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01.07.22

Greenwashing

O ministro da Educação, Victor Godoy, prepara uma dança das cadeiras. O primeiro a perder o cargo deverá ser o presidente do Inep, Danilo Dupas. Godoy quer tirar os nomes que remetem à “criminalizada” gestão de seu antecessor, Milton Ribeiro. À exceção, claro, dele próprio: o atual ministro foi secretário executivo de Ribeiro.

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24.06.22

Custo oportunidade

A ideia de uma devassa no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação ganha corpo no TCU, na esteira da prisão do ex- ministro Milton Ribeiro.

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28.04.22

Canos fumegantes

Informação que circula nos gabinetes do Ministério da Educação: o ex-ministro Milton Ribeiro estaria recebendo ameaças desde que deixou a Pasta, após o escândalo da liberação de verbas a pedido de líderes evangélicos. Por esta razão, teria adquirido o hábito de andar armado. Na última segunda-feira, Ribeiro envolveu em um incidente, quando a arma que carregava disparou acidentalmente no aeroporto de Brasília.

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Segundo o RR apurou, Jair Bolsonaro pretende comparecer à 45ª  Convenção Nacional das Assembleias de Deus – programada para Cuiabá, de 18 e 21 de abril. Parece até provocação. E vai ver, é mesmo. O presidente da Convenção é o pastor Gilmar Silva dos Santos, um dos protagonistas do escândalo que resultou na demissão de Milton Ribeiro da Pasta da Educação.

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07.04.22

Operação rescaldo

O GSI está passando um pente-fino nas comunicações do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Há suspeitas de vazamento de outras mensagens trocadas por Ribeiro com menção ao presidente Jair Bolsonaro. Não custa lembrar que o escândalo em torno da Pasta foi provocado pela divulgação de um áudio do ex-ministro:: na gravação, Ribeiro admitia repassar verbas a pedido de pastores indicados pelo próprio Bolsonaro. Procurado, o GSI informou que “não se manifesta sobre assuntos supostamente relacionados com a área de inteligência do Governo Federal.”

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25.03.22

Uma no cravo, outra na ferradura

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, segue em sua relação de sístoles e diástoles com o Palácio do Planalto. Se, de um lado, não pauta alguns projetos de interesse do governo, do outro tem se empenhado dentro do Congresso para conter o ataque da oposição ao ministro da Educação, Milton Ribeiro. Nos últimos dois dias, manteve intensa interlocução sobre o tema com líderes do PT e do PDT. A sete meses das eleições, Pacheco parece disposto a manter uma fresta aberta em todas as portas.

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24.03.22

Operação on demand?

Ontem, o que se dizia nos corredores do Congresso é que a decisão do PGR, Augusto Aras, de abrir um inquérito para investigar o ministro da Educação, Milton Ribeiro, parece ter sido feito sob encomenda para o presidente Jair Bolsonaro. Primeiro por descolar de Bolsonaro e grudar em Ribeiro as suspeições de favorecimento a líderes evangélicos na liberação de verbas da Pasta. Além disso, o inquérito enfraquece ainda mais o ministro, facilitando a sua demissão.

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23.03.22

Evangélicos também perseguem captura ideológica da Educação

O take over do Ministério da Educação pelo “Gabinete da Fé” não se limita à possível obtenção de verbas – negada ontem em nota pelo ministro Milton Ribeiro. Segundo o RR apurou, o grupo de líderes evangélicos que assessora informalmente Ribeiro está empenhado em uma nova missão: influenciar na escolha dos futuros 12 integrantes do Conselho Nacional de Educação. As tratativas sobre o assunto estariam sendo conduzidas, sobretudo, pelo pastor Gilmar Silva dos Santos, presidente da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil.

Nomes de candidatos vinculados a congregações neopentecostais já circulam nos gabinetes da Pasta. Um dos cotados é Benedito Guimarães, ligado à Universidade Presbiteriana Mackenzie, assim como o próprio Ribeiro. Na gestão do atual ministro, Guimarães já ocupou a presidência do Capes. Procurado, o Ministério da Educação não se pronunciou.

A sucessão no Conselho Nacional de Educação se dará apenas em outubro, mas os líderes evangélicos trabalham, desde já, para emplacar o maior número de indicações no colegiado. Tentam ocupar um espaço na Educação que já pertenceu a seguidores de Olavo de Carvalho. Entre outros interesses, caberá à Câmara de Educação Básica, um dos dois órgãos que formam o Conselho Nacional, a revisão da Base Nacional Comum Curricular. Em linhas gerais, o documento indica o conteúdo escolar que será levado aos estudantes, notadamente da rede pública. O objetivo dos líderes evangélicos é garantir que a Base Curricular tenha um viés conversador.

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03.03.22

Operação “abafa motim”

O novo chefe da Consultoria Jurídica (Conjur) da Pasta da Educação, o procurador da Fazenda Davy Jones Menezes, recebeu do ministro Milton Ribeiro a determinação de promover uma dança das cadeiras no órgão. A ordem é “higienizar” a Conjur, o que, na prática, funcionaria como um recado a outras áreas do Ministério. Os servidores da Consultoria estão em pé de guerra com Ribeiro. Há cerca de duas semanas, 11 funcionários em posto de chefia entregaram seus cargos por supostas interferências do ministro. Ribeiro não tolerou o “motim”.

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27.12.21

Universidades federais correm risco de um apagão financeiro

As universidades federais estão ameaçadas de entrar em colapso em 2022. Segundo o RR apurou, reitores reunidos na Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino (Adinfes) têm feito seguidos alertas ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, sobre o risco de interrupção das atividades ao longo do próximo ano devido a restrições orçamentárias. O total das verbas discricionárias previstas para o ano que vem é o menor do governo Bolsonaro: cerca de R$ 5,1 bilhão – em 2019, essa cifra chegou a ser de R$ 7,1 bilhão.

De acordo com um reitor ouvido pelo RR, esses recursos só cobrem os gastos das 69 universidades vinculadas ao Ministério da Educação até julho. Nos cálculos dos dirigentes dessas instituições, essa dotação precisaria praticamente dobrar para que todos os compromissos financeiros de 2022 sejam honrados. Caso contrário, pouco depois do meio do ano, o que se verá é uma onda de calotes involuntários em serviços terceirizados, obras e mesmo programas de assistência estudantil cobertos pelas verbas discricionárias.

Procurados pelo RR, o Ministério da Educação e a Adinfes não se pronunciaram. Há ainda um agravante: ao longo de 2022, o Ministério da Educação deve criar cinco novas universidades federais, a partir da cisão de estabelecimentos já existentes, sem acrescentar as verbas correspondentes. Segundo o RR apurou, reitores vem fazendo articulações junto às bancadas parlamentares de seus respectivos estados na tentativa de criar um fato político e pressionar o governo a aumentar as verbas das universidades federais. É o que resta diante da postura de Milton Ribeiro. Até agora, o ministro tem feito ouvidos de mercador ao pleito.

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