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06.05.21

Quebra-cabeças

Lula está articulando uma série de encontros com parlamentares e lideranças regionais do PT. A intenção é começar a discutir, estado por estado, possibilidades de alianças para 2022.

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05.05.21

Velha política

Lula e Michel Temer têm conversado com mais frequência. E o “golpe” contra Dilma Rousseff? Lula nunca foi de guardar esse tipo de ressentimento.

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05.04.21

Lula lá?

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, teria conversado com seu virtual sucessor, Josué Gomes da Silva, filho do ex-vicepresidente José de Alencar, sobre a possibilidade de levar Lula para palestrar na entidade. Milagre? Oportunismo?

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29.03.21

Procura-se uma vacina contra Lula e Bolsonaro

O empresariado parece estar mais preocupado com a futura eleição presidencial do que com a vacinação para debelar a pandemia. As lideranças da iniciativa privada, reais ou autoproclamadas, mais falam do que agem quando o assunto é o enfrentamento do Covid-19. Porém, quando o tema são os candidatos a presidente, sobra animação e ativismo. O RR conversou com três dirigentes empresariais “pesos pesados” sobre pandemia e eleições. Há alguns consensos e dissensos.

Entre os consensos está a percepção de que a pandemia vai a 400 ou 500 mil mortos, mesmo que o governo aumente a velocidade na vacinação. O vírus vai derreter Jair Bolsonaro. Por isso, alguns se sentem desconfortáveis em dividir ações sanitárias com um governo “genocida”. Julgam que o candidato do centro deve ser definido logo, de forma a evitar que a polarização na disputa presidencial entre Lula e Bolsonaro se torne cada vez mais difícil de ser desconstruída. Em tempo: nas últimas semanas, o ex-ministro Henrique Mandetta cresceu como possível candidato do centro.

É bem verdade que o aumento do seu vigor eleitoral deve-se, em parte, à indecisão de Luciano Huck em assumir sua candidatura. Huck está criando uma fama de fujão. O candidato centrista, seja quem for, deveria anunciar rápido seu ministro da Economia. As eleições presidenciais “devem ser antecipadas na imprensa”. As conversas com a mídia giram na linha de bater em Bolsonaro e Lula, com “igual intensidade para viabilizar o nome do centro”. Tem sido difícil pegar Lula. O ex-presidente tem reduzido propositalmente suas aparições, “falando somente com a imprensa estrangeira”.

Com contágios e mortes crescendo, a conta vai toda para Bolsonaro. Os empresários acham que Ciro Gomes terá um papel relevante na pancadaria nos dois candidatos declarados. Mas o entendimento com Ciro não avançará além dessa função (ver RR de 9 de março). O apoio do setor privado a sua candidatura será miúdo. Em um segundo turno disputado por Lula e Bolsonaro, com muita azia, os empresários votariam no primeiro. Mas há pré-condições, tais como “o anúncio de um ministro da Economia pró-mercado”. Os empresários, disse um dos dirigentes, não são como o Centrão. Eles apoiam candidatos em função de preferência ideológica. No caso de Bolsonaro, por exemplo, o motor foi o antilulismo, e a âncora, o ministro Paulo Guedes. “A pegada liberal não será assumida por todos os candidatos. Mas estará nas entrelinhas do discurso de qualquer um eles.”

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25.03.21

FHC e Lula testam uma aliança pela vacina

Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula estariam em entendimentos para fazer um pronunciamento conjunto solicitando o empenho dos principais chefes de estado para disponibilizar vacinas ao Brasil. Segundo uma fonte próxima ao Instituto FHC, o anúncio da iniciativa mereceria a convocação de uma coletiva para a imprensa internacional. FHC e Lula pretendem acionar sua ampla rede de acessos. A ideia é que líderes estrangeiros contribuam em uma “chancelaria emergencial” junto aos países fabricantes ou àqueles que têm estoques excedentes de vacinas. Individualmente, Lula já deu um primeiro passo neste sentido há cerca de três meses, quando participou de uma reunião virtual com Kirill Dmitriev, diretor do Fundo de Investimento Direto Russo (RDIF), principal financiador do desenvolvimento da Sputnik V. Desta vez, no entanto, o dueto entre as duas maiores lideranças políticas do Brasil dará um peso ainda maior ao pleito. Segundo a fonte do RR, por ora a iniciativa estaria circunscrita ao tucano e ao petista, mas não há restrição para que posteriormente outras lideranças políticas participem dessa cruzada pela vida.

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25.03.21

Ciro sendo Ciro

O governador Flavio Dino está tentando articular um encontro com Ciro Gomes, mas o pedetista tem saído pela tangente. Segundo uma fonte do RR próxima ao ex-governador do Ceará, Ciro já disse que não quer se “reunir” com Lula nem por intermédio de terceiros.

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19.03.21

Impeachment do “rei louco” já viraliza no país

Há que se tomar cuidado com o risco de uma “endemia de impeachment”. O RR, em sua ronda diária, ouviu ontem de cinco fontes comentários sobre a possibilidade de interrupção do mandato do presidente Jair Bolsonaro. Não é nada usual. Sem discutir o mérito, o impedimento levaria o país ao Armagedom.  combinação do impeachment com a pandemia, a estagflação, a dubiedade constrangida das Forças Armadas, a  volatilidade do mercado, a tropa de choque dos apoiadores do presidente e o reingresso de Lula ao palanque é motivo para que, no mínimo, se reflita sobre duas opções: conviver com um bufão com as mãos sujas de sangue até o fim do seu mandato ou abortar sua gestão e viver em um país em frangalhos, dividido, com o risco de uma guerra civil.

As palavras “impeachment” e “Jair Bolsonaro” invadiram o Google, ressurgiram com força no texto dos colunistas da mídia e já são ouvidas com voz firme e forte no Congresso Nacional. Elas têm ressonância nos quartéis. E são ditas sem circunlóquios pelos togados. Há algo de infeccioso em relação aos efeitos do impeachment no tecido nacional. É bastante razoável prever que a eventual abertura de um processo de afastamento de Bolsonaro leve o país a um estado de convulsão.

A expulsão do presidente não seria uma operação soft como o golpe parlamentar em Dilma Rousseff. Bolsonaro joga permanentemente com a fantasia de que os militares são seus aliados pessoais. Os perigos são ainda maiores. Policiais formam um grupo de apoio nevrálgico do presidente. É gente fiel ao Capitão. Um impeachment neste momento aponta para consequências catastróficas. A medida radical afetaria os mercados de maneira brutal, abalando ainda mais a confiança do investidor externo em relação ao país.

Por mais que o mundo não nutra simpatia por Bolsonaro, o terceiro impeachment em 30 anos reforçaria a percepção de que o Brasil é uma areia movediça, que afunda os incautos que nela pisam. Nem Lula quer entrar nessa aventura. O petista trocaria seu antípoda por uma roleta russa. O esgarçamento institucional decorrente do afastamento de Bolsonaro poderia colocar em risco a legítima disputa eleitoral para a presidência em 2022. A democracia brasileira continua sendo uma sementinha. Por ora, o melhor é a prudência. Que as palavras de ordem sejam divididas: “Não ao impeachment do rei louco” e “Fora Bolsonaro em 2022”. O Brasil exige cuidados institucionais.

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19.03.21

Os “11 tribunais” do STF

Ao contrário do que muitos possam pensar, determinações como a de Luís Fachin anulando as condenações de Lula são a regra e não a exceção no Supremo. Segundo o RR apurou, desde 2010 a Corte soma 14.259 decisões monocráticas, contra apenas 2.160 coletivas. O ranking dos vereditos individuais é liderado por Marco Aurelio Mello (1.316), seguido do próprio Fachin (1.208) e de Rosa Weber (932).

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19.03.21

Dilma lá?

No instante em que celebra a “volta” de Lula, o PT cogita também o “retorno” de Dilma Rousseff. Segundo uma fonte intestina do partido, já se fala na candidatura de Dilma ao governo de Minas Gerais em 2022. O senão é a cicatriz que a ex-presidente carrega de 2018, quando amargou um quarto lugar na eleição para o Senado.

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18.03.21

Vem cá, Luiza

Lula não está sozinho. Ciro Gomes também pretende conversar com a empresária Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza. Isso para não falar do PSB, que cogita lançar Luiza como candidata à Presidência em 2022.

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