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08.06.20

Fusão

Até agora ninguém falou ainda em uma fusão entre a Latam e a Gol. Ou entre a Latam e a Azul. Ou entre a Gol e a Azul. É uma questão de aguardar.

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20.04.20

Questão de altitude

Dirigentes da Latam, Azul e Gol foram ao Olimpo: nos últimos dias, têm conversado diretamente com Paulo Guedes para acertar a ajuda do BNDES às companhias aéreas. Entre as empresas, a sensação é de que o presidente do banco, Gustavo Montezano, tem boa vontade, mas manda pouco.

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10.03.20

Profilaxia

O governo já cogita solicitar que a Latam estenda a suspensão dos voos entre São Paulo e Milão, inicialmente prevista vigorar até 16 de abril. Tudo dependerá da evolução do coronavírus no Brasil e na Itália, hoje um dos principais focos de irradiação da doença na Europa.

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28.10.19

“Cartel airlines” cruza os céus brasileiros

Fala-se muito de oligopólio bancário e de acordos que vão da fixação dos valores das tarifas às altas taxas de juros praticadas no mercado. Não que a satanização do setor financeiro seja de todo infundada, mas as companhias aéreas não ficam nada a dever aos bancos. O RR flagrou um exemplo irretocável de perfeita sintonia na formação de preços entre as duas maiores empresas de aviação do país, Latam e Gol. A amostragem em questão é a rota Brasília-São Paulo (Congonhas). A cotação de passagem para amanhã, 29 de outubro, apontava rigorosamente os mesmos valores, centavo por centavo, para as duas concorrentes. Para voos no início da tarde, 12h25 no caso da Latam, e 12h40 e 13h55 para a Gol, a tarifa light estava em R$ 1.065,90 (excluídas taxas de serviço e de embarque). A “coincidência” se repetiu para todos os demais horários. Entre 15h10 e 20h40, a passagem para todos os seis voos da Latam e quatro da Gol, sem exceção, custava R$ 1.248,90. É como se a clássica lei da oferta e da procura ou o horário de rush sequer existissem. Tamanha sintonia de preços entre “concorrentes” só é vista entre os vendedores de água de coco na orla do Rio de Janeiro. Talvez esteja se constituindo um novo normal na formação de preços do setor de aviação. Será que os conselheiros do Cade não andam de avião?

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27.12.18

O Natal da saudade na Latam

Os funcionários da Latam colocaram nos seus sapatinhos umpedido desesperado a Papai Noel: a volta de Marco Antônio Bologna ao cargo de CEO e de Mauricio Amaro à condição de chairman. O estilo dos novos controladores da companhia, os irmãos Cueto, é frio, distante, quando não ríspido. O atual CEO, Jerome Cadier, egresso do marketing, não dá prioridade à relação mais estreita com o corpo de colaboradores e tampouco tem traquejo para a função. Se houvesse demanda do mercado, a debandada da Latam seria grande…

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08.12.17

A velha luta de classes levada ao pé da letra

Um empresário do setor cafeeiro, que já viveu melhores dias nos seus negócios, vomitou, ontem, no Aeroporto Internacional de Miami, a aversão que determinada elite retrógrada nutre pelo Brasil. O antipatriota, possesso com a malta tupiniquim, deitava falação na entrada do portão 12, onde se daria o embarque do voo 8057 da Latam. Falava  em voz alta que os brasileiros, na fila da classe econômica, representavam a síntese do país: “Molambentos, sacoleiros, feios, escuros e mal educados”.

Dizia que “o Brasil não tem jeito” e “nem com a volta da escravatura e o regime militar juntos, o país levantará da sua mediocridade”. O motivo para tamanha demonstração de repulsa foi o magano ter sido atravessado em seu ingresso na business class por um desavisado turista da classe econômica. O destempero foi recebido por uma vaia daquelas da malta, que esperava o sinal verde para iniciar sua arrastada caminhada em direção ao interior da aeronave.

O fascista batia palmas para a classe média. E a turistada vaiava, aumentando os termos chulos de parte a parte. As aeromoças fizeram o possível junto com o pessoal de terra da Latam para impedir a triste cena, que durou eternos minutos. Mas nada é tão ruim que nunca acabe. O velho cafeicultor, já dentro do avião, sentou-se cansado na cadeira reclinável. Mal fechou os olhos, as vaias foram entoadas pelo pessoal que entrava enfileirado pelo corredor. “Uuúúúúuúuúúú. Nazistaaaa! Lulaaaaa!” É a batalha ideológica e pré-eleitoral de pior qualidade, emporcalhando com o ódio tão comum em nossa terra a imagem do Brasil pelo mundo.

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