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15.05.20

De fora para dentro

Após as duras declarações contra Jair Bolsonaro na CNN americana, Luiz Henrique Mandetta deverá repetir a dose na imprensa europeia – El País e Le Figaro estão na fila.

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13.05.20

O fritador da República

Após a fritura de Luiz Henrique Mandetta e uma frustrada tentativa de flambar Paulo Guedes, agora é a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que está na frigideira de Onyx Lorenzoni. Ambos são do DEM, como era Mandetta. Fidelidade partidária está longe de ser um atributo de Lorenzoni.

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17.04.20

Era para ser ele

O novo ministro da Saúde, Nelson Teich, esteve por um triz de assumir o cargo em janeiro de 2019. Um acordo político deu a Pasta para Luiz Henrique Mandetta. Teich trouxe a questão do desemprego para o seu discurso de posse, mas a verdade é que ele não é um
grande conhecedor do assunto. O ministro é riquíssimo. Está no top ten das fortunas dos profissionais da medicina.

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O pas de deux de Bolsonaro e Mandetta, no “divórcio consensualmente concordado”, foi coreografado nos detalhes pelo ministro Braga Netto. Os pronunciamentos em parte gentis em nada lembraram o pugilato que vinha predominando até a véspera.

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17.04.20

Mandetta é um troféu

Ontem, no fim da tarde, depois do anúncio da sua demissão, choveram convites de governadores para Luiz Henrique Mandetta assumir a Secretaria de Saúde em diversos estados. O assédio deixou o ex-ministro constrangido. Ele sabe que as ofertas eram muito mais para os governadores colocarem azeitona na própria empada. Mandetta mudou de patamar.

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16.04.20

O xadrez da demissão de Mandetta

O ministro chefe da Casa Civil, Braga Netto, segundo apurou o RR, iniciou uma conversa com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, logo após a sua coletiva no Palácio do Planalto, para recomendar que ele abandone o cargo. Mandetta não quer deixar a função. Sua estratégia é ser “saído”. No Palácio, a leitura, inclusive, é que ele trabalha para precipitar os fatos e ser demitido antes da piora dos casos de Covid-19. Braga Netto leva a mensagem de que o afastamento do ministro pelo presidente seria ruim para todos. Hoje, é impossível que Bolsonaro não o demita. A decisão tem o apoio da área militar do Palácio, que é fiel à hierarquia e cuja influência cresceu muito sobre as decisões da Presidência da Republica. A questão de fundo agora é identificar o nome do novo ministro da Saúde. Missão difícil achar neste contexto alguém de reputação que compre a tese do presidente de que a ciência tem de ser relativizada em função das circunstâncias. A título de blague, talvez alguém com o perfil de Osmar Terra.

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O embate entre Jair Bolsonaro e Luiz Henrique Mandetta parece mimetizar a conflitante relação entre Donald Trump e o imunologista Anthony Fauci, médico conselheiro da Casa Branca. Fauci tem sido um defensor ferrenho do isolamento social, além de um crítico ao uso indiscriminado da hidroxicloroquina no tratamento de infectados com o coronavírus. Nos últimos dias, Trump chegou a retuitar nas redes sociais mensagens de apoio à demissão do cientista.

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Luiz Henrique Mandetta permanece na Saúde, mas não há um só dia que o presidente Jair Bolsonaro fique sem despachar com o “ministro-suplente” Osmar Terra.

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13.04.20

Recortes da infecção nossa de cada dia

  • O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, é quem mais resiste à realização de uma Assembleia Extraordinária do Copom para baixar imediatamente a taxa Selic.
  •  Voltou forte no Congresso Nacional a ideia de fazer um Proer para a construção pesada.
  • As fintechs vão acabar nomeando o coronavírus como seu bichinho de estimação.
  • Por sinal, quando passar a pandemia e os grandes bancos fizerem o levantamento das perdas, entre os estragos estará a assimetria no tratamento do governo em relação às fintechs.
  •  Há um dilema no BNDES: o banco vai utilizar somente critérios técnicos e ajudar empresas mais sólidas e com melhores garantias ou vai rasgar o protocolo e emprestar para corporações com alto risco? A cartilha do bom humanismo diz que não é hora de se verificar o credit score.
  • Pergunta que não quer calar: por que o BC cogita abrir crédito a empresas inadimplentes e resiste, turrão, a dar garantias para o refinanciamento do débito das pessoas físicas negativadas?
  • O Ministério Público Federal do Rio não teme a infecção pelo coronavírus. Tem feito entrevistas e diligências.
  • Uma fonte do MPF diz que falta espremer muito o ex-governador Sérgio Cabral para extrair mais do suco da corrupção. Por exemplo: o laranjal de Cabral ainda não foi devastado. E já se sabe que há mais de uma dezena de relações promíscuas incluindo agências de publicidade, empresas de RP, gráficas etc.
  • As livrarias de rua, que vinham sofrendo com a queda da demanda, estão sendo entubadas pelo coronavírus. O mesmo, muito pelo contrário, não se pode dizer das drogarias. De 10 saídas do consumidor em tempo de confinamento três são para idas às farmácias. Os supermercados permanecem campeoníssimo, com quatro saídas.
  • Circula uma ideia no Palácio do Planalto de, quando chegar a hora, celebrar a queda expressiva das infecções com uma grande festa nacional. Jair Bolsonaro seria a estrela da celebração, tratada como uma vitória do governo contra o vírus. O que pega na proposta é o efeito Mandetta. É impossível controlar a eventual saudação das multidões ao ministro da Saúde. E Bolsonaro e Mandetta dividindo a festa é pedir demais.

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13.04.20

Fogo amigo contra o GSI

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, ficou ensandecido com o episódio das conversas entre Ônix Lorenzoni e Osmar Terra, ouvida diretamente do celular deste último. Terra simplesmente não desligou o celular, permitindo que um repórter da CNN ouvisse toda a conspiração para tirar o ministro Luiz Henrique Mandetta do cargo. Heleno explodiu, dizendo que, se a práxis no governo é essa, é dispensável que exista oposição. O general disse que, dessa maneira, ele, o GSI, a Abin e demaisórgãos que trabalham com a Inteligência passam a ser os bobos da corte. O general Heleno não trabalha com a hipótese de que foi tudo proposital.

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