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24.10.19

A lenta escalada dos Picciani

O clã Picciani vai buscar um recomeço nas urnas. Leonardo Picciani, filho do ex-presidente da Alerj, Jorge Picciani, deverá se candidatar à Câmara dos Vereadores no ano que vem. Para quem já foi ministro de estado no governo Temer e deputado federal com razoável grau de influência na Câmara, trata-se de um doloroso reinício pelo degrau mais baixo do Legislativo. Ainda assim, é preferível, a permanecer sem mandato e, consequentemente, sem a marquise do foro privilegiado.

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01.08.19

Rebelião contra Picciani

Há um racha no outrora monolítico MDB do Rio. Um grupo de prefeitos, reforçado pelos três deputados federais do partido no estado, trabalha para apear Leonardo Picciani do comando do diretório. O nome de consenso seria o do prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis. Os opositores de Leonardo – filho do ex-presidente da Alerj, Jorge Picciani, que cumpre prisão domiciliar – consideram sua presença no cargo tóxica às pretensões do MDB nas eleições de 2020. O mundo dá voltas. Não custa lembrar que Washington Reis era um aliado siderúrgico de Sergio Cabral e do próprio Jorge Picciani.

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20.05.19

Cabral & Picciani

A “nova geração” do MDB do Rio – leia-se, notadamente, Leonardo Picciani e Marco Antonio Cabral – tem feito sucessivas aproximações do governador Wilson Witzel.

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29.10.18

Crepúsculo

A família Picciani estaria enfrentando problemas de liquidez, agravados pelo bloqueio dos bens do patriarca Jorge Picciani e de suas empresas. A situação pode se complicar ainda mais a partir de fevereiro, quando Leonardo Picciani deixará a Câmara e perderá o manto do foro privilegiado.

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17.04.18

O MDB é uma família

Leonardo Picciani e Marco Antonio Cabral têm tido um papel cada vez mais ativo no MDB do Rio, notadamente na costura de coligações para as eleições de outubro. Nas conversas internas, defendem que a sigla não tenha candidato próprio ao governo do estado e se concentre em reconstruir sua bancada na Alerj e no Congresso Nacional. Não quer dizer, no entanto, que a Lava Jato tenha precipitado a “sucessão” no MDB do Rio. Os interlocutores da dupla sabem muito bem que os jovens parlamentares apenas dublam seus respectivos pais, Jorge Picciani e Sérgio Cabral.

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27.03.18

Picciani, o ministro oculto

A pouco mais de duas semanas da sua despedida do cargo, o ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, não sai da caverna. Tem recusado convites para participar de solenidades e eventos esportivos com a presença da imprensa. Sua agenda tem se limitado praticamente a compromissos fechados. O problema é que daqui a pouco o filho de Jorge Picciani vai ter de sair da penumbra na campanha à reeleição na Câmara

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12.03.18

O xadrez dos Picciani

O MDB do Rio, ou clã dos Picciani, o que dá quase no mesmo, arruma suas peças no xadrez eleitoral. O cenário que ganha corpo é a candidatura do atual deputado federal, Leonardo Picciani, ao Senado. Já o irmão Rafael Picciani, pularia de deputado estadual para federal. O único nó é deixar o flanco descoberto na Alerj. Com a prisão do patriarca, Jorge Picciani, a família ficaria sem representante na Casa em que manda e desmanda.

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11.01.18

Contagem regressiva

Mesmo mancando das duas pernas, Aécio Neves ainda marca seus golzinhos. É o principal artífice da articulação que deverá colocar o senador mineiro Zezé Perrela na cadeira de ministro dos Esportes. Há, inclusive, uma pressão para que Leonardo Picciani deixe o cargo antes mesmo de abril.

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14.11.17

O esporte preferido do PMDB

Na esteira da prisão de Carlos Arthur Nuzman, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) poderá sofrer mais um duro golpe. O PMDB – não por acaso partido do ministro dos Esportes, Leonardo Picciani – articula no Congresso a votação de um projeto de lei para retirar do COB o poder de gestão dos recursos da Lei Piva. A ideia – voilá – é que o próprio Ministério dos Esportes assuma a distribuição das verbas oriundas das loterias federais para as confederações nacionais. A olho nu, não dá nem para entender por que tanto empenho de Picciani e do PMDB: para 2018, os repasses da Lei Piva não deverão chegar nem a R$ 100 milhões.

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A convocação da seleção brasileira, ontem, na sede da CBF, correu o risco de pular das páginas esportivas para o noticiário policial. Além do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, que não deixa o Brasil com medo de ser preso pelo FBI, estava presente o ex-deputado e Secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, Gustavo Perrella, um dos donos do helicóptero apreendido, em junho do ano passado, com 445 quilos de cocaína. Sempre próximo a ele também o ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, filho do presidente da

Alerj, Jorge Picciani, citado na Lava Jato.

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