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20.03.20

Síndico ausente

No PT, há uma crescente aflição com o distanciamento de Lula das articulações políticas para as eleições municipais deste ano. O impasse em importantes centros é atribuído à postura do ex-presidente. É o caso do Rio de Janeiro, onde o PT ainda se divide entre lançar candidatura própria ou apoiar Marcelo Freixo (PSOL). Na Bahia, as divergências são ainda acentuadas. A escolha do governador Rui Costa pela pré-candidatura da major da PM Denice Santiago desagradou o cacique do partido no estado, Jaques Wagner. Até o momento, a própria extensão da participação de Lula na campanha ainda é uma incógnita. Pessoas mais próximas ao ex-presidente apostam que ele deverá subir apenas nos palanques de candidatos nas gran- des capitais. Nos demais casos, somente depoimentos gravados para o horário eleitoral. E olhe lá.

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11.03.20

Diplomacia do atrito

A diplomacia bolsonarista abriu mais um campo de fricção no exterior. O embaixador brasileiro em Paris, Luis Fernando Serra, vem disparando pesadas críticas à prefeita de Paris, Anne Hidalgo, por ter concedido o título de cidadão honorário a Lula. Escolhido a dedo pelo chanceler Ernesto Araújo, a quem é bastante ligado e se comunica praticamente por telepatia, Serra tem se notabilizado como um ferrenho defensor e porta-voz do bolsonarismo em solo francês. Em fevereiro, enviou correspondência à senadora Laurence Cohen, dizendo-se indignado pelos debates entre os congressistas franceses sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco: “É com profunda consternação que eu constato que o assassinato do Sr. [Celso] Daniel e o atentado contra a vida do Sr. Bolsonaro não tiveram a mesma atenção”, escreveu o diplomata.

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11.03.20

O “candidato” de Lula

Lula ainda é visto como um valioso cabo eleitoral, ao menos pelo companheiro Evo Morales, ex-presidente boliviano. Morales articula um encontro com o petista e seu candidato à presidência da Bolívia, Luis Arce. A reunião deverá ocorrer na Argentina, “reconquistada” pela esquerda. Arce é o líder nas pesquisas para a eleição de maio, com 32%. Talvez fosse o caso de não mexer em time que está ganhando…

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02.03.20

Luz no fim do túnel

Os advogados de Lula celebraram a decisão de Gilmar Mendes de anular as operações de busca e apreensão da Lava Jato em endereços de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono do Grupo Caoa. A medida dá fôlego à tentativa da defesa do ex-presidente de anular a ação que investiga um suposto esquema de venda de MPs para a indústria automotiva em seu governo.

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21.02.20

PT em círculos

Os governadores do PT no Nordeste foram instruídos a bater pesado na fila de espera do Bolsa Família na região, que já atinge mais de 1,5 milhão de pessoas. O assunto foi debatido entre Lula e dirigentes do partido em reunião na última terça-feira, em Brasília. No fundo, é o que resta ao PT: falar a um eleitorado que já é seu.

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03.02.20

A filosofia de Sócrates

O ex-primeiro-ministro José Sócrates já negocia com duas editoras brasileiras os direitos de publicação do livro que está prestes a lançar em Portugal. Consta, inclusive, que um copião já está nas mãos do ex-presidente Lula. Na obra, Sócrates promete denunciar o “complô” da direita e das elites que derrubou tanto ele quanto o petista. Assim é se lhe parece… De fato, ambos têm biografias siamesas, ao menos nos anos mais recentes de suas trajetórias políticas. A exemplo de Lula, Sócrates esteve preso e ainda responde a processos por desvios de recursos públicos e ocultação de patrimônio. Mas, convenhamos, há diferenças nos objetos da acusação: de um lado um tríplex em Guarujá, do outro um luxuoso apartamento em Paris, que, segundo as investigações, teria sido comprado por Sócrates com recursos ilegais.

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Decisão do ministro Fux, suspendendo de maneira indeterminada a implantação do Juiz de garantias até que o plenário do STF decida sobre a constitucionalidade da medida, lançará nova polêmica no Congresso e entre ministros do próprio Tribunal, amanhã.

Pode haver reações, mesmo que contidas, dos presidentes da Câmara e do Senado, assim como do ministro Dias Toffoli, que havia determinado uma espécie de regulamentação para a iniciativa, responsável por certa pacificação dos ânimos. Por outro lado, a chamada ala lavajatista do Senado bem como diversos grupos organizados em redes sociais alimentarão forte apoio à decisão de Fux.

O coronavírus e o Ministério da Saúde

A preocupação com a chegada do coronavírus – que já alimenta o noticiário internacional, com desgaste para a China, ponto de origem da nova doença – crescerá amanhã no Brasil, com suspeita de primeiro caso no país, em Minas Gerais. Embora já tenha reagido hoje, negando entrada do vírus no país, o Ministério da Saúde começará a ser mais cobrado, amanhã, por planejamento para enfrentar possibilidade de contágio.

Guedes: sucesso em Davos

Com percepção de intensa atuação em Davos, ministro Paulo Guedes deve ter espaço positivo no noticiário amanhã. Diretamente ou através de informações de bastidores e ilações de analistas sobre resultados auferidos.

Tendência é que comece a se formar, nesta quinta, consenso indicando que presença de Guedes no Fórum foi pragmática e bem-sucedida. E que o ministro voltará ao Brasil, ainda mais forte, internamente, e com nova dimensão, externamente.

O MEC em foco

Iniciativa do Ministério Público Federal, que recomendou ao governo a suspensão de inscrições no Sisu (Sistema de Seleção Unificada) em função de problemas no Enem pode gerar crise no MEC, amanhã. O ministro Weintraub terá de sustentar equilíbrio delicado, evitando tanto imagem de falta de transparência quanto de falha de gestão.

Popularidade e equilíbrio de poder no Planalto

Pesquisa CNT/MDA indicando aumento de popularidade do presidente Bolsonaro (de 29,4% para 34,5%), bem como liderança na corrida para a reeleição (seguido pelo ex-presidente Lula) vai gerar diversas análises amanhã, além de alimentar nova correlação de forças no Planalto.

Ainda que, em termos eleitorais, os números tenham significado relativo, movimentações de bastidores indicarão, nesta quinta, fortalecimento do presidente diante do ministro Moro. Especulado como adversário potencial no campo da centro-direita, o ministro da Justiça teve apenas 2,5% de intenções de voto (pouco acima de Fernando Haddad).

A pesquisa também lançará especulações sobre: 1) As razões para o crescimento da popularidade. Enquanto alas vistas como mais radicais do bolsonarismo tentarão valorizar a “guerra cultural” e pautas ideológicas, na mídia prevalecerá a imagem de que a melhora em números do presidente se deve à economia. E, consequentemente, ao ministro Paulo Guedes; 2) Atuação do presidente em eleições municipais de 2020; 3) A situação da oposição e do ex-presidente Lula.

Os planos na cultura

Haverá novos capítulos da novela Regina Duarte, amanhã. Apesar de não ter confirmado hoje que assumirá a Secretaria de Cultura, sinais são de que prevalecerá um final feliz. Caso aceite o cargo em definitivo nesta quinta, criará fato positivo para o governo. E enfrentará, de imediato, perguntas sobre formação de sua equipe.

O irmão do presidente

Atuação do irmão do presidente Bolsonaro na intermediação informal de demandas de Prefeituras de São Paulo vai gerar questionamentos ao presidente e prováveis desdobramentos amanhã, especialmente na Folha de São Paulo.

As expectativas do empresariado industrial e a inflação

Destaque amanhã para o Índice de Expectativa de Inflação dos Consumidores (FGV), o IPCA 15 (IBGE); o Índice de Confiança do Empresariado Industrial (CNI) de janeiro; e o Relatório Mensal da Dívida Pública de dezembro (Tesouro).

Quanto à inflação, projeções indicam desaceleração, em linha com os números já divulgados no início do ano.  Já no que se refere ao ICEI, que vem de resultado forte em dezembro (subiu 1,8 ponto), expectativa também é positiva, especialmente após a alta (de 1,1 ponto) registrada na Prévia da Sondagem da Indústria da FGV, divulgada hoje. Já no caso da dívida pública, que teve trajetória oscilante nos meses de setembro e novembro, estimativas estão em aberto.

A taxa de juros na Zona do Euro

Internacionalmente, ênfase no anúncio da taxa de juros e comunicado do Banco Central Europeu (BCE). Não se espera alteração do BCE.

Também amanhã, serão divulgados os pedidos de auxílio desemprego em janeiro nos EUA (deve haver leve aumento, com tendência ao equilíbrio) e o Índice de Confiança do Consumidor na Zona do Euro, que deve vir em torno de –7 pontos, após resultado ainda mais negativo de dezembro ( –8,1).

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23.12.19

Lula tem pressa

Lula determinou aos diretórios regionais do PT que acelerem a definição sobre as eleições em 2020, notadamente nas grandes capitais. O dead line tido como ideal para a definição de candidatos próprios ou alianças é o fim de janeiro. By the way: a fonte do RR passou a última quarta-feira colada ao ex-presidente no Rio.

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13.12.19

O silêncio de Lula

Se Lula permanecer ausente por mais três dias baterá o próprio recorde de abstinência na vida política. Serão mais de 22 dias ausente – talvez deprimido, talvez esperando passar alguma ameaça jurídica, talvez namorando. Não contam para efeito de cálculo as declarações curtas de Lula passadas pela sua assessoria de imprensa. O fato é que o ex-presidente está na toca.

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Está prevista para amanhã o pagamento da quarta parcela do 13º do Bolsa Família, que será pago junto com o benefício de dezembro, conforme Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo calendário anunciado pelo governo no final do ano passado. Os pagamentos encerram no dia 23.

O Planalto está cauteloso em anunciar para os próximos dias a reformulação do Bolsa Família, o que deve acontecer nos próximos dias, já que o programa social tem alto potencial político e eleitoral.

 

Superfaturamento de obras públicas com multa e reclusão de 4 a 12 anos

É esperado para amanhã manifestações sobre o PL 10.657/2018, que será analisada pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, para combater fraudes em obras públicas. O PL prevê reclusão de 4 a 12 anos para funcionário público ou empresa que obtiver vantagem ilícita em prejuízo da administração pública por sobrepreço ou superfaturamento.

É mais uma das muitas iniciativas restritivas que se soma à reforma administrativa. O funcionalismo público promete protestar na Câmara e em outros pontos do país.

Blindagem política

Amanhã será mais um dia de movimentação intensa no Congresso. Líderes dos partidos de centro vão continuar as negociações com os demais partidos para votar um pacote de projetos que blindam a classe política. Em discussão, a quarentena para que procuradores, juízes, procuradores e policiais possam se candidatar e o fim do foro privilegiado. Diversos integrantes das forças de segurança estarão passeando pelos corredores da Casa.

 

Reforma tributária em recesso

Vai ficar para fevereiro de 2020 a discussão sobre a reforma tributária no Senado. O presidente da casa, David Alcolumbre (DEM-AP), afirmou que a comissão mista que analisará a proposta só vai ser instalada após o recesso parlamentar. Agora a dúvida é o tempo de duração da comissão – 90 ou 120 dias –, o que pode atrapalhar os planos do governo para a retomada da economia.

Duas propostas de reforma tributária que tramitam de forma paralela no Congresso trabalham com a simplificação e unificação de tributos, e o governo espera os resultados das discussões para apresentar sua própria proposta.

Lula, Moro e a segunda instância

Pode ficar para o ano que vem os debates sobre a prisão após julgamento em segunda instância, o que dará um fôlego para a defesa do ex-presidente Lula. A primeira reunião da comissão do Senado que vai discutir a emenda constitucional 199/2019 não aconteceu por falta de quórum e foi reagendada para 16/12. Alguns senadores, no entanto, estão apostando que vai dar W.O. novamente, e o assunto só voltará à pauta após o recesso parlamentar. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o ministro da Justiça Sergio Moro diz que a decisão do STF que levou à liberação do ex-presidente piorou a percepção da corrupção no país.

Educação esvaziada

A saída dada como certa de Abraham Weintraub do Ministério da Educação em 2020 continuará alimentando o noticiário nos próximos dias. A pasta vem sofrendo um esvaziamento de nomes importantes e Eduardo Bolsonaro anda sondando nomes para substituir o atual titular do MEC.

A equipe econômica do governo avalia que Weintraub não funciona, pois pensa em projetos que preveem a criação de fundos sem comunicar a área econômica. Além disso, o ministro continua dando declarações polêmicas que prejudicam o governo.

Weintraub sai de férias a partir de amanhã e emenda com o recesso de final de ano. Há quem aposte que ele não volta ao posto no próximo ano.

PIB dos municípios

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga amanhã o PIB dos Municípios de 2017. É esperada uma maior concentração da participação em pouco menos de 1,5% das 5.570 cidades brasileiras.

Também amanhã será divulgado o PIB dos Transportes. A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) prevê queda de 0,1% de janeiro a setembro de 2019 – resultado que ainda é reflexo da fraca demanda por bens e serviços que perdura no Brasil há quase três anos.

O Parlamento britânico e o Brexit

O resultado das eleições que definirá o Parlamento britânico vai dominar o noticiário internacional nesta sexta-feira. Caberá ao novo Parlamento apresentar uma resposta à questão mais complexa na história recente do país – o Brexit. Há três cenários possíveis para essas eleições:

  • Conservadores conquistam a maioria. O conservador primeiro-ministro Boris Johnson pode conquistar a maioria no Parlamento e governar sozinho, ratificando o acordo de saída do Reino Unido da União Europeia para 31 de janeiro.
  • Trabalhistas vencem as eleições, mas sem a maioria. Boris Johnson permanece no comando de um governo minoritário e terá de encontrar aliados, o que reduz as chances de adoção do Brexit.
  • Trabalhistas conquistam a maioria no Parlamento. Nesse cenário, o atual líder da oposição, Jeremy Corbyn, conseguiria o cargo de primeiro-ministro caso forme uma coalisão com o Partido Nacional Escocês, que é contrário ao Brexit. O Partido trabalhista prometeu renegociar o acordo de Boris Johnson e submetê-lo a um novo referendo, com opção de permanecer na UE.

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