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05.08.22

Papel-moeda

A Klabin está com o dedo no gatilho para uma captação externa. Objetivo: financiar a nova fábrica de papel ondulado em Piracicaba (SP), projeto orçado em R$ 1,6 bilhão.

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06.07.22

Startups 2

A Klabin planeja montar seu próprio fundo de venture capital. O grupo quer injetar “capital semente” em startups voltadas à bioeconomia.

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09.06.22

Na crista da onda

A Klabin já cogita um novo reajuste nos preços da celulose para agosto. O aumento mais recente, de US$ 30 a tonelada, passou a vigorar no início de junho. A Klabin surfa nas restrições na oferta global do produto combinadas ao aumento da demanda, sobretudo da China.

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25.01.21

Teste da carne

Depois de Natura e Klabin, a Minerva Foods também estuda uma emissão de bônus sustentáveis. Será um teste de fogo para uma empresa sobre a qual, volta e meia, pairam acusações de compra de gado em áreas de desmatamento.

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22.09.20

Marca da discórdia

O laudo assinado pela Deloitte, que avalia em R$ 1 bilhão o contrato para uso da marca Klabin, colocou mais lenha na assembleia de acionistas da empresa prevista para 30 de outubro. A família Klabin vai usar o documento para justificar a cobrança de R$ 367 milhões para que a companhia possa usar o sobrenome do clã em definitivo sem pagar mais royalties. No entanto, segundo o RR apurou, mesmo com o laudo, o BNDES, acionista da Klabin, é contrário ao desembolso desse valor.

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10.08.20

Quanto vale a grife Klabin?

O BNDES está montando uma tropa de choque para a assembleia de acionistas da Klabin, prevista para outubro. Já teria o apoio do The Bank of New York e de grandes fundos estrangeiros, também minoritários da empresa, para confrontar a polêmica proposta da família Klabin. O clã quer receber R$ 360 milhões paraencerrar o contrato pelo qual a fabricante de papel e celulose paga royalties aos seus próprios acionistas para usar o sobrenome Klabin. O BNDES acha que o “brasão” da família só vale R$ 140 milhões. Os Klabin contam com o apoio siderúrgico do Grupo Monteiro Aranha, dono de 7% do capital do grupo. Juntas, as famílias Klabin e Monteiro de Carvalho formam o “Centrão” da companhia.

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04.03.20

Efeito colateral

A Klabin idealizava um novo aumento nos preços da celulose de fibra curta para abril, mas engavetou a ideia. A empresa já foi afetada pela queda do consumo do produto na Ásia, por conta do coronavírus. Lançou um aumento em fevereiro da ordem de US$ 20 a tonelada que já foi rechaçado pelo mercado.

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27.11.19

Acordo de paz entre Klabin e BNDES

Mais do que somente um movimento financeiro, a decisão da Klabin de antecipar o pagamento de R$ 2,4 bilhões em empréstimo ao BNDES teve um forte componente “político”. Com o gesto, os Klabin esperam ter celebrado, de vez, a pax societária com o banco. Em fevereiro deste ano, a BNDESPar, acionista da companhia, entrou com uma queixa na CVM questionando o acordo feito pela fabricante de papel e celulose com os seus próprios controladores. Na ocasião, a Klabin comprometeu-se a pagar aos Klabin R$ 344 milhões para encerrar um contrato de pagamento de royalties pelo uso do sobrenome/marca.

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31.10.19

Contas a pagar

O RR apurou que a área financeira da Klabin está debruçada sobre uma nova emissão de títulos, em razão da premência da empresa  em alongar o seu passivo. Somente neste ano, a relação entre a dívida de curto prazo e o Ebitda cresceu de três para 3,4 vezes. A tendência é que essa curva suba ainda mais à medida que o projeto Puma avançar – trata-se da expansão de uma fábrica no Paraná orçada em mais de R$ 9 bilhões.

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17.09.19

O diplomata da Klabin

O ex-secretário de Política Econômica e sócio de Armínio Fraga no Gávea, Amaury Bier, tem servido como um algodão entre cristais no Conselho da Klabin, notadamente no que diz respeito às relações entre a família e o BNDES. Recentemente, houve atritos entre o banco e os controladores da empresa devido a royalties pagos ao clã dos Klabin.

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