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10.08.20

Moedor de dinheiro

Vai ser difícil a Louis Dreyfus escapar de um aporte de recursos na Biosev, seu braço sucroalcooleiro. A controlada está abaixo da linha d ́água, com aproximadamente R$ 1 bilhão em patrimônio negativo. Somente nas duas últimas safras de cana, a Biosev moeu cerca de R$ 2,8 bilhões em prejuízos.

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17.06.19

Biosev sem açúcar e sem afeto

A iminente venda da usina Estiva, no Rio Grande do Norte, deverá ser um dos últimos atos de Juan José Blanchard como presidente da Biosev. Informações que circulam na própria companhia apontam para a saída de Blanchard do comando do braço sucroalcooleiro da Louis Dreyfus. Os franceses perderam a paciência com um dos negócios mais deficitários do grupo em todo o mundo. A Biosev opera no vermelho há oito anos seguidos. Somente na safra 2018/19, encerrada em março, as perdas chegaram a R$ 1,2 bilhão. A crescente alavancagem contribui para a corrosão das suas finanças. Em um ano, a relação dívida líquida/ Ebitda subiu de duas para três vezes.

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25.01.19

Louis Dreyfus cansou de perder

Acabou-se o que quase nunca foi doce: a Louis Dreyfus Commodities (LDC) prepara sua saída do mercado sucroalcooleiro no Brasil. Os franceses teriam colocado à venda todas as dez usinas da subsidiária Biosev localizadas nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Norte, com capacidade total de moagem da ordem de 35 milhões de toneladas. A operação inclui ainda um terminal no Porto de Santos.

Segundo o RR apurou, o pacote já teria sido oferecido à Raízen, a joint venture entre Cosan e Shell. No ano passado, a LDC negociou uma planta sucroalcooleira no Rio Grande Norte e chegou a colocar à venda outra usina, na Paraíba. O intuito do grupo, àquela altura, era se livrar do bagaço e permanecer apenas com as unidades mais rentáveis. Mas cadê que elas existem? Nos últimos meses, as perdas da Biosev se agravaram.

Com isso, cresceu também a pressão dos acionistas da LDC em Paris pela saída definitiva do negócio, após uma série de aportes que viraram pó. A empresa fechou o primeiro semestre da atual safra com um prejuízo de aproximadamente R$ 660 milhões, um déficit 20% maior do que o registrado em igual período no exercício passado. Anualizado, o rombo passa de R$ 1,3 bilhão. Nas últimas duas safras, os franceses perderam mais de R$ 1,8 bilhão com a sua operação sucroalcooleira. É uma rotina que, no ano passado, custou a cabeça do então CEO da Biosev, Rui Chammas.

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04.12.18

Tem passageiro novo na Ferrogrão

Louis Dreyfus, Amaggi, ADM e Cargill abriram um canal de interlocução com a equipe de Jair Bolsonaro. As discussões envolvem o estudo de viabilidade para a Ferrogrão. O fato novo é a possibilidade de grandes agricultores do Centro-Oeste entrarem no comboio, financiando a construção da ferrovia. O projeto começou nos R$ 8 bilhões. No cálculo mais recente, a contagem já estava em quase R$ 13 bilhões.

Por falar em ferrovias, o futuro ministro dos Transportes, Tarcísio Gomes de Freitas, está com uma pulga atrás da orelha devido à inconsistência das informações que tem recebido sobre a Valec. Parece até que tem gente no atual governo trabalhando deliberadamente para evitar que a equipe de transição veja o que esse trem carrega. Ressalte-se que o futuro governo já revelou a disposição de extinguir a estatal.

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10.09.18

Rota das crateras

Grandes tradings agrícolas, como Louis Dreyfus, Cargill, ADM, vão levar aos candidatos à Presidência um projeto para a licitação e consequente asfaltamento de toda a BR-163, por onde passa mais de metade de produção de soja do Centro-Oeste. A situação da rodovia é mais do que dramática.

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05.04.18

Tegram à espera de 2019

Os acionistas do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) – uma miríade de tradings, como Glencore, Nova Agri e Louis Dreyfus – discutem o projeto de ampliação do complexo, no Porto de Itaqui. O investimento está orçado em torno dos US$ 50 milhões e deverá sair do papel no primeiro trimestre de 2019.

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22.03.18

Sem açúcar e sem afeto

As denúncias contra o ex-ministro Delfim Netto na Lava Jato põe em risco a sua permanência no board da Biosev, braço sucroalcooleiro da Louis Dreyfus. As normas de compliance do grupo francês são extremamente severas para casos dessa natureza.

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19.03.18

Produtores de laranja se espremem contra Citrosuco, Cutrale e Louis Dreyfus

Os produtores de laranja, notadamente de São Paulo, estão se mobilizando em mais uma tentativa de criar uma entidade que congregue agricultores e os grandes exportadores de suco. O objetivo é fazer um contraponto ao notório poder da trinca Citrosuco (Votorantim e Fischer), Cutrale e Louis Dreyfus. As conversas, sobretudo no âmbito da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo, vêm se intensificando desde o fim do ano passado. O que está em jogo, neste caso, é uma tentativa do lado mais fraco da cadeia – os citricultores – em ganhar maior poder de barganha na negociação de preços com os produtores de suco de laranja. Os primeiros rabiscos do projeto surgiram em 2014, no que seria o Conselho dos Produtores e Exportadores de Suco de Laranja (Consecitrus). Mas, três anos depois, após muito bagaço e pouco caldo, o Cade reprovou a criação da entidade por causa dos conflitos entre suas metades. Os produtores acusam a CitrusBR de ter feito uma série de manobras e imposto várias condições para inviabilizar a criação do Consecitrus. Procurada, a CitrusBR afirmou que “a representação dos produtores é um assunto privado dos citricultores, e não cabe à representação das indústrias interferência”. Garantiu ainda lamentar o “arquivamento do Consecitrus e que em nenhum momento colocou qualquer tipo de condição” para o surgimento da entidade.

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19.02.18

Maquinista russo

O comboio montado para o leilão da Ferrogrão está prestes a ganhar um passageiro estratégico. A russa RZD mantém conversações com Louis Dreyfus e Cargill para embarcar no consórcio de tradings que disputará a licitação, prevista para este ano. Ocuparia, assim, o assento, ainda vago, destinado a um operador ferroviário.

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24.01.18

Redução de custo

Tradings candidatas ao leilão da Ferrogrão – entre elas Louis Dreyfus, Cargill, ADM e Amaggi – pressionam o governo por mudanças no traçado para reduzir o custo da aventura, hoje de R$ 13 bilhões.

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