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13.06.22

O risco que vem da Coreia

Sinal de alerta para JBS, BRF, Marfrig e cia. O Ministério da Agricultura da Coreia do Sul deverá enviar uma comissão ao Brasil para inspecionar unidades de abate de suínos. Há o risco de o país asiático descredenciar empresas brasileiras justo no momento em que suspendeu as tarifas para importação de carne de porco.

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28.01.22

novo “inimigo” da Marfrig

A decisão da Petros de embarreirar o aumento de capital da BRF deve ser creditada ao novo diretor de investimentos da fundação, Paulo Werneck. No cargo desde novembro. Werneck é o principal responsável pela mudança de postura do fundo de pensão. Antes da sua chegada, a Petros chegou a vender um pedaço da sua participação na BRF para o Marfrig, apoiando o avanço desta última sobre o controle da primeira. Agora, a fundação exige que a empresa de Marcos Molina pague um prêmio de 140% sobre o valor da ação caso passe dos 33,33% do capital, disparando a pílula de veneno prevista no estatuto da BRF.

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22.11.21

Marcos Molina avança em seu projeto de ocupação da BRF

Marcos Molina, dono da Marfrig, começa a dar as cartas na BRF. Na condição de maior acionista individual (31,6%), Molina articula com outros sócios relevantes, a exemplo da Previ e da Petros, mudanças na gestão da companhia. Segundo uma fonte próxima ao empresário, ele estaria aguardando apenas o fim do mandato de Pedro Parente como chairman da BRF, em abril de 2022, para substituir o atual CEO do grupo, Lorival Luz.

Entende-se a cautela com o timing. Luz é bastante ligado a Parente. Qualquer mexida agora abriria um desnecessário flanco de atrito com o ex-ministro da Casa Civil, hoje o principal “avalista” da empresa junto ao mercado. A própria dupla Previ e Petros sempre esteve alinhada a Parente, mas joga o jogo, à medida em que o quadro de forças na companhia vai se alterar de forma mais substancial a partir do ano que vem.

No mercado, há quem aposte que a compra de uma parcela da fatia dos fundos de pensão seria a próxima tacada de Molina. Procuradas pelo RR, Marfrig e BRF não quiseram se manifestar. Além de assumir as rédeas da gestão executiva, outra preocupação de Marcos Molina é povoar o Conselho da companhia com nomes de sua confiança para fortalecer ainda mais sua posição. Na prática, é como se Molina já estivesse transformando a BRF e a Marfrig em um só grupo, sob a sua regência, sem necessariamente promover uma fusão entre as duas – até o momento, uma possibilidade ainda envolta em brumas.

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05.11.21

No cardápio de chineses e americanos

Até o momento, o Marfrig não perdeu um dólar sequer com o embargo chinês à carne bovina brasileira. Todos os contratos de exportação firmados estão sendo atendidos por frigoríficos do grupo na Argentina e no Uruguai.

Em tempo: de acordo com a mesma fonte, até o fim do ano, mais dois frigoríficos do Marfrig serão habilitados pelo USDA – o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Hoje, já são seis as unidades de abate da empresa com “greencard” para exportar ao mercado norte-americano.

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29.10.21

Mais uma fatia

O Marfrig, que já abocanhou 31,6% da BRF, tem um novo alvo: a participação de 5,15% do JPMorgan na empresa.

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14.10.21

Green bonds

O Marfrig estuda uma captação no exterior. Um dos caminhos seria a emissão de green bonds. Recentemente, não custa lembrar, a empresa lançou cerca de R$ 700 milhões em Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio.

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01.10.21

Pé na soleira

A Previ estaria preparando a venda da sua participação de 6,1% na BRF. Será que o Marfrig abocanha mais essa fatia? Consultada, a Previ não quis se manifestar.

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16.09.21

Frigol a caminho da bolsa

O Frigol, um dos cinco maiores frigoríficos do país, com faturamento na casa dos R$ 2,6 bilhões, estuda abrir o capital. Nos últimos meses, por sinal, seus controladores, a família Gonzaga de Oliveira, têm levado para o Conselho nomes conhecidos no mercado. É o caso do ex-presidente da AES Brasil, Britaldo Soares, e do ex-CEO do Marfrig, Eduardo Miron. Ao que tudo indica, são os “embaixadores” do IPO. Procurada, a empresa não se pronunciou.

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18.02.21

Rumo à Bahia

Segundo fonte ligada à Marfrig, a empresa tem planos de instalar uma frigorífico na cidade de Muquem do São Francisco, no Oeste baiano. A região é tratada como a nova fronteira do agronegócio no Nordeste.

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23.09.20

Ponta a ponta

Além de frigoríficos, o empresário Marcos Molina, dono do Marfrig, também se movimenta para comprar fazendas no Paraguai.

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