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13.09.19

Chapa quente

O Marfrig grudou na chapa do Burger King. Negocia com a rede de Jorge Paulo Lemann e cia. estender a outros países da América do Sul o acordo para o fornecimento de hambúrgueres em vigor no Brasil. Mas o sonho de Marcos Molina, dono do Marfrig, é ver seus produtos crepitando nas grelhas do Burger King nos Estados Unidos.

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14.08.19

Marfrig avança sobre o Paraguai

O Marfrig teria iniciado uma due diligence para a aquisição do Frigorífico Concepción, no Paraguai. Os valores sobre a mesa giram em torno de US$ 200 milhões. Parte da operação seria fundeada na recente captação de US$ 500 milhões feita pela empresa, com a emissão de greenbonds no exterior. Tratando-se do Concepción, qualquer due diligence tende a ser complexa e com o risco de encontrar mais ossos do que carne. Fundado pelo empresário brasileiro Jair Lima, o frigorífico é acusado de ter distribuído propina a autoridades paraguaias para liberar o embarque de exportações. Mais recentemente, o Concepción foi proibido pelo governo local de vender para outros países após a descoberta de que havia transportado cargas ilegais de carne bovina a partir do Mato Grosso do Sul.

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24.07.19

BRF News

Sem a fusão com o Marfrig, Abilio Diniz procura outra porta de saída da BRF. O caminho aventado é a oferta em bolsa da sua participação, hoje inferior a 3%.

A BRF estaria em conversações com o Salic, fundo ligado à família real saudita, para a venda de um pedaço da One Foods, sua subsidiária no Oriente Médio. Procurada, a empresa confirmou que avalia alternativas para seus investimentos na região, entre as quais “parcerias e venda de participações minoritárias”.

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01.07.19

BRF deixa credores no escuro

Os credores da BRF estão sendo tratados como carne de segunda. Em meio às gestões para a fusão com o Marfrig, a empresa congelou as negociações que vinha mantendo para a repactuação de suas dívidas a partir de janeiro de 2020. Ressalte-se que os recursos amealhados com a desmobilização de ativos cobrem apenas passivos com vencimento até dezembro. Ressalte-se que a relação dívida líquida/Ebitda da BRF bateu em 5,4 vezes em março, contra 4,44 no balanço do primeiro trimestre de 2018.

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04.06.19

Árabes avançam na Minerva Foods

Subiu a temperatura na indústria de proteína animal. Além da iminente fusão entre BRF e Marfrig, há tratativas para um novo aporte de capital do Salic na Minerva Foods. O valor seria da ordem de R$ 500 milhões. Em 2016, o fundo de investimento ligado à família real da Arábia Saudita injetou aproximadamente R$ 750 milhões na empresa, o que lhe deu uma participação acionária de 32%. A Minerva vive um período de azia financeira. No ano passado, amargou um prejuízo de mais de R$ 1,2 bilhão. A companhia tem feito um enorme esforço para reduzir sua alavancagem – hoje na casa de quatro vezes o Ebitda.

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03.06.19

Abílio Diniz pede a conta e sai da mesa da BRF e do Marfrig

Abílio Diniz confidenciou a uma fonte do RR que vai sair de vez da BRF. Abílio pretende aproveitar a fusão da companhia com o Marfrig para pular fora do barco e virar uma das páginas mais melancólicas da sua trajetória empresarial. Cacife para dobrar a aposta e garantir sua participação no negócio não lhe falta. No entanto, Abílio quer distância da nova empresa e da indústria de proteína animal. De talismã, a BRF tornou-se uma ave agourenta. Em 2013, Abilio Diniz assumiu o Conselho da BRF com o apoio irrestrito de Previ e Petros. Cinco anos depois era expurgado do cargo pelos fundos de pensão. Nesse período, o valor de mercado da empresa caiu praticamente à metade – de R$ 39 bilhões para R$ 20 bilhões. Nos dois últimos anos sob seu comando (2016 e 2017), a companhia acumulou perdas de R$ 1,4 bilhão. Como se não bastasse, a passagem de Abílio pela BRF deixa como legado a criminalização da empresa, investigada na Operação Trapaça. Procurado, o empresário não quis se pronunciar. Abílio Diniz não deve ser o único acionista da BRF a saltar do bonde. Previ e Petros também querem sair do negócio. O BNDES, sócio relevante do Marfrig, deverá seguir o mesmo caminho. O próprio governo Bolsonaro, por sinal, tem motivos de sobra para querer ver a nova empresa pelas costas. Há um DNA “lulo-dilmista” na operação. A fusão BRF-Marfrig remete à malfadada política dos cavalos vencedores dos governos petistas. Além disso, a companhia nasce contaminada por investigações do MPF e da Justiça e sob a regência de um empresário polêmico, Marcos Molina, dono do Marfrig. No ano passado, Molina fechou acordo no âmbito da Operação Greenfield e aceitou arcar com uma multa de R$ 100 milhões. Ele é acusado de ter pago propina para obter empréstimos na Caixa Econômica.

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15.03.19

Proteína financeira

O Marfrig estaria preparando uma grande emissão de títulos no exterior, com o objetivo de alongar o perfil da sua dívida. Nos últimos meses, o frigorífico de Marcos Molina fez aquisições de vulto, como ativos da BRF na Argentina e, sobretudo, a norte-americana National Beef, um negócio de quase US$ 1 bilhão.

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08.02.19

Marfrig rumo à Ásia

Depois de adquirir o controle da argentina Quickfood junto à BRF, a próxima parada do Marfrig é a Ásia. O RR apurou que a empresa pretende ter uma base de produção de industrializados na região.

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14.12.18

Picadinho

O radar da CVM teria rastreado movimentações atípicas com ações da Marfrig, dias antes do anúncio da compra de ativos da BRF no Brasil e na Argentina. Um grande banco norte-americano teria atuado intensamente nas duas pontas do mercado.

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06.09.18

Osso duro de roer

A saída de Martin Secco da presidência do Marfrig estaria ligada a desentendimentos com Marcos Molina, controlador da companhia. O figurino de presidente do Conselho é apertado demais para Molina.

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