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Luiza Helena Trajano quer mesmo ser conhecida como a empresária da diversidade. O Magazine Luiza pretende lançar um programa de trainee voltado a pessoas LGBTQIAP+, a exemplo de iniciativa similar já realizada com trabalhadores negros.

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07.06.22

Precinho de ocasião

O fundo norte-americano T Rowe vem comprando seguidamente ações do Magazine Luiza em Bolsa. Aproveita que o preço está lá embaixo.

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25.05.22

Multidão

A Shopee, de Cingapura, está provocando um rebuliço no e-commerce brasileiro. A empresa pretende chegar a três milhões de vendedores cadastrados até o ano que vem – hoje são cerca de 2,2 milhões. É uma “operação formiguinha” de pessoas físicas, algo que concorrentes como Magazine Luiza ou Via não têm em seus marketplaces.

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23.05.22

Magazine Luiza avança sobre a Dafiti

O RR apurou que o Magazine Luiza vem mantendo conversações para a possível compra da Dafiti, uma das maiores plataformas de e-commerce de moda do Brasil, com faturamento superior a R$ 3,6 bilhões no ano passado. A empresa – controlada pelo Global Fashion Group (GFG), de Cingapura – é avaliada em aproximadamente R$ 1,5 bilhão. A aquisição da Dafiti seria uma tentativa do Magazine Luiza de dar um choque de expectativa no mercado: nos últimos 12 meses, a ação da rede varejista acumula uma queda de 80%.

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26.04.22

Hemorragia

Circula no mercado a informação de que o Magazine Luiza estuda lançar um novo programa de recompra de ações. Seria uma tentativa de estancar a queda dos papéis. Somente nos últimos seis meses, o valor de mercado da rede varejista despencou de R$ 90 bilhões para a casa dos R$ 39 bilhões.

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Ciro Gomes vem tentando uma aproximação com Luiza Helena Trajano, que um dia quase foi ministra de Dilma Rousseff. Neste momento, no entanto, talvez a empresária esteja mais preocupada com a redução dos resultados e a queda livre da ação do Magazine Luiza, que perdeu quase 70% do valor de mercado nos últimos seis meses.

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15.02.22

Passagem de ida

O Magazine Luiza entrou na disputa pela compra do Viajanet, site de venda de passagens e hospedagens que movimenta cerca de R$ 1,2 bilhão por ano. O Mercado Livre também está no páreo.

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02.12.21

Pé no freio?

Dentro do Magazine Luiza há uma intensa discussão sobre a manutenção ou não do ritmo de aquisições – foram mais de 20 desde o início de 2020. A demora em transformar tantos investimentos em resultado é vista como um fator determinante para o desabamento da ação da empresa: somente nos últimos seis meses, o papel caiu 57%.

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25.11.21

Fabio Faria joga a favor ou contra a venda dos Correios?

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, com a sua péssima comunicação, acabou tornando-se o maior ativista no governo contra a privatização dos Correios. Faria parece sofrer de dissonância cognitiva. As declarações dele sobre o assunto somente depreciam o valor da empresa.

Quando Faria pede rapidez na privatização, ele afirma ao mesmo tempo que se ela não for realizada em um ano o Correio estará inviabilizado. Ora, se um negócio perde o valor dessa forma e em prazo tão curto, é porque não é um bom negócio. Faria afirma que os Correios é a única empresa que está presente nos 5.568 municípios, inclusive nas regiões mais distantes do país, o que permite atender 27,5 mil lojas virtuais das 31 mil existentes no país. O ministro, contudo, diz que as greves levaram empresas como o Mercado Livre e Magalu a procurarem alternativas para entrega de encomendas.

Os Correios ficariam no final “somente com o osso”. Pois bem, se ele se queixa dessa forma das greves, sinaliza para um problema que pode perdurar com o controle pela iniciativa privada. Uma mensagem para afastar o investidor. Faria ressalta ainda que os Correios perderam entre 20% a 30% de market share. Ué, que recado é esse? A verdade é que no afã de vender a empresa, o ministro fala o que não deve ao invés de estimular potenciais compradores. Há um parafuso fora do lugar na cabeça de Fabio Faria.

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30.09.21

Magazine Luiza mira na Dafiti

O novo alvo do Magazine Luiza é a Dafiti, uma das grandes plataformas de e-commerce da área de moda na América Latina. A eventual aquisição seria uma das maiores operações de M&A dos últimos anos no varejo brasileiro. Estima-se que o valor da Dafiti gire em torno de R$ 8 bilhões. Recentemente, de acordo com a mesma fonte, a empresa recebeu sondagens de outro gigante do setor: a Renner. Controlada pelo Global Fashion Group, leia-se uma prateleira de fundos internacionais, a Dafiti faturou no ano passado cerca de R$ 3,4 bilhões. Um de seus maiores ativos é a base de clientes ativos, com aproximadamente oito milhões de consumidores. Procurados pelo RR, Magazine Luiza e Dafiti não quiseram se pronunciar. A compra da Dafiti seria o grande passo do Magazine Luiza na montagem de um amplo ecossistema de marcas e plataformas, com foco, sobretudo, no digital. Se Luiza Helena Trajano desponta como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, segundo a revista Time, o “Magalu” está no top three das aquisições no varejo. Do início de 2020 para cá, foram 21. A mais recente delas, a compra do site Kabum, por R$ 3,5 bilhões. Magazine Luiza mira na Dafiti.

Por falar em varejo: segundo informações filtradas das Lojas Marisa, divergências entre os acionistas estariam travando as conversações com a Americanas para a venda do controle da empresa. Os atritos interna corporis passam pelo valor da operação e também pelo modelo do acordo. Segundo a fonte do RR, uma parte da família Goldfarb não estaria de acordo com a hipótese de receber uma parcela do pagamento em ações da Americanas. O consenso não é simples: nove integrantes do clã fazem parte do bloco de controle da rede varejista. Consultada, a Marisa não se manifestou.

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