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O RR apurou que o Mercado Livre tem interesse na comprado Maxmilhas, site de compra e venda de milhagem aérea. Seria uma rápida resposta à recente investida do Decolar.com, que anunciou a aquisição da Viajanet.

O mercado vai inflacionar: a Americanas.com também está em busca de plataformas de e-commerce da área de viagens.

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22.03.22

Risco duplo

Segundo uma fonte ligada ao Mercado Livre, o ataque hacker da semana passada, com o vazamento de dados de 300 mil clientes, poderia ter sido ainda pior. De acordo com investigações internas, os cibercriminosos teriam também a intenção de invadir o Mercado Pago, a fintech do grupo. Mas a tentativa de ataque foi descoberta antes.

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15.02.22

Passagem de ida

O Magazine Luiza entrou na disputa pela compra do Viajanet, site de venda de passagens e hospedagens que movimenta cerca de R$ 1,2 bilhão por ano. O Mercado Livre também está no páreo.

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07.02.22

Próxima parada

O Mercado Livre está em conversações para a compra de uma das maiores plataformas de venda de passagens aéreas do Brasil.

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12.01.22

Briga de gente grande

Além do Mercado Livre – ver RR edição de 29 de dezembro -, a Americanas também estaria na disputa pela compra do Privalia, maior outlet virtual de moda do Brasil. A empresa é avaliada em torno de R$ 1,2 bilhão.

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29.12.21

Privalia entra no carrinho de compras do Mercado Livre

O RR apurou que o Mercado Livre está em negociações para a compra da Privalia, maior outlet virtual de moda do Brasil. As cifras giram em torno de R$ 1,2 bilhão. As tratativas são conduzidas pelo Itaú BBA. O plano inicial da francesa Veepe, controladora da Privalia, era sair do negócio gradativamente. No entanto, a frustrada tentativa de IPO da companhia, em julho, precipitou a decisão de deixar o Brasil. Procurados, Mercado Livre e Privalia não quiseram se pronunciar. Com a aquisição, o faturamento anual do Mercado Livre no Brasil passaria de R$ 11 bilhões para cerca de R$ 12,5 bilhões. O ganho maior, no entanto, viria com a expansão dos negócios na área de moda, que hoje está longe de ser a principal operação da plataforma de e-commerce. O Mercado Livre quer avançar, por exemplo, sobre o território de grandes grupos de varejo com atuação híbrida – ou seja, vendas físicas e online -, casos da Renner e da Riachuelo.

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25.11.21

Fabio Faria joga a favor ou contra a venda dos Correios?

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, com a sua péssima comunicação, acabou tornando-se o maior ativista no governo contra a privatização dos Correios. Faria parece sofrer de dissonância cognitiva. As declarações dele sobre o assunto somente depreciam o valor da empresa.

Quando Faria pede rapidez na privatização, ele afirma ao mesmo tempo que se ela não for realizada em um ano o Correio estará inviabilizado. Ora, se um negócio perde o valor dessa forma e em prazo tão curto, é porque não é um bom negócio. Faria afirma que os Correios é a única empresa que está presente nos 5.568 municípios, inclusive nas regiões mais distantes do país, o que permite atender 27,5 mil lojas virtuais das 31 mil existentes no país. O ministro, contudo, diz que as greves levaram empresas como o Mercado Livre e Magalu a procurarem alternativas para entrega de encomendas.

Os Correios ficariam no final “somente com o osso”. Pois bem, se ele se queixa dessa forma das greves, sinaliza para um problema que pode perdurar com o controle pela iniciativa privada. Uma mensagem para afastar o investidor. Faria ressalta ainda que os Correios perderam entre 20% a 30% de market share. Ué, que recado é esse? A verdade é que no afã de vender a empresa, o ministro fala o que não deve ao invés de estimular potenciais compradores. Há um parafuso fora do lugar na cabeça de Fabio Faria.

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14.10.21

Metamorfose

O Mercado Livre caminha para ser mais banco do que plataforma de e-commerce. Segundo o RR apurou, o Mercado Pago, braço financeiro do grupo, vai fechar 2021 respondendo por 45% da receita total. Há dois anos, esse número era inferior a 30%.

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24.09.21

Invisibilidade contra o roubo de cargas

O Mercado Livre tem ampliado gradativamente o número de entregadores autônomos, em detrimento da contratação dos Correios e de outras empresas de encomendas expressas. Além da redução dos custos logísticos, a medida tem outra motivação: driblar o aumento do roubo de cargas. Os entregadores autônomos são uma espécie de “Uber do delivery”: usam seus próprios carros particulares, sem qualquer identificação do Mercado Livre.

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20.09.21

Mercado Pago

O Mercado Livre quer ser um dos grandes “bancos” do e-commerce. Segundo o RR apurou, a meta do Mercado Pago, fintech do grupo, é iniciar 2022 com uma carteira de crédito de US$ 2 bilhões. Hoje, o volume de empréstimos soma US$ 900 milhões.

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