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10.12.18
ED. 6011

Vagas abertas

Rotina de um melancólico fim de governo: até o momento, além de Eduardo Guardia, da Fazenda,não há qualquer outro ministro confirmado na comitiva do presidente Michel Temer que irá a Montevidéu, na próxima semana, para a reunião do Mercosul.

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30.11.18
ED. 6005

Comércio unilateral

Não obstante as declarações de desdém ao Mercosul feitas por Paulo Guedes, os argentinos dão mostras de que o comércio entre os dois países ainda é importante, ao menos para um dos lados da fronteira. O governo Macri fez questão de enviar uma comitiva diplomática à audiência pública que será realizada hoje pela AGU com o objetivo de tornar o ambiente normativo mais amigável para o investidor estrangeiro e o comércio exterior.

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24.01.18
ED. 5793

Os afilhados de Russomanno

Talvez o deputado federal Celso Russomanno esteja querendo exportar para o Parlamento do Mercosul (Parlasul) algumas práticas do Congresso brasileiro. Presidente da representação brasileira no Parlasul, nomeou Odilon Manoel Ribeiro para o seu gabinete. Odilon é investigado na Lava Jato. Seu nome aparece em mensagens no celular do ex-presidente da OAS Leo Ribeiro pedindo “apoio” para a campanha de Russomanno à Câmara em 2014.

Aliás, Russomanno parece sofrer da síndrome do “dedo podre” ao indicar nomes para cargos públicos. Na semana passada, o presidente do Inmetro, Carlos Augusto Azevedo, foi condenado em segunda instância na Justiça do Rio por irregularidades quando comandava a Faetec – Fundação de Apoio à Escola Técnica. Consta que foi Russomanno quem levou Azevedo para o Inmetro, por sinal também às voltas com uma série de denúncias – ver RR edições de 29 de setembro e 27 de dezembro de 2017.

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22.09.16
ED. 5460

Tudo a seu tempo

 Uma das prioridades do presidente do BB, Paulo Sergio Caffarelli, é vender a participação no Banco Patagônia até dezembro. O mundo dá voltas. Há quatro anos, quando ocupava a vice-presidência de internacionalização do BB, Caffarelli comandou o projeto de expansão da instituição argentina e defendia veementemente a compra de outros bancos no Mercosul.

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 O chanceler José Serra vai acabar tendo sua estátua erguida pelo setor sucroalcooleiro. Serra negocia com o presidente Mauricio Macri, a redução de 10% para 5% da alíquota de importação de açúcar pela Argentina. Conseguiu ainda o apoio do dirigente portenho para que o Mercosul somente aceite retomar negociações com a União Europeia se o etanol for incluído entre os itens do acordo de livre comércio.

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28.01.16
ED. 5297

Proposta para o Mercosul

 O governo brasileiro vai levar aos seus pares do Mercosul a proposta de abertura do mercado de transporte rodoviário de passageiros na região, com a criação de uma regulação unificada. Seria uma maneira de abrir caminho para a entrada de empresas brasileiras nos países vizinhos, inclusive mediante a compra de empresas locais.

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