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29.03.22

XP quer Microsoft ao seu lado na compra de startups e fintechs

A XP elegeu a Microsoft como sua principal aposta para uma parceria voltada à compra de fintechs e startups. Segundo o RR apurou, há conversações nesta direção. Os planos da instituição financeira passam pela montagem de um fundo de venture capital. O projeto é grandioso: a XP quer se diferenciar das demais operações de compra de startups e se tornar a maior consolidadora desse segmento, com tentáculos internacionais.

A aliança com a Microsoft traria mais do que recursos financeiros, proporcionalmente talvez o que a XP menos esteja buscando nessa associação. A instituição teria a seu lado uma corporação global que é sinônimo de inovação, além do goodwill do nome Bill Gates. A partir daí, o céu seria o limite para essa joint venture. Um caminho mais do que natural seria o posterior IPO dessa “XPTech”, com ações negociadas possivelmente na Nasdaq.

Procuradas pelo RR, XP e Microsoft não se pronunciaram. A XP tem feito seguidos movimentos no terreno das fintechs e startups. Nos últimos dois anos, foram seis aquisições. Antes disso, em 2019, a instituição financeira fez uma investida nos Estados Unidos, ao aportar recursos na Olivia, do Vale do Silício. A rigor, foi um negócio “doméstico” em terra estrangeira: a fintech é uma criação dos investidores brasileiros Lucas Moraes e Cristiano Oliveira.

Mas a semente para novas aquisições nos EUA está plantada. Mais recentemente, não custa lembrar, a XP deu outro passo importante nessa área: anunciou sua associação à gestora Headline, de Romero Rodrigues, fundador do site Buscapé, para a aquisição de startups. É tudo aquecimento para o projeto maior: o enlace com um parceiro internacional do porte da Microsoft.

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15.10.21

Injeção na Loggi

Os acionistas da Loggi, startup de tecnologia, estariam preparando um novo aporte na empresa. Entre os investidores figuram SoftBank, Microsoft e Velt Partners.

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13.02.17

Candido Mendes só paga dívida com o bolso alheio

Conforme o RR antecipou na edição de 25 de janeiro, a Microsoft aceitou o acordo com a Universidade Candido Mendes (UCAM): em vez de pagar integralmente uma dívida de R$ 43 milhões referente ao uso de cópias de softwares não autorizadas, a UCAM terá de desembolsar apenas R$ 6 milhões. Caso encerrado? Tratando-se de Candido Mendes, jamais. O empresário e acadêmico não quer nem quitar os R$ 6 milhões. Está passando o chapéu em entidades empresariais na tentativa de arrecadar os recursos. Do próprio bolso, nem pensar.

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25.01.17

Bill Gates dá um alívio à devedora Candido Mendes

A Microsoft reduziu o bombardeio à Universidade Candido Mendes e já aceita fazer um acordo sobre os débitos não pagos por uso indevido de softwares sem cobrar os juros. O valor orbitaria em torno de R$ 6 milhões. Na fatura atualizada, passa de R$ 42 milhões. A Microsoft executou a universidade, que teve seu prédio em Ipanema levado a leilão no mês passado. O imóvel foi avaliado em R$ 128 milhões e o lance inicial ficou em R$ 64,5 milhões, mas não houve interessados. A quitação da dívida ou um acordo evitará o novo leilão, previsto para o próximo dia 6. A Microsoft diz que sempre “esteve aberta para um acordo e essa continua sendo sua posição”, embora não exista “uma negociação em curso.” Os executivos de Bill Gates no Brasil têm sido aconselhados a ir devagar com o andor e colocar na balança, de um lado a recuperação do montante não pago, de outro, a fama de ter destruído uma tradicional instituição de ensino.  Os capítulos finais dessa disputa dirão se David – adepto que é do modelo “devo, sim, mas não pago nunca” – continuará enrolando Golias.

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02.09.16

Inferno astral

 A Microsoft não tem tido sorte com o Brasil. Depois de amargar uma queda de 15% nas vendas de softwares no mercado brasileiro em 2015, a companhia de Bill Gates já acumula uma perda de receita de 20% nos primeiros seis meses do ano. A área de software é responsável por cerca de dois terços do faturamento da empresa no Brasil. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Microsoft.

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11.07.16

Bug do milênio

 A Microsoft tem apresentado resultados abaixo da linha d´água no Brasil. A receita segue na faixa de US$ 2 bilhões há dois anos. E deve piorar porque as vendas de smartphones têm caído 25%. A conta não fecha mesmo após os cortes radicais adotados pela presidente da subsidiária, Paula Bellizia, que vendeu a única fábrica no país e deletou milhares de empregos. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Microsoft.

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06.07.16

Linkedin

 O presidente do Linkedin no Brasil, Oswaldo Barbosa, está atualizando seu perfil no aplicativo para conseguir um novo emprego. O executivo foi avisado pela Microsoft, nova dona da companhia, que o comando será unificado no Brasil. O Linkedin confirma a saída de Barbosa.

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09.03.16

Celular da Microsoft no Brasil chama, chama e ninguém atende

  A Microsoft prepara-se para interromper a produção e comercialização de smartphones das marcas Nokia e Lumia no Brasil. De acordo com uma fonte próxima à empresa, em recente reunião com executivos do grupo nos Estados Unidos, a própria presidente da subsidiária brasileira, Paula Bellizia, teria defendido o fim da venda de handsets e a saída em definitivo deste mercado. Os motivos para a decisão são variados, a começar pelo mau desempenho do negó- cio. No ano passado, a comercialização de smartphones da companhia caiu mais de 20%, quase o dobro do declínio do mercado em geral, em torno de 12%. Ninguém melhor do que a executiva para reconhecer as limitações concorrenciais da Microsoft neste segmento. Até julho do ano passado, ela comandava a Apple no Brasil, empresa que disputa palmo a palmo com a Samsung a liderança do mercado de smartphones.  O mais curioso é que o share do Windows Phone, sistema operacional que concorre com o iOS (Apple) e Android (Google), cresceu em 2015 no Brasil, saindo de 3,9% para perto de 5,5%. No entanto, esse avanço se deveu basicamente às vendas de outros aparelhos que usam o sistema, como Samsung e LG. Se dependesse do santo de casa, ou seja, as marcas Nokia e Lumia, provavelmente a participação de mercado do Windows Phone no Brasil seguiria lá atrás.  O consenso na Microsoft Brasil é que a empresa deve se concentrar na produção de softwares e na venda de PCs e consoles de video game, o Xbox. Mesmo porque os resultados obtidos no core business também não são nada alvissareiros. No ano passado, as vendas de programas, por exemplo, caíram em torno de 15%. Nem mesmo o lançamento mundial do Windows 10, o novo sistema operacional da companhia e grande aposta comercial dos norte-americanos, foi capaz de frear a queda. Procurada pelo RR, a Microsoft não comentou o assunto.

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27.01.16

Microsoft

 Por conta dos seguidos prejuízos, a Microsoft cogita encerrar a produção de celulares no Brasil, comercializados com as marcas Nokia e Lumia. A Microsoft não comentou o assunto.

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 Mesmo após o anúncio oficial – antecipado pelo RR em 21 de setembro –, a venda da fábrica da Microsoft em Manaus está na corda bamba. A Flextronics, compradora da unidade, havia se comprometido a assumir a produção de celulares da marca norte-americana no Brasil. Mas deu para trás, sob a alegação de que a operação não tem escala e é deficitária. Agora é tarde. A Microsoft já avisou que vai rescindir o contrato caso a Flextronics mantenha a decisão.

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