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24.04.18
ED. 5853

KKR deixa a porta entreaberta

Sacramentada a venda de sua participação na empresa de TI Aceco, o futuro da KKR no Brasil está aberto. Há pressão dos investidores norte-americanos para que a gestora – uma das maiores dos Estados Unidos, com mais de US$ 150 bilhões em ativos – deixe o país. A venda da Aceco foi um negócio doloroso e deficitário: quatro anos depois de entrar no negócio, a companhia não receberá sequer um terço do R$ 1,2 bilhão que pagou. Os executivos no Brasil, no entanto, ainda tentam convencer a matriz a permanecer. Se a KKR ficar, certamente não será pelo otimismo em relação às chances eleitorais de seu ex-conselheiro sênior, Henrique Meirelles.

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25.02.16
ED. 5314

Portas abertas

 Luiza Helena Trajano teria aproveitado sua recente passagem por Nova York, onde participou de um evento da área de varejo, para manter contato com private equities interessados no Magazine Luiza. Entre eles, estariam o KKR e a General Atlantic. Procurada, a rede varejista nega a negociação com os fundos.

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11.02.16
ED. 5304

Entre lençóis

 O KKR perdeu a disputa pela Alpargatas, mas não desistiu do setor têxtil. O novo alvo é a Springs, dona da marca Artex. O interesse da gestora norte-americana é ficar com a participação da Coteminas, que tem 53% do capital votante. Consultada, a Springs negou a venda.  A empresa KKR não retornou ou não comentou o assunto.

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12.11.15
ED. 5246

Três lições de investimento na área de ensino

1. A liderança mundial no segmento de educação privada da inglesa Cognita valeu apenas uma única aquisição no mercado brasileiro desde 2012. Perdeu para a Somos Educação – antiga Abril – a disputa para a compra das escolas Motiva e Sigma. O acanhado currículo vai mudar de figura. A Cognita parte para cima da GGE, que tem quatro colégios em Pernambuco. A companhia está ainda para fechar uma aquisição no Rio de Janeiro. O movimento é uma resposta à pressão da KKR, uma das maiores acionistas da Cognita. 2. Assumir a dianteira do mercado de educação superior é pouco para os planos mirabolantes da Kroton, que se fundiu com a Anhanguera. Rodrigo Galindo, presidente da companhia, está revirando os números da Somos Educação. O empresário já teve contatos com representantes da gestora Tarpon, dono da Somos. Se for bem-sucedida na investida, a Kroton se tornará um gigante na educação básica, com quase um milhão de alunos, três mil escolas associadas e uma receita de R$ 3 bilhões. 3. No andar de baixo, o grupo cearense Ari de Sá , com 110 mil alunos atendidos pelo seu sistema de ensino, está ganhando o auxílio luxuoso da General Atlantic, gestora de fundos de private equity norteamericana, com US$ 20 bilhões em ativos. A companhia, que tem um terço do capital do grupo nordestino, pretende não apenas aumentar a sua participa- ção no negócio como também injetar aproximadamente R$ 150 milhões na expansão da rede de ensino do Ari de Sá além das divisas do Nordeste. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cognita e GGE.

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