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04.07.18
ED. 5902

Um padrinho para Meirelles

Henrique Meirelles busca dentro do MDB um “padrinho” para a sua candidatura no Nordeste. José Sarney e Jarbas Vasconcelos já recusaram o convite para o batizado.

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29.06.18
ED. 5899

Nova geração

Marco Antonio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral, tem conduzido as articulações para uma possível aliança entre o MDB do Rio e o DEM, de Eduardo Paes. Em condições normais, Cabral, 27 anos, estaria na quarta fileira da orquestra, mas, como se sabe, a Lava Jato tirou de circulação os regentes do MDB fluminense

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28.06.18
ED. 5898

Peregrinação

A recente peregrinação de Henrique Meirelles por diretórios do MDB em sete estados foi desanimadora. Meirelles viu que o partido trabalha, sem cerimônia, contra a sua candidatura. O fogo amigo mais potente se concentra em Minas Gerais e no Paraná.

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15.06.18
ED. 5889

Enquanto isso, no MDB…

Do lado do MDB, um dos nomes mais empenhados em minar a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência é Paulo Hartung, governador do Espírito Santo, hoje um dos principais interlocutores entre o partido e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Nos últimos dias, Hartung vem arregimentando outros governadores para participarem do ato político do “Polo Democrático”, convocado para o próximo dia 28 de junho, em São Paulo. Ele concentra empenho especial em atrair para o grupo o governador paulista Marcio França (PSB), até prova em contrário aliado de Alckmin. Hartung, é bom lembrar, foi um dos artífices do frustrado projeto Luciano Huck. Em tempo: a dupla Meirelles-Jobim, por sinal, seria a bola da vez para ocupar o espaço da candidatura “outsider”. Ainda que de outsider, tanto um quanto outro nada tenham

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15.06.18
ED. 5889

Segundas núpcias

Sem um nome de grife para concorrer ao governo do Rio – os pré-candidatos são os desconhecidos Max Lemos e Vinicius Farah –, o MDB já discute abrir mão da chapa própria para apoiar Eduardo Paes (DEM). Curioso: Paes deixou o MDB há poucos meses para se dissociar dos malfeitos de Cabral e cia

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01.06.18
ED. 5879

Pique esconde nas contas eleitorais

Por ora, a plataforma eletrônica criada pelo TSE para a prestação de contas partidárias é, de fato, uma iniciativa virtual. A maioria das siglas – entre as quais PT, MDB, PP e PTB – não lançou suas informações financeiras no SPCA – Sistema de Prestação de Contas Anual. Os partidos têm adotado o procedimento de enviar seus demonstrativos em papel. Artimanha pura! O expediente atrasa o julgamento das contas e aumenta as chances de prescrição dos processos. Em tempo: depois de sucessivos adiamentos, o TSE promete abrir o SPCA para acesso público a partir de hoje.

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30.05.18
ED. 5878

O “dono” da Fazenda

Henrique Meirelles “reassumiu” a Fazenda ao longo do último fim de semana. Temer esmiuçou com o ex-ministro e pré-candidato do MDB à Presidência o impacto fiscal de todas as medidas que seriam anunciadas na tentativa de encerrar a greve dos caminhoneiros. Coube a Eduardo Guardia fazer um dueto com Meirelles e se contentar em fazer a segunda voz.

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28.05.18
ED. 5876

Traição assumida

Mesmo com a candidatura de Henrique Meirelles, ou talvez por causa dela, o flerte entre MDB e PSDB ganha fôlego. O RR apurou que está previsto para esta semana um encontro entre Michel Temer e Geraldo Alckmin. O tête-à-tête é costurado por Romero Jucá e Aloysio Nunes Ferreira – com a devida bênção de FHC. A última conversa entre Temer e Alckmin, por telefone, se deu em 5 de maio.

O senador tucano Cássio Cunha Lima levou uma carraspana de Geraldo Alckmin e Tasso Jereissati após pedir publicamente a demissão de Pedro Parente da Petrobras. Mais um sinal do armistício entre o PSDB e o Planalto.

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22.05.18
ED. 5872

Alckmin acelera o passo na campanha

Depois de muitas e vindas, Geraldo Alckmin formalizou, na semana passada, a contratação do marqueteiro Lula Guimarães. Lula, que havia deixado um bem remunerado trabalho de consultoria para o MDB, especialmente nas redes sociais, vinha assessorando informalmente o candidato tucano desde o ano passado. Nos últimos dias, Alckmin fechou também a contratação do ex-secretário de Comunicação do governo de São Paulo, Carlos Graieb. Estes movimentos devem aplacar as críticas que o candidato vinha recebendo de seus próprios pares no PSDB, pela morosidade em colocar a campanha na rua para valer. Alckmin, por exemplo, foi duramente criticado por cardeais tucanos por ter ficado cinco dias seguidos sem eventos públicos ou contatos com a mídia.

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21.05.18
ED. 5871

Um escorpião destila a chapa Alckmin-Meirelles

Fernando Henrique Cardoso já emplacou a equipe econômica; agora quer fazer o vice de Geraldo Alckmin. Mentor do movimento feito por Alckmin na semana passada, colando sua campanha ao dream team do Plano Real, à frente Pérsio Arida e Edmar Bacha, FHC dedica-se a costurar a aliança entre o PSDB e o MDB e consequente indicação de Henrique Meirelles como companheiro de chapa do candidato tucano. Pelo menos é o que se espera entre os próceres tucanos. Sabe-se que FHC é ambíguo por natureza. Mas, a priori, o rito será cuidadosamente cumprido.

Nesta semana, FHC deverá se reunir com Michel Temer, detentor da caneta do orçamento do governo e um dos árbitros do MDB. Além da costura política, trata-se do cumprimento do protocolo, pois Temer ainda não anunciou a inevitável retirada da sua pré-candidatura à Presidência. Há informações de que a desistência poderá ser formalizada amanhã, durante o lançamento do documento “Encontro com o Futuro”, do MDB.

Na ocasião, o partido anunciaria a candidatura de Meirelles. Ainda que isso ocorra, os dados continuarão rolando até o início oficial da campanha. O fato é que FHC parece disposto a usar seu poder de sedução para convencer Meirelles a ser a peça que falta na chapa de Geraldo Alckmin. A dobradinha “Alckmin-Meirelles” teria a sonoridade capaz de atrair DEM, PP, PTB, PSD etc. Ao mesmo tempo, poderia, enfim, colocar um brilho nos olhos opacos da Av. Paulista e da Faria Lima, por ora, desanimados com a abulia daquele que seria sua imagem e tradução eleitoral.

O ex-ministro detém ainda um ativo único, capaz de levar a candidatura Alckmin para um terreno do eleitorado que o PSDB não consegue alcançar. Por ser politicamente bipolar (PT e MDB), Meirelles pode reduzir a contaminação da impopularidade do governo Temer e afirmar que, sob sua gestão no BC, o país viveu um período de distribuição de renda e ascensão social sem precedentes na história – será papel dos marqueteiros fazer a parte maior do que o todo, leia-se o governo Lula. A entrada em cena de FHC é uma boa e uma má notícia para Geraldo Alckmin. Ela traz a reboque toda a sinuosidade característica do semi-deus dos tucanos.

Ao mesmo tempo em que a presença de FHC dá maior senioridade política e poder de articulação à campanha de Alckmin, pode ser também o seu alçapão. Da mesma forma como se encantou com Luciano Huck e sutilmente estimulou sua candidatura, FHC não titubearia em atravessar a rua caso surgisse outro nome capaz de empolgar o eleitorado e amalgamar os partidos de centro, algo que Alckmin não conseguiu até o momento. É da natureza do escorpião.

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16.05.18
ED. 5868

Vendetta elétrica

O MDB de Minas Gerais, liderado pelo vice-governador Antonio Andrade, quer a cabeça do presidente de Furnas, Ricardo Medeiros. O alvo, em última instância, é o deputado federal Rodrigo Pacheco, responsável pela indicação de Medeiros para o comando da estatal. Pacheco deixou o MDB recentemente para concorrer ao governo de Minas Gerais pelo DEM. É tido hoje como o grande adversário de Fernando Pimentel.

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11.05.18
ED. 5865

MDB roda sem direção

Enquanto o próprio Michel Temer não se define, sua távola redonda se divide em relação à disputa presidencial. Moreira Franco defende que o MDB tenha candidato próprio ao Palácio do Planalto, seja ele o próprio Temer ou Henrique Meirelles. Do outro lado, o ministro Eliseu Padilha e o presidente do partido, Romero Jucá, pendem cada vez mais para a aliança com Geraldo Alckmin. Ambos pregam que a sigla deve aproveitar os recursos do fundo partidário para eleger o maior número de governadores, em vez de apostar em uma candidatura à Presidência com chances remotas de vitória. Jucá, por sinal, já negocia alianças nos estados, garantindo que o MDB não lançará um nome para a corrida presidencial.

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17.04.18
ED. 5848

O MDB é uma família

Leonardo Picciani e Marco Antonio Cabral têm tido um papel cada vez mais ativo no MDB do Rio, notadamente na costura de coligações para as eleições de outubro. Nas conversas internas, defendem que a sigla não tenha candidato próprio ao governo do estado e se concentre em reconstruir sua bancada na Alerj e no Congresso Nacional. Não quer dizer, no entanto, que a Lava Jato tenha precipitado a “sucessão” no MDB do Rio. Os interlocutores da dupla sabem muito bem que os jovens parlamentares apenas dublam seus respectivos pais, Jorge Picciani e Sérgio Cabral.

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03.04.18
ED. 5838

A nova missão de Raul Jungmann?

Imagine se Raul Jungmann, recém-saído do PPS após 26 anos, estivesse de malas prontas para se aninhar no MDB, atendendo a um pedido do próprio Michel Temer… E se o pernambucano Jungmann trocasse não só de partido, mas de província, tornando-se um retirante eleitoral rumo ao “Sul Maravilha”. Suponha que nessa travessia um dos ministros mais importantes e leais de Temer deixasse a Pasta  da Segurança Pública para cumprir um múnus ainda maior e, na atual circunstância, intrinsicamente ligado ao cargo que ocupa: disputar a eleição para o governo do Rio. Que outro candidato teria tamanha legitimidade e conhecimento de causa para evocar a agenda da segurança pública?

Quem se não o ex-ministro da Defesa e da Segurança Pública teria maior autoridade para prometer o aumento dos investimentos na área e defender a permanência das forças militares no estado? Quem poderia cruzar o estado, visitar comunidades, posar ao lado das tropas do Exército fardado de “governador interventor” se não Jungmann? Talvez o eleitor fluminense, num arroubo bairrista, rejeitasse um forasteiro; talvez o fato de não ser uma das lideranças políticas do estado, quase todas enlameadas, se tornasse outro de seus handicaps.

Talvez Jungmann viesse a suprir uma vacância no próprio MDB do Rio, destroçado pela Lava Jato – curiosamente, em sua carta de despedida do PPS, o ministro fez menção a sua passagem pelo antigo MDB nos tempos de “resistência democrática”. Ficção? Realidade? O dia 6 de abril, prazo limite para a desincompatibilização de cargos públicos e mudança de domicílio eleitoral, tem a resposta para alguns dos enigmas de 7 de outubro.

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28.03.18
ED. 5835

Junto e misturado

O nome de Carlos Marun tem sido cogitado no MDB como possível candidato ao governo do Mato Grosso do Sul. Marun, no entanto, diz se tratar de fogo amigo, obra de quem quer vê-lo longe do Palácio do Planalto. Fiel a Michel Temer, já avisou que sequer concorrerá à reeleição na Câmara.

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19.03.18
ED. 5828

Cabo eleitoral

O vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), chamou para si a missão de convencer Josué Gomes da Silva a disputar uma vaga no Senado. Andrade rompeu com Fernando Pimentel e pretende disputar o governo de Minas, com Josué ao seu lado no palanque já nas prévias do partido. Seu adversário será o deputado federal Rodrigo Pacheco.

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16.03.18
ED. 5827

Lealdade com lealdade se paga

Lucio Vieira Lima, irmão do presidiário Geddel, confirmou ao MDB que vai disputar a reeleição à Câmara pela Bahia. Conta, desde sempre, com o apoio de Michel Temer.

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12.03.18
ED. 5823

O xadrez dos Picciani

O MDB do Rio, ou clã dos Picciani, o que dá quase no mesmo, arruma suas peças no xadrez eleitoral. O cenário que ganha corpo é a candidatura do atual deputado federal, Leonardo Picciani, ao Senado. Já o irmão Rafael Picciani, pularia de deputado estadual para federal. O único nó é deixar o flanco descoberto na Alerj. Com a prisão do patriarca, Jorge Picciani, a família ficaria sem representante na Casa em que manda e desmanda.

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05.03.18
ED. 5818

Ponto de vista

Não foi bem Paulo Hartung que desistiu de sair do MDB. DEM e PSDB é que desistiram de acolher o governador capixaba, ou pelo menos sua pretensão de já desembarcar nestas siglas como candidato a vice-presidente.

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09.01.18
ED. 5782

O namorico entre Skaf e Doria

Paulo Skaf tenta atrair João Doria para o MDB. O problema é que o máximo de altura que o prefeito poderia alcançar na nova casa seria o posto de candidato a vice-governador de São Paulo em uma chapa com Skaf. Se bem que no PSDB talvez o sarrafo seja ainda mais baixo.

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