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15.02.16

Netflix cresce na tela de concorrentes

 A Netflix pretende iniciar ainda esse ano um programa de aquisições de concorrentes de menor porte como forma de aumentar mais rapidamente a base de usuários. Entre os alvos prediletos está a Looke, que era o braço de filmes digitais do grupo Saraiva. A companhia tem em torno de dois milhões de cadastros, número inflado com a compra recente da NetMovies, que já foi, antes da entrada da Netflix, a maior locadora virtual do país, com 35 mil títulos. Entre aquisições de empresas e de conteúdo, a Netflix do Brasil pretende desembolsar nesse ano US$ 100 milhões, o equivalente a 2% do que a companhia vai gastar em sua operação mundial com a compra de séries e filmes. No Brasil, a empresa fatura em torno de R$ 200 milhões e tem crescido acima de dois dígitos há três anos.  No ranking da Netflix, o Brasil está entre os 10 maiores mercados, com cerca de 10% dos 26 milhões de assinantes fora dos Estados Unidos, onde a companhia tem mais 45 milhões de associados. A empresa, que reina no mercado brasileiro de streaming (download de filmes e séries), com cerca de 40% de share, está acertando acordos com produtoras brasileiras para geração de conteúdo a ser distribuído na América Latina. Trata-se do modelo que tem adotado na Europa e na Ásia desde o ano passado. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Netflix e Looke. A Looke procurou o RR no dia 18/02/16 e informou que “a empresa nunca possuiu e não possui vínculo societário direto ou indireto com o Grupo Saraiva; e que não manteve ou mantém qualquer tipo de entendimento que vise alienação em parte ou no todo da plataforma para o Netflix.”

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