fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
02.07.20

Vírus da inadimplência

A Lojas Renner triplicou o volume de provisões para créditos duvidosos no balanço do primeiro semestre, em comparação com igual período no ano passado. E olha que ainda não há previsão de término da pandemia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.10.19

Ato falho

No road show para o IPO da C&A Brasil, os próprios executivos da holandesa Cofra, controladora da empresa, têm usado como referência a oferta de ações da Lojas Renner feita pela JC Penney há mais de uma década e meia. Só não lembram que, pouco tempo depois da operação, os norte-americanos venderam sua parte na rede varejista e deixaram o Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.05.18

Inverno esquenta os resultados da Renner

A súbita queda das temperaturas na Região Sudeste tem trazido um alívio para José Galló, o merecidamente incensado CEO da Lojas Renner. Até o momento, as condições climáticas não vinham ajudando a rede varejista. Segundo o RR apurou, os estoques da coleção de inverno chegaram à segunda quinzena de maio 20% acima do nível estimado para o período. A Renner, inclusive, refez às pressas suas projeções, trabalhando com um cenário de queda das vendas da coleção de inverno de 10% a 15%. Ao contrário do que dizia aquele velho jingle publicitário das Casas Pernambucanas, Galló não vê a hora de deixar o inverno entrar. Procurada, a Renner informou que “não divulga guidance de resultados”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.03.17

José Galló é o motor da Renner

José Galló não para de receber felicitações dos acionistas da Lojas Renner. Híbrido de CEO e “quase dono” da rede varejista, Galló só tem boas notícias. No Brasil, a companhia abriu 64 lojas em 2016, quatro a mais do que em 2015. Ainda neste ano, a Renner desembarca no Uruguai, com a abertura de três pontos de venda. Para 2018, o executivo já tem outro ás para colocar na mesa: a entrada na Argentina. É por essas e outras que os funcionários da empresa chamam a Renner de”Lojas Galló”. Consultada sobre seus planos de internacionalização, a rede varejista confirmou apenas o investimento no Uruguai.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.03.16

Na mira da Carlyle

 O fundo norte-americano Carlyle está em busca de ativos no varejo brasileiro. Um dos alvos é a Lojas Renner, controlada por uma miríade de fundos de investimento.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.02.16

Aberdeen quer aproveitar o preço de outlet da General Shopping

  A Brookfield não é a única interessada entre as gestoras estrangeiras de fundos em tirar uma casquinha da venda de ativos a preço de banana no Brasil. A escocesa Aberdeen Asset Management, que fez recentemente uma grande compra de ações da Lojas Renner e se tornou a maior acionista da rede varejista, também se posiciona para invadir nossa praia. O fundo estaria negociando a compra de uma participação na General Shopping, uma das maiores do país no segmento de outlets, além de doze shoppings no modelo tradicional. A Aberdeen teria iniciado negociações com representantes da família Veronezi, à frente o chairman da companhia, Alessandro Poli. A proposta é adquirir parte dos 75% pertencentes à Golf Participações, empresa de participações dos Veronezi. Procurada, a Aberdeen negou a compra. Já a General Shopping preferiu o silêncio.  Não é de hoje que os controladores da General Shopping buscam um investidor para retomar a expansão da empresa. A condição sempre foi não abrir mão do controle. Mas, dessa vez, Poli não quer cometer os erros do passado, quando preferiu endividar a companhia, com o lançamento de títulos no mercado internacional em vez de fazer um aumento de capital. O preço da escolha foi alto. O endividamento em moeda forte saltou de US$ 250 milhões para US$ 400 milhões. O prejuízo acumulado nos últimos dois anos passa dos R$ 360 milhões.  A Aberdeen olha para esses números com o apetite de experiente predador. A estratégia é a de sempre: entrar com 20% ou 30% do capital e, uma vez dentro da companhia, ir se fortalecendo até se tornar majoritária, aproveitando-se da fragilidade da presa e dos preços de liquidação – em 12 meses, o valor de mercado da General Shopping caiu 67%. Os escoceses se empenharão para que não faltem os aumentos de capital favoráveis à pavimentação da sua estrada. Quem assistiu ao filme sobre a compra de ações da Renner pela Aberdeen já viu a história toda

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.11.15

Sucessão é a palavra da vez no Grupo Guararapes

 Com a experiência de quem escapou da seca no sertão do Rio Grande do Norte e, décadas mais tarde, resistiu a uma concordata que quase incinerou todos os seus negócios, Nevaldo Rocha sabe que, nessa vida, há tempo para se vencer quase tudo, menos o próprio tempo. Aos 88 anos, o fundador do Grupo Guararapes e dono da Lojas Riachuelo tem um encontro marcado com a palavra “sucessão”. Na Guararapes, é grande a expectativa de que o empresário deixe a direção executiva do grupo em 2016, mais precisamente em agosto, quando se encerra seu atual mandato. A partir de então, Nevaldo permaneceria apenas na presidência do Conselho, entregando a gestão a um de seus filhos. Procurada pelo RR, a Guararapes nega mudanças na gestão.  Salvo algum fato novo, que ninguém espere por uma disputa fratricida: todas as evidências apontam que o eleito será Flavio Rocha. Aos olhos do próprio patriarca, trata-se do único de seus herdeiros realmente com pendor para a gestão executiva. Seus outros filhos, Elvio e Lisiane, acumulam passagens pela diretoria das empresas, como a área de marketing da Riachuelo, mas hoje a atuação de ambos está concentrada no Conselho do grupo. Já Flavio é CEO da rede varejista e vice-presidente da Guararapes. Nas horas vagas, dedica-se também a bombardear o governo Dilma Rousseff e a fazer o proselitismo do impeachment junto ao empresariado, mas isso é outra história.  O fato de o nome do sucessor de Nevaldo Rocha ser considerado uma barbada dentro do próprio grupo não reduz a complexidade do processo. A troca de guarda na Guararapes tem suas sutilezas. Interlocutores privilegiados de Nevaldo sabem que o empresário vez por outra flerta com a ideia de vincular a passagem de bastão a uma reestruturação societária. Por trás da operação, estaria o cuidado do criador em proteger sua criatura de eventuais trepidações no relacionamento entre os herdeiros. A blindagem envolveria a criação de uma empresa de participa- ções que aglutinaria as ações pertencentes a Nevaldo e aos filhos. A nova holding seria amarrada a um rigoroso acordo de acionistas. Nenhum dos herdeiros poderia vender separadamente parte ou muito menos a totalidade de suas ações sem oferecê-las primeiramente aos demais acionistas. A maior preocupação de Nevaldo reside na Lojas Riachuelo, o grande negócio do grupo. Reza a lenda que, no passado recente, fundos norte-americanos acionistas da Lojas Renner teriam sondado isoladamente Elvio e Lisiane Rocha com o propósito de comprar suas participações na rede varejista da família. Encontraram a porta fechada. Mas o episódio serviu de alerta para o patriarca dos Rocha. Ao longo de tantas décadas, Nevaldo já viu muitos impérios empresariais ruírem por dentro

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.