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01.09.21

Primeira via

De uma velha raposa do MDB em referência ao manifesto “Todos por um só Brasil”, lançado na semana passada: “Que terceira via, que nada. Michel Temer está aumentando o valor do seu passe junto ao ex-presidente Lula”.

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08.04.21

Temer ficha limpa

À luz do dia, Michel Temer sai pela tangente. Mas, em conversas com aliados figadais, a exemplo do deputado Baleia Rossi, cogita a possibilidade de se candidatar ao Senado em 2022. A recente absolvição em um processo de acusação de suborno no setor portuário encheu Temer de gás.

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19.01.21

Embaixador honorário da China

De olho no 5G, a Huawei acertou em cheio ao recorrer ao préstimos de Michel Temer como seu novo lobista no Brasil. Temer tem um histórico de colaboração a companhias do país asiático ou pertencentes a orientais. Uma delas era uma fabricante de eletroeletrônicos de origem chinesa instalada em São Paulo – e mais o RR não diz. Após uma sucessão de estranhas operações de importação de componentes da China, a referida empresa quebrou com uma dívida de R$ 1 bilhão.

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09.12.20

Página virada

O sempre general Villas Bôas tem refutado a sugestão de alguns velhos colegas de farda para processar Michel Temer. Em seu recém-lançado livro de memórias, Temer insinua que Villas Bôas e o general Sergio Etchegoyen conspiraram pelo impeachment de Dilma Rousseff.

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18.09.20

Ônus e bônus

Michel Temer teve um papel importante na costura do acordão entre MDB, DEM e PSDB em torno da candidatura de Bruno Covas à reeleição em São Paulo. O risco é depois virar um passivo na gestão Covas.

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27.08.20

Controle remoto

A aproximação com Michel Temer já rende os primeiros frutos para Jair Bolsonaro. O deputado Baleia Rossi (MDB-SP), unha e carne de Temer, foi personagem fundamental na articulação para que a Câmara derrubasse a decisão do Senado e mantivesse o veto de Bolsonaro ao aumento dos servidores públicos. O cetáceo parlamentar só se empenha tanto quando o assunto interessa diretamente ao padrinho Temer.

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No Palácio do Planalto, o movimento de Jair Bolsonaro na direção de Michel Temer e José Sarney é atribuído ao aconselhamento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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28.05.20

Crônica de um Brasil com sombrero

O Brasil, que já vislumbra o risco de um isolamento comercial devido à disparada dos casos de coronavírus e a ameaça de ser o propagador de uma segunda onda da doença no mundo, está ameaçado de sofrer também um lockout moral. O estouro de novas denúncias de relações promíscuas entre o Poder Público e o setor privado tende a aumentar a aversão internacional ao país. De certa forma, o Brasil parece marchar na direção de um processo de “mexicanização”, leia-se o acúmulo por anos e mais anos de casos de corrupção institucionalizada.

Os quatro últimos presidentes mexicanos foram ou são alvo de investigação por irregularidades. No caso do Brasil, é preciso fazer uma ressalva. O presidente Jair Bolsonaro tem mil e um problemas ao seu redor, mas não pesam sobre seus ombros denúncias de corrupção, ao contrário do que ocorreu nos governos petistas e na gestão de Michel Temer. Ainda assim, a comparação entre Brasil e México se aplica pelo “conjunto da obra”. O Índice de Percepção de Corrupção (IPC) da Transparência Internacional corrobora essa proximidade.

O Brasil ocupa o 106o lugar em um ranking de 180 nações – quanto mais baixa a posição maior a percepção de corrupção. Está a apenas 24 degraus do México, que ocupa o 130o posto na medição da Transparência Internacional. No “ranking” do Google, a distância entre os dos países é proporcionalmente ainda menor. No final da tarde de ontem, uma busca por “Corruption AND Brazil” exibia cerca de 73,7 milhões de resultados – contra 77,6 milhões para uma pesquisa por “Corruption AND Mexico”.

O Brasil é um país em permanente estado de busca e apreensão. Não obstante sua amplitude e impacto, a Lava Jato não foi um programa de Estado para o combate à corrupção, mas uma Operação, que teve suas virtudes e seus pecados. Os casos destampados nos últimos dias pelo Supremo Tribunal Federal e pela Polícia Federal mostram que o Brasil está se revelando um benchmarking de uma nova corrupção ou uma corrupção 3.0. Sob certo aspecto, saem os canteiros de obra e as malas de dinheiro e entram algoritmos e régias contribuições financeiras para impulsionamentos nas redes sociais.

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13.02.20

Governo abre a porteira para as apostas eletrônicas

O jogo vai começar. O Ministério da Economia planeja publicar até abril a regulamentação da Lei 13.756/18, a peça que falta para a abertura do mercado de apostas eletrônicas no Brasil – a nova legislação foi aprovada em 2018, ainda no governo Temer. Segundo informações filtradas da própria Pasta, Bet365 e Sportingbet, dois dos maiores sites do setor no mundo, já confirmaram ao governo que pretendem iniciar suas operações no país ainda neste ano.

Outros grandes grupos de apostas esportivas vêm mantendo conversações com o Ministério, notadamente com o subsecretário de Prêmios e Sorteios, Waldir Eustáquio Marques Júnior. Estudos mostram que o setor poderá movimentar cerca de R$ 8 bilhões já em seu primeiro ano no Brasil – o dobro do que hoje os brasileiros apostam, em dólar, em sites sediados no exterior. Um pedacinho desse montante vai ajudar Paulo Guedes a reduzir o déficit fiscal.

Aliás, essa ainda é a grande incógnita da regulamentação e objeto de impasse junto aos investidores privados. O texto da lei é dúbio e deixa uma margem elástica para a tributação, que vai de 15% a 35% do lucro líquido dos operadores. Façam suas apostas sobre qual é o entendimento de Guedes sobre a alíquota a ser fixada… Acertou!

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13/02/20 15:39h

karolbarna60

disse:

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26.12.19

Conto chinês

Michel Temer voltou a pisar em um terreno movediço. Estaria, digamos assim, abrindo portas da República a grupos chineses com interesses no Brasil. Como parlamentar, Temer sempre manteve uma relação de proximidade com empresários do país asiático. Nem sempre deu certo. Uma das empresas que costumava ouvir conselhos do ex-presidente, a fabricante de eletroeletrônicos H-Buster, dos irmãos Guilherme e Gilberto Ho, foi tragada por uma recuperação judicial e uma dívida de R$ 1 bilhão.

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