Liverstock Investment (Salic), acionista da Minerva Foods, é um dos principais artífices das negociações para a fusão da empresa com a BRF. O Salic, fundo ligado à família real da Arábia Saudita, quer ter uma posição relevante na nova companhia, transformando-a em ponta de lança para futuros investimentos na cadeia da proteína no Brasil. Além da aquisição de novos frigoríficos, o fundo vislumbra a possibilidade de entrar na produção de outras commodities agrícolas, como soja. Procurada, a Salic não se pronunciou. A BRF informou que “não recebeu nenhuma formalização por parte da Minerva ou de qualquer investidor estrangeiro ou nacional a respeito da operação mencionada”. O Minerva, por sua vez, disse que “não realizou qualquer proposta de investimento”, acrescentando que manterá “os acionistas informados acerca do andamento de qualquer assunto de interesse do mercado.” Para bom entendedor…

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23.05.18

Primavera árabe

Ligado à família real saudita e sócio do Minerva, o fundo Salic prepara-se para semear mais de US$ 500 milhões em investimentos na produção de soja e milho no Brasil.

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