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11.08.21

Botando banca

Na Via (ex-ViaVarejo), já se discute a abertura de capital do BanQi, banco digital do grupo. Trata-se de um projeto para 2022. Até lá a ordem é pedalar a fintech, nova menina dos olhos de Michael Klein. Recentemente, a Via aprovou a liberação de R$ 300 milhões em recursos próprios para turbinar aas operações de crédito do BanQi.

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28.09.20

O voo compartilhado de Michael Klein

Michael Klein quer colocar a Icon Aviation, sua companhia de aviação executiva, em outra altitude. Klein vem mantendo conversações com José Afonso Assumpção, dono da Líder Aviação, para uma parceria na ponte aérea Rio-São Paulo. O cardápio de hipóteses vai do compartilhamento de aeronaves a uma joint venture. A Icon, ressalte-se, entrou recentemente na ponte aérea, ofertando assentos em seus jatos executivos ao valor de R$ 2 mil. A Líder também se prepara para operar voos regulares.

Ambas se aproveitam da brecha aberta pela Anac, que passou a permitir a venda de lugares avulsos em voos fretados até agosto de 2022, uma forma de ampliar a oferta no momento em que a aviação civil atravessa o ciclone da Covid-19. No setor, no entanto, a aposta é que a exceção vai virar regra e as companhias de aviação executiva entrarão definitivamente no mercado de voos regulares. Procurada, a Icon confirma o interesse em “firmar parcerias para otimizar o projeto de venda de assentos junto a outros operadores”.

A empresa afirma que “está desenhando um modelo de codeshare para ser discutido com outras operadoras”. Consultada sobre uma possível associação com a Icon, a Líder voou pela tangente e disse “não confirmar a informação”. A companhia afirmou que está realizando “estudos e análises para verificar a possibilidade da realização de voos com rotas pré-definidas”. Uma eventual associação entre a Icon e a Líder criaria uma simbiose bastante competitiva.

Negócio por negócio, a companhia da família Assumpção é muito maior, a começar pela frota, 59 aeronaves contra 19 da Icon. No entanto, na física, Klein tem um poder de fogo muito superior aos dos donos da Líder. Com uma fortuna pessoal estimada em R$ 6 bilhões, o dono da ViaVarejo tem combustível de sobra para brincar no setor de aviação.

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Michael Klein estaria em conversações com investidores para a venda de uma participação no braço de e-commerce da ViaVarejo. Além de Casas Bahia e Ponto Frio, a empresa é responsável também pela operação do Extra.com, a marca de hipermercados do Casino.

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30.03.20

O trunfo de Michael Klein

O mercado, ao que parece, já precificou que Michael Klein tem alguma carta na manga em relação ao writeoff de R$ 1,1 bilhão no balanço da ViaVarejo decorrente de fraudes contábeis. Só isso explica a reação dos investidores na última quinta-feira, dia do anúncio dos resultados: a ação da empresa chegou a subir 12%, quatro vezes mais do que o Ibovespa. O trunfo de Klein seria uma ação judicial contra o Casino/Pão de Açúcar, controlador da ViaVarejo na época das irregularidades contábeis

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24.01.20

Um contencioso de fechar o comércio

Michael Klein, dono da ViaVarejo, pretende acionar judicialmente o Pão de Açúcar, ex-controlador da rede varejista. Os advogados da empresa acreditam já dispor de elementos sufi cientes para cobrar uma indenização bilionária por fraudes contábeis. O relatório final  da auditoria conduzida por Klein desde o ano passado será entregue apenas na primeira quinzena de fevereiro. No entanto, de acordo com informações filtradas da ViaVarejo, já teria sido apurado um buraco da ordem de R$ 1,3 bilhão. O valor corresponde a mais da metade da cifra paga pelo empresário para recomprar o controle da companhia (R$ 2,3 bilhões).

Procurados, ViaVarejo e Grupo Pão de Açúcar não quiseram se pronunciar. Klein vem preparando o terreno para uma ofensiva nos tribunais. No fim de 2019, a ViaVarejo divulgou ao mercado ter identificado indícios de irregularidades contábeis por suposta “manipulação da provisão trabalhista e pelo diferimento indevido na baixa de ativos e contabilização de passivos”. A auditoria indica que gastos operacionais teriam sido deliberadamente lançados como investimentos, com o objetivo de gerar artificialmente resultados positivos nos balanços.

Michael Klein pode até atirar primeiro nos tribunais, mas também precisará de um escudo para se defender do seguinte questionamento: ele próprio não sabia das eventuais fraudes antes da aquisição do controle da ViaVarejo? Klein não é um forasteiro que caiu de paraquedas na empresa. Era sócio minoritário da companhia durante o período das supostas fraudes e, ao menos em tese, tinha acesso às entranhas da rede varejista.

Certamente, esta contradição será explorada pelo outro lado no iminente contencioso. O fato já foi, inclusive, registrado em comunicado lançado pelo Pão de Açúcar, em dezembro, para se defender das acusações: “A Família Michel Klein e seus veículos de investimento detinham mais de 20% do capital de referida companhia e também elegiam membros para compor todos os órgãos de administração”. Segundo fonte próxima a Klein, o empresário alega que, na condição de minoritário, não tinha acesso à elaboração dos balanços. Vai ser uma briga boa de se assistir.

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22.10.19

Via Varejo já “reembolsa” Michael Klein

A volta ao controle da Via Varejo está se revelando um investimento de curtíssimo prazo e alta rentabilidade para Michael Klein. O rápido retorno poderá vir da iminente venda de 13 galpões pelo valor aproximado de R$ 2 bilhões. A título de exercício: se a bolada for distribuída sob a forma de dividendo em 2020, Klein, dono de 26% do capital, embolsará mais de R$ 500 milhões. Cobre, com folga, os cerca de R$ 300 milhões que aportou na compra de ações do Grupo Pão de Açúcar

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14.08.19

O turbulento voo de Michael Klein

As únicas explicações que players do mercado de aviação executiva encontram para o investimento de Michael Klein no setor de frete de aeronaves são: ele não entende nada do negócio e tem dinheiro para queimar. A Icon Aviation foi criada e ampliada a partir de consolidação devido a uma reles epifania do empresário. Da mesma forma que ele e seus gestores se locomoviam muito por meio de jatos, o modelo seria bom, para todo mundo. Daí para mais de 30 aeronaves – maior frota de aviões e helicópteros de táxi aéreo da América do Sul – foi uma decolagem. Klein vem somando reveses na operação. E não tem sequer para quem vender, já que o mercado anda de costas. Do ponto de vista de consolidações, ficou faltando para Klein somente a Líder Taxi Aéreo. Mas a companhia atravessa  também sua pior fase. Melhor torcer para que os eflúvios da Icon não contaminem o futuro resgate da ViaVarejo. Provável que não. Afinal, essa é a praia de Klein. O RR entrou em contato com o empresário por meio de sua assessoria. Perguntado especificamente sobre os prejuízos e a dívida da Icon, Klein não se pronunciou.

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04.07.19

Control C + control V

Ao que parece, Michael Klein quer montar a “nova” ViaVarejo à imagem e semelhança do Magazine Luiza. O nome preferido de Klein para comandar a operação online da empresa é Eduardo Galanternick, diretor de e-commerce da rede varejista de Luiza Helena Trajano. Na semana passada, ressaltese, o empresário contratou a então diretora de marketing do Magazine Luiza, Ilca Sierra.

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26.06.19

Dupla função

Michael Klein já vislumbra a possibilidade de vender parte do capital do banQi, o banco digital recém-criado pela ViaVarejo. Seria uma forma de alavancar o negócio com velocidade e, de quebra, recuperar parte dos R$ 2,3 bilhões que desembolsou para recomprar a rede varejista.

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14.06.19

Revival

Caso recupere a antiga casa, Michael Klein vai repaginar a Casas Bahia. As lojas permanecerão focadas nos clientes populares, mas terão um apêndice para vendas a um público mais abastado. O modelo lembra um pouco o da antiga Mesbla. A rede tinha uma unidade denominada Mesbla Náutica. Além de lanchas e produtos associados, vendia outros itens de valor mais elevado.

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