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Minas Gerais

09.12.19

“Menos Belo Horizonte e mais Minas Gerais”

O governo de Minas Gerais está promovendo uma espécie de “black friday fiscal”. Até o momento, 846 prefeituras mineiras já aderiram ao programa que autorizou municípios a realizarem empréstimos dando como garantia créditos a receber do próprio estado. A meta da Secretaria de Fazenda é fechar acordo com todas as 853 cidades até o fim da semana. O valor total da dívida do estado com os municípios gira em torno dos R$ 6 bilhões – valor referente a atrasos no repasse de ICMS, IPVA e de recursos do Fundeb. Consultado pelo RR, o governo de Minas Gerais confirmou que 788 adesões já foram homologadas e outras 58 estão em processo final de habilitação. O programa parece feito sob medida para um ano eleitoral. As prefeituras terão um volume de recursos que não estava no script. Não se sabe exatamente a que custo. Uma das críticas feitas pelos opositores do governo Zema é falta de clareza quanto ao responsável pelo pagamento dos empréstimos bancários em um cenário radical, leia-se um eventual duplo calote, da Prefeitura e do Estado.

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14.11.19

“Bolsa Nióbio”

O 13º salário do funcionalismo público de Minas Gerais está indexado ao nióbio. O pagamento só deverá sair se o governo do Estado conseguir fechar a captação de aproximadamente R$ 5 bilhões que negocia com um pool de bancos estrangeiros. O lastro para a operação são os royalties da venda de nióbio da CBMM, na qual a estatal Codemig é sócia dos Moreira Salles.

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22.08.19

Monitoramento às cegas

Minas Gerais está onde sempre esteve, assim como o seu ecossistema, mas a gestão pública conseguiu perder o meio ambiente de vista. Literalmente. Há cerca de cinco anos, o governo mineiro contratou os serviços de um satélite alemão para produzir um mapeamento agrícola e florestal do estado. Gastou R$ 12 milhões só pelas imagens. Em nome da “soberania mineira”, o levantamento de dados de campo, fundamental para a correta interpretação das fotografias, ficou a cargo do poder público. Resultado: até hoje, o trabalho não foi concluído. É mais um episódio da perda de conhecimento sobre o meio ambiente no Brasil, que tem provocado a reação de outros países – vide a edição de ontem do RR.

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