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18.11.20

Operação “Lava Floresta”

A Lava Jato está ajudando a debelar incêndios pelo Brasil. Após destinar cerca de R$ 14 milhões em recursos recuperados pela Operação para o combate às queimadas na Região Amazônica, o deverá autorizar uma nova tranche dos recursos recuperados pela Lava Jato para as ações no Pantanal.

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26.10.20

Reforços a caminho

A Lava Jato respira – ainda que por aparelhos. Segundo fonte do MPF, a força-tarefa do Rio está prestes a receber reforços. Serão pelo menos três novos procuradores. Eles vão se dividir em investigações e processos relacionados a quatro “braços” da Operação: Arco Metropolitano, PAC das Favelas, Saqueador e Eletronuclear.

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15.10.20

No fundo do buraco do metrô

Um dos procuradores da Lava Jato em São Paulo crava para o RR: novas investigações apontam que o executivo Dalton Avancini, ex-Camargo Corrêa, seria líder do suposto esquema de fraudes em licitações das obras das linhas 2, 4 e 5 do metrô de São Paulo. Os acertos se davam no âmbito do “Tatu Tênis Clube”, como as grandes empreiteiras do país se referiam ao esquema de cartel montado para combinar resultados de concorrências, entre outros ilícitos. Procurada, a defesa de Avancini não se pronunciou. Também consultado, o MPF-SP disse apenas “não confirmar a informação”. Entende-se o cuidado: o Ministério Público acaba de denunciar Avancini e outros quatro executivos acusados de formação de cartel nas obras do metrô paulista. O ex-Camargo Corrêa, ressalte-se, já tem forte envolvimento na Lava Jato. Em 2015, fechou delação premiada. Mas, de lá para cá, novas acusações caíram na sua conta.

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21.09.20

Desculpas que é bom, nem pensar

A Lava Jato terá um “cantinho” especial na campanha eleitoral do PT. A cúpula do partido tem orientado candidatos a prefeito a descarregar suas baterias no Ministério Público, em especial em Deltan Dallagnol. Os petistas querem se aproveitar do enfraquecimento da Operação e dos processos contra Dallagnol dentro do próprio MP para desqualificar a Lava Jato e a criminalização do partido, em especial de Lula.

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16.09.20

A peça Marco Aurelio Mello

Os principais escritórios de advocacia envolvidos com a Lava Jato monitoram de perto os próximos movimentos no tabuleiro do STF. Há uma torcida para que o ministro Marco Aurelio Mello seja estimulado por alguns de seus pares a se transferir da Primeira para a Segunda Turma, no lugar de Celso de Mello, que se aposentará em novembro. Marco Aurelio é o ministro mais antigo da Primeira Turma, o que, pelo regimento da Corte, lhe dá a prerrogativa de solicitar sua migração. Em tese, sua presença ajudaria a diluir a ala punitivista da Segunda Turma, formada por Edson Fachin e Carmen Lucia. Marco Aurelio se juntaria a Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, assim como ele considerados de perfil garantista.

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08.09.20

Pressão sob medida

O RR apurou que os 13 integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba cogitaram seguir Deltan Dallagnol e abandonar a operação. Blefe ou não, recuaram após a confirmação de que a força-tarefa será estendida por mais um ano.

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08.09.20

Toda a Lava Jato será castigada

A Lava Jato vai sofrer mais um constrangimento dentro do próprio MPF. Segundo o RR apurou junto a um dos integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público, na reunião de amanhã o colegiado vai reabrir o Procedimento Administrativo Disciplinar contra o procurador da República Diogo de Mattos. Em 2019, Mattos, ex-integrante da força-tarefa, comprou espaço em um outdoor em Curitiba e pôs um anúncio em homenagem à Lava Jato. Na época, com Sergio Moro no governo, a investigação pedida pelo corregedor-nacional do MP, Rinaldo Reis Lima, acabou arquivada. Porém, agora, o vento mudou de direção.

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25.08.20

Ao alcance dos olhos

Condenados na Lava Jato em prisão domiciliar, a exemplo de Eduardo Cunha, têm solicitado à Justiça a suspensão do uso de tornozeleira. Os advogados alegam que, com o isolamento social, o monitoramento eletrônico tornou-se desnecessário. Não colou. O TRF4 tem negado os pedidos.

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24.08.20

Dívidas do crime

Segundo informações filtradas do Ministério Público Federal, 25 signatários de acordos de delação premiada entre pessoas físicas e empresas – a maior parte no âmbito da Lava Jato – estão inadimplentes no pagamento de suas multas. O “calote” acumulado já soma cerca de R$ 300 milhões. Todos esses acordos correm o risco de serem anulados.

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06.08.20

Um “infiltrado” na Polícia Federal

O delegado Cléo Matusiak foi escolhido para assumir a coordenação-geral da Polícia Fazendária, órgão vinculado à diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF. A indicação partiu do próprio ministro da Justiça, André Mendonça. Trata-se de uma rara brecha concedida pelo governo Bolsonaro a um integrante da “República de Curitiba”. Matusiak integrou a força-tarefa da Lava Jato em 2018, quando estava na superintendência da PF no Paraná.

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