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12.05.22

Mundo da lua

Pelo jeito, o PL não leva muita fé no híbrido de ex- astronauta e ex-ministro Marcos Pontes. Apesar das tentativas de aproximação feitas por Pontes, as lideranças do partido largaram de mão a sua candidatura a deputado federal.

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25.01.22

Picuinhas da quinta série

Como a Ciência e Tecnologia vão de vento em popa no Brasil – para não dizer o contrário -, Marcos Pontes tem encontrado tempo de sobra para fazer troça de Paulo Guedes. Esse é o clima das visitas que ele tem realizado a institutos vinculados a sua Pasta para entregar um certificado de “100% de execução orçamentária” em 2021. Nos encontros, sobram gracejos e piadas contra Guedes. Em outubro, o ministro da Economia referiu-se a Pontes como “astronauta burro”, por supostamente não saber gerir as verbas do seu Ministério.

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A costumeira morosidade do ministro Marcos Pontes em preencher cargos vagos na estrutura da sua Pasta atinge agora o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. O Ministério da Ciência e Tecnologia ainda não acionou o comitê de busca para definir o novo chefe da entidade. Tampouco definiu se o diretor substituto, Marcio Albuquerque, será efetivado no cargo.

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07.12.21

Pontes políticas

O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, está cada vez mais próximo do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Já recebeu, inclusive, um convite de Rocha para se filiar ao MDB e disputar uma vaga na Câmara. O que não deixa de ser curioso, dado que Pontes é um personagem menor do governo Bolsonaro e da política.

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06.12.21

Um Ministério em marcha lenta

O ministro Marcos Pontes parece andar no mundo da lua. Nas próximas duas semanas, dois importantes cargos da estrutura do Ministério da Ciência e Tecnologia ficarão vagos, com o fim dos mandatos de Sergio Lucena e de Cecília Leite, que comandam, respectivamente, o Instituto Mata Atlântica e do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Até agora, no entanto, a Pasta não formou o comitê interno que costuma se reunir previamente para escolher os substitutos.

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Os ministros Marcos Pontes e Paulo Guedes foram autores de uma lambança com a testagem do Covid. A ideia compartilhada entre ambos era ampliar de forma expressiva o número de testes. Foi motivo de reunião, incluindo 14 cientistas, em meados do ano passado – evento similar foi realizado há dois meses, mais uma vez com efeito nulo. O assunto, depois de combinado, ficou na dependência dos recursos orçamentários. Merreca, coisa inferior a uma centena de milhões de reais. Como se sabe, o Ministério da Ciência e Tecnologia é o primo pobre entre as Pastas do governo. Sobrou, então, para o Ministério da Economia. Só que no meio de caminho, as verbas previstas foram parar em lugar algum ou nenhum. O dinheiro não saiu nem das despesas discricionárias do orçamento nem da brecha aberta pelo estado de calamidade. Com o avanço da variante delta no país, os testes ganharam ainda mais importância. Ainda assim, a testagem em massa, que chegou a ser anunciada pelo ministro Marcelo Queiroga, não saiu do papel. Moral da história: uns caraminguás a mais e astronautas de menos, e poderia ter morrido menos gente. Um ministro no mundo da lua

Por falar em Marcos Pontes: de acordo com uma fonte da própria Pasta da Ciência e Tecnologia, desde o início do ano o ministro vinha sendo alertado por sua equipe dos riscos de interrupção dos sistemas do CNPq. Segundo o RR apurou, a atualização tecnológica da plataforma deveria ter sido concluída no ano passado, mas atrasou por falta de verbas. Apesar dos avisos, o dinheiro não saiu. Não deu outra: o resultado foi o apagão digital do CNPq, que, entre outras consequências, deixou a comunidade científica sem acesso à base de dados do currículo Lattes por mais de uma semana. Marcos Pontes tem sido seguidamente cobrado por dirigentes dos institutos e unidades de pesquisa vinculados à Pasta por conta da escassez orçamentária que atinge todos esses órgãos. O astronauta costuma reagir às reivindicações com evasivas e soluções de “outro mundo”. Um exemplo: segundo a mesma fonte, em recente reunião, Pontes teria dedicado boa parte do tempo explicando como as diversas áreas do Ministério deveriam preencher propostas de parceria com investidores privados, “sem excessos ou termos científicos”. O caso virou motivo de chacota nos corredores do Ministério.

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12.07.21

A ideia é boa, mas onde está o dinheiro?

O Ministério da Ciência e Tecnologia tem feito estudos para a criação do Instituto Federal de Oceanografia. Segundo o RR apurou, o projeto será apresentado internamente ainda neste mês. Há muito que a comunidade científica clama por um órgão voltado à pesquisa sobre os recursos marinhos – algo natural tratando-se de um país com 7,4 mil km de litoral. O problema é o de sempre: a própria equipe do ministro Marcos Pontes se pergunta de onde ele vai tirar dinheiro para o novo instituto. Neste ano, o orçamento da Pasta foi ceifado em 34% na comparação com 2020.

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23.06.21

Mesma cepa

Jair Bolsonaro está estimulando a candidatura de Marcos Pontes à Câmara. Línguas ferinas afirmam que o incentivo se deve menos ao interesse de Bolsonaro em ter Pontes no Congresso e mais a sua vontade de vê-lo fora Mesma cepa da Ciência e Tecnologia.

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12.05.21

Mais fácil descobrir uma nova galáxia

Prestes a encerrar o seu mandato, o diretor do Observatório Nacional, o físico João dos Anjos, dedica-se uma missão inglória: conseguir mais recursos junto ao ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. O orçamento deste ano, da ordem de R$ 9,5 milhões, é 22% inferior ao de 2020. Mal dá para cobrir os gastos do Observatório, entre eles a manutenção de sete relógios atômicos.

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Uma agenda com o ministro Marcos Pontes está causando indignação dentro do Ministério da Ciência e Tecnologia. Pontes convocou dirigentes das unidades de pesquisa da Pasta para três dias de reuniões presenciais na primeira semana de fevereiro. A exemplo de seu chefe, o ministro deve achar que a Covid-19 é uma “gripezinha”. Dentro do Ministério, já há uma mobilização para que o encontro seja feito por videoconferência.

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