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06.05.21

O nome de Jefferson vs. o sobrenome de Guedes

Roberto Jefferson, aliado de Jair Bolsonaro, trabalha para derrubar o ministro da Educação, Milton Ribeiro. Jefferson carrega no bolso do colete um nome para o cargo: o do ex-deputado federal Alex Canziani. O petebista já tentou emplacar Canziani na Pasta em duas ocasiões, uma ainda no governo Temer e outra no ano passado. Vai ter uma disputa dura. Jefferson encontrará outro peso-pesado pela frente. Paulo Guedes também tem sua candidata para a Educação, que, por sinal, atende pelo próprio sobrenome do ministro.

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03.05.21

Revoluções por minuto na Educação

O Ministério da Educação está em ponto de fervura. Após a carta aberta de funcionários do Inep dizendo que o instituto “está em perigo”, agora são os servidores da Capes que estariam articulando um manifesto contra a gestão do ministro Milton Ribeiro. O corpo técnico reclama do esvaziamento do órgão, responsável por avaliar os cursos de pós-graduação e divulgar produções científicas. A gota d´água no copo cheio de insatisfação foi a recente demissão da presidência da Capes de Benedito Aguiar Neto, bastante respeitado por seus pares no Ministério.

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29.04.21

2022 já começou

A viagem do ministro da Educação, Milton Ribeiro, ao Piauí, na última segunda-feira, foi um aquecimento para 2022. Assessores de Jair Bolsonaro costuraram a data e o motivo da visita. Ribeiro anunciou a entrega de ônibus a escolas públicas do estado no mesmo dia em que o senador Ciro Nogueira, aliado de Bolsonaro, lançou sua pré-candidatura ao governo piauiense. Em tempo: o cargo de Ribeiro está sendo disputado pelo Centrão.

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27.04.21

Educação é o novo alvo

O Centrão voltou a fazer carga pela saída de Milton Ribeiro do Ministério da Educação. O nome indicado seria o do ex-deputado Mendonça Filho, do DEM, que comandou a Pasta no governo Temer. Atualmente, Mendonça é consultor da Fundação Lemann, pertencente a Jorge Paulo Lemann. Aliás, Lemann é candidato à compra da participação da Petrobras na BR Distribuidora.

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22.04.21

Um “olavista” na corda bamba

O secretário de Alfabetização, Carlos Nadalim, deverá ser o próximo a perder o lugar na dança das cadeiras regida pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro. “Olavista” de carteirinha, Nadalim é um dos últimos indicados pelo “guru da Virgínia” ainda presentes no Ministério. É tido por seus colegas como um dos quadros mais ideológicos da Pasta. Entre outros episódios, gerou conflitos no Ministério ao propor um modelo de avaliação da alfabetização em detrimento dos testes aplicados por intermédio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Nas últimas semanas, o ministro Milton Ribeiro fez mudanças em outros dois cargos importantes da Pasta, com as saídas de Alexandre Lopes e de Benedito Aguiar Neto das presidências do Inep e do Capes.

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20.01.21

Talhado para o cargo

Jair Bolsonaro tem feito seguidos elogios ao “desempenho” de Milton Ribeiro como ministro da Educação – cargo cobiçado pelo Centrão. Ribeiro quase não fala e quando fala agrada em cheio ao presidente. Foi, assim, no último domingo, quando atribuiu a alta abstenção do Enem ao “trabalho de mídia contrário”.

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O Ministério da Educação parece ter travado com a pandemia. Há cerca de dois mil processos administrativos parados aguardando aprovação do ministro Milton Ribeiro. A maior parte envolve a abertura de cursos e pedidos de fechamento de instituições de ensino, que dispararam na crise.

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17.11.20

Segunda época

A equipe do ministro da Educação, Milton Ribeiro, já jogou a toalha. Dificilmente o Ministério conseguirá atingir a meta de treinar todos os professores da rede pública federal conforme previsto no Programa de Apoio à Implementação da Base Nacional Comum Curricular (ProB-NCC). Da mesma forma, a revisão dos conteúdos didáticos estabelecida pelo ProBNCC deverá ser empurrada para o ano que vem. Ou seja: na melhor das hipóteses a aplicação dos novos currículos só passará a valer em 2022. Abraham Weintraub deixou mesmo o Ministério?

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20.08.20

Educação ficou no século XX

Reitores de universidades públicas têm relatado ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, dificuldades em implantar o ensino a distância. Restrições de orçamento e limitações tecnológicas vêm forçando as instituições a improvisar. Uma das saídas adotadas pela maior parte das universidades tem sido concentrar alunos de disciplinas análogas em uma mesma sala virtual.

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