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03.11.21

Dupla verde

Ronaldo Cezar Coelho e Beto Sicupira, acionistas da Light, estão “disputando” quem emplaca mais projetos padrão ESG na distribuidora fluminense.

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13.07.21

Investidor verde

O empresário Ronaldo Cezar Coelho, acionista relevante da Light e da BR Distribuidora, pretende ser a referência quando se trata de padrão ESG nas duas empresas. Cezar Coelho quer ser o “Mr. Sustentabilidade”.

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14.06.21

Contencioso elétrico

A exemplo da CPFL, a Light também cogita acionar a Justiça caso a Aneel persista no entendimento de que os créditos tributários relativos à exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins devem ser totalmente destinados aos consumidores de energia. O que está em jogo é um bolo de créditos que, em todo o setor, chega a R$ 50 bilhões.

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14.06.21

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, SBT, Light e Afya.

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06.02.20

Premonição

O investidor Ronaldo Cezar Coelho já passou dos 8% de participação na Light e não para de comprar papel em bolsa. Será que farejou a venda do controle da empresa pela Cemig e um posterior tag along?

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15.07.19

GP prepara o bote sobre a Light

A GP está em tratativas avançadas para a compra da participação da Cemig na Light. Segundo uma fonte que participa das negociações, a operação seria dividida em dois atos – o primeiro, consumado na semana passada. A GP teria comprado um lote significativo de ações no follow-on da Light, oferta subsequente de ações que movimentou R$ 2 bilhões. O passo seguinte seria a incorporação da participação da Cemig, que caiu para aproximadamente 23% com o aumento de capital. Ao todo, a estatal mineira arrecadaria mais de R$ 4 bilhões. De acordo com a mesma fonte, a GP ficaria com mais de 35% da Light, o suficiente para transformá-la no maior acionista individual. A operação, ressalte-se, só poderá ser sacramentada em meados de outubro, quando se encerra o período de quarentena no qual os sócios da empresa estão proibidos de vender suas ações. Procuradas, GP e Cemig não se pronunciaram. Segundo o RR apurou, um grande fundo internacional que tambémestava na disputa pela Light deixou a mesa de negociações nesta semana, após a participação da GP no follow-on. O acordo com a gestora conta com a simpatia de conselheiros da Cemig e, sobretudo, da presidente da Light, Ana Marta Horta Veloso.

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26.04.19

Valor intangível

O iminente retorno de Ana Marta Veloso à presidência da Light é um movimento eivado de simbolismo. Nas entrelinhas, pode ser interpretado como uma forma de o governador Romeu Zema mostrar que não há mais ingerência da Andrade Gutierrez sobre a Cemig, controladora da distribuidora fluminense – algo que ocorreu mesmo após a empreiteira vender sua participação na empresa, em dezembro de 2017. Em sua primeira passagem pelo comando da Light, Ana Marta deixou o cargo após desentendimentos com a construtora de Sergio Andrade. Ressalte-se que a Polícia Federal acaba de abrir um novo front de investigação com foco na Cemig e na Andrade Gutierrez, no âmbito da Operação “E o vento levou”.

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29.03.19

Tudo a seu tempo

A reestruturação societária da Renova, braço de energia renovável da Cemig, é apenas o aquecimento. O governo de Minas Gerais aguarda o desfecho da operação para reabrir o processo de venda da Light.

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17.01.19

Corrida pela Light

A Cemig reabriu as tratativas para a venda do controle da Light. A novidade é a presença da Vinci Partners, de Gilberto Sayão, do outro lado da mesa. Disputa o negócio com antigos pretendentes como a chinesa State Grid, dona da CPFL, e a italiana Enel, controladora da Ampla

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04.09.18

Eleição apaga a venda da Light

O Conselho da Cemig defende que a venda integral da participação na Light seja empurrada para 2019. O quadro de incerteza eleitoral tem achatado as propostas que chegam à estatal. Até porque o “chefe” da Cemig, Fernando Pimentel, poderá deixar a cadeira de governador no dia 1o de janeiro. No máximo, a empresa deverá vender um excedente de 2% para evitar a reestatização da Light, caso um pool de bancos exerça a opção de venda de ações da distribuidora, que dará aos mineiros mais de 50% do capital.

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