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30.08.19
ED. 6190

Menu geoeconômico

O Salic, fundo ligado à família real da Arábia Saudita, está montando um cinturão da proteína no Mercosul. Acionista da Minerva Foods, vai entrar com uma forte participação no IPO da Athena Foods, subsidiária da empresa no Chile.

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11.06.18
ED. 5885

Um tempero árabe para BRF e Minerva

O RR apurou que o Saudi Agricultural and Liverstock Investment (Salic), acionista da Minerva Foods, é um dos principais artífices das negociações para a fusão da empresa com a BRF. O Salic, fundo ligado à família real da Arábia Saudita, quer ter uma posição relevante na nova companhia, transformando-a em ponta de lança para futuros investimentos na cadeia da proteína no Brasil. Além da aquisição de novos frigoríficos, o fundo vislumbra a possibilidade de entrar na produção de outras commodities agrícolas, como soja. Procurada, a Salic não se pronunciou. A BRF informou que “não recebeu nenhuma formalização por parte da Minerva ou de qualquer investidor estrangeiro ou nacional a respeito da operação mencionada”. O Minerva, por sua vez, disse que “não realizou qualquer proposta de investimento”, acrescentando que manterá “os acionistas informados acerca do andamento de qualquer assunto de interesse do mercado.” Para bom entendedor…

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23.05.18
ED. 5873

Primavera árabe

Ligado à família real saudita e sócio do Minerva, o fundo Salic prepara-se para semear mais de US$ 500 milhões em investimentos na produção de soja e milho no Brasil.

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12.04.18
ED. 5845

Semente plantada

A nomeação de Matthew Jansen como CEO global da Salic, gestora da família real da Arábia Saudita, foi saudada na Minerva Foods. Tudo leva a crer que, muito em breve, os árabes farão uma oferta para aumentar sua participação no frigorífico. Jansen é um “brasilianista”: sob sua gestão, a chinesa Cofco investiu mais de US$ 2 bilhões no agronegócio brasileiro.

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08.11.17
ED. 5741

Lava Jato na porta da Minerva

O Ministério Público Federal investiga os pagamentos feitos pela Minerva Foods à Yasmin Julieta Cardoso, irmã do ex-governador de Tocantins Sandoval Cardoso. O Coaf já teria enviado ao MPF os documentos comprovando a transferência de R$ 9,4 milhões. O Minerva alega que o depósito na conta de Yasmin se deu como pagamento à compra de 6.319 cabeças de gado. Sandoval Cardoso foi preso no ano passado acusado de fraudar licitações do governo do estado.

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15.03.17
ED. 5578

Mil e uma noites

O frigorífico Minerva Foods deverá anunciar nos próximos dias a criação de uma joint venture para atuar no Oriente Médio.

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20.02.17
ED. 5564

Segunda fatia

Dono de 19,95% da Minerva Foods, o fundo árabe Saudi Agriculture and Livestock (Salic) quer um pedaço maior na empresa da família Vilela de Queiroz.

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10.02.17
ED. 5558

Minerva Foods faz dieta de engorda no exterior

Menos Brasil e mais mundo. Esta é a toada que a Minerva Foods pretende seguir, concentrando investimentos na expansão da sua operação na América do Sul e na abertura de novos mercados na Europa e na Ásia. A companhia aprovou um aporte de capital na colombiana Red Cárnica, adquirida em 2015, que será usada como ponta de lança para a compra de outros frigoríficos no continente.

Segundo o RR apurou, a empresa também garimpa frigoríficos na Argentina. É tudo tira-gosto. O projeto com mais calorias está reservado para outras latitudes. A empresa vai abrir uma subsidiária na Europa, a Minerva Europe, com sede em Londres. Dali pretende alcançar o Oriente Médio e o Norte da África. Como contraponto, a Minerva parece viver mesmo tempos de inapetência em relação ao Brasil.

Recentemente, a empresa anunciou a compra do frigorífico capixaba Frisa por R$ 205 milhões. Menos de dois meses depois, cancelou o negócio sem explicar muito bem o porquê. Os números atraem cada vez mais a Minerva para o exterior. Hoje, 60% do faturamento total da companhia – superior a R$ 10 bilhões/ano – vêm do mercado externo. No segmento de carne mais especificamente, essa fatia é ainda maior: já chega a 65%. Em tempo: no dia 21, a Minerva Foods vai divulgar o balanço de 2016. O RR antecipa um dos indicadores. A companhia fechou a temporada com uma margem Ebitda em torno de 10,9%, o melhor índice do ano, mas abaixo do resultado de 2015 – 12,2%.

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