fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
14.07.20

A volta dos que não foram

Renan Calheiros começou a articular dentro do MDB sua candidatura à presidência do Senado em 2021. Deverá enfrentar a concorrência interna de Eduardo Braga.Renan Calheiros começou a articular dentro do MDB sua candidatura à presidência do Senado em 2021. Deverá enfrentar a concorrência interna de Eduardo Braga.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.06.20

Habeas corpus para Raupp

Os advogados do ex-senador Valdir Raupp (MDB-RO) estudam entrar no STF com um pedido preventivo de habeas corpus. Sinal de apreensão com o julgamento de Raupp na 2a Turma do próprio Supremo, marcado para a próxima terça-feira. Ele e dois assessores parlamentares são acusados, no âmbito da Lava Jato, de ter recebido propina da Queiroz Galvão. Segundo as investigações, o pagamento de R$ 500 mil teria sido contrapartida para contratos firmados entre a empreiteira e a Petrobras.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.05.20

Os muitos MDBs

O ex-senador Eunício de Oliveira furou o “isolamento” do MDB. Na mão contrária do distanciamento do partido em relação ao governo Bolsonaro, Eunício entrou no game da escolha do presidente do Banco do Nordeste, seu antigo latifúndio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.03.20

O braço de Bolsonaro em BH

Filiado ao MDB, o ex-deputado federal Leonardo Quintão desponta como potencial candidato à Prefeitura de Belo Horizonte com o apoio do presidente Jair Bolsonaro. Quintão tem um handicap: é “terrivelmente evangélico” (Apud Bolsonaro). O ex-parlamentar chegou a integrar o governo do Capitão – foi subchefe de Assuntos Parlamentares da Casa Civil. Por pouco tempo: não ficou nem dois meses completos no quarto andar do Palácio do Planalto por conta dos desentendimentos com parlamentares.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Além do Aliança pelo Brasil e do MDB, o DEM também colocou uma ficha de filiação na mão de José Luiz Datena. O script é comum atodos: o apresentador conversa com os três partidos, blefa, diz que vai e, na hora H, recua, sempre fazendo uma exigência a mais. E assim vai mantendo o seu “show político” e segurando a audiência.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.02.20

Maia, o maestro das reformas

Observatório

Por Alessandra Bizoni, jornalista.

Desde a campanha eleitoral, existe consenso na sociedade da urgência da realização de uma reforma tributária no Brasil. Os entraves, no entanto, estão no modo como serão redefinidas as regras fiscais do país. E essa pauta, ao lado da Reforma Administrativa e do Plano Mais Brasil, será um dos grandes nós que deputados e senadores precisarão desatar em 2020. Atualmente, há uma proposta de Reforma Tributária em tramitação na Câmara dos Deputados (PEC 45, de 2019, do deputado Baleia Rossi – – MDB/SP) e outra no Senado Federal (PEC 110, de 2019, do senador Acir Gurgacz – – PDT/RO). O governo federal ainda deve enviar seu projeto ao Congresso Nacional.

Nesse contexto, Rodrigo Maia surge como grande maestro do processo de aglutinação das propostas para aprovar os planos elaborados por Paulo Guedes. Pesquisa do JOTA/Ibpad, feita no final do ano passado, indicou que 53% dos deputados federais — a maioria pertencente ao chamado “centrão” — simpatiza com a proposta de Baleia Rossi, presidente nacional do MDB. Resta calcular o impacto das sugestões do governo federal na complexa discussão que vai alterar a redistribuição de tributos recolhidos pela União. Mesmo diante de uma batalha histórica, analistas são otimistas e apostam na força de Rodrigo Maia e na persuasão de Paulo Guedes para formatar um acordo em torno do novo cenário fiscal ainda no primeiro semestre deste ano.

Até mesmo porque essa mudança é fundamental para destravar as engrenagens da economia, compensando eventuais perdas de receita em função do fantasma do coronavírus. Por outro lado, a Reforma Administrativa — que não foi listada entre os pontos prioritários do governo federal — também deve deslanchar na Câmara dos Deputados neste primeiro semestre. E com velocidade — revelam fontes do setor. O impulso para essa reforma, cuja proposta de emenda à Constituição (PEC) deve ser enviada em breve ao Congresso Nacional, está no fato de que as regras para imprimir a servidores públicos normas semelhantes aos do setor privado deverão valer apenas para os quadros formados após a aprovação do texto final.

Ainda na abertura dos trabalhos deste ano, o presidente da Câmara dos Deputados afirmou que o eventual ônus de incluir os atuais servidores públicos nessa reforma caberá ao governo federal. Maia defende que as novas regras para o serviço público passem a valer apenas para novos servidores. Embora o governo federal só deva colher os frutos da medida daqui a dez ou 15 anos, a aprovação da Reforma Administrativa já seria uma vitória por traçar um novo paradigma para o serviço público no país.

A grande incógnita que resta é com relação ao Plano Mais Brasil, que compreende um pacote de três propostas de emenda à Constituição (PEC) – a PEC do Pacto Federativo, a PEC Emergencial e a PEC dos Fundos Públicos. A PEC do Pacto Federativo preconiza a concessão de maior autonomia financeira para estados e municípios por meio da descentralização de recursos públicos e da desvinculação de receitas de determinadas despesas. Por conta do seu amplo alcance, essa matéria demandará discussão minuciosa no Congresso Nacional, e o ritmo de sua tramitação é um enigma para os analistas. Para acelerar as mudanças que Paulo Guedes considera necessárias, o governo federal se adiantou: enviou para o Senado a PEC Emergencial, um documento mais enxuto do que o pacto Pacto Federativo.  A proposta, segundo Maia, pode ter rito de tramitação abreviado entre os deputados, após ser chancelada pelos senadores. Polêmica, a iniciativa prevê a redução de até 25% nas jornadas e salários dos servidores, em caso de crise financeira da União, entre outros pontos. Formando tabela com Guedes, Rodrigo Maia pode encerrar 2020 como o protagonista da definição de uma nova armadura para o Estado brasileiro, de espírito (neo) liberal.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.01.20

Bucha de canhão

O nome do deputado Pedro Paulo (MDB-RJ) desponta como o candidato de Rodrigo Maia a sua sucessão na presidência da Câmara. Faltando ainda mais de um ano para a eleição, “PP” – como é chamado pelos mais próximos – já fareja a pólvora do fogo amigo ao seu redor.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.12.19

O MDB voltou…

O poder do deputado estadual Alineu Cortes no Palácio Guanabara vai muito além da nomeação para a Secretaria de Meio Ambiente. Seguidas indicações para o segundo escalão do governo têm passado pelo crivo do emedebista. Tudo por conta e risco de Wilson Witzel, que está trazendo para o seu lado todo o notório carry over do MDB do Rio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.11.19

A volta de Temer?

Há conversas no MDB para lançar Michel Temer como candidato à Prefeitura de São Paulo. Modesto, Temer tem dito a aliados que já deu sua contribuição ao país. O que significa que ele aceita.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.11.19

Procura-se um cargo

Romero Jucá é o nome do MDB para concorrer à Prefeitura de Boa Vista (RR) em 2020. Fazer o que? A exemplo de Eunício Oliveira, cotado para disputar a Prefeitura de Fortaleza, é mais um velho cacique do partido buscando abrigo nas eleições municipais.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.