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13.05.22

Por falar em IPI

O embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Scioli, fez chega ao Itamaraty a preocupação do governo Alberto Fernandez com as sucessivas reduções de IPI no Brasil. No âmbito do Mercosul, a medida é tratada como uma espécie de dumping.

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11.01.22

Diplomacia de farpas 1

chanceler Carlos Alberto França trabalha pelo retorno do Brasil à Celac (Comunidade de Estados da América Latina). Tarefa difícil. Ainda mais agora que o presidente da Argentina, Alberto Fernández, desafeto de Jair Bolsonaro – a exemplo de todos os líderes da esquerda) -, assumiu o comando da Organização. O Brasil deixou a Celac em janeiro de 2020. Foi um dos grandes “feitos” da gestão Ernesto Araújo à frente do Itamaraty.

Diplomacia de farpas 2

Segundo informações filtradas do Itamaraty, Paraguai e Uruguai pressionam o governo brasileiro a permanecer no Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (Focem). A gestão Bolsonaro ameaça deixar o Focem, destinado, principalmente, a financiar investimentos em infraestrutura. Será praticamente a extinção do fundo: o Brasil responde por 70% das contribuições, algo em torno de R$ 400 milhões por ano.

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04.01.22

Mais um engasgo diplomático

Um problema a mais no radar do ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França. Segundo informações que chegam ao Itamaraty, assessores de Gabriel Boric já sinalizaram que o presidente eleito do Chile pretende rever o Acordo de Complementação Econômica entre o seu país e o Mercosul. Planeja também reavaliar o acordo de livre comércio entre o Chile e o Brasil. Tudo em meio à diplomacia de espinhos do governo Bolsonaro e suas flechadas contra o esquerdista Boric.

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09.12.21

Brasil e Uruguai costuram um “toma lá, dá cá” no Mercosul

Segundo uma fonte do Itamaraty, Brasil e Uruguai estão costurando uma “coalizão” para a reunião de cúpula do Mercosul, prevista para a terceira semana de dezembro. Pelo acordo que vem sendo alinhavado, o governo brasileiro deverá apoiar a proposta de que os países membros do bloco possam fechar acordos bilaterais, sem as amarras tarifárias impostas pelo Mercosul. A curtíssimo prazo, a flexibilização tem endereço certo: as negociações que o próprio Uruguai vem mantendo com a China. Em contrapartida, o governo do presidente Luis Alberto Lacalle Pou endossaria o pleito do Brasil de redução da Tarifa Externa Comum (TEC), ponto polêmico que enfrenta resistência da Argentina. As conversações têm sido conduzidas por assessores do chanceler Carlos Alberto França e do ministro Paulo Guedes – em especial Roberto Fendt Junior, secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais da Economia. Sob a ótica de Guedes, o “toma lá, dá cá” é, na verdade, um “dá cá, dá cá”. Notório adversário do Mercosul, o ministro defende tanto a redução da TEC como a flexibilização das regras para o fechamento de acordos bilaterais. Procurados pelo RR, os Ministérios da Economia e das Relações Exteriores não se pronunciaram.

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06.12.21

Encontro marcado

Segundo fonte do Itamaraty, Jair Bolsonaro e o presidente da Argentina, Alberto Fernández, terão um encontro reservado, em  Brasília, na terceira semana de dezembro, durante a reunião de cúpula do Mercosul. Uma das pautas será a construção de um gasoduto para ligar as jazidas de gás de Vaca Muerta ao Rio Grande do Sul.

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11.11.21

Ao menos os diplomatas se entendem

Enquanto Jair Bolsonaro e Paulo Guedes vivem às turras com o governo de Alberto Fernández, o chanceler Carlos Alberto França tem
se empenhado em aparar as arestas diplomáticas com os argentinos. De acordo com uma fonte do Itamaraty, durante sua passagem por Roma para a reunião do G-20, França teve um encontro reservado com o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Santiago Cafiero. Foi a segunda conversa tête-à-tête entre ambos em quatro semanas. Em ambos os encontros, o assunto foi um só: Mercosul.

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03.11.21

Fio da navalha

O diplomata Paulo Estivallet, prestes a deixar o cargo de embaixador do Brasil na China, está cotado para assumir o mesmo posto em Buenos Aires. Ou seja: depois da “sinofobia” do presidente Jair Bolsonaro, teria de tourear os efeitos dos ataques do governo brasileiro à Argentina e – por extensão – ao Mercosul.

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27.09.21

O bloco do anti-Mercosul

Há tratativas, no âmbito do Ministério das Relações Exteriores, para um encontro entre Jair Bolsonaro e o presidente do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou. A reunião deverá ocorrer em outubro. No tabuleiro do Mercosul, o evento terá razoável peso, ainda que venha a ser apenas de caráter simbólico. O Uruguai desponta como principal aliado do Brasil na pressão pela flexibilização das regras do bloco econômico e a redução da Tarifa Externa Comum (TEC). Consultado, o Itamaraty disse que “ainda não há confirmação do encontro”.

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14.09.21

O inimigo número 1 do Mercosul ataca novamente

A conversa entre Paulo Guedes e a ministra da Economia do Uruguai, Azucena Arbeleche, na semana passada, ainda ecoa nos meios diplomáticos. Segundo a fonte do RR, Guedes passou toda a reunião estimulando o acordo bilateral entre o Uruguai e a China – na contramão do que prega o Itamaraty. Se é contra o Mercosul, o ministro está a favor.

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10.08.21

“Mezzo-sul”

Jair Bolsonaro está articulando uma visita ao presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou. Seria uma forma de mostrar coesão entre os dois países na queda de braço com a Argentina pela redução da Tarifa Externa Comum do Mercosul. Vá lá, “meia” coesão, já que os uruguaios condicionam a medida somente a alguns produtos.

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