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06.11.19

A rede do futuro

Observatório

Por Marcos Facó, professor e Diretor de Comunicação e Marketing da FGV.

O Linkedin possui características especiais, que nenhuma outra rede social engloba. Talvez por isso, tenha sido liberada a passar os muros digitais da China. Dita uma rede profissional, iniciou sua presença em 2003 com o objetivo de ligar profissionais e empresas, onde o ativo principal eram as vagas ofertadas, criando um ciclo virtuoso de oferta e demanda.

Pelo posicionamento idealizado logo excluía a entrada de certos perfis de usuários, como os mais jovens e não universitários, pela simples questão dos campos a serem preenchidos nas páginas (perfis), de cada pessoa (usuário) exigirem informações pessoais relevantes. Como o perfil é baseado na vida profissional e acadêmica, a presença nessa rede pressupõe dados reais, facilmente verificados por amigos, colegas, gerentes de áreas de recrutamento.

Eis o seu principal ativo. A verdade!

Não existe, ou quase não existem as famosas Fake News. Ninguém em sã consciência vai colocar sua imagem profissional em risco. Quem quer se expor ao escrutínio de seu atual ou futuro empregador? Muito difícil existirem perfis falsos, pois as empresas podem detectá-los e solicitar sua eliminação, bem como receber críticas de terceiros.

Tudo isto faz com que o Linkedin seja uma rede onde as pessoas investem o seu tempo e ao contrário das demais, não o gastem. As posições bipolares existentes nas demais redes não são comuns no Linkedin. Nesta, as pessoas falam como se estivessem em seus postos de trabalho. Estão preocupadas não somente com o que dizem, mas muito preocupadas, também, com suas imagens pessoais. Não querem se expor em demasia ou de forma agressiva.

Questões políticas também não ganham relevância pelos motivos expostos acima, o que colabora para a não polarização dos debates.

Enfim, uma rede mais pacifica e promissora para a troca de conhecimento em nível mundial.

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06.07.16

Linkedin

 O presidente do Linkedin no Brasil, Oswaldo Barbosa, está atualizando seu perfil no aplicativo para conseguir um novo emprego. O executivo foi avisado pela Microsoft, nova dona da companhia, que o comando será unificado no Brasil. O Linkedin confirma a saída de Barbosa.

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07.06.16

Prejuízo tem perfil cativo no Linkedin

 Talvez seja o caso de o próprio Linkedin recrutar entre seus usuários novos gestores para a operação brasileira. Os atuais, a começar pelo presidente da empresa no país, Oswaldo Barbosa, estão em xeque. Se, por um lado, a subsidiária tornou-se a terceira maior do grupo no mundo – são 25 milhões de perfis, atrás apenas dos Estados Unidos e Índia – por outro, não consegue transformar o negócio em lucro, mesmo após cinco anos de operação no Brasil.  A fonte do RR, que conhece os meandros do segmento de mídias sociais, informou que a previsão da companhia era alcançar o breakeven no ano passado. Mas nem sequer arranhou. O primeiro semestre sequer acabou e o Linkedin já dá como certo mais um ano no vermelho, a exemplo do que vem ocorrendo desde 2011. A operação brasileira tem ajudado a piorar a previsão de receita do grupo. Neste ano, o Linkedin teve uma perda de valor de mercado de quase US$ 10 bilhões na Nyse. Procurada pelo RR, o Linkedin não comentou o assunto.

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