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23.11.20

Família Huck

A história familiar de Luciano Huck é edificante. Poderia muito bem ser utilizada em sua campanha eleitoral. Mais o RR não diz.

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16.11.20

O caldeirão eleitoral de Luciano Huck começa a ferver mansamente

Depois de um primeiro momento de recusa, a esposa de Luciano Huck, Angélica, é a principal entusiasta da candidatura do marido. Disputará o lugar de primeira dama mais bonita da história do país.

  •  Luciano Huck já não descarta mais publicamente sua candidatura. Segundo seus colaboradores mais próximos, as condições para a disputa presidencial nunca foram tão boas.
  • A reticência de Rodrigo Maia em fazer qualquer afago à candidatura de Huck é estratégica. Se apoiar o presidenciável agora, fica sem moeda de troca futuramente.
  •  Maia se considera uma opção para vice de Huck, caso a rejeição a Moro na área política se revele muito grande.
  • De qualquer forma, Huck está indexado ao DEM, a quem chama de “direita leve”. O prefeito de Salvador, ACM Neto, é um dos seus principais assessores.
  • As articulações de Huck junto ao empresariado têm uma segunda intenção: sensibilizar o PSDB em relação à sua candidatura. Como se sabe, os melhores interlocutores com o “partido da social democracia”, são os plutocratas da Faria Lima.
  • O empresariado paulista, especialmente, disputa desde já quem será mais o próximo do candidato.
  • O clã dos Diniz está empenhado até a alma em uma futura “presidência de Luciano Huck”.
  • O chanceler do PSDB, Fernando Henrique Cardoso, já jogou suas fichas no apresentador-candidato.
  • Para Cardoso somente Huck tem a empatia necessária para evitar que Bolsonaro ganhe mais uma.
  • Na área da política econômica, o “candidato Huck” traz uma novidade: um teto do gasto mais alto concomitantemente à volta do regime de metas do primário. Apud Armínio Fraga, o Paulo Guedes de Huck.
  • No meio ambiente, o economista Sérgio Besserman é quem está mais próximo de Huck. Como se sabe o discurso do presidente terá a preservação ambiental como um dos pontos centrais.
  • Armínio tem grupos técnicos trabalhando para construção do programa de governo em todas as áreas.
  • Por enquanto, o banqueiro chama os trabalhos de contribuição pública. Mas para quem? Bolsonaro? É óbvio que se trata de um planejamento para o governo Huck. Armínio Fraga é explicitamente o futuro ministro da Fazenda de Huck. Terá o papel que Guedes teve de acalmar os mercados. No quesito bom senso, comparado ao atual ministro, Armínio é uma mudança da água para o vinho.
  • Huck tem conversado com seus consultores sobre as providências em relação a sua plêiade de empresas “caso” venha a ser candidato à presidência. Não dá para ter tudo.
  • A mesma questão diz respeito a sua situação profissional de apresentador exclusivo – ele e sua esposa Angélica – da TV Globo. Huck é muito bem quisto pela família Marinho. Qualquer solução em relação à Globo será para facilitar sua candidatura. Tudo dentro dos conformes.
  • Os pensadores da “campanha” de Huck consideram que o “candidato” captura eleitores de todos os segmentos, inclusive dos bolsonaristas. As elites e os antilulistas já são dados jogados.
  • E o povão? Huck é conhecido em todo o país. Uma das ideias dos seus colaboradores é que o apresentado-candidato rode o Brasil inteiro – com ênfase no Norte e Nordeste – visitando famílias nas suas casas. O frenesi com sua chegada será transformado em lives e utilizadas na campanha. O mote será “nunca um presidente foi tão amado”.

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10.09.20

Doutor Huck

Enquanto a eleição não vem – e para ele pode ser que talvez nunca venha -, Luciano Huck está se juntando a outros empreendedores para investir em startups da área de saúde. O foco do apresentador e cia. são projetos voltados à população de baixa renda.

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03.08.20

Rumo à bolsa sem o chef Huck

O empresário Junior Durski já faz planos de retomar a oferta de ações do Madero em Nova York. A abertura de capital se daria no primeiro trimestre de 2021, quando espera-se que a pandemia tenha cedido e a rede de restaurantes consiga captar com mais facilidade os R$ 3 bilhões estimados inicialmente. Ressalte-se que o Madero perdeu recentemente um de seus atrativos: o valor intangível de ser sócio de um potencial candidato à Presidência da República. No início de julho, Luciano Huck revendeu sua participação no negócio para Junior Durski.

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17.07.20

Lisboa e a ressurreição de Haddad

O presidente do Insper, Marcos Lisboa, atira para todos os lados, sem maiores pruridos. Lisboa quer ser ministro da Fazenda. De qualquer governo. Ofereceu-se para colaborar com o professor e virtual candidato às eleições presidenciais pelo PT Fernando Haddad. O petista pertence aos quadros da instituição de ensino. Não há nada que indique, hoje, uma vantagem comparativa de Haddad em relação à única candidatura certa ao sufrágio de 2022, a do presidente Jair Bolsonaro; nem sobre os demais potenciais aspirantes, Luciano Huck, Ciro Gomes, Sergio Moro, João Dória e Flavio Dino. É puro oportunismo. Se surgir algum candidato de última hora, “Marquinhos” está pronto para contribuir no seu programa econômico.

Por falar em Insper, a instituição tem namorado o ex-ministro da Educação Carlos Alberto Decotelli. As conversas se dariam em torno do ingresso do professor nos cursos de educação continuada. Ao que parece, nada que seja necessário um bom diploma. Tudo indica que há terceiras ou quartas intenções entre as partes, caso se concretize o convite. Procurado pelo RR, o Insper não retornou até o fechamento desta edição.

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05.06.20

Higienização preventiva

Luciano Huck tem sido aconselhado por interlocutores da política a esperar a poeira baixar e vender sua participação no Madero. O investimento pode vir a ser um “passivo” desnecessário – quem sabe? – em 2022. Aliado de primeira hora de Jair Bolsonaro, o fundador da rede de restaurantes, Junior Dursk, é um crítico da quarentena, já minimizou as mortes da pandemia e cortou 600 funcionários após prometer que não faria demissões.

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11.03.20

Em vez da mortadela, hambúrguer

Não satisfeito em gravar um vídeo nas redes sociais convocando a população para os protestos do dia 15, o empresário Junior Dursk cogita colocar sua própria rede de restaurantes, o Madero, no jogo, concedendo descontos a quem estiver vestido de verde e amarelo no próximo domingo. Pessoas próximas a Dursk ainda tentam dissuadi-lo da ideia de misturar política e negócios – nenhuma delas é Luciano Huck, seu sócio na empresa.

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09.03.20

Aproximação

Luiza Helena Trajano, dona do Magazine Luiza, tem se aproximado do pré-presidenciável Luciano Huck. Luiza, é bom lembrar, quase foi ministra de Dilma.

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14.02.20

Caldeirão de Harvard

Depois de Davos, Luciano Huck vai à Harvard. O presidenciável é nome certo na Brazil Conference, evento marcado para 3 e 4 de abril. Deverá ter a luxuosa companhia de Armínio Fraga.

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07.02.20

Os “arministas” estão chegando. E o “lucianistas” também…

Na versão clássica, o “arminianismo” é uma escola de pensamento soteriológica (doutrina da salvação), baseada sobre as ideias do holandês Jacobus Arminius (1560–1609) e seus seguidores históricos, os “remonstrantes”. Na versão tupiniquim, o “arminianismo” são fazimentos do economista Armínio Fraga Neto, imbuídos das melhores intenções, mas que visam em todas as instâncias chegar ao poder. Leia-se influenciar na eleição do presidente da República e assumir o cargo de ministro da Economia, hoje ocupado por Paulo Guedes. Fraga criou centros de estudo e grupos de trabalho, que financia com dinheiro do próprio bolso. O centro de estudos trata do problema da saúde. O grupo de trabalho discute a Reforma do Estado. Os técnicos “arministas” trabalham a todo o vapor sobre um leque amplo de temas. O animador de auditório Luciano Huck é informado sobre cada uma das propostas ou documentos redigidos nos mini think thanks. Apesar de fazer doce, dizendo que ainda matuta sobre o assunto, Huck é candidataço à Presidência, em 2022. Na versão original, o “lucianismo” é uma política imposta com valores diferentes do socialismo e do capitalismo. Algo meio tucano. On “lucianismo” foi professado no século II e desapareceu no século IV.

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