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06.11.19

STF e prisão em segunda instância: chance de terceira via?

Termômetro

Retomada de julgamento do SFT sobre prisão após condenação em segunda instância tende a ser o principal tema do dia, amanhã. Foco estará no ministro Dias Toffoli. Há expectativa de que apresente uma proposta intermediária (para a qual já parece ter apoio do ministro Fachin), que não beneficiaria o ex-presidente Lula: prisão seria autorizada após condenação pelo STJ. Se o fizer, aumentam as chances do julgamento não acabar nesta quinta.

Pré-sal: os erros do leilão

Continuará, amanhã, discussão sobre motivos de leilão de campos do pré-sal, hoje, ter atraído pouco interesse de petrolíferas estrangeiras. Por um lado, gestão federal e particularmente a ANP perdem um pouco da aura de eficiência que vinham construindo. Serão apontados supostos erros, como bônus de assinatura muito alto.

Por outro, agência e Ministério de Minas e Energia investirão no seu diagnóstico: problema seria a obrigatoriedade da partilha e a necessidade de ressarcir investimentos já realizados pela Petrobras nas áreas.

Nesse sentido, há um ponto central a ser observado, nesta quinta: o governo porá efetivamente seu peso em apoio a projeto, do senador José Serra, para acabar com o polígono do pré-sal, que dá preferência à Petrobras na região?

Estaria em linha com a atual política para o setor, mas pressupõe embate polêmico no Congresso no momento justamente em que uma série de reformas está na mesa – além das já propostas, ainda devem ganhar corpo, até semana que vem, reforma administrativa e pacote de estímulo ao emprego.

Venda da Liquigás

Petrobras – criticada, veladamente, por cobrar valores altos de ressarcimento de investimentos em campos leiloados hoje – obterá repercussão e resultados positivos por venda da Liquigás. Iniciativa, através da qual foram arrecadados R$ 3,7 bilhões, será, também, “antídoto” contra dúvidas geradas no mercado por gastos acima do esperado com a compra dos campos de Búzios e Itapu.

Marielle: federalização volta à pauta

Caso Marielle pode voltar a gerar enfrentamento político e institucional. Motivo seria o pedido do MPF para que a Polícia Federal apure obstrução de justiça, falso testemunho e denunciação caluniosa supostamente cometidos pelo porteiro do condomínio Vivendas da Barra, ao citar o presidente Jair Bolsonaro. Governo do Rio e partidos de oposição devem se opor duramente a qualquer abertura para federalização de investigações. No âmbito partidário, o ministro Moro é alvo central – serão apontadas suspeitas de que tenta proteger o presidente.

Reformas no microscópio e PEC Paralela

Após primeiros sinais positivos do Parlamento, da mídia e (até onde se pode medir) da opinião pública a conjunto de reformas apresentado pelo governo, quinta-feira aprofundará olhar para os pontos que provocam maior polêmica. Daqui para a frente, em maior ou menor medida, essa avaliação se transformará em um pulso diário das chances de aprovação das diversas medidas propostas.

Nesse momento inicial, já despontam: 1) A extinção de municípios com menos de 5 mil habitantes, que terá oposição organizada da Confederação Nacional de Municípios e acerca da qual não há sinais claros de parlamentares; 2) Possíveis privilégios a procuradores e militares em medidas emergenciais, que sustam promoções e reajustes; 3) Desvinculação de gastos obrigatórios, que uniria sob uma mesma rubrica saúde e educação – leitura aqui será de que governo busca abrir porta para diminuir gastos com os setores.

Vazamento de óleo: novas suspeitas

Idas e vindas têm sido a constante na apuração de vazamento de óleo que se espalha pelo litoral do Nordeste. Imagens mostrando que mancha negra – relacionada ao vazamento – aparece no mar antes da passagem de navio grego, considerado o principal suspeito, vão levar a novas ilações.

Novo round com a Argentina

A conferir desdobramentos, amanhã, de aprovação de repúdio ao presidente eleito argentino, Alberto Fernández, na Comissão de Assuntos Exteriores da Câmara. Proposta, capitaneada pelo deputado Eduardo Bolsonaro, soma-se a tweet do presidente, posteriormente apagado, no qual anuncia a transferência de grandes de empresas (como a L’ Oréal) da Argentina para o Brasil.

Sem medo de deflação

Sai amanhã o IPCA (IBGE) de outubro, medida oficial da inflação no país, com previsão de alta de 0,10%. Se confirmado, o número mostrará que a deflação auferida em setembro (-0,04%) representou um ponto fora da curva. Tal percepção tende a ser corroborado pelo IGP-DI, um dos índices gerais de inflação da FGV (junto com o IGP-M), no qual se espera alta de 0,40% para o mês.

Alemanha preocupa

Internacionalmente, destaque para a produção industrial da Alemanha, em setembro. Estimativas apontam queda que pode chegar a 0,4% (após crescimento de 0,3% que acalmou um pouco os mercados, em agosto). Número teria impacto muito negativo em bolsas globais, ao ampliar possibilidade de retração mais grave do “motor” da economia da União Europeia no final de 2019 e início de 2020.

Vale atenção, ainda, para o anúncio da taxa de juros no Reino Unido (projeta-se estabilidade em 0,75%), e para os pedidos de seguro desemprego nos EUA, no início de novembro (expectativa positiva, com pequena diminuição, chegando a 215 mil pedidos, contra 218 mil no começo de outubro).

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30.08.18

A segunda vez da Liquigás

A Petrobras vai retomar a venda da Liquigás. De acordo com entendimentos prévios com o Cade, os grandes distribuidores de GLP deverão ser alijados do processo – a primeira tentativa de negociação, com o Ultra, foi barrada pelo Conselho. A intenção da Petrobras, desta vez, é oferecer a Liquigás a fundos de investimento.

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06.07.18

Liquigás tem novo rumo

A Petrobras reabriu o processo de venda da Liquigás. Segundo o RR apurou, há conversas com o Advent. A venda para um fundo de investimento permitiria à estatal driblar as restrições impostas pelo Cade à negociação da empresa para outra grande distribuidora de GLP.

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06.03.18

Liquigás rumo à bolsa

A direção da Petrobras planeja realizar uma oferta de ações da Liquigás em duas etapas, chegando a 49% do capital. O objetivo é evitar que o lançamento em uma única tranche jogue para baixo o valor da ação. Consultada, a estatal informa “que está analisando alternativas para o desinvestimento da Liquigás, não havendo qualquer definição”.

Em tempo: segundo o RR apurou, os estudos para o IPO da Liquigás começaram em dezembro. A Petrobras já dava como certo o veto do Cade à venda da empresa para a Ultragaz.

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02.10.17

Fim de festa no Ultra

O Grupo Ultra, ao que parece, jogou a toalha em relação à compra da Liquigás. Segundo o RR apurou, já desmobilizou boa parte da equipe dedicada à operação, com a dispensa advogados e consultores externos. O “não”do Cade é dado como certo.

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20.08.17

Mais uma pedra no caminho do Ultra e da Liquigás

Os revendedores de GLP estão torpedeando a venda da Liquigás para o Grupo Ultra junto ao Cade. Na semana passada, a Abragás, entidade que reúne as empresas do segmento de revenda, enviou ao órgão antitruste estudo sobre o grau de concentração de mercado que resultará da operação. O RR teve acesso ao documento. A Abragás põe foco, principalmente, na concentração de mercado em alguns dos maiores estados do país, a começar por São Paulo, onde a dupla Liquigás/Ultragaz passará dos 60%. A julgar pelo recente veto às fusões entre Ipiranga e Ale e Kroton e Estácio, o que não falta ao Cade é gás para brecar a operação e manter as duas empresas em botijões separados.

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19.06.17

Cade lança uma faísca sobre o botijão da Ultragaz

O Grupo Ultra está prestes a sofrer um duro revés no Cade. Segundo informações filtradas da própria autarquia, o Departamento de Estudos Econômicos do órgão antitruste deverá recomendar a adoção do critério de concentração por estado no julgamento da venda da Liquigás para a Ultragaz. Se os conselheiros acatarem o parecer, são praticamente nulas as chances de aprovação do negócio sem restrições.

Em pelo menos cinco estados brasileiros, a dupla soma mais de 50% de participação no mercado de GLP: Goiás, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Neste último, o market share beira os 60%. É exatamente onde o botijão da Ultragaz mais pode “vazar”. O maior receio da companhia é que o Cade, entre outras exigências, determine a venda de parte da operação no maior mercado consumidor do país.

Consultado, o Cade informou que ” não comenta aspectos de mérito sobre operações em análise.” O Ultra não se pronunciou. Os advogados da Ultragaz defendem que o julgamento se dê com base nas vendas por município. Por sua vez, as concorrentes alegam que o Grupo Ultra quer impor um truque de ilusionismo para mascarar a concentração de mercado da nova empresa. Não são poucos os adversários. Os dois mais combativos são a Supergasbrás, leia-se a holandesa SHV, e a Copagaz, do empresário Ueze Zahran.

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18.05.17

Concorrentes se unem contra venda da Liquigás

O cordão contra a venda da Liquigás para a Ultragaz, do Grupo Ultra, ganhou mais adeptos. Supergasbrás e Comgás entraram no Cade com um pedido de suspensão do negócio. Nacional Gás e Copagaz já haviam feito a mesma solicitação. Todas as representações foram aceitas pelo órgão antitruste. O quarteto terá até a próxima terça-feira, dia 23, para apresentar documentos comprovando que a operação poderá alterar a estrutura do mercado de distribuição de GLP.

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04.11.16

Liquigás

 Na Petrobras, a expectativa é de que o anúncio da venda da Liquigás para o Ultra saia na próxima semana. O valor deverá ficar abaixo dos R$ 2,5 bilhões. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras.

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 Além do Ultra e da holandesa SHV/Supergasbras, há dois novos interessados na Liquigás. A mexicana Pemex e o fundo Canada Pension Plan costuram uma oferta conjunta pela distribuidora de GLP da Petrobras. A empresa estaria avaliada em aproximadamente R$ 1,5 bilhão. Procurada pelo RR, a Petrobras não comentou o assunto.

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