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04.09.18
ED. 5946

Conveniência

Além da Americanas, a GP entrou na disputa pela BR Mania. Trata-se da segunda investida da gestora sobre as lojas de conveniência da BR Distribuidora em dois anos.

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11.05.18
ED. 5865

Americanas encolhe para crescer

As mega lojas vão perder espaço no plano de expansão da Americanas. Segundo o RR apurou, das mais de 200 inaugurações previstas para este ano, cerca de 70% serão de pontos de venda no conceito Express, que têm um custo operacional, em média, 30% inferior. No ano passado, a proporção de lojas novas foi praticamente de 50% a 50%. Se bem que, independentemente dos custos e do tamanho tanto um modelo quanto o outro têm peso cada vez menor nos resultados da Americanas. Projeções da própria empresa indicam que, até 2019, o faturamento da operação de e-commerce vai superar as vendas das lojas físicas pela primeira vez na história.

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18.04.18
ED. 5849

No bolso de Lemann

O RR apurou que, nos últimos 12 meses, os roubos de cargas das Lojas Americanas no Rio de Janeiro já somariam cerca de R$ 30 milhões. É por essas e outras que, volta e meia, os executivos da rede varejista discutem o fechamento do centro de distribuição no Rio.

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01.03.18
ED. 5816

Apartheid

A Americanas.com decidiu restringir a entrega de produtos em algumas regiões do Rio de Janeiro. Os roubos a caminhões da rede varejista dispararam nos últimos meses.

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15.09.17
ED. 5705

Mãos ao alto

Somente neste ano, os prejuízos da Lojas Americanas com roubos de carga e assaltos a lojas no Rio de Janeiro já teria passado dos R$ 20 milhões. Não é à toa que Luiza Helena Trajano, dona do Magazine Luiza, não quer abrir nem um quiosque no estado.

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11.05.17
ED. 5616

As contas da Americanas

Do recente aumento de capital de R$ 2,4 bilhões, a Americanas vai separar R$ 1,3 bilhão para a expansão da rede. Tudo crescimento orgânico, ressalte-se. Se houver uma aquisição pelo caminho – algo como uma Via Varejo ou, vá lá, uma BR Distribuidora – o calibre do tiro terá de ser bem maior.

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23.03.17
ED. 5584

Americanas traça um novo roteiro para a B2W

O anunciado aporte de R$ 1,2 bilhão na B2W é apenas a ponta do iceberg de uma operação ainda maior. A Lojas Americanas estaria preparando o fechamento de capital de sua empresa de e-commerce. A reestruturação acionária, por sua vez, abriria caminho para a entrada de um investidor institucional ou mesmo uma futura associação com outra companhia do setor. Para isso, a Americanas planeja subscrever a totalidade dos 110 milhões de ações que serão emitidas pela controlada. Dessa forma, ampliará sua participação societária de 62% para 71%.

Posteriormente, deverá lançar uma oferta pública para comprar os títulos da B2W ainda em mercado. Em um exercício meramente hipotético, tomando-se como base o valor estimado para a subscrição em andamento – em torno de R$ 13,30 por ação –, a Americanas desembolsaria pouco mais de R$ 1,3 bilhão para raspar o tacho dos papéis da controlada em bolsa e ficar com 100% do capital. Seria o último ato de uma operação que vem se desenhando há cinco anos, período no qual a holding já fez outros quatro aportes na B2W, aumentando sua fatia de 51% para os atuais 62%.

Ao dispor integralmente do capital da B2W, Jorge Paulo Lemann e cia. terão toda a margem de manobra para repensar o modelo societário da companhia entre as opções que estão sobre a mesa. Recentemente, surgiram no mercado especulações sobre uma possível fusão com o braço de comércio eletrônico do Casino no Brasil. Não custa lembrar que a Lojas Americanas é citada como uma das candidatas à compra da própria ViaVarejo. Independentemente do caminho escolhido, a Americanas está empenhada em dar um novo rumo à sua operação de e-commerce, na qual já injetou mais de R$ 2 bilhões nos últimos cinco anos sem interromper sua escalada de prejuízos. Somente nos últimos dois anos, a B2W teve uma perda em torno de R$ 900 milhões.

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13.03.17
ED. 5576

O mercado não gostou

Coincidência ou não, desde 20 de fevereiro, quando a Americanas anunciou o plano de abrir 600 lojas até 2019, a ação da rede varejista já acumula uma queda de 11%.

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20.02.17
ED. 5564

A âncora de Lemann para a BR

A Lojas Americanas não enterrou seu interesse pela BR Distribuidora. Pelo contrário. A ideia com a aquisição não é pendurar uma loja da varejista em cada um dos postos. Quem pensou em algo tão simples subestimou as artes de Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles – exibidas, mais uma vez, com a megaoferta pela Unilever. O projeto passa por implementar minishoppings em diversos postos, tendo a Americanas como loja âncora. Adquirida a rede de postos, o trio calafrio abriria negociações para atrair players complementares como parceiros ou mesmo sócios. Paralelamente seria necessário um choque de gestão no core business de distribuição de combustível, cujas margens são as mais baixas do setor. Mas tudo isso ao mesmo tempo e agora somente se a Petrobras topar ser minoritária e abrir mão da gestão. Por enquanto está difícil.

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18.01.17
ED. 5541

Atrás do dinheiro

A emissão de R$ 190 milhões em notas promissórias, anunciada em dezembro, foi só o aquecimento. A Lojas Americanas está preparando uma grande captação no mercado internacional. Coisa próxima da casa do bilhão.

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A BlackFriday fez muito bem às ações das empresas de varejo. Nos últimos três dias, a cotação do Magazine Luiza subiu 6%. No caso da B2W, leia-se Submarino e Americanas.com, a alta foi ainda maior: 8% desde sexta-feira até o pregão de ontem.

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29.03.16
ED. 5336

Americanas

 Jorge Paulo Lemann quer transformar suas Lojas Americanas em fast food. Metade dos estabelecimentos estaria dedicada a vender o “melhor cachorro quente”. Em tempo: no passado, algumas lojas da rede varejista já funcionaram como lanchonete.

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